Notas iniciais
Helloooooooo amores!
Aceitam minhas desculpas? Sei que demorei para postar. >.
Quase uma semana. hahaha
Mas tenho uma notícia boa: O próximo capítulo está quase pronto. *-*

AAAHHHH!! E eu estou muiiito feliz! A Fic ganhou 3 recomendações, vocês viram? *-*
Obrigada: Bianca Reis, Swan Queen endgame, e Naah Albuquerque. saibam que isso me motiva a continuar escrevendo. Fiquei feliz com cada palavra dita sobre a fic e sobre mim. Muito, muito obrigada!

Esse capítulo... Está uma mistura de um monte de coisas hahaha
Espero que gostem.

Spolier:::: Próximo capítulo: Chegada de August. muhahaha

Boa leitura.

SwanQueen ♥

Eu e David saímos da biblioteca conversamos como se nos conhecêssemos há anos, e fomos a caminho da escola, ele na viatura e eu no meu carro. Também queria encontrar o Henry, já imagino sua euforia quando souber que eu estou aqui. Tudo em Storybroke me fazia sentir algo familiar. Os cheiros, as pessoas, era como e aquilo já fizesse parte de mim e eu me sentia muito bem com isso. Não pensei que em tão pouco tempo minha vida pudesse mudar tanto, eu tinha conhecido meu filho, estava apaixonada pela Regina e o mais importante, estava disposta a lutar para viver a felicidade que eu estava sentindo. Isso me deixava assustada, pois eu sempre tive o controle de tudo e perder as rédeas do que pode acontecer não era uma coisa que acontecia comigo, sempre tive medo do desconhecido e de as coisas não saírem como eu planejei, agora eu já não sei mais, a única coisa que tenho certeza é que quero Regina e Henry do meu lado.

Chegamos à escola e David parecia estar nervoso e andava de um lado para outro, o que era muito engraçado e é lógico que tudo aquilo era por causa da Mary Margareth. Não demorou muito para que o sinal tocasse, as portas da escola se abrissem e as crianças começassem a sair. Logo avistei Henry, ele vinha sozinho, não tinha muita expressão em seu rosto até que ele me viu. O sorriso de Henry foi automático e seu jeito eufórico resplandeceu em seu rosto novamente. Aquilo também encheu meu coração de alegria e logo o garoto correu até mim me abraçando.

— Eu tinha certeza que você ficaria. – Ele falou abraçado a mim.

— Qual o motivo de tanta certeza? – Falei rindo.

— É que no fundo você sabe que tudo que eu te falei é verdade.

— Você é um garoto esperto, deixou o livro no meu carro só para tentar me convencer. – Falei bagunçando o cabelo dele, ele apenas riu como se seu plano tivesse dado certo.

— Emma!! – Mary falou assim que me avistou. Eu olhei para ela e sorri, olhei para David inconscientemente e ele estava olhando para ela com um sorriso maior que o meu. Logo, ela notou sua presença ali e os dois novamente se olharam. Eu achei lindo o jeito que eles se olharam e pensei em Regina por um instante. Mary veio em nossa direção. – Eu pensei que você tinha ido embora sem se despedir.

— Não, eu não iria fazer isso. Saí apenas para concluir que tinha que ficar mais tempo aqui.

— Então, você vai ficar? – Ela disse com um sorriso feliz, era muito engraçado ver nos olhos dela a mesma empolgação que o Henry tinha quando eu falei que iria ficar.

—Sim. E eu vim chamar você para almoçar comigo... – Dei uma pausa na fala. – E com o David. – Mary ficou vermelha envergonhada e David não tirava o sorriso do rosto.

— Você está vendo, é como está escrito no livro. – Henry falou sem ser nenhum pouco discreto. – Eu apenas balancei a cabeça e ri. – Eu preciso ir. Vou almoçar com minha mãe. Vejo você depois Emma?

— Claro que sim. Acredito que não vamos ter problemas em nos ver.

— Amanhã eu irei para uma viagem da escola, não é bem uma viagem, mas vamos visitar o lago da floresta e fazer pesquisas para aula de ciências. Mas eu espero você, nós ainda temos muitas coisas para conversar. – Ele fez um gesto com a mão para que eu baixasse a cabeça e ele falasse ao meu ouvido. – Nós precisamos de um plano para quebrar a maldição.

— Está certo Henry, vamos fazer nosso plano. – Ele sorriu. É claro que eu não ia discordar, pois isso acabaria com os sonhos do garoto. Mas eu daria um jeito de mostrar a ele que essa história não é real.

— Tchau Emma. – Ele levantou a mão para que eu tocasse nela como um gesto de concordância. – Tchau Mary. – Mary sorriu. – Tchau David, boa sorte! – Henry riu quando desejou boa sorte para David e o xerife ficou constrangido.

Saímos da escola e fomos almoçar no Granny’s, eles não paravam de se olhar e de concluir as frases um do outro. Eu já estava ficando constrangida com isso. Mais ainda bem que a Ruby estava no Granny’s e nos deu um pouco de atenção fazendo com que eu não ficasse no meio do casal. É bom estar junto de Mary e David, não sei explicar que sensação eles me traziam, mas eles me passavam um carinho e cuidado enormes. Entre os assuntos do almoço estávamos decidindo onde eu iria ficar enquanto estivesse em Storybroke, eu não queria incomodar a Mary, mas ela não parava de insistir para que eu ficasse em sua casa. Ela falava que era muito ruim ficar sozinha lá e que ela ficaria muito feliz em ter minha companhia, então depois de muito esforço ela conseguiu me convencer, mas eu impus a condição de ajudar em todas as despesas. David também sugeriu que eu poderia trabalhar com ele na delegacia, ele realmente precisava de alguém que o ajudasse, mas isso eu não iria decidir agora. Embora o August tenha dito inúmeras vezes que eu tenho o instinto de Sherlock Homes eu prefiro cuidar de flores ao trabalhar numa delegacia. Mary entrou no assunto sobre o livro do Henry e nós começamos a nos envolver na história do garoto.

— Então você veio aqui para quebra uma maldição e nós não lembramos quem somos? – O xerife falou intrigado.

— Exatamente. É isso que ele diz. Além de tudo ele fala que somos personagens do livro.

— Sério? – Ele riu.

— Ele acha que eu sou a Branca de Neve. – Mary falou rindo. – Acho que eu devo me parecer com ela. – Ela apoiou o dorso da mão no queixo exibindo seu rosto branco e delicado. Eu e David rimos da brincadeira.

— E eu? Quem será que ele pensa que eu sou? – Ele falou curioso, ainda se divertindo com tudo.

—Ele pensa que você... – Olhei para Mary que ficou absurdamente vermelha. – Que você é o Príncipe Encantado. – Mary ficou extremamente constrangida e eu queria rir da situação, mas David ficou constrangido também e ninguém conseguiu rir de tamanha vergonha.

— O Príncipe marido da Branca de Neve? – Ele falou querendo que eu confirmasse, então acenei que sim com a cabeça.

— Mas isso tudo é só um livro e a imaginação do Henry. – Ela falou levando o copo de suco a boca após terminar sua frase. Ficamos em silêncio por poucos segundos.

— E você? – Eles falaram juntos. E se assustaram com isso. Nós rimos novamente.

— Eu... Por incrível que pareça, eu seria a filha de vocês. Como Henry diz: A essência do amor verdadeiro. – Os olhos deles ficaram enormes. E logo David brincou.

— Acho que você tem meus olhos. – Ele disse quebrando o silêncio que tinha surgido novamente. – Nós rimos.

Eu fiz questão de deixar Mary e David sozinhos, inventei uma desculpa qualquer para sair e decidimos não voltar a biblioteca hoje, apenas esperar para ver se acontecia mais alguma coisa. Eu queria caminhar um pouco na praia, precisava pensar em todas as escolhas que eu tinha feito até agora e queria ficar um pouco sozinha, tinha me acostumado a ficar só, então já estava sentindo falta disso. Fui até a praia e sentei na areia, tudo que estava na minha cabeça era relacionado a uma pessoa: Regina. Os motivos de ficar aqui, meu futuro, meu presente, meus sentimentos, minha vida, tudo tinha Regina. Era como se antes dela aparecer eu só tivesse existido, a sensação é como uma das frases que ela me falou antes de nos beijarmos, ela estava se descrevendo e me descrevendo. Essa mulher me fazia sorrir simplesmente por pensar nela. Mas uma voz me fez encerrar meus pensamentos.

— Pensando , Miss Swan? – A voz do Mr. Gold me repugnava, ele era o único que me fazia ter uma sensação ruim naquele lugar. Me levantei rapidamente.

— Apenas passando o tempo. O que faz aqui? – Perguntei curiosa.

— Geralmente venho aqui no fim da tarde, Miss Swan. – Ele ficou calado me olhando. Como se me comparasse com algo ou alguém. – Onde você morava antes de vir para cá?

— Morei em muitos lugares, lares de adoção. Porque?

— Você deve ter conhecido muitas pessoas então.

— Quem você procura?

— Ninguém, Miss Swan. Já tenho tudo que quero, não procuro mais nada. – Nós nos encaramos e eu sabia que ele estava mentindo. – Quanto tempo pretende ficar?

— Não sei. Tempo suficiente para me aproximar do Henry.

— Apenas do Henry?

— Henry é o único motivo que eu tenho para estar aqui. Qual mais seria?

— Eu não sei. Me responda você, Miss Swan.

— Já está respondido.

— Apenas tenha certeza do que está fazendo. Nem tudo parece ser como é. O mal nem sempre é feio.

Mr. Gold terminou sua frase dando as costas e se retirando. E eu fiquei com os meus pensamentos novamente, tentei entender seu enigma, seu jogo, mas não conclui nada. Afinal, quem só sabia do que tinha acontecido era eu e Regina e com certeza ela não contou nada para ele. Foi um dia longo, tantos acontecimentos, já era quase noite quando decidi voltar para casa, passei em frente à prefeitura e já estava fechada, Regina deveria estar em casa com Henry. Não me contive, fui até aquela casa novamente. Quando cheguei à entrada da casa veio a minha memória tudo que senti hoje pela manhã e eu ri do meu nervosismo, toquei a campainha e não demorou muito para que a porta fosse aberta.

— Emma!! – Ele falou sorrindo.

— Oi garoto.

— Venha, entre!

— Onde está sua mãe? – Perguntei curiosa.

— Ela acabou de chegar da prefeitura e foi até o quarto. – Ele falou me puxando pela mão para subir as escadas. – Vamos subir, quero te mostrar meu quarto. Daqui a pouco minha mãe aparece. – Subi as escadas. Henry me fez sentar na cama dele e ficou andando no quarto tagarelando sobre como seria o nosso plano de quebrar a maldição.

— Emma? – Ela apareceu na porta do quarto apenas vestida com um hobby preto, cabelo molhado. Ela estava absurdamente sexy.

— Mãe, a Emma veio me ver. – Ele falou empolgado.

— Eu estou vendo. Ouvi uma voz e vim ver quem era. – Ela riu ao falar. E deu a entender que tinha escutado a minha voz, talvez por isso ela tivesse aparecido só de hobby, Regina não era nem um pouco inocente quando o assunto era me provocar. – Fica para o jantar, Miss Swan?

— Não sei... – Antes que eu terminasse a frase Henry falou.

— Por favor, fique! – Ele fez uma carinha que me rendeu.

—Tudo bem. – Falei sorrindo. Evitei os olhares para Regina, não queria imaginar nada.

— Então, vou tirar esse hobby... – Regina deu uma pausa seguida de um sorriso instigante ao terminar a frase. – Vestir uma roupa e já desço para servir o jantar. — O que ela fez me fez olhar para ela e paralisar. Mas rapidamente lembrei-me do Henry.

Jantamos e estava tudo perfeito. Regina estava linda como sempre, pelo que percebi ela gostava muito de preto. Estava de blusa preta e o seu decote chamava atenção, sempre chamou, desde a primeira vez em que a vi. Nós parecíamos uma família e o Henry não parava de tagarelar, falava da viagem que teria na escola amanhã e de todas as coisas que ele imaginava ter no lago da floresta, que naquela floresta poderia ter duendes, fadas e outras tantas coisas que ele citou durante o jantar. Conversamos um pouco e depois Regina pediu para que Henry fosse dormir, pois ele acordaria cedo no outro dia. Ele fez birra, é claro, queria ficar acordado conversando comigo.

— Mãe, por favor. Eu prometo que não demoro a acordar amanhã. Você viu que eu acordei cedo hoje, você nem precisou me chamar. – Ele falou de um jeito que com certeza se eu estivesse no lugar de Regina eu deixaria.

— Não Henry, eu sei o trabalho que você dá para acordar. Tenho que chamar, insistir e até ameaçar pra você sair da cama. – Eu ri com isso. Sou exatamente assim, quando durmo viro uma pedra e sou terrível de acordar, além do mais fico de mau humor quando me acordam.

— Tá bom, mãe. – Ele deu um beijo na bochecha dela. Outro na minha e subiu as escadas chateado. – Vejo você depois, Emma. — Antes que terminasse de subir todos os degraus. – Eu e Regina olhamos Henry terminar de subir as escadas.

— Bem, eu tenho que ir. – Falei quebrando o silêncio. Ela apenas riu, segurou minha mão e me levou para uma sala cheia de livros, uma espécie de biblioteca.

— Você quer ir embora sem se despedir de mim? – Ela falou trancando a porta. – Você faria isso? – Ela falou e logo seus lábios tocaram os meus. Nós nos beijamos novamente, o beijo de Regina me deixava louca, ela chupava meu lábio inferior e dava leves mordidas me provocando, suas mãos estavam por baixo na minha blusa acariciando meu corpo. Coloquei minhas mãos apoiadas no bolso de trás da calça de Regina e apertei seu corpo contra o meu. A minha língua invadiu a sua boca e ela chupou de um jeito que eu senti meu corpo tremer. Apoiei meus braços na cintura de Regina e ainda beijando, e a coloquei sentada numa mesa que estava próxima de nós, ela me fez tirar a jaqueta q eu estava e eu subi sua blusa até a altura dos seios. Minhas pernas estavam entre as pernas de Regina, minhas mãos apertavam seus seios e isso fazia ela soltar gemidos que me deixavam ainda com mais vontade de tê-la para mim.

— É melhor parar... – Falei sussurrando no ouvido dela.

—Eu sei... – Ela falou passando suas unhas nas minhas costas e me fazendo arrepiar. – Mas eu não quero.

— O Henry está em casa. – Dei um beijo nos seus lábios e olhei em seus olhos. Dava para enxergar o que ela queria e era também o que eu queria, mas estava tudo muito cedo.

— Você está certa. – Ela falou concordando e arrumando a blusa dela. Depois me deu um beijo carinhoso e sem provocações. Eu sabia como ela estava, porque eu também estava do mesmo jeito, mas nós deveríamos ser um pouco racionais, por enquanto.

— Preciso ir embora. – Falei segurando as mãos dela. Ela ficou em pé na minha frente, me olhava como se não quisesse que eu fosse, pegou minha jaqueta, colocou em mim. Deu-me um selinho.

— Eu já estou com saudades. – Meus olhos brilharam com aquelas palavras.

— Eu também. Boa noite.

— Boa noite, Emma.

Ela abriu a porta e eu saí de lá com uma mistura de felicidade e saudade, mas eu sabia que aquilo era só o começo da história que eu quero viver com Regina.

Notas finais
Eaiii??

Nem vou falar nada. Quero ler os comentários de vocês! :3

Comente! Comente e comente!! haha

Até o próximo. ♥