Em Busca Do Amor Da Lua

26 Como Reconquistar uma deusa! - Aprenda Com O Ariano.


Notas iniciais
Pessoal! Hoje é dia de comemorar! Chegamos a 100 comentários. Obrigada a todos que comentaram. Isso é combustível para mais capítulos. Quero agradecer em especial aqueles que comentaram nos últimos capítulos: Ana Christie, Luna Del Rey, Marin e Bi 167 Gamer. Bom, esse capítulo ainda não terá lutas, mas está hot, hot, hot!!! Boa leitura, meus amores!!! :-*

Ao chegarem ao prédio do apartamento de Isa, os três cumprimentaram o porteiro e subiram as escadas até o último andar. Ao entrar no local, Isa se dirigiu até o quarto, enquanto os dourados observavam o ambiente.

Pouco depois ela voltou para a sala com uma pequena maleta.

__ Primeira mala: pronta! – Isa sorriu com o trabalho iniciado. – Vocês vão me ajudar ou ficar apenas olhando, homens???

Os dourados se entreolharam e sorriram da fala da Lunar. Caminharam seguindo a Lunar até o quarto que era enorme, uma verdadeira suíte de hotel luxuoso. Observaram que havia um berço moderno montado ao lado da cama, enquanto Isa retirava várias caixas decoradas que guardavam o enxoval do bebê.

__ Apenas por curiosidade: você alugou esse apartamento? – Miro falava encantado com o ambiente bem decorado.

__ Não. Esse apartamento é meu. Um dos imóveis que herdei de meu pai. – Isa gritou de dentro do closet.

__ Seu??? – Os dourados estavam surpresos.

__ Um dos imóveis que ele deixou como herança para mim. Eu cheguei cogitar morar aqui, mas estaria distante do santuário. Meu pai era grego, mas tinha negócios em vários lugares. Foi numa dessas viagens que ele conheceu minha mãe. Ela era descendente de índios brasileiros, mas tinha poucas características do seu povo. Eu sou parecido com meu pai. Por isso sou branca com cabelos loiros. Quando minha mãe descobriu meus poderes, me levou para viver na tribo das montanhas na fronteira do País, bem entre a Amazônia e a Gran Sabana. Eu passava algum tempo com meu pai aqui na Grécia. Foi numa dessas visitas que conheci a Shina. Ela já era bem forte, mas ainda era aspirante a amazona. Acho que falei demais. – Isa despertou das suas lembranças. – Aqui está mais uma caixa para levar para a sala Miro.

Os dourados estavam surpresos por verem Isa contar tanto da sua vida, principalmente Mú, que não conseguia saber da vida da lunar antes do santuário.

__ Uau, quanta informação. Você nunca tinha me contado. – Mú fitou a lunar.

__ Tem muuuitas coisas que você não sabe. – Isa deu de ombro.

__ Você poderia me contar. Sou todo ouvidos. – Mú se aproximou pelas costas de Isa, sussurrando no seu ouvido.

__ Ai Mú. Quer me matar de susto? – Isa falava abalada.

__ Susto é? Sei que susto, Isa. – Mú gargalhou.

Naquele momento Miro apareceu no quarto encontrando o clima malicioso entre os dois.

__ Acho que vou carregar essas caixas para o carro. __ E saiu de mansinho.

“O Miro me paga por isso.” – Isa pensou consigo.

No segundo posterior, Mú saiu do quarto, demorando-se bastante. Isa respirou aliviada. Resistir àquela tentação em forma de homem era demais, principalmente para ela que estava carente e emotiva.

Quando Mú retornou, Isa ouviu o barulho de carro saindo. O pensamento mais absurdo passou pela sua cabeça. Não era possível que o escorpião havia a deixado assim. Correu até a sacada de seu quarto a tempo de ver o carro do santuário partindo no final da rua. Enraivecida, Isa fitou o ariano que se fez de desentendido.

__ Linda sacada. Esse quarto é própria para uma deusa. – Falava e caminhava em direção da lunar.

__ O que você fez seu, seu... seu... – Mú parou bem próximo da lunar.

__ Seu amor de muitas eras... minha deusa... __ O dourado desceu os lábios pelo pescoço da lunar que se arrepiou instantaneamente. – Eu vou te ajudar. O carro estava cheio com as coisas. Falei para o Miro que cuidaria de você e voltaríamos ao santuário de um jeito bem lemuriano. – Isa ouvia tudo paralisada.

__ Então vamos terminar tudo logo. _ A lunar saiu rapidamente de perto do dourado.

Dentro do closet, Isa respirava ofegante. Tentou alcançar uma caixa, mas não conseguiu. Quando ia pegar uma cadeira, sentiu alguém às suas costas. Viu uma mão pegando a caixa e a levando. Era Mú que havia percebido rapidamente as necessidades da lunar.

__ Mais alguma? _ Ele voltara com sua expressão calma.

__ Aquela ali. – Isa apontou a caixa azul.

Mú levou os braços acima levantando a suavemente sua camisa, revelando o abdômen bem definido e os pelos que se projetavam num caminho para seu membro avolumado. Isa ofegou novamente. Parecia uma adolescente com os hormônios em fúria. Precisava sair dali rapidamente. Passou pelo dourado tentando desviar a atenção do corpo dele.

Quando entrou no quarto, sentiu o dourado próximo as suas costas novamente.

__ Ou você está mais rápido ou estou ficando muito lenta. – Isa falava ofegando.

__ Ou eu devo lembra-lo como sou, pois parece que está esquecendo-se de minhas habilidades. – Mú falou roucamente.

O dourado deixou a caixa na sala e voltou rapidamente, consciente do estado de excitação da lunar. Já havia desestabilizado a sua amada, agora iria apenas mostrar aquilo que ela não aceitava.

Mú pegou a lunar no colo sem dificuldade nenhuma, encostou-a na parede perto deles, e fitou seus olhos castanhos e prateados. Ela estremeceu ao olhar.

__ Eu não te dei autorização para isso cavaleiro. – Isa protestou com dificuldade.

__ Isso mesmo! Me chame de cavaleiro de novo, deusa Selene, e não me responsabilizarei por meus atos. – E passou a deslizar os lábios pelas curvas do colo exposto da lunar.

Os gemidos que Isa tentava abafar só faziam o dourado intensificar mais os seus carinhos.

__ Mú, eu não permiti que me tocasse. Para...com... issooo – Isa gemeu novamente.

__ Seu corpo está me dizendo o contrário. – Mú desceu as mãos pelo corpo da lunar acariciando cada parte. – Acho que precisamos nos sentir melhor. – E começou a tirar o vestido da lunar.

__ Mú para... não... para... – Isa ofegava sem parar.

__ Você é minha, sempre foi e sempre será. E estou aqui apenas para lhe dar prazer. Agora, quieta. Só quero ouvir os seus gemidos. – Mú tomou os lábios da lunar num beijo desesperado pelo prazer.

A resistência que a lunar tentava manter a todo custo se foi com o beijo e segundos depois, Mú a colocava sentada em cima da escrivaninha do quarto, enquanto beijava seu corpo por completo. Completamente nua, Isa foi levada para a cama onde o dourado observava o corpo daquela que era seu amor, e que carregava seu filho tão desejado.

Sem mais demorar, retirou sua roupa e passou a acariciar a intimidade da lunar. Estava ansioso por saboreá-la novamente. Logo estava beijando o sexo da lunar que estava vermelho de excitação. O dourado não aguentava mais esperar pela sua satisfação, e após levar Isa ao primeiro clímax, foi sua vez de se deliciar com o calor e delicadeza do sexo inchado da amada.

Querendo apreciar aquele contato, Mú a penetrou devagar fazendo a gemer em cada centímetro preenchido. Na segunda vez, já não foi tão devagar. E quando menos percebeu a penetrava cada vez mais rápido, apenas cuidando para não machuca-la, visto seu estado especial.

A cada estocada sentia que não aguentaria esperar. Seu corpo pedia pelo prazer que o corpo da lunar estava lhe dando. Isa gemeu deixando seu corpo relaxando, enquanto Mú gemia alto ao sentir o êxtase o arrebatando. Para não machucar as pessoas que mais amava, Mú deitou ao lado da lunar, enquanto tentava ritmar a respiração novamente. Sentindo o corpo relaxado da lunar, Mú a trouxe para cima do seu peito e a abraçou enquanto recuperavam suas forças.

Após se recomporem, Isa e Mú recolheram todas as coisas em silêncio. Este só foi quebrado por Mú que decidiu chamar um taxi para leva-los até a vila das amazonas. Dentro do taxi, Isa finalmente quebrou o silêncio entre eles.

__ Mú, nada mudou entre nós. Essa tarde não muda nada. Eu permanecerei no templo de Athena e continuaremos separados. Você não confiou em mim quando era para ter feito, e não é fazendo amor que vamos nos resolver. – Isa olhava pela janela.

__ Eu sei disso. E confio que você tomará a decisão mais acertada no tempo exato. Mas pelo menos terei algumas lembranças mais de você para me confortarem essa noite. Aquela cama é grande e fria sem você. _ Mú segurava a mão da lunar fazendo uma leve massagem. – Só não me peça para desistir do nosso amor. Eu nunca consegui antes. Agora não será diferente.

__ Só tente se manter livre das garras de Artémis, o resto resolveremos depois da quebra dessa maldição. – A fala fria da lunar fez Mú despertar das memórias da tarde.

__ Posso te pedir uma última coisa?

__ Depende!

__ Quero acompanhar este final da sua gravidez. Me deixe ver sua barriga crescendo e o bebê se mexendo. É tudo que te peço por hora. – Mú fitava a lunar que ainda olhava a janela.

__ Acho justo. Afinal, não fiz essa joia sozinha. Mas a partir de agora, se limite ao bebê, não a mãe do bebê. Será que pode se controlar, cavaleiro?

__ Sim, minha deusa! Por você farei isso, mas não me peça para deixar de te amar. Esse sentimento sempre vai ser presente em mim, principalmente quando estiver por perto.

__ Contanto que só toque minha barriga. – Isa estava distante, pensativa.

O Taxi parou e Mú acertou com o motorista, retirando as caixas que faltavam levar para o templo. Esperou o carro se distanciar e os teleportou para Áries. Miro se surpreendeu ao ver o casal chegando juntos, mas ainda separados.

Isa fitou o escorpião com claras intenções. Miro sentiu um nó na garganta pela expressão da lunar. Mú sorriu para cena, mas agradeceu silenciosamente pelo apoio do dourado.

__ Você me paga, escorpião. Dá próxima vez eu peço ao Afrodite para me acompanhar.

__ É mesmo? – Miro se colocou na mira da lunar. – Se levar o Afrodite, voltará casada. Ainda mais estando ele a torcer pela reconciliação de vocês. – Miro gargalhou.

__ Está ai uma ajuda que ainda não tinha pensando, Miro. Dá próxima chamamos ele, e quem sabe a minha querida deusa Selene não se torna de vez a minha mulher. – Mú falava embalado no gracejo de Miro.

__ Ora, vocês dois. – Isa passou por Áries como uma locomotiva lançando fumaça. “- Vai ser mais difícil do que imaginei.” – Isa bufou com seu pensamento.

Os dourados a seguiam de longe cochichando a respeito do plano bolado por eles. O resultado tinha alcançado os cem por cento.

Notas finais
E aí, pessoal? Quero comentários! Ficou bom? Não ficou? Ficou hot? Não? Me digam! Os comentários deixam os autores empolgados para postarem mais capítulos logo e orienta no que falta para colocar nos próximos. Até! SA :-)