Notas iniciais
É so o começe, ainda tem mais.
Espero que gostem.

Em busca da morte

Olaf acorda com o vento frio batendo em seu rosto. Sai da caverna onde dormia olhando para a interminável neve de Freljord. Apanha seus machados e começa a andar em busca de alguma criatura que lhe de uma morte digna ou pelo menos uma simples diversão.

Já faz três dias desde que o guerreiro ancião lhe mostrou um presságio de uma morte calma e esquecível. Lembrando-se disto começa a se enfurecer, não era mais Olaf o guerreiro e sim Olaf o berserker.

Correndo em fúria pela tempestade, o berserker vai a busca de seu oponente, um golem de gelo que vivia na grande montanha de Lokfar, sua fome, cansaço ou sono não lhe faziam mal, não em sua interminável fúria.

Enquanto corre vê a silhueta da grande montanha se formando distante e junto com ela também vê dois trolls vindo em sua direção.

-Olha Torli, algo para comermos. Diz o grande troll da direita.

-Finalmente carne. Diz rindo o troll menor que estava há esquerda.

Olaf sem ligar para o que diziam arremessa seu machado esquerdo no menor, acertando sua cabeça.

-Você vai morrer maldito. Diz Malmorus erguendo sua grande clava.

Olaf pula para esquerda se desviando do ataque enquanto arranca seu machado da cabeça de Torli e gira cortando a barriga do troll horizontalmente. O mesmo geme e cai de cara no chão.

Sem dizer nada o berserker continua sua corrida a grande montanha.

Se aproximando cada vez mais de seu objetivo, mais irado ele fica. A montanha já estava a sua frente.

Sobe sua encosta entrando na caverna, mas o que lhe esperava não era nada animador.

A caverna se encontrava vazia, apenas com neve em seu interior. Alguém ou algo já passara por ali e este teria derrotado o golem.

Olaf já estava cansado disto, talvez não devesse morrer pela mão de uma criatura, talvez devesse morrer pela mão de algum semelhante, algum guerreiro forte o suficiente para lhe derrotar.

Sem pensar duas vezes sai da caverna e se vira na direção da região da Garra do inverno, o lugar com os mais terríveis guerreiros de Freljord, lá ele deveria desafiar não um, mas todos os guerreiros da tribo e assim deveria ter sua tão esperada batalha, a batalha que lhe daria um falecimento que seria lembrado.

A tempestade estava aumentando, mas o desejo por sangue e a imagem de uma batalha tão gloriosa não lhe deixavam parar.

Já se passara três horas desde que Olaf acordou, a fome começara a lhe chamar e estando tão próximo de um vilarejo era quase que irresistível.

Olaf adentra o vilarejo, entrando em uma casa onde havia um homem comendo com sua família.

O homem se levanta perguntando quem é recebendo em troca um machado que lhe rança a cabeça. A filha do homem começa a chorar histericamente junto com a mulher que lhe abraça.

-Por favor, não machuque minha filha. Implora a mulher em prantos.

-Não se preocupe você vai se encontrar com ele agora mesmo. Diz encravando o machado na cabeça da mulher e da filha.

Ele senta-se à mesa comendo a pouca comida que antes serviria de alimento para o homem. Logo após acabar se serve também do da filha e da mulher.

Termina se levanta e sai da casa enquanto o vizinho da família olha horrorizado para os machados ensanguentados.

-O que você fez? Pergunta o senhor.

— Apenas lhes fiz um favor. É melhor morrer por minhas mãos do que pelas frias mãos da fome.

Enquanto Olaf sai do vilarejo, o senhor entra na casa dando um grito em seguida.

Mas uma vez o berserker se vê na tempestade, mas desta vez nada ira lhe impedir.

Notas finais
Valeu por ler, comentem .