Em Busca Da Felicidade - Brutinha
1 Capítulo 1
Igarassu — Pernambuco...
1994
- Bom como vocês podem ver, esse é o que chamamos de Sitio Historico de Igarassu. — Explicava a guia turista para os turista...
- Vamos ver mais adiante a Igreja Santos Cosme e Damião, ela é considerada uma das mais velhas do Brasil, é foi fundadda após a guerra entre os colonizadores de Portugual e o os Ídis de Caetés.
Assim foi o dia, ela falava cada topico importante daquela cidade, seria um dia em tanto para os turistas ali presente... No fim do dia, o ônibus levaria os turistas de volta o hostel que eles estavam!
- Ai cada coisa linda que encantar né mãe? — Perguntou a menina moça, era tão inegua que chegava a da pena.
- Eh sim filha.
- Quem me dera morar aqui. E uma beleza. — A menina era linda, cabelos ruivos, compridos era eles. Uma doçura que encatava. Após a mãe dela entra no banheiro, alguém bate a porta.
- Boa noite, posso ajudar?
- Serviço de quarto.
- Ah sim pode entra. — Nunca deixava de ser encantadora, era uma jovem muito da educada. Ao extremo é claro.
- Bom... tudo em orden qualquer coisa é so chamar, meu nome é Adolfo. E estou aqui para seu dispor.
- Vilma. — Sorriu gentilmente. Vilma Malagrida.
Adolfo morava na cidade, é trabalhava lá ha anos, era casado. Tinha em certa em media 29 anos, chegava a ser mais velho que Vilma 10 anos ou mais, ela só tinha 17 anos. Ele era casada, mas nem por isso ele deixou de ser mulherengo, se encatava com cada moça que alí chegava. Era o tipo de homem que não prestava. Os turistas iriam passa quize dias, existem muitos lugares que devem ser visitado. Vilma era uma menina muito ingênua, era o tipo que acreditava até em principe encatado... Uma semana havia passado, Adolfo por ser o cafajeste que sempre foi, ja vinha dando em cima de Vilma, a alguns dias, iludida foi ela, se perdeu completamente. Mal esperava o que vinha. Ele não prestava, e quando a moça pensou que não ja havia se entegado. Ninguém ao inves dela sabia, as ferias tinha acabado. Vilma por sua vez encontrouxe apaixonada, seria uma tanto. Mais sim, estava encatada. A douçura estava nos lhos dela. A menina, que já era mulher. Foi em um ultimo encontro com seu amado. E mais uma vez iludida.
- Posso falar com minha mãe.
- Não meu amor, eu não quero dinheiro da sua familia. Eu só quero te amar. Quando você volta? — Perguntou uma tanto não interessado, mas ele era bom ator.
- Não, eu não volto.. Vamos para o Rio comigo, lá a vida vai ser melhor pra você.... Meu pai é rico, ele tem condições...
- Eu não quero nada do seu pai.. Quando puder voltar venha. Eu vou esta sempre te esperando.
No ultimo beijo. Seria um tanto ser disonesta. Seria para o ultimo beijo para Adolfo. Mas pra Vilma não. Ela já partia, sonhando com reencontro deles. Já partiria pensando quando pudera volta. As contas pagas, despedida do hostel. Subiu no ônibus como se nada havera acontecido em todas aquelas ferias. Sua mãe nem se que notou, que durante quinze dias, sua filha se perdeu com uma auxiliar de serviço gerais. Seria um tanto que escadalozo. Mas assim se foram para o Aeroporto, com o grupo de turistas. De volta ao Rio.
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