Em busca da Berry perdida
2 México
Notas iniciais
Enquanto isso na estrada...
–onde estamos indo? – a morena perguntou.
– não te interessa, cale a boca!
– claro que me interessa! Eu estou indo também! – disse irritada.
– cara...posso bater nela? – o homem perguntou ao motorista.
– não, mamãe disse que quer vê-la inteira.
– de quem vocês estão falando?
– não podemos dizer senhorita Berry. – o motorista riu.
Enquanto isso nas ruas de New York...
– olha só aquilo Fabray! – A latina apontou para um cartão que estava no mesmo lugar onde Rachel tinha sido pega. Quinn correu até Santana e se agachou pegando o cartãozinho.
– danceteria happy men...uh, vão prostituir a Berry...que prejuízo. – Santana riu.
– Santy! Eu tenho medo de perder ela... leva á sério palhaça! – deu um tapa na cabeça da latina.
– tá. – revirou os olhos. – tem que ir para o México...tchau.
– como assim tchau? Você vai comigo!
–eu não vou deixar a Britt aqui. – Santana disse séria. – e vamos nos casar em breve, esqueceu?
– não...mas eu preciso de você Santy. – choramingou.
– e se isso demorar mais do que imaginamos?
– pergunta se a Britt quer ir também.
– ai Fabray, eu juro que quando encontrar a Berry, eu mato ela. – bufou.
As jovens voltaram para o apartamento Brittana contando o acontecido. Só que Brittany decidiu não ir para resolver as coisas do casamento. Santana quase chorava como se fosse para o exército lutar na segunda guerra mundial.
– vou sentir sua falta amor. – Brittany sorriu enquanto abraçava Santana. – considere isso como sua despedida de solteira, pode ficar com quem quiser, certo?
– aham, eu te amo Britt Britt... – A latina a apertou mais forte.
– Santana..vamos? – Quinn perguntou inquieta.
– espera um pouco. – minutos depois Santana decidiu se desgrudar da noiva. – vamos. – pegou a mochila.
– se fosse por você Rachel já estaria morta. – Quinn disse irritada.
– com certeza! – A latina fechou a cara.
Enquanto isso na estrada...
– estou com fome. – o homem ignorou Rachel. – quero comer... – continuou a ignorar. – deixa de viadagem e me dá alguma coisa para comer! – a morena falou irritada. Ele a olhou com uma carranca.
– se falar assim de mim de novo... a única coisa que você vai comer vão ser balas...com gosto de pólvora.
– desculpe...pode me dar algo para comer p-o-r-f-a-v-o-r? – disse pausadamente.
– melhorou. – sorriu presunçoso entregando um hambúrguer para Rachel.
– sua mamãe não te avisou que eu sou vegan? Tira esse pedaço de cadáver daqui!
NOVA YORK – AEROPORTO:
– corre Santana, Nosso vôo!
– cala boca Juno! Acabaram de anunciar!
(...)
Quinn não parava de se mexer, parecia uma imperativa quicando as pernas sentada na cadeira do avião. Santana já estava pensando em inúmeras maneiras de fazer aquelas pernas pararem e isso incluía objetos cortantes.
– será que dá pra parar de trotar feito um cavalo, o avião está voando o mais rápido que pode. – Santana segurou as pernas da loira.
– eu tenho medo de avião. – Quinn falava como se tivesse no final de uma maratona de 30 quilômetros.
– eu sei. – revirou os olhos e levantou uma mão chamando uma comissária de bordo. – traga uma dose vodca para minha amiga aqui. – Santana olhou para mulher asiática que tinha um sorriso sugestivo. A latina levantou a sobrancelhas com uma careta surpresa.
– ela quer transar com você Santy. – Quinn sussurrou rindo como uma asmática.
– eu sei.
– então vai lá...ela tem peitos enormes. – Quinn balançou as sobrancelhas sorrindo maliciosamente.
– eu estou noiva.
– A Britt disse que essa é sua despedida de solteira.
– isso não significa... – Quinn interrompe Santana.
– faz dez anos que você não vê uma vagina além da Britt – choraminga mas a latina não dá a mínima. — LEVANTA LOGO MERDA! — a loira grita fazendo a outra pular da cadeira de olhos arregalados. A latina anda a passos lentos até o fundo do avião. Mesmo que Brittany tenha dado permissão ela se sentia um pouco traidora.
– oi. – Santana deu seu sorriso mais sedutor.
– olá...eu já volto, só vou entregar a vodca para a sua amiga. – a asiática a olhou de cima abaixo e se foi.
Minutos depois as duas estavam em amasso quente no pequeno banheiro do avião com direto a apertos e mordidinhas. Estava realmente quente naquele local. os amassos evoluíam e evoluíam até elas estarem nuas. Alguns minutos Santana começa a achar estranho e grita quando sente.
– mas que droga...droga...puta que pariu...quase arrancou minha vagina com os dentes. – Santana murmurava irritada enquanto andava com as pernas meio abertas. Vários pares de olhos a observando como se ela fosse um E.T.
– mamãe, por que ela tá andando feito um menino? – Santana ouviu uma garotinha falar.
– fica quieta Diana! – a mãe a bronqueia.
– é porque eu sou um menino! Não tá vendo meu pinto não? – A latina responde irritada fazendo a menina abrir a boca espantada.
– ela está brincando né Santana? – Quinn puxou o braço da amiga para que ela se sentasse. –o que aconteceu?
– ela quase arrancou um pedaço da minha vagina...aquela asiática canibal. – A latina falava com os braços cruzados e com uma cara emburrada.
– ela não fez por mal Santana...tem gente que gosta. – riu.
– vá a merda Fabray! – Santana deu um tapa na perna da loira assim que o piloto anunciou que já tinham chegado ao destino e iriam descer.
– ai meu deus...vai balançar... – Quinn prendeu o cinto e segurou a cadeira com força.
Uma hora mais tarde as duas estavam na frente do lugar que o cartãozinho indicava. Uma mulher semi nua em neon vermelho com a bunda para cima estava estampado na placa de entrada.
– espero que tenha mulheres bonitas ai dentro...porque essa viagem tem que servir pra alguma coisa. – Santana resmungou.
– Cala boca Santana! Vamos. – Quinn puxou a amiga pela mão com uma careta.
O lugar era iluminado por luzes coloridas apenas nas mulheres nos palcos e gaiolas. Vários homens e algumas mulheres assistiam o show enquanto bebiam drinques caros. Uma mulher negra só de calcinha rebolava em cima do balcão do bar.
– Santa mãe de Deus... – Quinn sussurrou olhando a mulher dançar. Santana não estava em situação diferente a boca dela quase alcançava o chão. – Foco Fabray! Veio encontrar sua noiva...Rach! – Deu um tapa na própria cara.
– Ela não deve ter chegado ainda...provavelmente vem de carro...vamos perguntar para o barman. – Ela continuou olhando a mulher dançar. – Isso só pode ser um tipo de hipnose... – Santana riu.
– olá...você sabe se alguma garota assim está para chegar aqui? – Perguntou Quinn mostrando a tela de seu celular. Ele arregalou os olhos.
– Não! – Respondeu rápido.
– Então vamos esperar. – Santana estreitou os olhos para o homem. – Ele está mentindo. – Sussurrou para Quinn.
CONTINUA...
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