Notas iniciais
Bom dia, boa tarde ou boa noite. O segundo capitulo não é tão confuso como o primeiro, ele é mais uma citação - algumas, no caso - do que a história em si. Boa leitura.

Para ser sincera, havia pouca coisa que ele não escondia. Seu nome verdadeiro não era Jack e poucos sabiam disso. Seus pais, irmãos, três amigos e eu.

Terminava o cigarro e pedia um whisky forte e puro.

Seus pais e amigos me perguntaram o "porque Jack?" e a resposta era sempre a mesma "o sorriso de Jack diz por si só". Sua mãe fora a unica a entender, os outros disseram "coragem a sua" e era a pura verdade.

Coragem a minha porque estava escorada ao lado da porta do coração de Jack, esperando ser aberta e descoberta ali, mas o coração de Jack — à porta — estava emperrada.

Havia visto algumas pessoas empurrarem e chutarem aquela porta, se machucavam e culpavam aquela pequena criança.

A ultima pessoa me perguntou o que tanto estava esperando e apenas havia respondido "espero o amor" e ela me disse que o amor era se jogar nas aberturas e conquistar o amor. Mas naquela porta, não havia abertura e nos muros ao redor, não havia janela. Naquela hora, não havia respondido, apenas havia termiado de fumar o cigarro. Agora sei que ela estava errada.

O amor não queria ser conquistado e por isso se escondia. E, quando fosse seguro sair, ele saíria e iria ver quem o esperou.

Amor era raro nesses dias, porque as pessoas andavam tão apressadas.

Menos Jack.

Jack era lento.

Notas finais
Mereço comentários? Até breve. Ciao, ciao.