Notas iniciais
olá espero que estejam gostando da historia ate aqui, preparem-se por que neste capitulo terá mais mistérios abraços

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Acordei tarde hoje. O alarme não tocou. Que Droga eu não sei por que ainda uso esse celular, mas como foi um presente da minha namorada seria falta de consideração descarta-lo...

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Para trás. Gritei em tom de ameaça, mas de nada adiantou, oh céus porque eu ainda tento? Era obvio que eles estavam num espécie de hipnose coletiva ou algo do tipo ah sei lá não sou especialista. Só sabia que eles eram perigosos não precisa dizer mais nada né? Lucy estava carregando um coelho de pelúcia entre os braços, faltava-lhe um dos olhos. Do coelho é claro. Precisamos encontrara sua avó, onde fica o quarto em que ela esta? Lucy pensou por uns instantes e apenas disse que não sabia. Não podia culpa-la ela devia estar apavorada. Continuamos correndo ate despistar os dois fedorentos. Escondemo-nos na sala do almoxarifado. Tranquei a porta e bloqueei a entrada com uma mesinha que tinha ali, serviu como barricada. Lucy parecia exausta, eu também estava. Resolvemos descansar e procurar por ajuda ao amanhecer. Encontrei uns panos e fiz uma cama improvisada para Lucy. Ela dormiu feito um anjo.

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Acordei com o som de patinhas de cachorro arranhando a porta, e realmente era um cachorro, o meu. Ele queria sair para fazer suas necessidades matinais, abri a porta e ele saiu em disparada ate uma arvore, apanhei o jornal que havia caído no jardim e voltei para dentro. Sentei a mesa e abri o jornal, gostava de ler a mesa durante o café da manha só para ficar por dentro das noticias. Em uma das paginas havia uma matéria relatando vários casos de pessoas desaparecendo misteriosamente, a policia estava investigando, mas não haviam descoberto nenhuma pista ate então.

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Lucy? Onde esta? Isso não é hora para brincadeiras. Lucy? Diabos onde ela se meteu? A porta esta trancada e bloqueada, não é possível que alguém saia. O que esta acontecendo? Esta ate parecendo àqueles filmes de terror clichê que a minha namorada é apaixonada. Queria saber se ela esta bem. Será que eu sonhei com tudo isso? Não. o coelho de pelúcia de Lucy estava caído em frente a porta do almoxarifado, mas havia algo de diferente nele seu pelo estava cinza bem diferente do branco que tinha antes. Afastei a barricada e abri a porta. Silencio.

Ao sair, as luzes se apagam. A iluminação de emergência acende e no fim do corredor vejo a placa indicando a saída de emergência. Corri para a porta. Estranho não me lembrava desse corredor ser tão grande assim, por mais que eu corre-se sentia que não estava chegando nem perto da saída. Quanto mais me aproximava mais longe a porta parecia estar, ate desaparecer subitamente. Ao virar para trás vejo Lucy segurando seu coelhinho de pelúcia mas com seu rosto totalmente desfigurado...

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Eu já disse o quanto odeio sonhos? Sonhos não, pesadelos.

uma vez sonhei que estava caindo infinitamente, foi tão intenso que acordei no chão, nada de mais ate ai. Ah não ser quando você já esta tendo o mesmo pesadelo por duas semanas seguidas. Já perdi a conta de quantas vezes cai no chão enquanto caia no sonho. Queria ter um sonho normal pelo menos uma vez na vida é pedir muito?

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Acordamos com o som de uma batida na porta, fiz um sinal para Lucy não fazer barulho, ela então abraçou seu coelhinho e ficamos em silencio por alguns minutos. Então as batidas cessaram, resolvi abrir a porta, mas não antes de me apoderar de um esfregão que ali estava, ou era isso ou então teria que usar o desentupidor, optei pelo esfregão. Afastei a mesinha e Abri a porta calmamente, Lucy estava logo atrás de mim. Não sei dizer se era medo ou só minha imaginação, mas de alguma forma eu sentia que eles estavam nos observando. Adentramos em uma sala onde guardavam a ficha dos pacientes a fim de procurar por alguma pista que nos ajuda-se a entender o que estava acontecendo. Vasculhamos toda a sala, mas não obtivemos sucesso, mas encontramos um crachá de funcionário com o nome de Beatrice e uma agenda. Estava em branco, só havia um calendário na contra capa, mas era do ano passado. Mas nada que nos ajuda-se a entender aquela situação. Estou com fome-disse Lucy. Também estou-respondi. Sugeri que procurássemos a cozinha do hospital, ela apenas concordou que sim com a cabeça e saímos andando pelos corredores.

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–estou dizendo foram abduzidos. Disse Sarah com um tom de convicção. -Desculpe se não concordo com você. Respondi, minha namorada tem uma imaginação muito fértil, parece ate uma criança às vezes de tão ingênua. – então me explique senhor sabe tudo, como varias pessoas podem sumir sem deixar pistas? Eu apenas sorri diante de tanta meiguice, ela é tão linda. Sarah era uma loira de olhos azuis, tinha a pele branquinha e lábios rosados, sou um ano mais velho do que ela, namoramos já fazia dois anos. Pensamos em morar juntos em breve, mas ainda não encontramos um bom local.

Hoje à noite vamos ao cinema, ela insistiu que queria ver um filme de zumbis, minha namorada é uma cinéfila assumida (risos). Ela adora aqueles filmes antigos da década de 80, os de terror são seus prediletos. Conheci-a em uma locadora no centro, eu trabalhava como vendedor, certo dia ela apareceu procurando por um filme de suspense, recomendei alguns. No dia seguinte ela veio devolver os filmes e me agradeceu pela ótima recomendação. Não sei ao certo quando, mas algo naqueles lindos olhos azuis me chamava muito a atenção, seu jeito espontâneo e meigo me fazia gostar dela ainda mais, certo dia não me lembro da data, mas lembro que era uma quarta feira após varias semanas conversando finalmente marcamos de sair. Estamos namorando desde então. Ela me disse uma vez que os filmes não eram só o motivo de ela ir frequentemente a locadora, não sou do tipo sortudo, mas conhecer ela foi melhor que ter ganhado na mega-sena.

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Tivemos sorte admito, não ter encontrado com nenhum deles ate a cozinha foi muita sorte. Preferi ignorar as lendas sobe a comida dos hospitais ser ruim e me aventurei cozinha adentro, na geladeira havia algumas frutas, pudins, doces, entre outras coisas, estava tudo delicioso.

Mas como alegria de pobre dura pouco, desculpe o trocadilho, fomos surpreendidos pela cozinheira, que não estava com cara de bons amigos. Puxei Lucy pelo braço e corremos, mas seu coelhinho havia caído no chão, então ela voltara para pega-lo. Lucy não vá é perigoso- gritei desesperadamente e corri para alcança-la. A garotinha apanha o objeto mas tropeça e cai aos pés da cozinheira que esta prestes a machuca-la, ao ver tal cena pego uma faca e parto em direção da mocreia golpeando-a em seu olho esquerdo a fazendo cair de joelhos. Então a acerto com mais alguns golpes e logo uma possa de sangue se forma em volta do corpo. Lucy grita e sai correndo assustada. não a entendo só fiz aquilo para protege-la...

Notas finais
espero que tenham gostado um abraço e ate o proximo capitulo
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.