Notas iniciais
Chegay! Adorei escrever esse capítulo, acho que vocês também vão gostar. Muita gente estava reclamando porque Emma e Regina estavam um pouco afastadas, então, vou agradar vocês, mas só um pouco... hahaha. Espero que gostem. Boa leitura!

Minha jaqueta e minha blusa estavam jogadas em algum lugar do gabinete da prefeita. Nossas pernas estavam umas entre as outras e Regina apoiada na lateral do sofá me deixava com liberdade para pressionar meu corpo no dela. Sem desgrudar nossas bocas eu abri o sobretudo dela, enquanto suas mãos escorregavam da minha nuca até os meus seios que ainda estavam cobertos pelo sutiã. Fiz o sobretudo descer pelo seu corpo e cair no chão, deixando-a apenas com uma blusa preta de um tecido fino quase transparente, que mostrava o desenho do seu sutiã. Minha vontade era rasgar essa blusa tão fininha, mas tive o cuidado de tirá-la carinhosamente tocando cada curva do corpo da minha prefeita. Ela me olhou com provocação e passou a mão no feixe do próprio sutiã, me recordei rapidamente dos maus pensamentos que Regina já tinha me causado nesse lugar, dei um sorriso e mordi os lábios. Ela tinha suas mãos na minha bunda me trazendo para mais perto dela, encostei meu corpo no dela e deslizei minhas mãos até suas costas e abri o feixe daquilo que ainda cobria seus seios. Beijei e mordisquei o seu pescoço, desci até a alça que ainda estava em seu ombro e segurei entre meus dentes puxando-a para baixo. Desci minha boca até seu seio e comecei a beijá-lo, depois chupá-lo, enquanto minha outra mão massageava o outro. Os gemidos de Regina me deixavam mais excitada, ela gemia e suas mãos ficavam cravadas no meu cabelo. Subi minha boca passando a língua entre os seios de Regina até chegar à sua boca e a beijei, envolvi minhas mãos na sua cintura e levei-a até a mesa do gabinete. Empurrei para o chão os papéis que estavam em cima e apenas apoiei Regina na lateral da mesa, assim como ela estava no sofá.

— Eu quero você. – Regina sussurrou em meu ouvido em meio a um gemido quando toquei o seu sexo por cima da calça. Senti um arrepio tomar meu corpo e meu sexo se contrair me deixando mais molhada do que provavelmente eu já estava. Eu já não estava mais em mim, queria fazer o que ela também queria, ser dela. Não pensei duas vezes quando abri o zíper da calça que ela estava usando e desci a calça até a altura da coxa, enquanto isso Regina prendia suas mãos em meus cabelos e dava leves mordidas na minha orelha. Massageei entre as pernas de Regina, ainda por cima da calcinha e consegui sentir o calor e a umidade nos meus dedos. Ela rebolava ritmicamente na minha mão e soltava gemidos deliciosos entre os beijos que me dava. – E-emmaa... – Ela gemeu meu nome. – Não me tortura. – sussurrou enquanto segurava minha mão e direcionava para dentro da sua calcinha, que já estava enxarcada. Tirei a mão devagar, deslizando meu dedo pelo seu clitóris, segurei na lateral da sua calça e desci até seus pés, enquanto beijava suas pernas. Segurei-a pela cintura novamente e a coloquei sentada sobre a mesa.

— Me fala... – Falei enquanto beijava os seios dela, descendo pela sua barriga até chegar próximo ao seu sexo, o que me deixou quase de joelhos entre as suas pernas. – O que você quer que eu faça? –Ela mordeu os lábios e enroscou meu cabelo em suas mãos, levando minha boca até seu sexo.

— Eu quero... – Meu celular começou a tocar impedindo Regina de falar. Ela deu um suspiro frustrado tirando a mão do meu cabelo quando notou que eu tentava tirar meu celular do bolso. – Quero que você jogue esse inferno de celular pela janela. Pode ser? – Eu ri, mas quando vi de quem era a ligação minha expressão mudou e ficou preocupada e eu fiquei de pé rapidamente. – O que foi? – Ela falou com um tom assustado.

— É do hospital! É melhor eu atender. – Falei já atendendo, ela apenas fez que sim com a cabeça, desceu da mesa com uma expressão frustrada e subiu sua calça. Fiz um sinal para que ela ficasse do jeito que estava, mas ela ignorou.

— Alô?

— Srtª Swan? – Uma mulher falou, acredito que era alguém da recepção. Ouvi uns gritos vagos por trás da voz feminina.

— Sim.

— Por favor, venha depressa para o hospital. É urgente!

— Eu estou indo agora. – Coloquei o celular no bolso e enquanto catava minhas roupas espalhadas no chão e expliquei a Regina, que já estava vestida, o que tinha sido dito na ligação.

— Você quer que eu vá com você? – Regina falou percebendo que eu estava um pouco nervosa e pensando no pior, no pior que poderia ter acontecido com August.

— Se você não estiver muito ocupada eu quero sim. Quero você comigo. – Enquanto me vesti, ela pegou a bolsa e avisou para a secretária que cancelasse os compromissos do fim da tarde. Logo depois saímos de lá e fomos para hospital no meu carro.

*****

Até o caminho ficamos caladas. Quando paramos de frente ao hospital eu estacionei o carro e puxei a chave da ignição, Regina tocou minha mão e eu pude ler em seus olhos que ela estava ali comigo. Por mais que eu estivesse preocupada com o que poderia ter acontecido ao August, eu estava tão feliz que não conseguia mostrar tristeza no olhar. Eu tinha Regina do meu lado para o que pudesse ter acontecido e naquele momento ela estava sendo meu porto seguro.

Entramos no hospital apressadamente a enfermeira que estava no hall pediu que fossemos até o quarto em que August estava, todos estavam com uma mistura de tranquilidade em seus rostos. Chegamos ao quarto do August e para minha surpresa, ele estava de olhos abertos e sendo examinado por alguns médicos. Regina sorriu e eu também, não consegui falar absolutamente nada, só ouvia meu amigo resmungar sobre mim enquanto a equipe medica o examinava.

— Onde está Emma? Aquela desnaturada me deixou sozinho aqui! – Ele não parava de tagarelar e isso me deixava mais feliz do que eu já estava. – Há quanto tempo eu estou aqui? – Ele perguntou ao médico.

— Aproximadamente 10 dias. – O médico falou se afastando da maca e terminando de examiná-lo.

— 10 dias? Que absurdo! Meu Deus! Meu escritório deve está pelo avesso. – Ele falou tentando se levantar.

— O senhor não pode levantar-se assim, tenha calma. Ficará aqui em observação por mais alguns dias. – O médico falou o fazendo deitar novamente.

— August? – Consegui finalmente falar.

— Emma! Você esta aí. – Ele falou animado. Depois fez cara de mal e me acusou. – Você me deixou sozinho aqui! Eu ainda não estou acreditando.

— Eu não deixei você sozinho. Não tenho culpa de você acordar bem na hora do meu almoço. – Falei me aproximando dele e passando a mão nos seus cabelos.

— Almoço... – Ele olhou para Regina. – Entendo... – Fui abandonado por causa da sua fome... – ele novamente olhou para Regina que ficou vermelha. O médico estava de cabeça baixa escrevendo algo.

— Oi August, fico muito feliz que você está bem agora. – Regina falou tentando não parecer constrangida com as piadas dele.

— Eu também estou tão feliz por estar acordado! – Ele fazia uns gestos com as mãos como se fosse aplaudir a situação.

— E você sua Nazaré Tedesco... – Ele falou se direcionando para mim. Ouvi os risos de Regina e do médico. – Ficou aqui me velando? Eu acho que sonhei com você falando de uma pessoa o tempo todo.

— Eu fiquei o tempo todo com você, para de reclamar. – Espalmei minha mão na testa dele. – Eu só saí daqui para comer algo e saí algumas vezes para procurar um apartamento para ficarmos.

— Comer... Entendo. – Ele semicerrou os olhos e ergueu uma das sobrancelhas. – Como assim apartamento? Você não está achando que vai me prender nesse lugar não é?

—Bem, estou indo providenciar novos exames e dependendo do resultado você terá alta em dois dias. — O médico falou nos atrapalhando e August fez uma dancinha deitado como se estivesse louco para sair dali. – Mas terá que fazer algumas sessões de fisioterapia aqui no hospital. Depois de um coma você não poderá sair correndo. – O médico brincou e August bufou. – Meu plantão terminar em 5minutos, mas se acontecer qualquer coisa diferente me avise. – Ele flou se direcionando para mim e eu acenei com a cabeça. O médico se retirou da sala deixando August livre para fazer suas brincadeiras.

— Vocês não tem noção!! – Ele falou com espanto. – Venha aqui, Regina. – Ele falou para Regina se aproximar de nós e logo ela se se encostou à maca. – Eu sonhei que eu era a bela adormecida e que um príncipe gato vinha aqui e me dava um beijo e eu acordava. – Ele terminou de falar em meio a uma gargalhada. Nós também não prendemos o riso.

— Ok, bela adormecida... – Falei balançando a cabeça como se aquilo fosse uma bobagem.

Ficamos os três conversando, outros médicos vieram e August continuava com suas brincadeiras. Já estava escuro quando Regina falou que ia embora, pois Henry estava sozinho em casa e ela precisava ver como as coisas estavam por lá. Aproveitei que August estava sendo novamente avaliado, agora por uma fisioterapeuta que ele fez questão de reclamar por não ser homem, e fui conversar com Regina antes que ela fosse embora. Entramos numa sala vazia onde tinha uns materiais de limpeza, a chave estava do lado de dentro, então assim que entramos eu tranquei a porta. Puxei-a pela cintura e encostei meus lábios no dela.

— Você não está perdoada, Srtª Swan. – Ela falou com desdém e tentou se soltar dos meus braços.

— Eu sei que não, mas reavalie os motivos, meu amor. Não foi uma coisa qualquer. – Tentei explicar esperando que ela me compreendesse.

— Eu sei, eu sei. Mas mesmo assim, por mais compreensível que seja você vai me pagar pela tortura. – Ela ergueu uma das sobrancelhas.

— Eu pago. Se você quiser, pago aqui... agora. – desci minha mão até sua bunda e apertei.

— O que? – Ela falou olhando ao redor do lugar. – Só se eu estivesse louca. – Riu alto. – Me deixe ir, o Henry está sozinho. – Novamente ela tentou sair do meu abraço. Não falei nada, apenas a encostei na porta trancada e a beijei, encaixando minha perna entre as suas e colando o meu corpo no seu. Ela cravou suas unhas nas minhas costas por baixo da jaqueta, me puxava cada vez para mais perto dela e chupava minha língua, enquanto rebolava na minha coxa. – Ok, vamos parar. Eu preciso ir. – Ela falava e eu fingia não ouvir, apenas dava leves mordidas na sua orelha e minha mão deslizava para abrir o zíper da sua calça. – Não Emma... – Ela me afastava. – Eu realmente preciso ir. – Então eu parei e a soltei.

— Ok. Isso parece até uma vingança. – Falei olhando pra ela.

— Não é vingança, mas imagine se alguém tenta abrir a porta? ou começar a te procurar? O que íamos dizer? – Ela falou se recompondo.

— É você está certa. – Segurei sua mão e beijei.

— Saia depois de mim. – Ela falou abrindo a porta. — Te ligo mais tarde. – Apenas acenei com a cabeça.

Fiquei ali um mais de 10 minutos pensando em tudo que havia acontecido, eu precisava dar um jeito de ficar só com ela e sem celular. Depois voltei para o quarto e as risadas com August foram infinitas. A minha bela adormecida tinha despertado e eu estava muito feliz.

Notas finais
Eai, vão me matar porque elas foram atrapalhadas? hahahaha Relaxem o coração, isso precisa ser um momento especial e não em qualquer lugar. O que vocês acharam da nossa bela adormecida? kkkkkkkk Eu adoro ele! Comente! Comente! Comente!! Até o próximo!