Em Meio Ao Terror Ainda Há Amor.

2 Capítulo 2 - A saudade enfim bate...


Notas iniciais
Hoje postarei a foto da nossa linda Andy. Agora já podem imaginar. Em breve colocarei a foto do maravilhoso Taylor OWIEOEIWO

Em meio a tantos pensamentos tortos, resolvi saí desse meu casulo que já não aguento mais. Ao descer as escadas me deparei com minha mãe sentada no sofá com uma pequena xícara de café, e uma foto do meu pai, onde ela dizia..


— Sinto sua falta. — E uma lágrima escorre por seu rosto, fazendo-a que muitas outras desçam em determinada fileira. Sem querer, acabo esbarrando em algo onde ela se assusta, enxugando seu delicado rosto. — Andy, é você? — Disfarçadamente desço, dizendo..



— Sim, Jane. To de saída. — bato a porta com força e saio andando sem rumo pelas calçadas cheias de pessoas inúteis. Passei perto de uma pequena livraria, e fiquei olhando uns livros pela vitrine. Até que um ser desprezível, esbarra em mim...



— Porra, você não sabe olhar por onde anda não? — Ao questionar, levantei a cabeça e me deparei, digamos.. que à um moleque. Um moleque aparentemente incrível. Possuía cabelos longos, lisos e negros. E olhos claros de cor verde. Estava com estilo motoqueiro, mas convenhamos que ele era um Deus Grego. Opa mas pera aí, porque eu, logo eu achando isso de um cara qualquer?



— Você é que não sabe por onde para garota estúpida. — ele riu e me fitou. Logo pensei.. " — Que cara mais idiota, aonde já se viu. E ainda fica me olhando com essa cara de imbecil."



— Ei, gata?! Como você se chama? — ele riu.



— Nãotin! — ri ironicamente



— HA- HA-HA-HA — disse sarcasticamente. — Qual é seu problema com os homens? Você é lésbica por acaso? Ou é infantil demais, pra ter um papo mais maturo? — logo pensei: "- Quem esse idiota pensa que é?"



— Me chamo, Andy Miller, e você? — disse debochadamente.



— Assim que eu gosto — riu. — Me chamo, Taylor Martin. Mas pode me chamar de garanhão!



— Grande estúpido você é! — fiquei levemente corada.



— Mas e ai, vamos ficar conversando em meio a calçada, ou você tá afim de ir à um lugar mais sossegado comigo? — mordeu os lábios.



— Olha aqui garoto quem você pensa que é.. pra.. — ele me interrompe.



— Eu estava me referindo à um bar aqui por perto. Topa?



Não tinha nada a perder, e nem a ganhar. Apenas aceitei. Não iria fazer mal a ninguém. Alias, eu saí afim de encontrar algo fora daquele quarto obscuro. Chegando ao bar me deparo com um homem estranho, nunca visto pro ali. Havíamos ido ao bar que meu pai de costume frequentava. Sentei, e então pedi ao balconista..



— Uma vodka porfavor? — e olhei para o Taylor o fitando, que por não ser nenhuma novidade estava olhando para as garotas.


— Aqui sua bebida! — disse o balconista e Taylor enfim se ligou.

— O mesmo porfavor?! — disse Taylor rindo. Tomei dois goles, e percebi que Taylor tanto me olhava.. e confesso que me senti estranha. Logo eu dando confianças à um cara. Enfim, ri dos meus próprios pensamentos e perguntei: — Porque tanto me olhas?

— Algo em você me atrai. Talves seja essa sua frieza... — interrope o balconista entregando a vodka.

— Que bom que algo em mim te atrai.. porque nada em você me atrai.. — ri ironicamente e tomei um gole de vodka.

— Porque é assim em gata? Tão linda.. mas tão estúpida! — riu.

— Amigo, às vezes o destino nos decepciona e somos obrigado a mudar.

— Nem sempre.. às vezes mudamos porque achamos que sendo diferentes não vamos sofrer.. mas acabamos sofrendo mais.. — abaixou a cabeça..

— Ei, o que há? — Confesso que ao ver ele abaixando a cabeça mecheu comigo, há algo de errado no passado dele.

— Nada — riu e ficou quieto.

— Então você é um desses garanhões que seduz meninas indefesas e frias? — ri.

— Sim — riu e disse: — Acabei de te seduzir.

— Não meu senhor.. -brinquei.

— Você não é tão fria assim..

— Talves não seja mesmo

— Você mora aqui por perto?

— Moro sim. Você frequenta esse bar a muito tempo?

— Sim. — logo tomou um gole de vodka.

— Meu pai costumava vir aqui.. — sorri forçado.

— Como se chamava seu pai? — curioso levantou uma sobrancelha.

— Wilson Miller.

— Já ouvi muito sobre seu pai. Também moro por aqui..

— Ah sim entendo..

— Ouvir dizer que seu pai foi brutalmente assassinado. Mas, outros dizem que ele se matou..

— Sim.. — ri e contei tudo que sabia, ele ouvia atentamente a cada detalhe.

— No mundo até nossa sombra é nossa inimiga — disse Taylor.

— Mas vou tentar achar o estúpido que fez isso..

— Quer ajuda.. ? — riu

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Notas finais
Fim do 2º capítulo. Beijos e deixem suas criticas ou elogios abaixo :)