[O imperador do Reino médio sempre quis o domínio de tudo e com os reinos baixos não seria diferente, iniciou-se uma guerra que venha a durar mais de 12 anos, guerreiros morriam no campo de batalha pela ganancia do homem, homens que acham aqueles que os servem como gado para encher seus bolsos de ouro, entre soldados e os nobres, quem mais sofre é os camponeses, que tem suas terras queimadas, sua família tirada de seus braços e alguns viram escravos apenas para alimentar uma barriga cheia de fome por ganância, com o protagonista não seria diferente…]

Um guerreiro sem nome, entra em uma taberna naquele dia chuvoso coberto por um sobretudo de couro desgastado e sujo e se senta em um bano na frente da mesa e quem estaria logo atrás o taberneiro.

—Me de a mais forte…

Taberneiro conhece esse tipo, mais um andarilho bêbado, limpando o copo ele enche com a bebida mais forte que tem ali e entrega a bebida para o mesmo.

—Tome…

Protagonista começa a beber, o taberneiro fica olhando o mesmo, não era muito diferente dos outros, mas como sempre puxava uma conversa.

—Como se chama?

O protagonista não responde, para o mesmo ele não tem nome, o capuz do sobretudo cobre seu rosto, o mesmo não tem aparencia.

—...Certo, entendi, espero que tenha dinheiro para pagar a bebida.

Soldados entram na taberna procurando um homem do reino de Alistar, o reino inimigo a esse a qual o protagonista estava, o clima é pesado, ninguém gosta dos soldados, são agressivos e tratam o seu povo como lixo.

—Estamos aqui procurando um homem!

Ninguém responde, um homem paga pelo silêncio de todos, um velho mórbido, o soldado o pega e o derruba no chão pisando em sua cabeça e logo puxando a espada.

—Procuro um camponês de Alistar, e essa raça tem que ser exterminada, e se não responderem, esse homem vai perder a cabeça.

O protagonista se levanta e corre até o soldado batendo o copo na cabeça do mesmo e dando um chute no seu peitoral armadura e o jogando para cima do outro mas aquilo não durou muito o soldado se levanta e da um corte horizontal que o mesmo se esquiva mas o outro faz um corte do seu ombro até sua cintura, o protagonista cai de joelhos no chão, o soldado muito nervoso puxa a espada e esta preste a mandar um corte de cima, logo é cortado no meio, o protagonista cai no chão quase desacordado, logo desmaia, depois de um tempo recobra sua consciência, já tinha amanhecido pelo que parecia.

O mesmo se encontrava em um acampamento e suspirava e se sentava, estava sem camisa e sem o sobretudo, seu corpo sentia a dor do golpe, o cabelo do mesmo era preto e liso, seus olhos eram pretos, sua pele pálida, uma mulher entrava com uma bandeja com coisas de comer o mesmo não rejeitava, estava alguns dias sem comer então começou a comer, a mulher sorria para o mesmo, logo ele parava olhando para ela.

—O que foi?...

—Só estou observando.

—Por que exatamente estou aqui?

—Nosso chefe o trouxe para cá, disse que via um guerreiro em você.

O mesmo só havia trabalhado na lavoura por muito tempo, a única coisa que tocou durante o tempo de trabalho foi uma inchaçada.

—Nunca toquei em uma arma…

Sua voz era triste, mas a menina de cabelo preto e uma armadura continuava sorrindo e aquilo o incomodava.

—Venha comigo!

Não sabia quem era eles, mas assim que ela se levantava se levantava também, acompanhando a mesma balançando o seu braço e logo que saia da cabana via um campo limpo com soldados treinando.

—Quem são vocês?

O comandante do grupo de revolta “Corvos do amanhecer “, aparece de surpresa passando o braço no pescoço do protagonista o dando um cascudo com um sorriso no seu rosto.

—Somos os Corvos do amanhecer, somos soldados desse reino, alguns nos chamam de traidores, outros nos chamam de rebeldes...mas não importa, estamos aqui para cortar o veneno que rei espalhou por esse reino, em você sinto um guerreiro.

O mesmo já ouvia ouvido sobre os corvos do amanhecer a um tempo atrás, agora havia visto eles não pareciam pessoas ruins, mas ele não era um guerreiro como eles pensavam.

—Nunca peguei em uma espada…

O comandante passava a mão no queixo e pedia para o mesmo o seguir e chegando em um boneco de palha e colocava alguns tipos de armas fincadas no chão: espada pesada (de duas mãos), espada de uma mão, rapieira, lança, espada versátil (Duas ou uma mão).

O mesmo treina com todas possivel e com todas que havia treinado não tinha habilidade que poderia nascer dali, era muito fraco para uma espada de uma mão, não tinha equilíbrio o suficiente para a espada de uma mão, não tinha destreza para rapieira e nem para a lança, e ao chegar na espada versátil continua a treinar apenas fracasso saia dali, o capitão suspira ajustando a postura do mesmo o fazendo encostar a espada atrás das costas e com a mão direita na bainha e a esquerda no pomo.

—Coloque o que tem no coração, pensa em tudo que passou para chegar até aqui, coloque não apenas força e sim a alma no ataque entende?

—Certo entendi…

O mesmo pensava em tudo que havia passado até ali, todo o sofrimento que havia passado, as pessoas amadas que havia perdido, a ganância do maldito rei e esses soldados corrompidos por ouro, uma expressão de ódio se monta no seu rosto, e manda um corte horizontal, que corta o boneco de treino de palha.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.