Em suas mãos
1 reencontros ineperados
Notas iniciais
Bom já que a 1º temporada as pessoas gostaram resolvi fazer uma continuação espero que gostem.
Acordei com o sol batendo no meu rosto,era uma manha linda de primava,mais por mais lindo que não tinha a mínima vontade de sair da cama.
Com uma enorme força de vontade consegui sair da cama e entrei no banheiro,já la dentro fiz minha higiene,me despi e entrei no chuveiro fiquei la dentro mais ou menos uma ou menos uma meia hora,depois desliguei o chuveiro e sai do banho e fui em direção ao meu quarto,resolvi colocar um vestido branco soltinho e uma sapatilha preta,como hoje era sábado e eu não iria trabalhar resolvi ir para o cental park , para esparecer e clarear as ideias, saio do meu apartamento e sigo ate o parque, eu poderia muito bem ter ido de carro mais preferi, caminhar eu gosto de andar me ajuda a pensar.
Chegando no parque procuro uma arvoe com uma sombra grande, e assim que eu encontro, entendo uma toalha me sento e começo a ler o meu livro, leio por cerca de uma hora, mais sou interrompida com sons de risos de um casal, eles passeavam felizes pelo parque de mãos dadas, e se beijando, era uma cena realmente linda, mais com isso não pude evitar de pensar no percy e em como nos eramos felizes , e com esse pensamento no pude deixar de chorar, mais logo eu engoli o choro. Não poderia me dar ao luxo de simplesmente chorar para os outros verem e sentirem pena de mim.
Me levanto limpo meu vestido, pego minha toalha e saio do parque, como eu tinha nada pra fazer em casa, vo em direção a minha cafeteria favorita, o Starbucks, quando lá me sento numa mesa bem afastada de todos, não que eu não goste de me socializar, mas hoje eu queria ficar sozinha.
- O que deseja senhora? –ela perguntou.
- Um café com leite e um cupcake azul – ela anotou o pedido e se foi.
Logo que ela saiu entrou um homem, que é muito bonito, usava terno, com sapatos sociais, a barba por fazer, e os olhos intensamente verdes, como os de Percy.
Ao pensar nisso fiquei um pouco triste, mas não deixei me abater, o homem se sentou atrás de mim mas não me importei muito com isso.
Uns 10 min a garçonete veio trazendo o meu pedido, ela viu que havia mais um cliente atrás de mim , me pediu licença e foi atender o homem.
- O que deseja sr. – ela perguntou.
- Um cappuccino de chocolate e uma torta azul – ela anotou o pedido dele e se foi.
Achei meio engraçado ele ter pedido uma torta azul, me lembro de quando eu e o Percy vinhamos aqui, ele sempre pedia um cappuccino de chocolate e uma torta azul ,com esse pensamento não pude deixar de me entristecer, a presença dele ainda está muito viva na minha memória, e não consigo evitar que as lágrimas saiam.
- Por que esta chorando moça? – perguntou o homem de olhos verdes.
- Por nada, apenas uma lembrança do passado – eu disse.
- Ora, uma moça linda como você não deveria chorar por qualquer coisa – ele disse.
- Obrigado! – eu consegui dar um sorriso.
- Posso me sentar? – ele me perguntou.
- Claro! – eu disse.
Começamos a conversar, descobri que ele tinha 23 anos e que era biólogo marinho, nos divertimos muito e por um instante consegui esquecer a dor pela falta do Percy.
- Não consigo tirar da cabeça que eu te conheço de algum outro lugar – eu disse.
Ele me encarou por um momento e depois deu um enorme sorriso.
- É claro que você me conhece, sabidinha – ele disse.
Na hora eu congelei, a única pessoa que sabia me chamava assim era o Percy.
- Percy? – eu disse meio receosa.
- Sim – ele disse meio constrangido.
Eu não sabia muito bem o que estava sentindo, era uma mistura de sentimentos : ódio , raiva, alivio, nervosismo.
Eu não sabia muito bem o que fazer, então, sai correndo mas não esperava que quando chegasse lá em fora estaria tão escuro, mas não me daria ao luxo de voltar lá para dentro, mesmo com medo continuei caminhando em direção à minha casa. Passei por um beco escuro, mas não dei muita importância e continuei andando, quando de repente sinto alguém puxando meu braço.
- Me solta! – eu falei com raiva.
- Ora, ora o que temos aqui – disse um homem que eu não consegui ver o rostopor causa da escuridão – o que uma moça desprotegida faz tão tarde sozinha numa rua deserta.
- Não te interessa – eu falei, ríspida.
- Huum, interessante, você deve ser daquele tipo de mulher difícil, do jeito que eu gosto. – ele disse.
Na mesma hora ele começou a me prensar na parede e me machucar, eu tentei gritar mais ele tampou a minha boca, nessa hora senti que estava perdida e não tinha como escapar.
Mais então vejo um farou de um carro, e uma pitada de esperança surge dentro de mim, de la de dentro surge a pessoa em que eu menos imaginava ver.
- Solta ela — disse o Percy
- E por que eu faria isso — disse o homem se virando para encara-lo.
- Por que se você não solta-la, eu irei arrebentar a sua cara — disse o Percy.
O homem me soltou e foi em direção ao Percy.
- Se e assim então – diz o homem tentando acertar o Percy com um soco mais o mesmo consegue desviar com facilidade.
- Annabeth vai pro carro agora-ele falou, e eu nem pensei duas vezes, e sai correndo em direção ao carro.
Depois de mais ou menos uma meia hora, já estava começando a ficar preocupada com o Percy, mais fui tirada dos meus pensamentos com o mesmo entrando no carro, ele estava um olho roxo, muitos cortes na cara e um corte na barriga.
- Onde você mora? — ele perguntou.
- No mesmo lugar de sempre — eu respondi.
Ele deu um mini sorriso, acho que ele ficou surpreso ao saber que eu não vendi o apartamento que um dia fora nosso, ele acelerou o carro e em menos de vinte minutos já estávamos em frente ao meu prédio.
- Entra, eu vou cuidar dos seus ferimentos — eu disse.
Descemos do carro, e fomos em direção ao elevador, o trajeto inteiro foi num silencio assombroso, assim que o elevador parou saímos e fomos em direção ao meu apartamento, chegando em frente eu abri a porta e nos entramos, pedi para que ele ficar na sala por que eu iria buscar o kit de primeiro socorros, subi as escadas sem ao menos esperar a resposta dele fui em direção ao banheiro peguei o kit e voltei pra sala.
Chegando lá me deparo com a seguinte cena: o Percy sentado no meu sofá, sem camisa exalando um físico de dar inveja olhando uma foto.
- Percy – eu o chamei e ele se virou para mim.
Fui em sua direção, sentei ao seu lado e comecei a cuidar dos seus ferimentos, hora ou outra ele gemia de dor. Depois de ter cuidado dos seus ferimentos e enfaixado sua barriga por causa do corte, me levantei fui até o banheiro, guardei o kit e voltei para sala, e sentei-me no sofá. Ficamos em silêncio uns 5 min até que ele disse:
- Posso ficar aqui esta noite, minha casa é muito longe e estou sem condições de dirigir – e fez aquela carinha de cachorro que caiu da mudança, e eu não consegui resistir.
- Tudo bem, mas só mais por essa noite – eu disse.
Me levantei e fui em direção ao meu quarto, abri meu guarda-roupa peguei uma calça de moletom- que ele havia esquecido aqui-, um travesseiro e dois cobertores, e voltei para a sala.
- Toma – eu disse, entregando tudo à ele.
-Obrigado ... – ele falou.
- Disponha! – disse à ele.
E com isso voltei para o meu quarto, troquei de roupa e cai na cama cansada, por tudo o que tinha ocorrido hoje. Assim que a minha cabeça encostou no travesseiro cai no sono e dormi.
Notas finais
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