Em algum lugar...
12 Maldito primeiro andar.
Em algum momento, o assunto havia se tornado pesado e constrangedor para ambos, onde apressava-mos o passo até meu apartamento, movendo as chaves de uma mão à outra.
"Esta tarde, porém não vou o convidar a entrar."
Seu olhar era desesperado por consolo.
"Acordarei cedo."
Ele assentia e caminhava lentamente.
"Jack." O chamava como a velha tola que era. "Como o 'es' que somos, não quero lhe ver amanhã."
"Maria." Gritava do outro lado da rua "Ainda vou querer lhe ver como dois desconhecidos amanhã.. Sejamos o 'ins' amanhã."
Gargalhava ao abrir a porta do apartamento.
Chorava por dentro.
Rasgava-me por dentro.
Havia sido colocada no velho lugar, perto da janela, onde pensava em pular naquele momento... Mas morava no maldito primeiro andar.
Por isso fumava.
Pelo maldito primeiro andar.
Pelo 'instável'.
Fale com o autor