Em mil pedaços.
9 Ta rolando um clima.
Notas iniciais
Tive paz e sossego, fiquei pensando por muito tempo, eu não sou culpada, não sou culpada das pessoas não gostarem de mim, não vou mudar, eu sou assim e sempre serei assim.
Aquele lago, com certeza é uma das melhores partes de Forks, tipo, aquele bosque no qual eu sempre ia e ficava passando horas, junto daquele lago, é, nesse lugar eu tenho paz, pena que eu nunca tenha visto esse lugar sem neve, eu amo o inverno, mas não vou mentir que sinto falta de um pouco de sol, luz, um dia sem neve, também sinto falta de ver o gelo derreter, dos pássaros cantando, de flores. Acho que eu nunca terei chance de ver isso aqui em Forks, quem sabe um dia.
Fiquei lá até umas oito horas, andando, pensando, sonhando, então tive que voltar para casa, Claudia devia estar tendo um ataque.
Então voltei para casa, cheguei e pelo o que parecia não tinha ninguém, bem já que estava tudo desligado, não olhei em nenhum canto da casa, fui direto para o meu quarto, apenas tirei meu vestido que estava todo molhado, coloquei um pijama, deitei, olhei para o teto, que estava com uma cor meio amarela por causa da luz que era pouca, sorri e dormi. Enquanto dormia tive um sonho, bom, mais estranho, eu estava correndo por uma floresta linda, não tinha muito sol, mas também não tinha a aparência de ser fria, então eu fui entrei em um riozinho, sentei em uma pedra que havia nele, eu segurava uma rosa, estava sorrindo, parecia que brincava de bem me quer, mal me quer.
Quando acordei novamente já eram três e trinta e cinco da madrugada, estava morrendo de fome, então desci as escadas liguei o fogão e fiz brigadeiro. “E isso é hora de comer brigadeiro?” Para mim é.
Fiz uma panela enorme, sentei no sofá e comi, estava passando hora de aventura, eu amoooo hora de aventura, depois de assistir um pouco de desenho eu assisti um pedaço do filme Resident Evil quatro. “Ahhh, Wesker, como você pode ser tãooo perfeito assim?” Albert Wesker é tudo, tudo de bom, quem me dera eu desse de cara com um bonitão desse em meio à um apocalipse zumbi, eu pegaria e faria “horrores” com ele. (Risos).
Então do nada escuto alguém batendo na porta. “Quem será que está batendo na porta em meio as três e quarenta e cinco da matina??”
Fui ver, era o Damon, o que é bem estranho da parte dele.
Pov Damon
E lá estava eu, as quatro da manhã batendo na porta de Sophie, então ela abre a porta, ela estava com um pijama bem curtinho, mostrando seu corpo escultural então na hora eu pensei comigo “Que gostosa”.
– Oi Damon, o que foi?
– Oi Sophie, me desculpe pela hora, mas eu só me lembrei agora, sua irmã disse que vai passar a noite fora, e que talvez vocês só se vejam novamente segunda no colégio.
– Como é que, o que deu nela? E as meninas??
– Ela disse que estão na casa do seu tio Phil e que segunda elas também estão de volta.
– O que deu na cabeça dela? Você sabe a onde ela está?
– Não, eu só vim para te avisar, desculpa pela hora.
– Não, tá tudo bem, Damon, você não quer entrar?
– Já que você perguntou. “Se ela soubesse do que eu sou não me convidaria para entrar”.
– Lá fora está muito tarde, e frio, se você quiser passar o resto da noite aqui, você pode, aqui tem cama de sobra.
– Se não for incomodo. – Digo com um sorriso malicioso.
– Não, não tem nenhum incomodo, você vai dormir na cama da Claudia ou na minha e eu na dela.
– Você sabe o que é o melhor.
Então ela preferiu que eu dormisse em seu quarto.
– Boa noite Damon.
– Boa noite Sophie.
Minha vontade não era que ele fosse dormir mas sim que ela viesse e se deitasse comigo e que fosse minha.
– Ah e Damon? ...
– Oi?
– Qualquer coisa estou na sala tá?
– Tá.
Não estava com sono... Bem... Na real é que eu nem preciso dormir, só se eu quisesse, então eu resolvi dar uma olhadinha nas gavetas de Sophie, até que achei sua gaveta de roupas intimas. É claro que fui e mexi nela, até que ouvi passos e rapidamente voltei para a cama como se nada tivesse acontecido. Então Sophie entrou e pegou seus óculos, passou pela cama e viu que eu estava descoberto e me cobriu, até que eu abri os olhos dando um grande susto nela.
– Me desculpe, eu te acordei?
– De modo algum, não estou conseguindo dormir.
– Então somos dois.
– O que a impede de dormir? – Perguntei passando a mão em seu rosto.
– Na-nada.
– Algo te impede de dormir, o que é?
– B-bem, você guarda um segredo?
– Guardo. “Se não for descoberto que é um vampiro durante quase duzentos anos for um segredo... Guardo”.
– Bem, você acredita em lendas?
– Não.
– Parece estranho, mas eu acho que vi o Jeff the killer em uma antiga casa no campo em que entrei.
– Jeff? *Risos*. Ele é só uma lenda urbana que foi criada na web, não é real.
E nesse exato momento a luz da casa de Sophie acabou, então na mesma hora ela pulou em cima de mim me abraçando, eu também a abracei, então cinco minutos depois, a luz voltou, e Sophie só não estava só me abraçando, estava praticamente sentada em meu colo.
–D-desculpe. Eu não, não, não queria fazer isso. – Disse ela extremamente corada.
– Não tem problema algum. – Disse sorrindo malicioso.
Então paramos e nos encaramos durante uns dois minutos e ai eu não aguentei e roubei-lhe um grande beijo, então parei, pois havia percebido que ela havia ficado com falta de ar. Ela ficou muito sem jeito, sem palavras, então na hora em que ela ia levantar puxei-a novamente e a beijei por mais cinco minutos.
– Damon! Porque você fez isso? – Diz ela sem jeito.
– Eu não pude resistir, senti vontade de fazer isso desde a primeira vez em que te vi.
– Mas, mas porquê?
– Nem eu mesmo sei.
Quando ela ia se levantando para ir a sala puxei seu braço de novo.
– Por favor... Não vá, fica aqui comigo.
– Aqui? Com você? Não posso.
– E porque não?
– Por... Por... Porque não.
– Ah, fica vai.
– Não!
Despois de uns quinze minutos insistindo ela disse que ficaria, infelizmente ela colocou um pijama maior e deitou bem longe de mim, mas eu não consegui resistir e tive que abraça-la.
Ela provavelmente deve ter se assustado, mas, eu não tenho culpa dela ser gostosa.
– Damon, o que você está fazendo, me solta.
Eu nem dei ouvidos.
– Se você não me soltar eu vou gritar.
E nesse instante subi em cima dela e lhe dei mais um grande beijo, ela estava resistindo, não ia ceder.
– Porque você não admite que quer isso tanto quanto eu? – Digo beijando o seu pescoço.
– Eu... Eu.
Então ela finalmente parou de resistir, me puxando e direção a seus lábios, beijei- a com mais voracidade, então parei para que ela pudesse respirar. Então ela sentou em meu colo e demos mais alguns amaços.
Tirei sua blusa e me deparei com seios grandes e fartos, continuamos até que:
– Para, para, para! Eu não quero fazer isso.
– Porque?
– Porque... Porque, bem, eu nunca fiz isso, eu nem te conheço direito e outra nós nem namoramos.
– Você é virgem?
– Sou, algum problema?
– Nenhum.
Naquele momento eu não daria a mínima e ficaria insistindo, mas com ela... Era diferente, não sei. Então ela se levantou, colocou a blusa e foi para o quarto da irmã.
Já eram quatro e meia da manhã, fui ver Sophie, ela estava dormindo, andei pela casa, não tinha nada para fazer, então fui dar uma olhadinha nas gavetas de Sophie, ela tinha uma só de meias, uma de sutiã e a melhor, uma só de calcinhas. Fiquei até as cinco e meia bisbilhotando as coisas dela.
Então sete e meia escutei um barulho de porta abrindo, Sophie havia levantado, corri e me deitei.
Ela abriu a porta e disse carinhosamente:
– Bom dorminhoco.
Eu fingi estar dormindo, então ela deitou – se ao meu lado e sacudiu – me delicadamente dizendo;
– Damon, Damon, está acordado?
Conferiu para ver se eu estava realmente dormindo e resolveu trocar de roupa, abriu seu guarda roupa e separou uma mini saia, uma bermuda parecendo uma leguin, sei lá, uma regata branca e uma blusa xadrez azul.
Vi ela tirando seu pijama, vi aquela bundinha perfeita, seus seios e ela se trocando. Assim que ela colocou sua roupa menos a blusa xadrez eu resolvi “acordar”.
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