Encantado
28 Capítulo Vinte e Sete - Together
Notas iniciais
Espero que gostem.
Até a N/A!
Divirtam-se :D
Edward POV.
Eu mantinha meus olhos abertos, encarando o belo rosto adormecido à minha frente, sem conseguir parar de sorrir, sem conseguir dormir. Acariciava suas bochechas, seus olhos fechados, seus lábios entreabertos, seus cabelos que naquele momento se encontravam espalhados pelo travesseiro.
Ela estava apaixonada.
Por mim.
Peguei-me sorrindo ao me lembrar de como meu aniversário tinha sido especial. Só pelo fato de Bella estar ali comigo, junto de meus pais, irmãos e cunhados... Então, ela tinha me surpreendido, com um presente que para qualquer um seria simples, mas que, para mim, significava muito.
E depois, ela me surpreendeu novamente.
Dizendo que estava apaixonada.
Por mim.
Eu a observei se mexer um pouco, ajeitando-se mais em meus braços, um pequeno sorriso aparecendo em seu rosto. Eu o acariciei, simplesmente porque não conseguia ficar parado, não conseguia parar de olhá-la, não conseguia acreditar que ela estava realmente apaixonada por mim.
- Edward... – murmurou e eu senti meu coração acelerar ainda mais.
Tinha como eu ficar mais feliz do que estava?
Sim... Eu conseguia me tornar um cara mais feliz ao me lembrar de Bella me contando do assunto que o advogado dela, Marcus, tinha para tratar àquela hora da noite.
Riley Biers era, definitivamente, uma página virada na vida de Bella.
Ajeitei-me um pouco mais na cama, bocejando pela terceira vez em dez minutos. Já havia se passado das duas da manhã e em pouco mais de sete horas eu tinha que estar na empresa, mas simplesmente não conseguia dormir, não conseguia parar de reviver tudo o que tinha acontecido hoje.
Parecia bom demais para ser verdade.
- Hm... – Bella tornou a se remexer.
Eu achei melhor fechar os olhos e tentar dormir, antes que acabasse a acordando. Puxei a coberta e nos cobri da melhor maneira possível, antes de enfim deixar que o sono tomasse conta de mim.
_
As semanas começaram a se passar de forma rápida e logo estávamos no meio de julho. As coisas entre Bella e eu pareciam ter melhorado ainda mais depois que ela tinha dito que estava apaixonada por mim. Estávamos juntos sempre que podíamos e parecia ainda melhor tê-la em meus braços e saber que todo o passado tinha sido de fato, deixado para trás.
Suas sessões com a Dra. Irina Denali continuavam a todo vapor e ela realmente parecia estar adorando. Seu relacionamento com Charlie se tornava mais firme e forte a medidas em que os dias se passavam.
Tudo estava caminhando bem.
Ainda não tínhamos contado a nossa família sobre o fato de Bella estar enfim divorciada e que estávamos juntos. Bella queria que Charlie viesse visitá-la em Seattle ou que pudéssemos ir a Forks para contar tal coisa.
Entretanto, no fundo, eu já achava que ele desconfiava um pouco desde o dia que tínhamos passado aquele final de semana na sua casa.
- Edward!
Eu levantei minha cabeça dos papéis que estava lendo, somente para dar de cara com Bella parada próxima a porta da minha sala. Seu sorriso era enorme e parecia iluminar todo o local.
- Ei, linda. – Eu coloquei os papéis de lado e imediatamente me levantei, caminhando até ela em passos largos e a puxando para os meus braços. – Eu não esperava sua visita...
Ela riu, apoiando a cabeça em meu peito. Virou-se um pouco, apenas o suficiente para depositar um beijo ali antes de erguer a cabeça e me olhar, sorrindo.
- Eu pedi a sua assistente para me deixar entrar sem ser anunciada – deu de ombros. – Saí um pouco mais cedo do trabalho, como sempre acontece nas sextas, fui para a minha sessão e deu vontade de vir te buscar.
Eu ri, assentindo.
- Pois eu gostei muito da sua visita – pisquei, segurando seu queixo e depositando um beijo demorado em seus lábios. – E agora... Posso saber o motivo dessa felicidade toda?
- Meu pai vai chegar amanhã cedo! – disse. – Ele resolveu tirar umas férias e vai passar uns dias aqui comigo.
Eu tornei a rir, apertando-a mais em meus braços. Era tão bom vê-la assim... Tão mais aberta, mais alegre, mais... Viva.
- Isso é ótimo – murmurei. – Poderemos contar a ele e a todos do nosso relacionamento.
Ela assentiu, mordendo o lábio inferior com força, suas bochechas de repente muito coradas.
- O que foi? – indaguei. – Você não quer contar?
Ela suspirou.
- Não é isso – disse. – É só que... E se eles não gostarem?
Eu a encarei por um momento, erguendo a sobrancelha e inclinando a cabeça para o lado, sem conseguir acreditar que ela realmente tinha dito aquilo. Quando vi que ela continuava séria e que não parecia estar brincando, deixei que um sorriso nascesse em meu rosto e suspirei.
- Bella, querida – comecei –, tenho certeza de todos ficarão felizes com isso, pode acreditar. Mas caso alguém seja contra, isso não é motivo para ficarmos preocupados ou desesperados... Nós é quem temos um relacionamento, não eles.
- Eu sei – soltou. – A Dra. Irina conversou comigo sobre isso, mas... Não sei... Acho que é só um medo bobo, algo que vai passar assim que tivermos contado, certo?
Eu assenti.
- Agora... – Puxei sua mão e a coloquei sentada no sofá que havia ali. – Eu só vou terminar uns contratos aqui, que tenho que terminar de revisar hoje, e nós vamos sair para assistir a um filme e jantar, pode ser?
Bella assentiu, sorrindo. Afastei-me dela e sentei-me à minha mesa, voltando – contra a minha vontade – minha total atenção àqueles contratos. Alguns minutos depois de estar totalmente concentrado, voltei minha cabeça para cima, vendo-a puxar um livro de sua mochila e começar a ler, parecendo estar confortável demais no meu sofá.
Alguns minutos depois, após eu ter terminado, guiei-a para fora da empresa, levando-nos a um restaurante que tinha ali perto e que eu tanto gostava, mas nunca tinha tido tempo de levar Bella. Era um lugar mais simples e calmo, um lugar que eu gostava de ir de vez em quando.
Nós comemos em meio a risos e conversas. Às vezes apenas ficávamos em silêncio, trocando olhares e pequenos toques. Quem visse de longe, provavelmente pensaria que éramos adolescentes descobrindo o primeiro amor, mas eu não me importava com isso.
Nunca tinha pensado, quando descobri que ela era casada, que um dia estaríamos vivendo isso.
Depois que terminamos de comer, fomos para o seu apartamento, como de costume. Eu já tinha algumas peças de roupa lá e geralmente, nas sextas, tomava um banho por ali e dormia ali também.
Esperei que ela tomasse um banho antes de seguir para o meu. Assim que terminei, nos enrolamos no sofá e ficamos assistindo a um filme, deixando o cinema para outro dia. Bella dormiu quando estávamos assistindo o segundo, fazendo-me sorrir. Não demorou muito para que ela sussurrasse o meu nome em meio ao sono, fazendo-me suspirar como tinha acontecido como a primeira vez.
E eu duvidava que um dia isso iria deixar de acontecer.
Com cuidado, desliguei a televisão e saí do sofá, virando logo em seguida e pegando Bella em meu colo, carregando-a até o quarto e a deitando com cuidado na cama. Deitei-me ao seu lado e a aconcheguei em meu peito, sorrindo ao ouvi-la suspirar. Após ajeitar a coberta ao redor de nós dois, encostei minha cabeça no travesseiro e deixei que o sono tomasse conta de mim.
_
Acordei no dia seguinte bem cedo. Entretanto, mesmo sendo cedo demais, Bella já não se encontrava ao meu lado, como geralmente acontecia aos sábados e domingos de manhã.
Rolei um pouco na cama, bocejando e tentando enrolar um pouco, antes de enfim me por de pé. Segui para o banheiro e após minha higiene matinal, fui até a cozinha, sorrindo imediatamente ao encontrar Bella preparando o café da manhã.
- Bom dia. – Abracei-a por trás e depositei um beijo em seu ombro. – Você acordou cedo hoje...
Ela riu.
- Meu pai ligou, disse que chegaria aqui por volta das dez – disse. – Eu falei com ele para não dirigir assim tão cedo, mas ele disse que já estava acostumado, então...
Eu ri também.
- Eu vou para casa, tomar um banho, resolver algumas coisas e volto, ok? – Virei-a para mim, depositando um beijo demorado em seus lábios. – Passo aqui na hora do almoço, pode ser?
- Claro – sorriu. – A gente poderia levar Charlie para almoçar, se estiver tudo bem para você.
- Tudo ótimo, linda – pisquei, fazendo-a rir. – Estarei aqui em breve, ok?
- Você não quer tomar café da manhã? – indagou.
- Não, não precisa. – Afastei-me, já começando a sair da cozinha, ainda de frente para ela. – Até daqui a pouco.
Bella sorriu.
- Até.
Eu passei na empresa rapidamente, pegando alguns contratos que eu não tinha terminado de avaliar ontem, antes de seguir para o meu apartamento. Comi enquanto analisava alguns e fechava a maioria, antes de olhar o relógio e ver que já estava quase na hora do almoço.
Tomei um banho e me arrumei, então, para logo em seguida fazer o caminho que eu tanto estava acostumado. Estacionei em frente ao prédio dela assim que cheguei, sorrindo ao notar o carro que Charlie usava para viajar, já estacionado ali.
Cumprimentei o porteiro e subi as escadas, virando no corredor e parando em frente à porta de Bella. Toquei a campainha, não querendo usar a chave extra que ela tinha me dado no primeiro dia dela aqui, para que Charlie não fizesse perguntas antes da hora.
Foi ele mesmo quem abriu a porta, um sorriso no rosto. puxou-me para dentro e me cumprimentou, para logo em seguida me levar para o sofá.
- Ei – disse. – Onde está Bella?
- Ela acabou de entrar no banho. – Charlie riu, pegando o controle ao seu lado e apontando para a televisão. – Ela queria esperar por você, de acordo com ela, para me contar a novidade, mas não conseguiu...
- Novidade? – indaguei, de repente me sentindo um pouco nervoso.
E se Charlie não aprovasse nosso namoro?
- Sim. – Ele me encarou por um momento, sério, mas logo em seguida começou a sorrir. – Que o advogado ligou, avisando sobre a papelada do divórcio.
Eu suspirei de alívio.
- Sim – murmurei. – Ela enfim está livre daquele canalha do Riley.
Charlie sorriu ainda mais, assentindo. E então, olhou para trás, verificando o corredor antes de se virar para mim.
- Sabe, Edward, eu aprovo – soltou. Eu o encarei completamente confuso, minha testa se franzindo, fazendo-o rir. – Você e a Bella realmente acham que ninguém nota nada, não é?
- O quê? – indaguei.
E ele riu novamente.
- Eu sei que você e ela estão envolvidos. – disse, um pouco baixo. Eu arregalei os olhos.
- Olha, Charlie... – comecei. – Eu...
Porém, antes que eu terminasse de falar, ele ergueu a mão, balançando a cabeça, sem deixar de sorrir.
- Eu realmente aprovo – disse. – Entendo vocês querendo ir devagar ou esconder, ou seja lá o que tenha passado por suas cabeças. Eu tinha dito da primeira vez em que nos vemos que gostaria que você tivesse aparecido antes do Riley.
Eu sorri um pouco.
- Mas talvez tudo aconteceu porque tinha que acontecer – deu de ombros. – O importante, agora, é que eu sei que a Bella vai ser bem cuidada. E eu realmente continuo agradecendo a você, Edward, por estar a fazendo tão feliz.
- Não precisa agradecer, Charlie – disse, de repente me sentindo mais tranqüilo. – Obrigado por me dar essa oportunidade e por confiar em mim. Eu prometo que vou fazer a sua filha feliz.
Ele sorriu, assentindo.
Bella apareceu um pouco depois, já pronta e nos chamando para irmos almoçar. Eu os levei em meu carro, em um restaurante que havia perto dali e que Bella e eu freqüentávamos.
Nós nos divertimos muito em meio ao almoço e logo em seguida demos uma volta na cidade. Fomos visitar meus pais também e acabamos ficando lá até o jantar. Assim que ele acabou, levei Bella e Charlie de volta ao apartamento dela, prometendo estar de volta lá no dia seguinte.
- Eu vou sentir sua falta. – Bella murmurou enquanto me abraçava.
- Eu também vou, linda. – Depositei um beijo demorado em sua cabeça antes de me afastar, acenando para Charlie mais uma vez.
Por fim, adentrei o carro e parti em direção ao meu apartamento, que já não parecia assim mais tão aconchegante.
E eu sabia exatamente o porquê.
Bella POV.
Esperei o carro de Edward sumir para entrar no meu prédio, meu pai atrás de mim. Caminhamos em um silêncio confortável para dentro do mesmo e eu fui em direção ao meu quarto, onde peguei uma roupa.
- O senhor quer tomar um banho primeiro, pai? – indaguei a ele, que mexia na sua mala. – Ou eu posso tomar um rapidinho?
Ele sorriu.
- Pode ir, criança – disse. – Eu ainda vou procurar minha roupa aqui.
Eu sorri de volta para ele e assenti, antes de virar para o banheiro.
Dez minutos depois eu estava de volta. Joguei-me no sofá e liguei a televisão, colocando em um filme qualquer. Esperei que meu pai saísse de seu banho, de repente me sentindo nervosa.
Eu queria conversar com ele sobre estar em um relacionamento com Edward, antes de contar para todos os Cullen.
Quando ouvi o barulho da porta do banheiro sendo aberta, me sentei no sofá, abaixando o volume da televisão. Esperei que ele guardasse suas coisas na mala e se sentasse ao meu lado, antes de respirar fundo e me preparar para falar.
Eu tinha conversado com a Dra. Irina sobre tudo o que tinha acontecido nas últimas semanas, principalmente sobre isso, sobre contar aos familiares do meu relacionamento com Edward. Ela me acalmou e disse que aquilo era normal; geralmente, todos sentiam um medo bobo de contar aos parentes sobre um novo relacionamento. Ela disse também que eu só não podia deixar que esse medo tomasse conta de mim e que eu deveria contar logo.
- Pai? – chamei. Ele desviou os olhos da televisão imediatamente, encarando-me com um pequeno sorriso no rosto. – Posso falar com você sobre algo?
- Claro, Bells – revirou os olhos, virando-se em minha direção. – O que acontece?
Eu respirei fundo, pensando em uma cena muito parecida com ela, que acontecera há mais de um ano: quando eu fui contar ao meu pai sobre estar namorando o Riley e que ele não tinha agido muito bem.
Balancei a cabeça e me afastei desses pensamentos, sabendo que as circunstâncias agora eram bem diferentes. Edward não era nem um pouco parecido com Riley e tudo era tão diferente agora.
Eu me sentia diferente agora.
Além do mais, Charlie e Edward sempre tinham se dado bem.
- Você sabe que agora eu estou divorciada, não é? – murmurei. – E que já tem algumas semanas que eu sei disso, mas queria lhe contar pessoalmente e...
- Claro que sei, Bella – riu. – E o que tem isso?
- Bem... – Mexi-me um pouco, mordendo o lábio inferior com força. – Eu e Edward, bem, nós meio que nos aproximamos e...
Charlie me interrompeu, jogando a cabeça para trás e rindo. Eu parei, olhando-o com os olhos arregalados, tentando entender por que ele estava rindo daquela forma.
- O que foi? – indaguei.
Charlie tornou a rir, balançando a cabeça e logo depois suspirando, provavelmente tentando se controlar. Quando conseguiu, ele me olhou novamente, um sorriso enorme brincando em seu rosto.
- Por que eu sinto como se você tivesse 16 anos e estivesse me contando que fez algo extremamente errado? – perguntou. Depois, tornou a suspirar. – Bella, querida, eu sei que você e Edward estão juntos desde aquela vez que vocês foram passar aquele final de semana comigo em Forks.
Eu tornei a arregalar os olhos, sem conseguir acreditar no que ele tinha acabado de falar.
E ele tornou a rir ao ver minha cara.
- Eu estou feliz por você, Bells – disse. – Realmente.
Eu esperei que ele dissesse mais alguma coisa, qualquer coisa, mas ele apenas ficou calado, me encarando ainda com o mesmo sorriso no rosto.
- Você não vai dizer que é muito cedo, que eu acabei de me divorciar e que não devia me envolver com alguém agora e sim concentrar em meus estudos? – Eu me vi perguntando antes mesmo que pudesse notar.
Charlie tornou a jogar a cabeça para trás, gargalhando ao ponto de lágrimas rolarem de seus olhos.
- Não, criança – disse algum tempo depois, quando ele se acalmou. – Eu não vou dizer isso.
Franzi a testa.
- Não vai querer dar uma de pai super protetor, querendo saber das intenções de Edward? – indaguei novamente.
E Charlie tornou a rir.
Eu realmente já havia perdido a conta de quantas vezes ele tinha rido naquele curto período de tempo.
- Sabe, Bella... – começou. – Edward fez algo que eu nunca imaginei que um cara poderia fazer... Ele procurou por mim e me contou de sua situação, querendo que eu a ajudasse, já que ele já não sabia mais o que fazer.
Eu sorri um pouco ao pensar nisso.
- Ele sabia que você era casada e que as chances de vocês ficarem juntos, na época, eram menores que zero. Mesmo assim, me procurou. E eu vou dever a ele sempre, não importe quanto tempo passe.
Abri a boca para dizer algo, mas Charlie ergueu a dele.
- Eu acho que sempre vou pensar que nunca haverá um cara que será bom o suficiente para a minha garota – disse, fazendo-me sorrir. – Acho que é esse o trabalho dos pais... Mas, Bella, se há alguém nesse mundo, que chega bem perto desse meu conceito bobo e antiquado, esse alguém é ele, Edward.
Meu pai pegou minhas mãos nas suas e sorriu para mim.
- Seja feliz, criança – concluiu. – Só isso. E não deixe Edward escapar. Você nunca vai encontrar um cara como ele.
Eu assenti.
- Obrigada por tudo, pai. – Aproximei-me um pouco, abraçando-o. – Você não tem ideia do quão significa para mim saber que você aprova.
Ele me puxou para mais perto e depositou um beijo em minha cabeça, como costumava fazer quando eu era muito pequena e tinha pesadelos.
- Não há de quê, criança – disse. – Só siga um conselho desse velho e seja feliz, ok?
Eu ri, assentindo e me afastando.
- Certo. – Coloquei-me de pé. – Agora que terminamos nossa conversa, o senhor vai se deitar na minha cama, sem discussão. Esse sofá é muito pequeno para você.
Ele balançou a cabeça e sorriu, assentindo. Eu troquei os lençóis para ele e lhe dei uma coberta, antes de pegar meu celular e minhas próprias coisas, e rumar para o sofá.
Arrumei tudo ali para mim e me deitei, desligando a televisão e jogando o controle sobre a mesinha de centro.
Por fim, peguei meu celular e abri nas mensagens, começando a digitar uma mensagem para Edward.
Contei ao meu pai sobre estarmos juntos e ele ficou bem feliz. Você estava certo, eu não precisava ter medo de nada.
Não demorou mais do que dois minutos para ele que me enviasse a resposta.
Eu não disse, linda? Agora podemos contar a todos da minha família, certo?
Sorri, sentindo meu coração acelerar. Como alguém como Edward podia estar apaixonado por mim?
Não me importei em pensar na resposta, porque como meu pai tinha me aconselhado, eu só seria feliz.
E não deixaria que esse cara maravilhoso escapasse.
Claro. Podemos contar, sim. Agora eu vou dormir. Amanhã conversamos sobre isso, ok? Boa noite, Edward. Sonhe com seu anjo da guarda.
Ele não demorou em responder novamente.
Boa noite, linda. Pode deixar que eu vou sonhar sim. A gente se fala amanhã.
Coloquei meu celular debaixo do travesseiro e me virei no sofá, puxando a coberta para me cobrir mais. Fechei os olhos e deixei que o sono me invadisse, sem conseguir parar de sorrir.
De repente, eu já não tinha mais medo de contar à família de Edward que estávamos juntos.
Notas finais
E esse Charlie? Tenho muita vontade de apertar num abraço e nunca deixar ir de tão fofo ♥♥♥♥
Enfim, me perguntaram quantos capítulos ainda restam para a fanfic acabar. Eu, sinceramente, não sei. Quando comecei a escrevê-la, inicialmente ela teria 20 capítulos, depois passou pra 24, depois pra 30... E agora eu acho que vai ficar por volta de 38/40 +/- Ainda tem umas coisas para acontecer... hehe.
Outra coisa, foram dias meio corridos e eu ando entrando só à noite e mesmo assim, só um pouco. Quem quiser spoiler, só deixar e-mail. Já estou escrevendo o capítulo e assim que tiver concluído, envio, ok?
Acho que é só... por hoje.
Até domingo que vem, suas lindas!
xx
AWWWWWN ♥ Esse Edward e esse Charlie são muito fofos! Quero um Edward assim, oh God! Preciso mesmo de um cara como ele, na boa. Acho que todas nós, não é? Nada mais a declarar, só sei que estou feliz pelas coisas finalmente estarem bem para a Bella e para o Edward.
Beijos lindas ♥ Tamy.
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