Encontro no Mar - CIP
1 No mar
Notas iniciais
Todos os dias, a lua atrai a terra, influenciando nas correntes marítimas e nas ondas – é apenas Ártemis tentando chamar a atenção de Poseidon, uma vez que os amantes foram separados.
Poseidon, dentro das águas de um mar calmo e habitado por inúmeros peixes coloridos, espiava o mundo ao redor. Vendo que alguém se aproximava, se encolheu e observou com animação.
Ártemis se aproximava, suave, com movimentos leves, quase como se flutuasse pela mata. Seu arco, arma sempre presente naquela figura, que era carregado no ombro foi deixado no chão quando avistou a água fresca. Olhou ao redor, buscando algum olhar, mas, ao ver que estava sozinha, relaxou.
Despiu seu corpo branco como a lua e tocou a superfície da água salgada com os pés, adentrando tranquilamente até que ficou completamente submersa.
Poseidon apenas cuidava a mulher com os olhos, com medo de se mover e a assustar e acabar sendo transformado em uma árvore ou em um veado, ou qualquer coisa que passasse pela mente maluca daquela Deusa.
Com um sorriso travesso, nadou para longe, sem tirar seus olhos azuis cor de mar daquele corpo perfeito. Com seus poderes sobre a água, enviou uma ondinha até as costas dela, que não notou. Mais uma e mais outra foram empurradas, até que Ártemis virou seu corpo forte, encontrando um par de olhos travessos a espiando.
A Deusa sorriu exibindo seus dentes parelhos e nadou até o homem.
— Achei que não apareceria – Reclamou.
— Eu cheguei antes de você – Falou enquanto a mulher deslizava seu corpo sobre o dele, encaixando suas pernas no tronco do Deus.
— Estava com pressa para me ver?
— Eu sempre estou – Murmurou sofregamente tomando os lábios da Deusa para si, de uma forma quase desesperada.
Segurou firme as coxas pálidas dela com as mãos firmes, ao mesmo tempo que ela abraçava seu corpo, colando suas peles com a saudade que sentiram.
Poseidon e Ártemis não podiam se encontrar, pois ela tinha jurado castidade. Uma bobagem, na opinião deles, pois Ártemis podia muito bem ser a melhor caçadora de todas e ainda fazer sexo ocasionalmente, um não tinha a ver com o outro.
Os dois arrastavam suas mãos pelos seus corpos com volúpia, desesperados para sentir seu amante perto, para senti-lo junto de si. Poseidon deslizou seu quadril com suavidade, deslocando seu pênis para dentro da Deusa, que suspirou voltando a beijar sua boca desejando mais. Movendo as águas com o movimento de seus corpos, os dois se agitaram até que chegaram ao ápice, estremecendo juntos e ofegando sofregamente.
— Isso não deveria ser proibido – O Deus das águas reclamou beijando o ombro nu de Ártemis.
— Então vamos fugir – Sussurrou – Vamos nos esconder em um lugar que nenhum deles poderá nos encontrar.
— Você sabe que não podemos. Temos responsabilidades no mundo – Suspirou de forma derrotada.
— Sempre podemos ser adolescentes irresponsáveis e jogar tudo pro alto – Brincou, mesmo sabendo que não poderia fazer aquilo de verdade.
— Ah, Ártemis...
Antes que Poseidon pudesse terminar aquela frase, do meio da floresta, saindo de trás das árvores, Athena apareceu, seguida pelos outros Olimpianos. O rosto usualmente pálido de Ártemis estava tão sem cor vendo aquelas pessoas aparecendo que Poseidon achou que ela fosse morrer.
— Que achado – Zeus ironizou com raiva encarando o casal nu dentro da água salgada.
— E que vergonha – Athena xingou.
— Não é isso que vocês estão pensando – Poseidon levantou as mãos como se se rendesse.
— Irmão – Ártemis chamou Apolo, buscando os olhos dourados do gêmeo, que chorava silenciosamente e não a olhava – Irmão, não é isso. Me deixe explicar, peça a eles que deixe que eu me explique.
— Calados! – Zeus urrou – Ártemis, você está banida desse mundo – Sentenciou acima dos gritos da Deusa – Irá cumprir seus afazeres de sua nova casa.
— Não, por favor – Pediu. Os outros deuses apenas observavam a situação, envergonhados daquilo ou com medo de serem os próximos a terem seus segredos revelados – Apolo, Apolo, me ajude!
— Irmã – Gemeu com lágrimas cortando suas bochechas belas.
— A partir de hoje e para todo o sempre, Ártemis irá residir em sua casa, na Lua. E nunca deverá deixa-la.
Protestos foram ouvidos da Deusa, mas também foram ignorados.
— E Poseidon, você é terminantemente proibido de visita-la, de vê-la ou mesmo de manter contato com essa mulher. Entendido?
O homem, com medo de uma punição mais severa, apenas acenou positivamente com a cabeça, vendo Ártemis ser levada sobre gritos e lágrimas e, apenas quando estava novamente sozinho, se permitiu chorar, pois nunca mais veria seu grande amor.
Todos os dias, a lua atrai a terra, influenciando nas correntes marítimas e nas ondas – é apenas Ártemis tentando chamar a atenção de Poseidon, uma vez que os amantes foram separados.
Poseidon, dentro das águas de um mar calmo e habitado por inúmeros peixes coloridos, espiava o mundo ao redor. Vendo que alguém se aproximava, se encolheu e observou com animação.
Ártemis se aproximava, suave, com movimentos leves, quase como se flutuasse pela mata. Seu arco, arma sempre presente naquela figura, que era carregado no ombro foi deixado no chão quando avistou a água fresca. Olhou ao redor, buscando algum olhar, mas, ao ver que estava sozinha, relaxou.
Despiu seu corpo branco como a lua e tocou a superfície da água salgada com os pés, adentrando tranquilamente até que ficou completamente submersa.
Poseidon apenas cuidava a mulher com os olhos, com medo de se mover e a assustar e acabar sendo transformado em uma árvore ou em um veado, ou qualquer coisa que passasse pela mente maluca daquela Deusa.
Com um sorriso travesso, nadou para longe, sem tirar seus olhos azuis cor de mar daquele corpo perfeito. Com seus poderes sobre a água, enviou uma ondinha até as costas dela, que não notou. Mais uma e mais outra foram empurradas, até que Ártemis virou seu corpo forte, encontrando um par de olhos travessos a espiando.
A Deusa sorriu exibindo seus dentes parelhos e nadou até o homem.
— Achei que não apareceria – Reclamou.
— Eu cheguei antes de você – Falou enquanto a mulher deslizava seu corpo sobre o dele, encaixando suas pernas no tronco do Deus.
— Estava com pressa para me ver?
— Eu sempre estou – Murmurou sofregamente tomando os lábios da Deusa para si, de uma forma quase desesperada.
Segurou firme as coxas pálidas dela com as mãos firmes, ao mesmo tempo que ela abraçava seu corpo, colando suas peles com a saudade que sentiram.
Poseidon e Ártemis não podiam se encontrar, pois ela tinha jurado castidade. Uma bobagem, na opinião deles, pois Ártemis podia muito bem ser a melhor caçadora de todas e ainda fazer sexo ocasionalmente, um não tinha a ver com o outro.
Os dois arrastavam suas mãos pelos seus corpos com volúpia, desesperados para sentir seu amante perto, para senti-lo junto de si. Poseidon deslizou seu quadril com suavidade, deslocando seu pênis para dentro da Deusa, que suspirou voltando a beijar sua boca desejando mais. Movendo as águas com o movimento de seus corpos, os dois se agitaram até que chegaram ao ápice, estremecendo juntos e ofegando sofregamente.
— Isso não deveria ser proibido – O Deus das águas reclamou beijando o ombro nu de Ártemis.
— Então vamos fugir – Sussurrou – Vamos nos esconder em um lugar que nenhum deles poderá nos encontrar.
— Você sabe que não podemos. Temos responsabilidades no mundo – Suspirou de forma derrotada.
— Sempre podemos ser adolescentes irresponsáveis e jogar tudo pro alto – Brincou, mesmo sabendo que não poderia fazer aquilo de verdade.
— Ah, Ártemis...
Antes que Poseidon pudesse terminar aquela frase, do meio da floresta, saindo de trás das árvores, Athena apareceu, seguida pelos outros Olimpianos. O rosto usualmente pálido de Ártemis estava tão sem cor vendo aquelas pessoas aparecendo que Poseidon achou que ela fosse morrer.
— Que achado – Zeus ironizou com raiva encarando o casal nu dentro da água salgada.
— E que vergonha – Athena xingou.
— Não é isso que vocês estão pensando – Poseidon levantou as mãos como se se rendesse.
— Irmão – Ártemis chamou Apolo, buscando os olhos dourados do gêmeo, que chorava silenciosamente e não a olhava – Irmão, não é isso. Me deixe explicar, peça a eles que deixe que eu me explique.
— Calados! – Zeus urrou – Ártemis, você está banida desse mundo – Sentenciou acima dos gritos da Deusa – Irá cumprir seus afazeres de sua nova casa.
— Não, por favor – Pediu. Os outros deuses apenas observavam a situação, envergonhados daquilo ou com medo de serem os próximos a terem seus segredos revelados – Apolo, Apolo, me ajude!
— Irmã – Gemeu com lágrimas cortando suas bochechas belas.
— A partir de hoje e para todo o sempre, Ártemis irá residir em sua casa, na Lua. E nunca deverá deixa-la.
Protestos foram ouvidos da Deusa, mas também foram ignorados.
— E Poseidon, você é terminantemente proibido de visita-la, de vê-la ou mesmo de manter contato com essa mulher. Entendido?
O homem, com medo de uma punição mais severa, apenas acenou positivamente com a cabeça, vendo Ártemis ser levada sobre gritos e lágrimas e, apenas quando estava novamente sozinho, se permitiu chorar, pois nunca mais veria seu grande amor.
Notas finais
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