Notas iniciais
So uma coisa os irmãos winchester vam aparecer no proximo capitulo

Seus olhos brancos me assombraram a noite toda, será mesmo que eu tinha feito a escolha certa? Vender minha própria alma em troca de poder, mas isso não importava mais porque o que está feito está feito.

Dois dias antes

Já passava das três e meia da madrugada e Jon estava em uma festa com seus amigos, ele estava um pouco alterado por conta de alguns copos de caipirinha que havia bebido, ele foi a procura dos seus amigos para se despedir e em meio a várias perguntas do porquê dele ir embora, ele falava *- É porque eu irei fazer um pacto com Elizabeth A Rainha dos Condenados -* então após um tempo segue caminho para sua casa saindo da festa.

As palavra que Jon havia dito não soou só aos ouvidos de seus amigos, não muito longe dali as palavra ecoaram sobre o covil da própria Elizabeth que logo ao ouvir aquelas palavra abriu um sorriso nada psicopata, ela não poderia deixar de lado essa oportunidade de uma alma fresca em sua coleção.

Após um tempo Jon estava próximo ao cemitério, ele virou-se para trás pois teve a sensação de estar sendo seguido mas não havia ninguém, quando ele virou-se para frente novamente deu de cara com uma mulher, ela era bela, tinha cabelos ruivo, olhos brancos por completo, usava uma calça jeans preta junto a uma bota de couro de salto alto, uma blusa cavada vermelha escura junto a uma jaqueta preta de couro e uma adaga que fica escondida em sua bota.

— Olá Jon, eu ouvi você me chamar em meio a uma conversa com seus amiguinhos –

Jon não esperava que ela fosse real ele apenas achava que ela era mais uma histórias do livro de magia de sua família

— A então você é Elizabeth, achei que você era só mais uma das histórias do livro de magia dos Morgans -

— Então você é um Morgan, mas como posso te ajudar já que você me chamaste -

— Na verdade eu só falei aquilo porque eu não estava a fim de explicar o porquê deu ir embora, mas já que você existe realmente e já conhece minha família, deve saber que quando fiz doze anos minha mãe e minha avó junto a mais algumas bruxas fizeram alguma coisa que bloqueou minha magia -

— Sua família e conhecida pelos feitiços e pela sua magia poderosa, esse feito não será quebrado tão simples assim –

— Mas você é uma espécie de anjo demônio isso deve ser simples pra você-

— E você é bem apressado, nesta caixa a uma magia, um demônio antigo, quem o possui dentro de si pode absorver certos tipos de feitiços e magia, hoje quando o relógio bater as três e cinquenta e nove você deve abri-la a luz da lua -

Ela então o entregou a caixa e desapareceu, ele seguiu para o cemitério e quando estava próximo a hora de abrir a caixa ele olhou para o céu e o viu todo nublado *- Ótimo e agora? Como vou fazer isso com esse céu nublado -* Ele falou aquelas palavras em um tom alto, quando ele menos esperava ouviu uma risada, ele sabia que era Elizabeth e quando o relógio bateu as três e cinquenta e nove o tempo abriu e a luz da lua iluminou a caixa, ele a abriu rapidamente e então a lua ficou vermelha, então dirigiu seu olhar para lua, na hora ele sentiu fortes dores de cabeça, dois dias depois ele acordou em um quarto de hospital.

Dias atuais

Jon havia acabado de acordar em um hospital, por qual motivo só “deus” sabe, sua mãe estava muito brava pois seus amigos haviam o encontrado na porta do cemitério desmaiado.

— Até que enfim você acordou, Jon eu falei para você beber pouco, então você me aparece no chão desmaiado de tão bêbado, não irei te punir já que eu já fiz coisa pior na sua idade –

— Além disso você tirou minha magia, nem tem como você me punir mais severamente do que isso –

— Enfim eu e sua vó vamos viajar para a Transilvânia, e como punição por ter falado isso você irá ficar sozinho em casa por duas semana –

Ela então deu as costa para Jon sem mesmo escutar o que ele tinha para falar e saiu do quarto seguindo para fora do hospital. Após um tempo o médico havia ido até Jon para fazer mais alguns exames para libera-lo, mas para infelicidade do médico quem estava lá não era Jon, pelo menos, não a sua alma. O demônio que Elizabeth havia dado a ele tinha o possuído, pobre o médico que nem teve chance de fugir e teve logo seu coração arrancado de seu peito, então Ezreal o demônio que havia o possuído saiu de lá indo até a casa de Jon, ao entrar em casa Jon tomou controle de seu corpo novamente mas ele não lembrava de nada que havia feito e nem como saiu do hospital.

Jon estava um pouco confuso mas ele não ligou muito para isso já que sua vida inteira ele esteve confuso, então ele tirou seu celular do bolso que por sinal ainda tinha bateria ele respondeu algumas mensagens que havia em seu WhatsApp então seu celular morreu *- Merda de bateria -* ele falou bravo arremessando o mesmo na parede fazendo que seu celular estilhaçasse em pedaços, depois de um tempo limpando a sujeira do celular quebrado, subiu a seu quarto pegou seu cartão de credito e foi para um shopping que havia perto de sua casa para comprar seu novo e provavelmente Iphone 7.

— Olha como posso ajudá-lo? –

— Eu vim para comprar um celular, tem Iphone 7 de pronta entrega? –

— Tem sim, mas nosso último é esse branco –

— Pode ser esse mesmo, vou pagar avista –

Após pagar usando o cartão e depois de um tempo arrumando seus app’s ele voltou para casa, chegando lá ele tomou um banho demorado se arrumou então ligou para seus amigos e combinou de encontrá-los na frente de uma boate.

Notas finais
Obrigado por ler Nao esqueça de comenta
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.