En mí corazón

8 Velhas pessoas, velhas lembranças


Notas iniciais
Ufa, eu tenho qeu admitir, eu to com raiva por estar tão atrasada, porém aí vai um capítulo delicioso e fresquinho pra vocês, pra compensar os outros...
Tá curtinho mas dá pro gasto, desencanem!

Enquanto Kurosaki esperava inoue fora da escola, sem que ninguém percebesse, os dois jovens chegam e Ulquiorra para de andar

-O que houve? — Perguntou a garota distante

-Nada, apenas entre...

Ulquiorra não queria sentir um desconforto ao ter que entrar com aquela garota na escola, ele mesmo se achava um cara fechado, anti-social.

Logo depois que entrou, um monte de gente veio cumprimentar a ruiva, alguma delas era a Tatsuki, a sua melhor amiga.

-Inoue, o que aconteceu com você ontem?

-Nada Tatsuki-san, porque a pergunta?

-Eu fui na sua casa ontem de noite e você nao estava.

-Ah sim! Eu não dormi em casa mesmo ontem!

-Não vou nem perguntar onde passou a noite — Disse a outra com u sorriso irônico

A aula passou rápido e ao sair com a mochila ao lado do corpo, no meio do caminho pra casa Ulquiorra é surpreendido por alguém bem conhecido:

-Ulquiorra seu idiota! — Era Kurosaki, que estava quase paritindo pra cima do moreno

-O que você quer? — Disse Ulquiorra se esquivando

-Porque você está perseguindo a Inoue seu idiota? Já não fez ela sofrer demais?

-O que você está dizendo? Eu ão estou perseguindo aquela mulher se é o que está pensando. E que assunto de sofrer você fala?

-Ah você sabe muito bem!

-Cale a boca e me deixe passar, eu não conheço você!

Kurosaki explodiu, e dando um soco no lado esquerdo do rosto do moreno continuou:

-Fique longe da Inoue!

-Porque eu faria isso? — Questionou Ulquiorra passando a mão o local afetado

-Você não sabe quem sou eu e o que eu sou capaz de fazer...

Dizendo isso, o morango saiu na rua do jeito que apareceu, do nada, dixando Ulquiorra para trás pensando:

"Quem esse idiota pensa que é?"

Kurosaki já sabia onde estava indo: A lojinha de doces do Urahara, bem, ao chegar lá, ele vai direto para os fundos, sem ao menos avisar e ser visto, só que no caminho, é abordado por um ursinho:

-Ichigooooooo! — Era Kon, com uma cara de tacho

-Saia daqui seu idiota! — Diz lançando o outro na parede

-Espere, pra onde você vai?

-Onde está o Urahara?

-Nos fundos — Era a palavra final dele

O ruivo nem pensa duas vezes, vai para os fundos onde Kisuke está embalado numa conversa com Yoruichi.

-Ei! Urahara! Preciso falar com você!

-Oh Kurosaki-san, não é novidade você por aqui, mas sozinho...

-Para de enrolação, preciso mesmo falar com você!

-O que deseja?

Os dois se encaminham para um quartinho, onde podem conversar melhor, em paz.

-Bem, lembra que há dois anos atrás, dois Arrankares vieram aqui no Mundo real e causaram muitas mortes?

-Sim.

-Então, um deles voltou e está estudando aqui.

-Aqui aonde?

-No colégio onde eu estudo ora!

-Mesmo?

-Sim, na minha sala.

-Ora, se for aquele gradão mal encarado temos problemas, não? Ao começar pelo tamaho dele!

-Não estou falando do grandão, e sim do outro, menor.

-Sei quem é. Bem, como ele voltou?

-É exatamente isso que eu quero saber. Acho até que ele está atrás da Inoue, para algum plano diabólico deles lá.

-Bem, se é assim, eu tenho algumas hipóteses...

-Antes de falar, vocês apagaram a memória da Inoue não foi?

-Sim, ela não poderia conviver com o trauma de ver tanta gente morrendo aos própios olhos, ela não está acostumada com isso.

-Entando, agora conte.

Urahara começou a falar. Uma, duas, três...Várias formas de como o Cuarto poderia ter voltado.

Enquanto isso, Ulquiorra chegou em casa, e tomou o mais demorado banho o possível, ao olhar-se no espelho, viu o rosto avermelhado.

-Se isso deixar marca igual da outra vez, eu mato aquele lixo... — Comentou pra si mesmo

Ele até seguiu pra casa da Inoue, não sabia onde era, mas sabia a rua, então, pôs uma camisa verde, que, por acaso combinava muito com seus olhos, e uma calça preta, justa no corpo, com sapatos iguais, eles estavam no outono, e fazia um pouco de frio, com ameaça de chuva, mas ele não ligou, apenas saiu como se não houvesse nuvens no céu, e pensando no que poderia fazer na casa de ruiva, ou só iria pra lá encher o saco, ele não era de fazer isso, mas naquele dia, ele prometera aprender coisas novas.

Inoue porém, ficou em casa assistido um seriado que ela adorava: Saya no jinsei*.

Na loja de doces, Kurosaki já estava pronto par sair, e Kisuke o avisou de novo:

-Kurosaki-san, lembre-se, ele pode não lembrar mesmo!

Enquanto o morango abria um seikamon, Ulquiorra caminhava com as mãos no bolso, já próximo a rua de inoue, ele já havia preparado um motivo pra ir na casa dela: Eles poderiam passar o dia juntos, como ele era novo na cidade, ela poderia ensinar algo pra ele, mas no caminho, algo o surpreendeu, um homem mais alto do que ele, aparência fisíca muito boa e cabelos azulados o parou na rua, e com um sorriso diabólico perguntou:

-Ulquiorra, lembra de mim?

Notas finais
* Eu inventei, quer dizer "a vida de Saya", tinha nada pra inventar melhor mesmo...
Gostaram?
Bem, esse capítulo é uma homenagem a Angela, minha amiguinha fofa!
Espero que tenha gostado do final, Angel!