Em mil pedaços.

13 Dormir, por quanto tempo?


Notas iniciais
- Oieee, saudades de vocês. Mil desculpas pela demora - Minha vida é muito corrida rs. - Mas vim escrever porque não quero deixar meus leitores na mão.

Descemos da montanha russa e fomos ver o show dos monstros o que era demais, mas quando eu estava lá, até que um pouco feliz eu vi os dois, sorridentes, e abraçadinhos. Senti uma coisa horrível, sai dali o mais rápido que podia, me sentei em um banco, e fiquei sozinha, permiti que algumas lagrimas escorressem sobre minhas bochechas rosadas, então um garoto se sentou ao meu lado e ficou olhando para o nada em silêncio, ele tinha o cabelo loiro e ondulado, olhos negros e vazios. Escutava Dead memories do Slipknot em seu fone absurdamente alto.

Passei uns dois minutos olhando fixamente para o nada, quando me dei conta eu estava sozinha sentada naquela banquinho em uma área deserta do parque, isso foi muito... Estranho, talvez eu realmente esteja enlouquecendo como minha mãe havia dito.

Voltei para o show, olhei a hora em meu celular e me dei conta que havia passado só quinze minutos longe deles. Conferi pela tela do celular mesmo se eu estava com a maquiagem borrada e estava um pouco, fui no banheiro e limpei. Retornando lá fiquei em paz, bem já não estava mais sentido vontade de chorar, teve uma hora em que fui chamada para entrar no palco, sabe aquele monstro que me deu a rosa? Então, ele me puxou para cima do palco.

– Essa deve ser a minha bela Angeline não?

Fiquei em silencio.

– Pode me dar a rosa?

Tirei a rosa de minha bolsa e dei para ele.

– Sim, minha bela Angeline, onde esteve? A esperei por anos, agora você não poderá mais fugir de mim. Juntos para sempre, se lembra? Você jurou que morreríamos juntos, e agora eu poderei realizar essa nosso desejo. – Diz ele me puxando para si e me deitando eu seus braços, fingindo que morderia meu pescoço.

As cortinas se fecharam.

– Muito obrigado pela participação. – Diz ele com um sorriso no rosto.

– Não foi nada.

– Qual o seu nome?

– Sophie.

– Sophie será que você pode esperar um pouco?

– Posso. – Na verdade não, Damon e Claudia odeiam esperar.

E do nada saiu um moço muito bonito, alto, pele pálida, olhos castanhos meio avermelhados, sorriso bonito e cabelo bagunçado.

– Prazer, eu sou o Felipe.

– Oi. – Digo envergonhada.

– Eu fiz o papel do vampiro no palco, Sophie, pela sua participação você ganhou cinco entradas para o parque aquático aqui ao lado, tudo pago.

– Nossa! Tudo mesmo?

– Sim, tudo mesmo.

– Nossa, que legal.

– E aqui está sua rosa.

– Obrigado.

– De nada.

– Ahmm... Então Tchau né?

– Sim tchau. – Diz ele dando um beijo em meu pescoço, isso me deixou “meio” envergonhada. – E Sophie?

– Sim?

– Você pode vir retirar seu prêmio com o prazo de dez dias no máximo, quando vir aqui procure por Felipe, virei a qualquer hora.

– O.k tchau.

– Tchau.

– Sophie! – Diz Claudia com um sorriso falso.

– Oi! – Digo na falsidade.

– Menina que sorte em, esse lindo te chamou para subir no palco. – Diz ela na maior cara de pau na frente de Damon que ficou meio enciumado.

– É.

– Porque tanta demora? – Pergunta Damon em tom de voz alto, do tipo: O que é que você estava fazendo lá dentro em mocinha??

– Por nada, estava esperando o moço ficar pronto para acabar com tudo.

– Como assim acabar com tudo? – O que foi Salvatore? Está com ciúmes?

– O que foi Damon? Com ciúmes? – Pergunto em tom de deboche.

– Não, eu só estou curioso. – Sei.

– Ele tirar a fantasia.

– Hum.

Ficamos mais eu tempo ali e fomos embora, Damon foi dormir em casa, não gostei nem um pouco da ideia, mas fazer o que. Cheguei exausta e me troquei, coloquei um pijama qualquer e Damon? Ficou andando pela casa só de cueca.

– Você não tem roupa não? – Pergunto.

– Tenho, mas não estão aqui.

– Então deixe alguma aqui por que ninguém quer te ver só de cueca.

– Hum, sabe, acho que vou andar pelado, é, melhor do que cueca.

– oO o que? Não, de jeito nenhum!

– Eu sei que você gosta.

Pov autora.

Era um a simples manhã de domingo, ao menos era para ser. Sophie discutia com Claudia, pois acordou de manhã e viu Claudia e Damon quase que transando no sofá, onde todos poderiam ver, após a saída de Damon começaram a discutir.

– O que você está fazendo? Desde quando passou a agir desse jeito? Sua irresponsável. Sophie xingava Claudia em português.

– Só se for você, o que eu faço ou deixo de fazer não é da sua conta!

– E as meninas? O que você faria se elas vissem isso?!

– Não me importaria, pois um dia elas fariam o mesmo. Melhor serem como eu do que como você!

– Não, não é o que o papai iria querer.

– Não fale do papai, você é culpada de tudo! Da morte do papai, da saída da mamãe e de tudo! Você não passa de uma louca! Todos estavam certos, se você estivesse ido para o hospício tudo estaria melhor!

– Porque você está fazendo isso comigo? Porque? Oque eu te fiz? – Diz Sophie com lagrimas escorrendo pelo rosto.

Enquanto as duas gritavam uma com a outra Sophie caiu, do nada caiu, sem respirar nem nada, pálida, e fria. Claudia entrou em desespero. Quando as meninas acordaram se depararam com uma ambulância e Sophie em uma maca.

– Então doutor, você sabe o que Sophie tem?

– Não, mas achamos que ela não irar mais acordar. Não temos uma data certa, o melhor seria esperar por mais resultados. Creio que sua irmã entrará em um coma profundo.

(Como recompensa pelo meu sumiço irei postar um capitulo adiantado)

Notas finais
- Gostou? Comenta. - Não gostou? Comenta também. - Sugestões e criticas construtivas são bem vindas.