Notas iniciais
Olá! Sejam todos mais que bem-vindos a minha história! Alguns adendos: Os erros de português na fala dos personagens são propositais para a caracterização dos mesmos. Brevemente inspirado em "O Cravo e a Rosa", de Walcyr Carrasco, um autor de lindas obras.

Espremidas em um banco de caroça em um domingo ensolarado estavam: Bernadete, Cleonice e Magnólia. Voltando da igreja para o casarão da fazenda onde trabalham.

— Tadinha da minha Bianca, tá branca igual céu em dia nublado. Eu deixei um potão daquelas minha bolacha no quarto dela mas ela nem fez questão — parou e continuou — hoje eu rezei prá Deus iluminá a cabeça do patrão, pra ele deixa ela fazer o que ela quer. Tenho muita fé nela, o patrão não tem mas eu tenho, muita! Nas duas. — disse dona Magnólia, com um aperto no coração.

— Deixa disso tia, todas nós sabemo que só a fome apertar e ela já tá lá na dispensa dinoite igual uma ratazana daquelas enorme... — disse Bernadete sorrindo e mexendo em seus cabelos pretos.

— Sua boca suja! Não tem vergonha de falá mal da filha do patrão na frente dos outro, não? Sem-vergonha, mal acabou de sair da igreja! — bicou Cleonice, uma mulher magra de aparência severa e tia-avó de Bernadete.

— Deixa ela, ela ainda vai ver, Bianca vai dar a volta por cima de tudo isso que tão falando dela, não foi por nada que eu dei o meu sangue para cuidar das duas, Bianca e Yara... — predizeu teatralmente Magnólia, desta vez sorrindo para as nuvens.

Notas finais
Espero que tenham gostado! Logo mais o segundo capítulo!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.