Em um novo lar
13 Um Amor Para Bruce
Bruce estava olhando para Bucky, que ressonava tranquilo. O cientista não esperava se apaixonar pelo Soldado Invernal, mas ao mesmo tempo, Banner pensou como poderia ter duvidado de que se apaixonaria.
O rapaz era apaixonante, a ultima vez que Bruce se lembra de ter sentido uma paz tão grande foi antes de se tornar o Hulk, desde então, ele vivia estressado e com raiva. James por outro lado, era um homem fragmentado, que estava sem memória. No começo era só mais um relacionamento de sexo casual, mas os sentimentos começaram a aparecer.
O homem não sabia dizer quando começou, mas quando descobriu não parou mais de pensar em falar para Bucky que queria tornar a relação mais séria, poder chama-lo de namorado. Bruce ficou encarando os lábios entreabertos tão convidativos e o mesmo quis explorar aquela área tão saborosa. Quando se deu conta, seus lábios já estavam colados no do outro e sua língua já estava lá dentro.
O soldado não pode deixar de corresponder ao beijo, que ainda sonolento. Quando o ar se fez necessário os dois só se olharam por um momento.
Bruce começou a distribuir beijos pelo pescoço de Bucky, a trilha continuou até o cientista chegar no cos da cueca de seu amante. Com um sorriso de canto ele olhou para o de olhos verdes. O homem abocanhou o membro de James por cima da boxer, arrancando um gemido do rapaz, então ele desceu a peça e iniciou o sexo oral levando Barnes a loucura. Ao sentir que o ápice do parceiro estava próximo, Bruce deixou um beijo na glande vermelha, lambuzada pelo pré gozo e saliva. O cientista de posicionou entre as pernas de Bucky.
— Pega a camisinha e o lubrificante. — Barnes esticou o braço de metal até a gaveta da escrivaninha e tirou o lubrificante e a camisinha e as entregou para o homem que estava posicionado na sua entrada.
Bruce lambuzou a três dedos com lubrificante e introduziu o primeiro,depois o segundo quando começou a mover-los.
— B-Bruce... Acaba logo com isso... E-eu não preciso de preparo. — Isso fez com que o cientista parasse e colocasse a camisinha. — Isso, me fode com seu pau.
Esse foi o limite para Banner que colocou seu membro de uma vez na entrada de seu parceiro.
— Oohh B-Bruce... M-mais forte... — Bruce começou a estocar com mais força.
Bruce acertou o ponto sensível de Bucky o fazendo gemer mais alto. Depois de mais algumas estocadas o soldado derramou seu líquido no abdômen de seu amante que veio logo em seguida.
— Bucky — Os olhos verdes se encontraram com os castanhos. — Eu... Eu estive pensando... Já faz um mês que transamos, mas eu quero algo a mais... E-eu quero mais do que sexo casual. Eu quero ser seu... E quero que você seja meu... Porque e-eu me apaixonei por você.
— Eu também me apaixonei por você, Bruce. E quero o mesmo. — Bruce ficou feliz, ele estava a ponto de explodir de felicidade. Ele beijou Bucky, que agora eu seu namorado e quem sabe no futuro não venha a ser seu marido.
Os dois continuaram de onde pararam.
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Peter estava adorando a viagem, Louis era uma excelente companhia para ele. Ned e Michelle estudavam na mesa do grande salão do hotel em que estavam.
Claro que nada é perfeito. Os seus colegas da escola estavam mais insuportáveis depois de presenciarem o ataque de pânico de Peter. O adolescente decidiu por não preocupar seus pais.
Pais, a cada dia aquelas palavras veem com mais frequência e se tornam mais natural ao serem pronunciado. Papai Tony e Papai Steve... Ele sorria quando a imagem dos dois apareciam na sua cabeça, a sensação de calor e proteção que eles transmitiam. O garoto ligava a cada novidade que encontrava na viagem. Eles foram para uma competição de ciências, estavam concorrendo ao prêmio e isso fazia Peter se sentir melhor.
Los Angeles era uma cidade que Peter até simpatizava, as praias, parques de diversões, tudo fazia Petey sorrir.
Seus ataques de pânico diminuíram e agora eram apenas colapsos, seu coração acelerava, começava a suar frio e tremer, mas os sonhos vividos aconteciam apenas por segundos e então se lembrava do que seu terapeuta o havia dito. Ele tentava resgatar uma lembrança feliz com a Tia May, parecia difícil no começo, mas agora quando o seu médico falava o nome da sua tia, só vinha o dia em que os dois foram ao parque e Peter ganhou um lindo urso de pelúcia. May Parker se tornou uma parte feliz da vida de Peter e não um trauma.
Era hora de dormir e Peter foi para o seu quarto, quando dormiu ele teve um pesadelo novamente. Era a Tia May, chorando no chão da cozinha, com a roupa coberta de sangue.
— Você não me salvou, Peter. Você me deixou morrer. — O garoto repetia mentalmente que não podia fazer nada, que ele não podia ter empedido aquilo, então acordou. Ele só estava assustado, então respirou fundo e pensou no urso, no parque e na diversão do seu aniversário de dez anos. Mas mesmo assim ele descidiu ligar para seus pais.
— Oi, papai
— Peter, você está bem?
— Estou sim papai Steve. Como está o Papai Tony?
— Ele está... Bom, acho melhor você ver como ele está quando chegar, eu não consigo colocar em palavras.
— Ahnn... Está tudo bem?
— Sim, Petee, está tudo bem. Só acho que você vai ter uma surpresa quando chegar. Mas, por que ligou?
— Eu só tive um pesadelo, mas estou bem, só precisava ouvir sua voz.
— Amanhã você vai estar em casa e vamos poder te abraçar e os pesadelos vão sumir. Eu te amo, Peter, Tony também ama você. Se tiver pesadelos é só lembrar que nós te amamos e que os pesadelos não passam disso, sonhos ruins, mas não é real.
— Eu também amo vocês. Boa noite.
No dia seguinte, eles ganharam a competição ele foram para o hotel arrumar as coisas, finalmente iria para casa e veria seus pais.
O caminho até a escola foi tranquilo, Michelle, Ned e Peter foram para a mansão e quando chegaram, Tony estava ao telefone, em cima da mesinha de centro e a sala estava cheia de coisas para bebês. Ele parecia não ter dormido e tinha uma xícara de café na mão, estava de roupão e com pantufas do Capitão América. A cena era cômica, então viram Steve deitado no sofá com uma cueca samba-canção do homem de ferro e uma camiseta cinza, ele parecia exausto.
— Tony, isso é completamente desnecessário e exagerad...
— Eu preciso de um berço, um carrinho... Steve, você acha que vamos precisar da cadeira alt... Eiii... — Steve tirou o telefone da mão de Anthony e lhe lançou um olhar sério.
— Você está surtando.
— E você não está? — Aquilo era muito engraçado, os adolescentes riam de como os adultos agiam, até que eles notaram a presença dos mais novos na sala.
— Peter, temos uma novidade. — Tony desceu da mesa com um sorriso de orelha a orelha.

— Sério? E o que é? — O menino estava empolgado com a notícia, parecia ser algo muito bom.
— Você vai ser irmão mais velho! — Peter olhou para Tony procurando qualquer indício de que era mentira.
— I-isso é sério? — Steve percebeu pelo semblante de Peter que ele não estava animado e que na verdade parecia estava prestes a ter uma crise de choro, mas não de alegria.
— Vai ser incrível... Vamos comprar tudo, você vai nos ajudar a decorar o quarto e... — Mas Tony estava estasiado demais para notar que o adolescente estava inseguro demais.
— Chega, Anthony. — O bilionário olhou para o marido sem entender. — Ned, Michelle, vocês podem nos deixar conversar com Peter? — Os dois não questionaram, subiram a escada e sumiram se vista. — Não gostou da notícia? — Peter se sentia egoísta, mimado e birrento. Ele perderia toda a atenção, agora a família tinha um bebê que poderia chegar a qualquer momento e ele seria esquecido e deixado de lado.

— E-eu...
— Eu sei meu amor, está com medo de te deixarmos de lado. — Steve esticou a mão para o garoto que aceitou e foi puxado para o sofá, aonde se sentou ao lado do loiro. — Claro que um recém nascido vai precisar de mais cuidados, mas ainda seremos seus pais.
— Q-quando ele vai chegar? É menino ou menina? — Peter tinha tantas perguntas, afinal, ele só saiu dois dias e seus pais adotaram um bebê.
— Bom... Será daqui a nove meses e ainda é cedo para saber. — Peter olhou para o pai sem entender. — Eu estou grávido, Peter. — O loiro colocou a mão do adolescente em seu ventre. Peter não acreditava nisso, papai Steve podia engravidar e teria um bebê.
Tony e Steve explicaram com calma e paciência como era possível, depois tiraram todas as dúvidas de Peter.
— Vamos sempre amar você, e você vai amar seu irmão ou irmã. — Steve falou acariciando os cabelos castanhos. O casal abraçou o filho, que agora ficava se imaginando cuidando de seu futuro irmão ou irmã.
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