Notas iniciais
É! Hoje já é sabado. (Pessoa que fica acordada até de madrugada)Desculpa o pequeno atraso mas estava tão ocupada que não deu para postar antes.
Mas aqui está o cap! Viva eu! ( não liguem, Mitsu-cah está bebada de sono)huahsuahsuahsuas
Betado pela Relena fofa!
Boa Leitura!

Yue estava exausto. Enfrentar a família Minase era sempre uma tarefa complicada. A primeira coisa que fez ao chegar foi tirar a roupa que Takafumi lhe deu para vestir, pois sabia pertencer ao outro, no começo ficou intrigado pelo gesto gentil do maior, mas no podia se deixar abalar ou enganar por Takafumi. Ele não prestava. Já havia confiado uma vez não podia cometer o mesmo erro de novo.

Estava cansado e dolorido então apenas se trocou e deitou, podia arrumar as coisas para mudança depois já que apenas levaria roupas afinal, sabia que teria tudo que necessitava lá na casa dos Minase, assim como, acreditava que não demoraria muito para voltar para casa. Takafumi não agüentaria cumprir os termos do contrato então logo ele e seu filho se veriam livres da influencia daquela família.

- Ei, dorminhoco. Acorda. O seu novo empregado já está ai.

Yue levantou assustado vendo Hikaru com um sorriso enorme no rosto.

- Que horas são?

- 11:55 e o Takafumi já está aí. Pelo menos ele é pontual.

- E o que você está fazendo aqui? Pensei ter dito para vocês só virem na parte da noite.

- Você acha que eu ia perder a chance de me divertir à custa do Minase? Sem chance. – Disse Hikaru sorrindo diabolicamente. – O Akira também está ai.

- Eu acho que isso vai dar confusão.

- Pode ser, mas o Akira sabe se controlar e por bem ou por mal eles terão que se acostumar a presença um do outro.

- Certo. Já vou descer. – Disse Yue vendo o loiro concordar e sair do quarto.

Rapidamente ele vestiu uma bermuda e blusa largas e foi até a cozinha encontrando Akira e Takafumi sentados um de frente para o outro, trocando farpas pelo olhar enquanto Hikaru observava achando tudo muito engraçado.

- Pelo menos você é pontual. – Disse Yue chamando a atenção de ambos. – Mas acho que não devia ter vindo com roupas tão bonitas, pois você vai sujá-las Takafumi.

- Mas eu...

- Sem mais Takafumi. A verdade é que eu estou cansado e enjoado e olhar para essa sua cara me deixa mais enojado então vou sair para comprar alguns ingredientes com o Akira. Na minha ausência você deve obedecer ao Hikaru sem questionamentos, pois ele sabe o trabalho que deve ser feito.

- Você vai com ele? Por quê? – Perguntou Takafumi ciumento e indignado apontando para Akira, era ele que deveria estar indo com Yue.

- Não é da sua conta. E não ouse levantar a voz para mim, aqui eu sou seu chefe e se você não me respeitar será demitido e você sabe as conseqüências de não trabalhar aqui não é?

Takafumi rosnou, no entanto não ousou falar nada. Viu indignado os dois saírem e aquele maldito entregador com o maior sorriso nos lábios.

- Então... Chega de moleza. Tem muita coisa a ser feita. – Disse Hikaru.

Takafumi olhou o sorriso zombeteiro no rosto do loiro, porém tinha que se controlar. Era seu casamento que estava em jogo ali.

- Tudo bem.

- Tudo bem nada. É sim senhor para você.

Takafumi rosnou novamente e se obrigou a obedecer ao outro mal sabendo que com aquele loiro sádico sua tortura só havia começado.

Takafumi foi obrigado a limpar toda a sujeira que eles fizeram ontem enquanto Hikaru só assistiu, fazendo questão de humilhá-lo com ordens sem cabimento e palavras duras e debochadas quando fazia algo errado.

- Ei, princesa. Limpa isso direito.

- Mas eu já limpei.

- Limpe do novo.

- Mas eu já estou cansado. Me deixa descansar um pouco.

- Cala boca! Não quero reclamações. Se fosse para abusar de alguém você já tinha feito seu preguiçoso. Depois que você fizer o seu serviço pode descansar um pouco.


Takafumi teve que refazer o serviço que já tinha feito por mero capricho daquele loiro, depois ainda teve que limpar o banheiro destinado ao uso dos empregados que Hikaru sujou de propósito e depois cuidar do lixo. Tudo isso sem nenhum intervalo e ele não acostumado a pegar no pesado sentia seu corpo reclamar de dor e exaustão, mas não ousou desobedecer nenhuma das ordens do loiro enquanto o mesmo se divertia com a submissão do outro.

Perto das 16:00 horas Yue voltou encontrando a cozinha que antes estava uma zona brilhando mas Takafumi não ganhou um elogio sequer de Yue somente mais trabalho. Foi obrigado a arrumar a geladeira e a dispensa com os novos ingredientes e quando terminou achou que poderia descansar, mas as coisas não foram bem assim.

Yue sabia que estava sendo cruel mas não podia se impedir de humilhar o outro. Com prazer foi até a geladeira pegando um copo de refrigerante e ao passar por Takafumi fingiu se desequilibrar e quando foi ser amparado derrubou todo conteúdo do copo sobre o maior.

- Mas que droga! – Murmurou Takafumi. – Eu acabei de limpar a cozinha.

- Pois a limpe de novo.

Takafumi ergueu os olhos vendo os olhos vermelhos de Yue brilhando em satisfação.

- Você fez isso de propósito não é?

- Se fiz ou não, não é da sua conta, quem manda aqui sou eu. Agora para de resmungar e vá fazer o seu trabalho.

- Ora seu...

- Vai questionar minhas ordens?

- Não! – Takafumi abaixou a cabeça se sentindo pior do que lixo, contudo tinha que se segurar, pelo bem daquele casamento tinha que seguir as regras do jogo.

Yue voltou sorrindo a sala vendo Hikaru também se divertir enquanto Akira permanecia neutro sem esboçar nenhuma reação perante aquilo tudo, mas apesar do sorriso Yue não estava tão feliz quanto pensava ao fazer aquilo com o outro. Sentia que sua natureza calma e bondosa estava sendo destruída por toda aquela sede de vingança e o menino sabia que aquilo não era uma coisa a se comemorar.

Naquele dia Takafumi ainda trabalhou muito e foi muito pisado e humilhado, porém a maior humilhação veio na hora de ir embora. A sua Natureza agressiva e debochada foi a responsável pela maior decepção que Takafumi pode ter naquela noite e na vida.

Era quase meia-noite quando eles resolveram encerrar o trabalho que tinham começado cedo. Enquanto Yue foi buscar sua mala e Hikaru o acompanhou, Takafumi e Akira permaneceram na sala e como o outro tinha usado a desculpa de mais cedo onde ele e Yue tinham saído juntos para provocar Takafumi então o mesmo não resistiu a revidar.

- Finalmente indo para casa onde poderei finalmente fazer Yue meu.

- Só nos seus sonhos. – Respondeu Akira mais tranqüilo do que Takafumi esperava mas na verdade por dentro o outro estava fervendo só de imaginar aquela possibilidade por mais distante que pudesse ser.

- Um sonho que vou tornar realidade. Pode apostar nisso.

- O que? Vai abusar dele de novo? – Perguntou Akira se entregando a provocação.

- Não vou precisar disso o Yue vai se entregar a mim de livre e espontânea vontade. Pode não ser hoje ou amanha, mas pode ter certeza que vai acontecer.

- hahahaha. Você está tão convencido disso. Pobre coitado.

- Você verá e então morrera de inveja por eu ter a única coisa que você quer.

Aquilo foi como um tapa na cara de Akira pois aquela era a verdade nua e crua. Mesmo sendo contra a sua natureza Akira resolveu ser cruel, sujando o que viveu com Yue porém a amargura do momento foi maior.

- Você esta equivocado. Quem nunca terá o que eu tive é você. Eu tive o Yue em meus braços de livre e espontânea vontade. Ele gemeu e chorou em baixo de mim, mas de prazer. Você teve isso Takafumi?

-...

- O Yue é deliciosamente apertadinho. Um tesão só. – Continuou Akira.

Akira nem viu quando um soco certeiro o acertou, e depois outro e então uma briga feroz se iniciou. Takafumi estava ardendo em ódio, aquilo não era verdade não poderia ser verdade mas em seu intimo ele sabia que o outro não mentiria só para provocá-lo.

Akira também não estava feliz. Tinha acabado de sujar a noite linda que ele havia vivido com Yue somente por despeito.

- Mas o que vocês estão fazendo! Parem. – Gritou Yue correndo até a sala ao escutar um estrondo se deparando com a cena de Takafumi e Akira rolando pelo chão entre soco e chutes. Pior que ele não podia sequer se meter no meio dos dois ou podia acabar machucando-se ou ao seu filho. Do mesmo modo impediu Hikaru de se meter pois seria em vão o rapaz loiro não conseguiria impedir os dos brigões sozinho.

A briga só se encerrou porque Toshio chegou ali e junto de Hikaru separaram os dois e depois cada um foi para seu lado. Takafumi uma verdadeira fera saiu dirigindo enlouquecido de moto enquanto Yue agradecia por Toshio ter aparecido e o levado de carro para a mansão.

Akira também não estava bem e Hikaru fez questão de segui-lo em sua moto vendo o primo ir para um bar e encher a cara até cair.

Na mansão Takafumi esperava Yue e Toshio chegarem à entrada e foi só o menino chegar que Takafumi pegou a mala dele das mãos de Toshio, agarrando um assustado Yue pelo braço onde o arrastou literalmente para a casa da piscina.

- O que você está fazendo? Me solta. – Gritou Yue.

Takafumi não falou nada nem o soltou até estarem dentro da sala da casa.

- Você dormiu mesmo com ele? – Perguntou Takafumi de costas para Yue sem coragem de encará-lo, na verdade não queria ouvir a resposta, mas precisava.

Yue então entendeu o motivo da briga. Não acreditava que Akira tinha contado não que fosse um segredo.

- Sim. Nada demais. Não estávamos casados ainda então não se aplica como adultério. – Respondeu Yue simplesmente, mas no fundo temia a reação do outro.

- Nada demais? – Gritou Takafumi estapeando um vaso para não avançar e agarrar o pescoço de Yue. – Você não podia ter dormido com outro, você é meu.

Yue estava com medo. Não por si, mas por seu filho. Takafumi estava descontrolado e só tinha uma maneira que ele conhecia para deixá-lo calmo. Se aproximando do maior, ele o abraçou pelo pescoço e ficando nas pontas dos pés murmurou em seu ouvido.

- O que aconteceu entre mim e o Akira é passado. Agora “nós” somos o futuro. – Falou o menino sorrindo provocativamente, frisando a palavra nós e sentindo ódio de si mesmo pelo que estava fazendo. Nunca tencionou dar esperanças a Takafumi, porém aquele era o único jeito que ele sabia para tentar acalmá-lo.

- Yue... – Murmurou Akira. Com o coração repleto de felicidade. Olhando os olhos vermelhos e brilhantes e não resistindo a beijá-lo até deixá-los sem ar.

Yue inesperadamente foi tomado pelo desejo ao ter a boca devorada pela de Takafumi e sem pensar impulsionou o corpo rodeando suas pernas delgadas em volta da cintura de Takafumi respirando aceleradamente com o termino do beijo, estava queimando.

- Vamos para o quarto. – murmurou Yue surpreendendo Takafumi.

- Tem certeza?

- Sim. – Disse Yue rouco mordendo o lóbulo da orelha de Takafumi. Estava descontrolado.

Apressadamente Takafumi os levou para o quarto depositando Yue na cama com cuidado dessa vez. Com mais cuidado ainda retirou a blusa do menor o olhando de cima em um misto de desejo e ternura. Demorando seu olhar sobre a barriga avantajada e incrivelmente bela para ele de Yue. Bela porque era ali que seu filho estava crescendo.

Yue lutava contra si mesmo. Uma parte dele desejava Takafumi com loucura enquanto a outra repudiava aquela idéia com insistência então antes que a parte mais sensata o vencesse, tratou de agir.

- Vem Takafumi. Agora.

Takafumi não se fez de rogado. Tirando a sua própria camisa se juntou a Yue na cama deitando-se parcialmente sobre o corpo do menor sem depositar seu peso para não machucar seu filho e com mais carinho do que Yue imaginou o tocando e beijando.

Yue não queria ser tocado daquela maneira, queria que Takafumi fosse feroz para que pensamentos como que estava tendo sobre carinho e amor não passassem mais por sua cabeça e fazendo um grande esforço ele os girou na cama ficando por cima dedo maior e sorrindo travesso tirou o membro dele de dentro das calças o massageando com pressa.

- Y- Yue... Aaahhhh... Não faz assim...

- Por quê? Você não me quer? Me toma logo Takafumi. – Falou Yue rouco.

Takafumi não agüentou a provocação e os girou de novo arrancando a bermuda do menor e se instando entre as pernas brancas e delgadas ma s não fez como Yue imaginou. Takafumi levantou os quadris do outro o lambendo em seu ponto mais intimo preparando o menor para ser penetrado.

Yue não esperava por aquilo, mas estava gostando. Sentiu a língua do outro em seu ponto mais intimo quase o enlouquecendo. Logo pode sentir os dedos de Takafumi se juntando a língua no trabalho e em pouco tempo estava totalmente dilatado e preparado para algo maior, muito maior.

- Nunca mais vou te machucar Yue- — Murmurou Takafumi enquanto se posicionava e penetrava lentamente o corpo do menino.

Yue ouviu, porém não registrou as palavras do marido, no momento ele estava perdido na sensação maravilhosa que era ser penetrado sem ser a força.

Takafumi só parou quando estava todo dentro de Yue, contudo em todo momento prestou bastante atenção nas reações do menor, pois a qualquer sinal de desconforto ou dor ele teria parado o que não foi o caso e, não querendo machucar Yue ou o bebê com o ato Takafumi novamente os girou sem sair de dentro de do outro fazendo o menino ficar sentado em si ao mesmo tempo em que sentia seu membro ir mais fundo dentro do dele ouvindo Yue ronronar de prazer.

- Mmmmmnnnnn

- Yue hummm... Mova-se.

Yue que tinha os olhos fechado os abriu encarando com desejo os orbes negros e também desejosos de Takafumi enquanto começava a se mover em ritmo acelerado. Subindo e descendo, rebolando sobre o membro dentro de si, a sensação mil vezes melhor de quando esteve com Akira.

Takafumi se movia fracamente, se controlando ao máximo para não arremeter com violência dentro do outro, não queria machucá-lo mas estava mais e mais enlouquecido pelos movimento de sobe e desce executados pelo menino e os gemidos deliciosos que ele soltava no processo eram incríveis. Se contendo Takafumi agarrou a colcha da cama impedindo-se de agarrar a pela branca e imaculada de Yue enquanto o menor aumentava o ritmo sobre si gemendo ainda mais alto.

- aaaahhhh... Hummm... Mais... Eu quero... Aaaahhhhh

- Yue... Yue... Yue...

Gemiam ambos em frenesi os movimentos a muito desconsolados. Yue não via nada a sua volta só sentia da forma mais concreta todo o prazer de ser possuído daquela maneira, assim como Takafumi que só desejava mais e mais de Yue.

Num ultimo movimento desesperado Yue levantou-se até ter somente a ponta do membro dentro de si e abaixou-se com força sentindo seu ponto especial ser tocado e com um grito, desfez-se melando os corpos sem nem esmo ser tocado, contraindo todos os músculos do corpo e depois relaxando em um poderoso clímax.

Takafumi Sentiu a ondulações do canal apertado do menor, porém foi a expressão satisfeita e corada e olhos semicerrados de Yue que fez com que ele chegasse ao auge derramando sua semente fartamente dentro do outro em um prazer indescritível como nunca imaginou igual.

Yue deixou-se cair sobre o corpo suado de Takafumi até estar totalmente recuperado do poderoso orgasmo obtido, mas depois a realidade voltou e com ela a constatação do que tinha feito. Lentamente saiu de cima do outro corando ao sentir a essência do outro escorrendo por suas pernas e cansado se jogou na cama e sem virar-se para o outro fez o que tinha que fazer naquele momento.

- Vai embora.

- O que?

Takafumi que também tinha acabado de voltar do paraíso olhou o menino que nem sequer se dignou a olhá-lo nos olhos.

- Isso mesmo que você ouviu. Eu já estou satisfeito e não quero passar a minha noite com você, então sai.

- Mas o que você está dizendo? – Se exaltou Takafumi tentando tocar o rosto de Yue, mas sendo estapeado.

Yue se sentou na cama e olhou friamente para Takafumi.

- Era isso que você queria não era? Sexo! Pronto, fizemos sexo, e eu estou cansado e quero dormir então sai logo.

- Yue... — Takafumi tentou novamente tocar no menor mas foi impedido.

- Se você tocar em mim sem minha permissão o casamento está acabado esqueceu? Você só me tocará quando eu quiser, ficou claro? Agora sai.

Takafumi não disse nada. Sabia que não ia adiantar, não no momento então apenas pegou suas roupas e foi para o outro quarto derramando lagrimas para a situação que parecia irreversível. Quando pensava ter dado um grande passo, retrocedia dez e o pior é que finalmente tinha descoberto o que sentia pelo outro, não era apenas desejo ou obsessão. Takafumi o amava, estava loucamente apaixonado por Yue.

Yue no quarto também chorava. Não acreditava que havia se deixado levar pelo desejo, melhor, não acreditava que depois de tudo desejava Takafumi, mas sim ele o desejava, muito mais do que desejou Akira e esse sentimento o assustava muito, mas ele não cederia mais e não mudaria de idéia, seu objetivo era vingar-se de Takafumi e não podia perde-se nem que tivesse que usar o desejo que sentia para alcançar seus objetivos, sim ele faria isso e vingar-se ia da pior maneira possível de Takafumi, agora descobrira a melhor arma para conseguir o que queria sexo, mas no final Yue só esperava que não saísse muito mais ferido e machucado do que desejava.

Yue realmente não via que alguma coisa estava mudando tanto dentro dele quanto de Takafumi e isso talvez fosse de fato o pior erro que poderia cometer afinal o pior cego é aquele que não quer ver.

Notas finais
Por favor! Fãs do Akira não nos matem! huahsuahsuas
Ainda fatam 3 capts para acabar então esperem até lá.
A quem deixar seu review agraadeço desde já.
Nos vemos na sexta feira que vem.
Bjussss!!!