Notas iniciais
NÃO ME MATEM POR FAVOR! NÃO ME MATEM POR FAVOR! NÃO ME MATEM POR FAVOR! NÃO ME MATEM POR FAVOR! NÃO ME MATEM POR FAVOR! NÃO ME MATEM POR FAVOR! NÃO ME MATEM POR FAVOR! NÃO ME MATEM POR FAVOR! NÃO ME MATEM POR FAVOR! NÃO ME MATEM POR FAVOR! NÃO ME MATEM POR FAVOR! NÃO ME MATEM POR FAVOR! NÃO ME MATEM POR FAVOR!
- Não estão entendendo o motivo desse pedido? Então leiam este capítulo....

Capítulo 9: Um novo Ron.

Quando eles saíram dali e foram pro salão comunal, quando todos já estavam terminando os seus cafés da manhã.

Eles andaram calados até lá, e depois se separam. Draco sentou-se perto de Blaise e Hermione perto de seus velhos amigos.

— Boa dia... – falou Ginny. – Mas onde vocês estavam? Fiquei procurando você a tarde toda ontem.

— Ah... Estávamos tentando resolver a questão da corrente. – Hermione disse meio sem graça.

— Hermione. – chamou Ron com uma voz acolhedora. – Você está bem? Sei lá, parece meio mal.

— É verdade. – concordou o moreno. – E parece que estava chorando.

— É, estou mal mesmo. – ela falou com tentando evitar as lágrimas, mas logo seus olhos encheram dela, e sua voz ficara tremula. – Ahr.

— Calma... Conte-nos o que aconteceu? – perguntou Ron abraçando a amiga. Hermione ficou um pouco desconcertada no início, mas acabou cedendo ao abraço acolhedor do amigo.

— Nada, não... Acho que só estou muito cansada de estudar.

Apesar da amiga aparentara muito mal, os amigos não pudera de soltar pequenas risadas.

— Nunca pensei que fosse ouvir isso de você, Mione. – falou Ron rindo. – Mas fica calma. Só faltam 5 semanas e tudo acaba!

Ela também não pode deixar de rir.

— Droga... – falou Ginny mudando a expressão facial para preocupada. – Só cinco semanas...

— Ahr... – o ruivo suspirou por saber do que a irmã falava. – Vamos dar um jeito, ok? – ele tentou acama-los.

— Ron? – a castanha chamou parando de chorar. – O que há com você? Sei lá, está diferente...

— Diferente? – ele abriu um sorriso, que por alguma razão fez Hermione se sentir feliz. – Não sei não... Acho que são vocês que mudaram e que estão me achando diferente.

— Eu disse a mesma coisa. – disse Harry. – Ele pareceu visivelmente mais calmo. E feliz talvez.

— É! – falou a ruiva.- Está bem mais romântico, compreensível, alegre, continua irritante, mas suas brincadeiras infantis e comentários hostis agora são raros, sabe?

— Não sei não... – ele riu e sorriu novamente.

— Amigável, é. – continuou a castanha. – Você nunca me abraçaria.

— Gente, eu sempre fui assim! – ele falou. – A diferença que... Sei lá, eu nunca tinha parado pra pensar em... Como eu era infantil, talvez. É... Sei lá, acho que só amadureci.

Houve um silêncio. Ginny, Harry e Hermione olhavam para o amigo com uma cara de espanto.

— É, acho que já estava na hora. – falou Harry sorrindo.

— Ei! – reclamou Ron rindo também. – Não vou ser um Fred e George eternamente, ok? Agora terei responsabilidade. Afinal, eu me preparei para ser um pai, né? E mesmo que eu não seja agora, no futuro eu serei.

— Ainda bem que não foi agora... – falou Ginny comendo pudim. – Ai, como deve ser pudim com cenoura? Alguém tem uma cenoura? – perguntou a garota.

— Não? Pra quê, Ginny? – perguntou Hermione.

— Quero comer cenoura com pudim...

— Joga o suco dentro do pudim. – sugeriu o irmão com um sorriso no rosto.

— Boa ideia! – e a ruiva fez.

— Eca! – gritou Harry e Hermione. – Acho que você não mudou muito, né Ron? – falou o moreno.

Hermione riu e pronunciou:

— É. Velhos hábitos nunca mudarão. Sem contar, que quem vai fazer as idiotices se Ron não existir.

— Claro! – o ruivo concordou. – Este é meu cargo! Perturbar, e será eternamente meu.

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Hermione estava de baixo da árvore que ela sempre ficava lendo um livro. A verdade é que tinha alguma esperança, do loiro aparecer e mudar de ideia, mas suas expectativas eram totalmente improváveis.

— Pensei que estivesse cansada de estudar? – falou uma voz amiga. O ruivo se sentou do lado da garota que estava com um sorriso pela brincadeira do amigo. – Pensei em te encontrar aqui, afinal você sempre fica aqui.

— É, é um lugar perfeito para se ler um livro com calma. É longe da multidão barulhenta e perfeita para relaxar.

— Hm... – ele olhou para Hermione. – Posso fazer uma pergunta? Por favor, não se ofenda, porque é meio sem noção. – ele riu sem graça. – Depois que eu descobri tudo sobre a Lavender e blá, blá. Bom, eu sempre mirava você e Malfoy de longe, e... As vezes vocês riam e se divertiam... Vocês...

— Nos tornamos amigos. – falou ela meio sem graça. – Bom, eu não contei pra vocês, por medo de ficarem com raiva e tudo mais... Mas... Ah, sei lá. Não conta pra ninguém. Ele não merece minha amizade, então é bom ninguém saber, assim... Continua normal.

— É, suspeite que uma hora fosse perceber que ele não presta. – falou o garoto, aquelas palavras a dilacerou por dentro. – Bem, não era isso que eu ia perguntar, mas deixa para lá. Deve ser loucura da minha cabeça. – ele riu com seus pensamentos.

— O que você ia perguntar? – indagou a garota apreensiva suspeitando das suposições do amigo.

— Não deixa pra lá... – ele riu novamente. Ele ria consigo mesmo. Aparentemente a sua ideia era totalmente fora de sentido. — É que... É totalmente doido, isso. Você não ia acreditar, mas... Um dia parecia que vocês estavam se beijando.

O coração da garota gelou. Talvez o ruivo não tenha notado, mas ela empalideceu e voltou a ler seu livro tentando se acalmar.

— Nossa... Que loucura! – ela falou com a voz tremula.

— É! – ele suspirou. – Hermione... Promete nunca mentir pra mim?

— Mas que pergunta é essa, Ron? – ela novamente ficou espantada. – Na verdade que assunto é esse?

— Não, é que... – ele olhava pra suas mãos que estavam em cimas dos seus joelhos. – Você é muito importante para mim.

Houve um silêncio. Ambos ficaram um tanto constrangidos e sem graça.

— Sabe... – ele voltou a falar. – Apesar de tudo... Eu nunca deixei de te amar. – ele olhou nos olhos da garota que novamente havia perdido a fala. Vendo a reação da amiga, ele se levantou e foi embora.

A garota estava totalmente louca. A mistura de sentimos dela era totalmente confusa. Ela não sabia o que fazer; afinal ela ainda amava Ron?

Sem perceber ela começou a chorar e se jogou no chão. Deitada ela viu Draco bem de longe, se agarrando com a Parkinson, e ela sabia que ele fazia de propósito, pois sabia que ele sabia que ela estava ali.

A raiva subiu em seu ego, ela secou as lágrimas. E organizou seus pensamentos. Seria muito errado usar Ron para fazer ciúmes? Bom, afinal ela ainda sentia algo pelo ruivo. Então... Não seria tão errado assim, e... Ainda poderia fazer ela realmente esquecer o loiro.

Certa daquilo, Hermione já tinha um plano.

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Ela entrou no salão comunal e viu Ginny brincando com Harry e Neville lendo um livro.

— Vocês sabem onde está Ron? – perguntou a garota para os amigos na sala.

— Acho que ele ainda está lá no quarto. – respondeu Neville. – Ele estava deitado na cama apagando e acendendo a luz. Por isso vim pra cá. Não conseguia ler lá.

— Ah! Obrigada Nev. – a garota agradeceu e seguiu para o quarto.

Ela entrou no quarto que estava escuro. Não tinha ninguém lá, provavelmente todos ficaram irritados com Ron, por causa da luz e saíram de lá.

— Ron? – ela chamou sem enxergar nada.

A luz se acendeu.

— Mione. – ele falou deitado na cama olhando para ela.

— Queria falar contigo... – ela foi até ele e se sentou do lado do garoto.

Ele ficou olhando para ela ainda deitado, ela esperava ele se sentar também, mas ele aparentemente não faria isso.

— Queria falar com você sobre nosso assunto de hoje de manhã. – ela falou. A luz se apagou.

— Sobre o que você quer falar então. Acho que tínhamos terminados nosso assunto. – ele falou.

— Bom... Por que você apagou a luz? – indagou um pouco histérica. A luz se acendeu. – Hm, melhor. Bom, aquilo me comoveu.

— Se ficou com dó de mim, esqueça Mione. – ele falou olhando suas mãos. – Não quero sua piedade. – apesar da frase, ele falou de um jeito bem compreensível e amigo, o que era diferente de Ron, provavelmente ele falaria com grosseria, mas fez diferente.

— Não é isso... – ela falou. – É que cada dia que eu vi você ao lado da Lavender foi difícil para mim... Achei que tivesse me esquecido...

A luz se apagou.

— Quer dizer que ainda me ama? – perguntou ele.

— Quero dizer que – a luz se acendeu. – Agora você acende a luz? – ela reclamou. Ele abriu um sorriso sacana. Ela riu também. Mas voltou a olhar em seus olhos. – Quero dizer que ainda te amo, e que nunca parei de te amar, Ronald Weasley. Desde o terceiro ano.

— Mesmo? – ele perguntou dessa vez olhando nos olhos dela.

— Mesmo, mesmo. – ela disse. Embora fosse tudo um plano, suas palavras soaram sinceras, e de certa forma eram verdadeiras.

A luz se apagou.

Hermione esperava que ele falasse alguma coisa, mas sem que ela percebesse, ele se levantara da cama e tinha se sentado do lado dela.

— Eu tinha medo de você ter me esquecido. – ele falou.

E antes que Hermione pudesse falar novamente, ele a beijou de uma forma tão doce que fez seu coração acelerar. Ela ainda o amava.

Notas finais
EU SEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEI QUE TODAS VOCÊS SÃO DRAMIONES ASSUMIDAS, OLHA EU TAMBÉM SOOOOOU! POR FAVOR, NÃO ME MATEM. Apenas... Continuem lendo a história... Esse amor de Ronmione existe sim, e também existe Dramione. Só que vocês só irão compreender lá na frente da história... E na verdade ainda tem MUUUUUUUUUITA HISTÓRIA. Eu não queria contar pra vocês, mas quando Emotions acabar, terá uma OUTRA FANFIC. Que será continuação desta (= Por favor, eu sei que estão odiando a história agora... Mas prometo que vai melhorar.. COMENTEM POR FAVOOOR! E continuem lendo assim que eu postar mais )=