Notas iniciais
Epílogo, pois é )))))))))))): Mas... teremos um extra! ♥ Então, leiam com carinho!
Espero que gostem! Até a N/A!
Divirtam-se (;

Seus dedos batiam de forma ansiosa na perna e ela engolia em seco de minuto em minuto, desejando que tudo aquilo acabasse logo. Era uma noite feliz, sim, mas ela realmente não queria imaginar o que aconteceria quando subisse naquele palco.

Suspirou pesadamente, e olhou para trás, seus olhos procurando por ele. Ela sabia que, devido ao evento, ambos não podiam ficar sentados lado a lado, como queriam, mas também sabia que Edward não tiraria os olhos dela nem por um minuto. Ele estava orgulhoso.

Demais.

Após ver o marido a olhando com um pequeno sorriso no rosto, ela tornou a se virar para frente, tentando prestar atenção à cerimônia. Afinal, ela tinha lutado bastante por aquilo. Nada melhor do que aproveitar um pouquinho a sua própria formatura, certo?

- Isabella Cullen.

A voz do reitor a tirou de seus devaneios definitivamente, e aplausos, assovios e barulhos soaram no salão, fazendo com que as bochechas de Isabella corarem quase que imediatamente, enquanto um sorriso brincava em seus olhos. Por mais que estivesse tentada, ela não olhou para trás enquanto seguia até o palco. Subiu as escadas devagar e com cuidado – não querendo cair e passar vergonha em plena formatura –, e recebeu os cumprimentos de alguns professores, do reitor… e enfim pegou o seu diploma.

Voltou seus olhos para a platéia, não conseguindo mais conter o sorriso ao olhar para a sua família. Sue estava ali com os filhos – filhos que Bella foi se aproximando mais à medida em que o tempo passava – e aplaudia com entusiasmo, sendo seguida pelos mesmos. Angela tinha seu filho no colo – já não tão pequeno mais – e seu marido ao lado, e ambos os três aplaudiam, também entusiasmados. Emmett assoviava, gritava e aplaudia ao mesmo tempo, enquanto que Rosalie apenas sorria e revirava os olhos, provavelmente sem saber se devia repreender o namorado ou se juntar a ele. Alice estava ao lado de Jasper, e ambos aplaudiam e faziam alguns barulhos também, embora não tanto quanto o irmão da primeira. Carlisle e Esme tinham sorrisos enormes no rosto, mostrando-se orgulhosos daquela que tinha se tornado uma filha. Eles olhavam para o filho mais velho às vezes, revirando os olhos para o modo que ele estava se comportando; como se fosse uma criança, mesmo depois de tanto tempo.

E então, havia os dois homens mais importantes da sua vida.

Charlie tinha lágrimas nos olhos e estava vermelho – talvez até mais do que o normal –, provavelmente em uma tentativa de não deixar que elas escorressem e de que começasse a soluçar feito um bebê. O orgulho que ele sentia da sua menina, que tinha passado por tanta coisa e superado, graças a Deus, todas elas… simplesmente ele não tinha palavras para descrever exatamente como se sentia naquele momento.

E Edward... Edward não sabia se gritava, chorava, aplaudia ou corria até o palco, somente para pegar sua mulher nos braços e abraçá-la até que conseguisse se controlar. Tinha vontade de gritar para todos que pudessem ouvir – mesmo que não quisessem – que aquela era a sua mulher, sua esposa, sua Bella.

Ele estava orgulhoso demais.

A morena terminou de tirar as fotos e desceu as escadas do outro lado, voltando para o lugar que estava sentada. Ela não tentou prestar mais atenção à cerimônia – já que não corria o risco de ser chamada e não ouvir – e simplesmente deu às costas a mesma, seus olhos nunca desviando de sua família.

As pessoas mais importantes estavam ali, por ela, na formatura dela. Formatura que, um dia, ela achava que nunca mais iria acontecer. Porém, ao olhar para o colo e ver o diploma ali, pelo qual ela havia batalhado tanto… ela simplesmente não conseguia parar de sorrir.

Mais um sonho realizado.

E sem aquela família, ela nunca conseguiria tal coisa.

Em uma cadeira não muito longe dali, Edward apertou suas mãos uma na outra, tentando conter a vontade de se levantar e correr até a mulher, que ainda estava sentada no lugar que tinha reservado para ela. Milhares de estudantes se levantavam, e iam receber seus diplomas e cumprimentos, mas ele simplesmente não conseguia se focar naquilo. Tudo o que queria era que a cerimônia logo acabasse e ele pudesse abraçar Bella, como vinha querendo fazer desde que tudo aquilo começara.

Um pouco mais de um ano tinha se passado desde que ela tinha sido seqüestrada – e só de pensar nisso, Edward ainda sentia seu coração acelerado ao pensar em como aquelas horas tinham sido difíceis e pareciam eternas. A vida do casal tinha continuado, a relação se tornando a cada vez mais forte. Sem ter que se preocuparem com Renée, com a SUV preta e com Riley à espreita, eles puderam curtir a vida de casados. Bella continuou a ir para a faculdade de manhã e para a creche à tarde, enquanto Edward passava o dia na empresa. Mesmo tendo os dias cheios, eles faziam questão de almoçarem e de jantarem juntos. Tinham uma rotina gostosa, indo para cinemas às vezes, saindo para ver shows e outras coisas a mais, decididos a curtir o tempo juntos. Viajavam às vezes para Forks e para outras cidades também, como todo casal deveria fazer.

E como em todo o relacionamento, havia as brigas.

Brigas sobre quem deveria pagar a conta – Edward insistindo em assumir todas elas, inclusive a faculdade Bella, e a mesma querendo dividir, achando que aquilo era justo e não o deixando pagar suas taxas –, sobre quem tinha esquecido a toalha molhada na cama... Brigas rotineiras, que todo casal passava, mas que se resolviam após ambos esfriarem a cabeça e conversarem um pouco.

E com o passar do tempo, eles foram se tornando ainda mais unidos – se é que aquilo era possível –, crescendo, aprendendo e amadurecendo juntos.

Edward passou por um período difícil na empresa, por volta de cinco meses antes da formatura de sua esposa, e mal estava tempo para se ausentar da mesma, comer e descansar. Bella, então, passou uma época levando almoço para ele na empresa, o fazendo parar um pouco para descansar e sempre falando um pouco sobre como as coisas andavam, só porque ela sabia que ele gostava daquilo. Obrigava-o a descansar quando ele passava muito tempo no escritório da casa dos dois e o arrastava para sair às vezes, querendo que ele relaxasse.

E então, algum tempo depois, quando foi a vez de Bella ficar enlouquecida por causa das provas finais – mal parando para respirar entre a faculdade, a creche e ter que estudar à noite –, ele retribuiu, fazendo as mesmas coisas que ela tinha feito outrora, até mesmo a ajudando a estudar um pouco.

Era realmente uma coisa linda de se ver.

E principalmente, era ótimo ver as mudanças em Bella. Ele se lembrava de quando a tinha visto pela primeira vez, na confeitaria de Sue, Pigellati, e de como tinha ficado encantado com ela. Lembrava de como os sentimentos por aquela menina-mulher aumentavam de maneira rápida e assustadora, e de como se afastar dela – mesmo depois de ter descoberto que ela era casada – parecia uma coisa impossível. Lembrou-se do ódio que sentiu quando descobriu que ela apanhava e de como foi ter que esconder tal coisa durante algum tempo, sabendo que Bella não estava pronta para contar... De como ele lutara por ela, indo até mesmo para outra cidade, apenas para conversar com o pai dela... Naquela época, Edward pensara que um dia ficar com Bella era algo impossível, se contentando em apenas lutar para vê-la feliz, por mais que doesse. E agora… se lembrar de como aquela menina-mulher, outrora tão assustada e com medo do futuro, tinha crescido, amadurecido... Tinha enxergado que o problema não era ela, e que medo e vergonha não levavam ninguém a lugar algum.

Ela tinha crescido. Por ela, pela família… por ele.

Saiu de seus devaneios quando viu que a cerimônia tinha terminado e se levantou, aplaudindo de pé. Seus olhos permaneceram grudados nas costas de Bella, e ele não agüentou esperar até que todos parassem de aplaudir para sair dali e começar a se aproximar dela. Desviou-se de vários formandos – que já começavam a procurar pela família –, até chegar à sua mulher. Ela ainda estava de costas, o diploma nas mãos, e conversava com alguns colegas, mas Edward não se importou. Apenas a puxou pelo braço e a abraçou, forte, exatamente como estava querendo fazer antes.

- Edward! – Bella ralhou, rindo, mas ao invés de afastá-lo, apenas o puxou para um abraço ainda mais forte, enquanto apoiava a cabeça em seu peito.

Ele riu de volta, e depositou um beijo na cabeça

- Estou muito orgulhoso de você, baby – murmurou, afastando-se um pouco dela. – Realmente muito orgulhoso.

Bella sentiu suas bochechas ficarem vermelhas.

- Obrigada – sibilou. – De verdade.

Ele a beijou de leve, mesmo querendo aprofundar o beijo, antes de levá-la até onde os parentes esperavam, todos sorrindo ao ver a troca de carinhos entre o casal. Bella se deixou abraçar por cada um, sempre agradecendo. Demorou mais no abraço do pai, que ainda tentava segurar as lágrimas, e assim que se separou dele, voltou para os braços do marido, não querendo ficar muito longe dele.

- E então, onde vamos comemorar? – Emmett perguntou, um sorriso brincalhão nos lábios. – Gosto muito de você, querida cunhada, mas esta cerimônia durou muito e realmente abriu o meu apetite...

Bella revirou os olhos e riu.

- Fiz reservas em um restaurante não muito longe daqui. – Edward disse. – Vamos?

Eles se dividiram no carro e foram para o restaurante, que realmente não ficava muito longe dali. A mesa deles já estava pronta e à sua espera quando chegaram, e logo eles estavam fazendo pedidos, conversando, comemorando.

Exatamente como devia ser.

Bella não conseguia parar de sorrir, em nenhum momento. Ora se via conversando com Alice, com Esme, Rose e Sue... Ora estava apenas curtindo a presença de Edward, sentado ao seu lado.

Já este, simplesmente não conseguia parar de olhar para a esposa… e se fosse completamente sincero, não via a hora de estar sozinho com ela, para que, assim, os dois pudessem comemorar do seu jeito.

- Então, filho... – Ele olhou rapidamente para o seu pai, que estava ao seu lado, um sorriso no rosto. – Lembra-se daquela conversa que tivemos na sua despedida de solteiro?

Edward o fitou por um momento, se perguntando do que o pai estava falando, até que aquela noite veio à sua mente. Ele riu e revirou os olhos para Carlisle, sem conseguir realmente acreditar que ele ainda se lembrava das exatas palavras que tinha dito naquele dia.

- Ainda esperando que eu lhe dê o primeiro neto, pai? – indagou, sem conseguir deixar de sorrir. – Por que não Emmett? Ou Alice? Eu não sou o mais velho, sabia?

Carlisle bufou.

- Se depender de Emmett, estarei aposentado e velho demais, antes de poder estragar meu netinho – disse, balançando a cabeça. – E Alice disse que ainda vai demorar alguns anos, então… só me resta você.

Edward tornou a rir.

- E você disse que depois da formatura iriam tentar – continuou. – Então, dou a você e a Bella um ano, ok?

- Um ano para engravidar? – tornou a indagar.

Carlisle arregalou os olhos e balançou a cabeça de forma negativa quase que imediatamente.

- Um ano para ter um neto nos braços – murmurou.

E Edward apenas sorriu, sem conseguir acreditar que o pai estava mesmo propondo aquilo. Viu quando ele abriu a boca, provavelmente pronto para dizer mais alguma coisa, mas foi impedido pelas mulheres, que tinham exigido a atenção dos homens. Voltou-se para a sua esposa então, decidido a dedicar o resto de sua atenção para ela naquela noite.

Ele realmente queria um filho dela – e logo. Sabia que ela tinha falado que iria tentar após se formar e agora que tal coisa havia acontecido, se perguntava se Bella tinha se esquecido de tal coisa.

Ele realmente esperava que não.

Filho, filha… ele realmente não se importava. Só queria um vínculo seu e de Bella nos seus braços logo, alguém para ensinar a andar de bicicleta, alguém para ensinar o dever de casa... Queria muito isso… e exatamente como seu pai, queria tal coisa logo.

Quando o jantar acabou e todos começaram a se despedir – não sem antes fazerem um brinde à Bella, é claro –, Charlie pediu um minuto a Edward e pegou a filha pelo braço, dizendo que lhe acompanharia até o carro.

- O que foi, pai? – ela indagou, seguindo o pai até a saída do restaurante. – Aconteceu alguma coisa? O senhor precisa de algo?

Charlie revirou os olhos e bufou, resmungando algo baixo demais para alguém ouvir, e logo em seguida sorriu.

- Na verdade, eu tenho uma boa notícia para você – ele murmurou, parando em frente ao carro do genro e olhando para a sua filha. – Pelo menos eu acho que vai ser uma boa notícia...

Bella ergueu a sobrancelha, tentando pensar em algo que seu pai pudesse contar.

- O quê? – perguntou, por fim, quando não conseguiu adivinhar.

- Bem, estou ficando velho e logo, espero, vou ter netos... – começou. Bella riu da tentativa sutil de dizer que queria ser avô em breve, mas não o interrompeu. – Então, eu decidi pedir transferência da delegacia...

A morena franziu a testa, tentando entender.

- Para onde? – indagou. – Não se preocupe, pai. Tenho certeza de que você vai poder nos visitar às vezes, e pode ter certeza de que Edward e eu iremos também...

Charlie riu.

- Eu vou me mudar sim, criança – disse, ainda rindo –, mas para cá, Seattle. Arrumei uma casa mais ou menos do tamanho daquela que eu tinha em Forks e mês que vem mesmo devo estar chegando aqui.

Os olhos da morena imediatamente se encheram de lágrimas. Assim que ela processou o que aquilo queria dizer, pulou nos braços do pai, enquanto ria e chorava ao mesmo tempo.

- Sério, pai? – Ela ainda não conseguia acreditar. – Sério mesmo que você vai se mudar?

Charlie assentiu, sorrindo.

- Quero estar perto de você e de todos, também – continuou. – Quero acompanhar sua futura gestação e estragar meus futuros netos.

Bella riu.

- Agora, filha... – ele disse, antes que ela pudesse dizer algo. – Tenho um presente para te dar. Não é muito, na verdade, mas eu achei que você fosse gostar.

A morena assistiu o pai mexer em seu bolso e puxar um saquinho de veludo. Pegou o mesmo quando ele estendeu e abriu, um sorriso nascendo em seu rosto quando ela viu o que era.

- A pulseirinha que o senhor me deu quando eu nasci – murmurou. – Eu pensei que eu a tinha perdido...

Charlie sorriu.

- Eu a achei perdida lá em casa um dia desses... – comentou. – Lembro-me de ter juntado dinheiro durante toda a gestação de Ren;ee, querendo comprar um presente especial para o meu primeiro bebê... Assim que você nasceu, saí do hospital e fui em diversas lojas, procurando por algo especial… até que eu achei isso. Renée disse que era uma perda de tempo e dinheiro, mas eu quis comprar assim mesmo...

Bella sorriu.

- Obrigada por isso, pai – ela murmurou. – Mas não precisava.

Ele fez uma careta, enquanto revirava os olhos.

- Claro que precisava – disse, e logo em seguida ficou sério. – Eu quero que saiba que estou muito orgulhoso de você, filha. De tudo o que fez, ok? Desculpe-me se não fui um pai presente durante algum tempo, mas...

Isabella imediatamente segurou e apertou as mãos do pai, fazendo um sinal para que ele se calasse. Abraçou-o novamente e o fitou cheio de carinho, sem conseguir acreditar que ele realmente iria morar ali, em Seattle, perto de todos aqueles que ela se importavam.

- Você é o melhor pai do mundo – murmurou, arrancando um sorriso do pai. – Obrigada por tudo, de verdade. Amo você, papai Charlie.

- Eu também amo você, Bells – sussurrou. – Muito.

O resto do pessoal escolheu sair do restaurante naquele momento, e Bella aproveitou para contar a eles a novidade. No entanto, assim que viu os olhares e sorrisos deles, adivinhou que todos ali já sabiam, provavelmente desde o começo.

- Por que não me contou? – indagou a Edward, erguendo a sobrancelha para ele e cruzando os braços.

Ele sorriu, puxando-a suavemente para os seus braços. Os outros já entravam no carro, deixando o casal sozinho.

- Seu pai pediu ajuda e segredo, baby – murmurou. – Eu iria te contar, mas… sabia que gostaria da surpresa, então, por que não?

Bella revirou os olhos.

- Agora vamos – ele sussurrou. – Porque eu realmente preciso ficar sozinho com você agora, Bella.

Isabella engoliu em seco e apenas assentiu, sentindo cada pelo do seu corpo se arrepiar. Mesmo depois de tanto tempo estando com Edward, ela ainda sentia como se tudo – cada toque, cada beijo – fosse a primeira vez.

Deixou-se ser guiada para o carro e entrou assim que ele abriu a porta para ela. Seus dedos tremiam de excitação quando ela colocou o cinto, e evitou olhar para Edward durante todo o caminho para a casa deles, não querendo perder o controle caso fizesse tal coisa.

- Pronto – seu marido sussurrou ao estacionar. – Estamos em casa.

Edward rapidamente saiu do carro e deu a volta, abrindo a porta para Bella e a puxando para os seus braços. Carregou-a exatamente como recém-casados faziam e a levou pela porta, não ouvindo a seus protestos. Colocou-a no chão durante um minuto, apenas para abrir a porta, e logo a puxou para os braços novamente.

- Edward! – ela protestava, tentando escapar de seu abraço. – Eu estou pesada...

Ele somente ria, revirando os olhos, e continuava a andar pela casa, até que enfim eles pararam no quarto dos dois...

E Isabella simplesmente perdeu o fôlego, calando-se no meio de outro protesto.

O quarto estaria completamente escuro, assim como o resto da casa, se não estivesse iluminado por velas. Havia pétalas de rosa brancas, rosa e vermelhas espalhadas por todo o canto, inclusive na cama. Uma música suave – que ela não conseguiu identificar – tocava ao fundo, deixando o ambiente ainda mais perfeito, e havia duas taças e um vinho à espera deles.

E enquanto ela examinava tal coisa, Edward não tirava seus olhos dela.

- Oh, Edward – murmurou, ainda no colo do marido. – Está tão… lindo.

Ele sorriu, feliz por ela ter gostado.

Colocou-a delicadamente no chão e andou pelo quarto, pegando o vinho e servindo um pouco na taça para os dois. Voltou-se para perto da mulher e lhe estendeu uma, seus olhos nunca desviando dos dela.

- Achei que você gostaria – murmurou, inclinando a cabeça para o lado.

Bella sorriu.

- Eu amei – respondeu.

Ela tomou o gole de seu vinho e pegou a taça da mão de Edward, antes de colocá-las na cômoda que havia ali. Depois, se aproximou e se colocou na ponta dos pés, antes de enlaçar seu pescoço com os braços e beijar seus lábios.

O beijo começou calmo, doce, mas logo ambos o aprofundaram, rendendo-se ao desejo. Aas mãos de Edward desciam e subiram pelo corpo da esposa, louco para retirar aquele vestido que ela usava.

E foi o que ele fez.

Rapidamente procurou pelo zíper e o abriu, afastando-se um pouco, apenas para retirar o vestido. Voltou a beijá-la com fome e desejo, e logo ambos estavam nus, os corpos juntos, exatamente como eles tinham desejado a noite toda.

Mais tarde, ambos se encontravam deitados na cama, se recuperando da segunda rodada. Isabella estava deitada com a cabeça no peito do marido e Edward acariciava suas costas de cima a baixo com delicadeza.

- O que você e o seu pai estavam conversando hoje mais cedo, no restaurante? – ela perguntou alguns minutos, finalmente se lembrando daquilo.

Edward riu.

- Na despedida de solteiro – começou ele –, meu pai perguntou por netos... Eu disse que tentaríamos somente depois que você estivesse formada. E hoje ele me lembrou de tal coisa.

Bella sorriu.

- Ele disse que temos um prazo de um ano – continuou, e tornou a rir. – Não para você engravidar, mas para ele ter um neto nos braços.

Sorrindo ainda mais, Bella levantou a cabeça e apoiou o queixo em seu peito, fitando os olhos verdes que tanto amava, decidida a lhe contar o que havia feito há alguns dias.

- O que foi? – Edward perguntou.

Ela riu.

- Bom, digamos que seu pai pode ter um neto ainda antes... – começou, passando o dedo no peito do marido, sorrindo ao vê-lo se arrepiar.

Edward arregalou os olhos.

- Você está?... – ele indagou, incapaz de terminar a pergunta.

Mas Bella balançou a cabeça de forma negativa.

- Ainda não – murmurou, frisando o ‘ainda’. – Eu parei, porém, de tomar a pílula há cerca de duas semanas, então...

Edward sorriu, e rapidamente os virou na cama, ficando por cima da esposa.

- Então... – ele sussurrou, começando a plantar beijos no seu pescoço. – Acho que temos que praticar, huh?

Ela riu.

- Claro – respondeu, infiltrando seus dedos no cabelo de Edward e arqueando o corpo ainda mais para receber seus beijos. – Podemos praticar o quanto você quiser.

Alguns segundos depois, as risadas dos dois foram diminuindo, e substituídos por suspiros e gemidos. Quando as bocas tornaram a se encontrarem, assim como seus corpos, eles se calaram completamente.

E praticaram, praticaram, praticaram...

Notas finais
N/A: Amei tanto tanto este epílogo! Coisa mais fofa esses dois, né? Nhac nhac ♥
E no próximo, tanã, um extra! Eu ainda estava meio na dúvida se faria ou não, mas vocês merecem :33 O primeiro foi POV da Bella, dos dois na lua de mel e tal, então provavelmente o segundo vai ser POV do Edward, ok?
Vou escrevê-lo ainda esta semana e mandarei spoiler pra quem deixar e-mail no review... E no domingo que vem, posto, junto com a fanfic nova (;
Ah, quanto ao pequeno atraso, desculpem, ok? Quem me acompanha no twitter sabe que eu estava meio ocupada arrumando malas, curtindo meu pai e essas coisas...
Até o próximo domingo.
E eu realmente espero que tenham gostado deste epílogo tanto quanto eu ♥
xx