Em Família

1 A Família Lee na Copa do Mundo


Notas iniciais
Oin morexxx, tutupom?
Essa fic será focada na família Lee, os capítulos não serão contínuos, ou seja, cada capítulo com uma estória diferente.
Não sei ao certo quantos capítulos serão, mas, acredito que sejam uns cinco. O plot nasceu em uma interação no FNS e quando dei por mim, estava escrevendo o capítulo ao invés de estudar para a prova que teria no dia seguinte ??“ ressaltando que eu teria que fechar a prova para passar na matéria, mas ok.
Me avisem se encontrarem erros, no mais, boa leitura.

Em clima de festa e positividade, a família Lee embarca em sua aventura, assistir a copa do mundo. Lee se esforçou e comprou ingressos para todos irem assistir em um estádio, e é claro, para exalar todo o fogo da juventude.

O jogo seria Brasil x Japão, e nosso pobre torcedor fanático já discutia com seu marido sobre a indecisão de sua torcida, visto que, adorava sua seleção, mas admirava a seleção rival.

— Gaara-kun! Eu não sei o que fazer! — Suplicava Lee ao marido.

— Lee, é muito simples — Comentou Gaara — Você deve torcer por quem você se identifica mais.

— Mas eu amo os dois!

— Ora, Lee — O ruivo revirou os olhos em sinal de cansaço daquele assunto — Torça para o Japão, afinal é nosso país, não é?

— Mas o Brasil tem tanta força! Eles mostram toda sua primavera da juventude enquanto jogam! — O moreno os defendia arduamente.

— Torça para os dois, não precisa escolher — Gaara o segurou pela mão — Mas esteja preparado, pois um deles vai perder.

— Gaara-kun! Não seja tão pessimista! — Lee o advertiu.

— Mas isso não é ser pessimista, é ser realista! — Irritou-se Gaara.

A discussão se findou ao entrarem no estádio. Metal estava radiante, com a bandeira do Japão pintada na bochecha, mostrava a todos que a obra de arte foi feita por seu irmão, Shinki. Shinki não admitiria, mas, sua cabeça estava em outro lugar, em uma certa pessoa...

...

— VAI BRASIL! — Lee gritava a todos pulmões e era vaiado pela torcida japonesa — VAI JAPÃO! — Seu coração estava dividido entre amores e o jeito era torcer pelos dois, conselho de seu amado Gaara.

— Pai — Shinki chamou Gaara próximo a seu ouvido — Por que o Pai Lee está torcendo pelos dois times? — Questionou confuso.

— Sabe Shinki — Começou Gaara enquanto olhava o campo com jogadores correndo para lá e para cá — Seu pai tem um coração tão bom que nem mesmo consegue torcer para a derrota do time rival.

— Isso é bom, não é? — Indagou o garoto.

— Depende da situação. Mas em relação a nós, é ótimo. — Gaara lhe deu um pequeno sorriso e Shinki também sorriu.

...

— Gaara-kun! — Um Lee com lágrimas nos olhos, amuado, agarrava-se em um Metal que dormia tranquilamente, sendo seguido por Shinki que tinha fone de ouvidos ligados em seu celular e permanecia alheio a conversa — Estou tão triste e feliz...

— Você está triste por nosso time ter perdido? — Gaara perguntou o olhando de soslaio.

— Sim, estou. Mas também estou feliz pelo Brasil ter ganhado... — Fungou o moreno que ainda possuía lágrimas nos olhos.

— Sinto muito, Rock. — Gaara o beijou de leve nos lábios e pode perceber que mesmo após anos de casado, Lee ainda corava com seus carinhos.

— Vai... Ja... Pão... — Metal resmungava em seu sono.

— Vamos, Shinki, ou nunca chegaremos em casa — Chamou Gaara.

— Eu já estou indo pai... — Murmurou o moreno mais baixo.

— Gaara-kun — Chamou Lee baixinho — Acho que Shinki chegou naquela fase...

— Que fase? — Perguntou Gaara confuso.

— A fase onde se fica rebelde e vê fotos de meninas nuas escondido no quarto... — Murmurou Lee com o rosto corado.

— EU NÃO ESTOU EM FASE NENHUMA! — Shinki gritou totalmente envergonhado, já que seus pais comentavam sobre ele e nem se quer disfarçavam.

— Não tem problema se forem meninos, tá bom? — Lee lhe acariciou os cabelos.

— Pai... — Lamentou o pobre pré-adolescente em tom choroso.

— O que importa é ser feliz, Shinki! — Rock Lee falou radiante com um Metal dormindo em seu colo — Mas ainda estou triste pelo Japão... — Seu tom se tornou amuado.

— Ora, Lee — Gaara o consolou.

E assim eram os dias da família Lee. Sempre repletos de cores e sabores. Não havia ninguém que os olhasse e não sorrisse, pois, o amor que ali existia, era palpável e caloroso.