Notas iniciais
Yo minna!*-----* Capítulo 1 saindo. Haha bem, aqui está a base de tudo, nem quase tudo, por que ainda há muita história pela frente saisjaisjaisjisjiajijsa Eu espero que gostem.
Deixem reviews? Onegai *-*

Em uma noite chuvosa, um aprendiz de cavaleiro exausto com o treinamento abusivo relaxava os ombros largos na chuva mesmo, seus cabelos cor de vinho estavam totalmente encharcados assim como sua roupa, seus olhos castanhos pareciam aflitos, preocupados, algo não estava ocorrendo muito bem para o rapaz. O céu parecia dividir-se ao meio com os raios lançandos de forma assustadora, clareando todo o céu sombrio em volta de Kouga, sim o jovem cavaleiro chama-se Kouga, Kouga de pégaso um dos sucessores de Seiya, agora um dos cavaleiros lendários de ouro. Aos treze anos, foi mandado para palaestra, uma escola de cavaleiros fundada por Saori Kido, a ilustre deusa Atena. O rapaz treinava noite e dia, para progredir em suas batalhas já que a concorrência não era fajuta, e sim acirrada

Em sua volta os raios tornavam-se cada vez mais agressivos, fazendo o rapaz desistir do treino praticamente concluído, sem contar na forte brisa que soprara violentamente, sendo capaz até de carregar alguém para longe. Já era tarde para se estar fora da cama, Kouga apenas precisava arrumar uma forma de retirar-se da floresta, já que havia passado muito tempo distraído com o treinamento não dando-se conta de que parte da floresta encontrava-se. O queixo do rapaz batia em frio, ele tentava esquentar-se com suas próprias mãos tentando produzir calor, enquanto praguejava de todas as formas possíveis por ter perdido-se no devido momento. Em meio a uma distração de Kouga ele acabou por topar com uma garota totalmente esgotada pelo cansaço, praticamente jogada ao chão, próxima á um pinheiro qualquer. O jovem rapaz ajoelhou-se ao lado da garota caída ao chão. A mesma possuía cabelos pretos longos que escorriam pelo rosto, pelo simples fato de quase não conseguir sustentar seu próprio corpo, embora fosse magra. Vestia roupas góticas, — camiseta longa e folgada com vários símbolos de bandas de rocks famosas, calça jeans com a maior parte do jeans rasgado, e um all star bastante sujo de fazer qualquer mãe neurótica ter um ataque de nervos.

- Você está bem? — Kouga parecia realmente preocupado com o estado da garota. Deveria estar vagando pela floresta sem comida e sem água por um bom tempo.

- Não preciso de sua ajuda... — Ela conseguiu murmurar, tentando levantar-se a qualquer modo o que lhe custou uma dor próxima as costelas, acompanhada de um gosto de sangue vindo de seus lábios desidratados.

- Vem... Pega minha mão... — O garoto disse pausadamente por conta do frio, apoiando a desconhecida em seu ombro, para sua sorte a garota era uma baixinha bastante leve. Os olhos azuis cerúleos eram tão profundos, que chegavam a ser hipnotizantes.

- Eu disse que... — O corpo da morena misteriosa simplesmente desabou em cima de Kouga. O mesmo tentou mantê-la acordada, mas mesmo assim ela havia desmaiado em seus braços, uma boa parte do abdome da garota aparentava estar ensangüentado. Para sua sorte, embora fosse rebelde e as vezes incompreensível Kouga era um ser humano de bom coração, tomou-a em seus braços carregando-a em meio á tempestade que ameaçava piorar.

- KOUGA! – Um homem surgira chamando o garoto por seu nome de forma um tanto desesperada. A chuva parecia não ter dó, aumentava cada vez mais, depositando-lhes grossos pingos de chuva. Mesmo com a visão embaçada por ter alguns fios de cabelos aos olhos atrapalhando-lhe a visão, Kouga conseguiu visualizar o tal homem, pela qual chamara seu nome. Era Geki, um dos professores de palaestra, um de seus grandes companheiros também. Sempre ajudava-lhe nas horas mais difíceis, podíamos dizer até que os dois eram grandes amigos. Mais uma vez para sua sorte, foi conduzido por Geki até a saída da floresta escura, rumo adentro de palaestra em busca de ajuda.

Ω Ω Ω

- Qual é... Já está acordada? — Kouga andou até a baixinha, que estava sentada na cama do próprio em posição de índio, observando-o com os olhos azuis atentos. Ela simplesmente murmurou um: "hm", rolando os olhos já entediados. Após alguns segundos em uma troca de olhares nada convincente, a tal garota levantou-se sem muito entusiasmo, ficando quase a altura de Kouga.

- Meu nome é Kim. — Disse a garota, estendendo a mão para Kouga. — Não se preocupe já estou de saída. — Kim esclareceu ao jovem cavaleiro, pondo as mãos no bolso de sua calça surrada como de costume, após soltar a mão do jovem cavaleiro.

- Vejo que a luz traça seu caminho... Pégaso. — Kouga á olhou desconfiado, mas os olhos penetrantes da morena os encaravam. Era bem provável que ela fosse uma médium, mas era "desajeitada" demais para uma. Em apenas um toque era possível alguém sentir seu cosmo? O garoto continuou a analisá-la discretamente até notar a gema da jovem pendura em seu pescoço como uma espécie de colar, também parecido ao seu, mas o cristal em que ela armazenava sua armadura era profundamente escuro.

– Você é uma... uma.. Amazona? — ele gritou, surpreendido, quando finalmente a informação encontrou um caminho para seu cérebro. A garota apenas riu, exibindo um sorriso no canto dos lábios.

- Isso não te importa... – Kim fez um gesto de descanso com as mãos, como não se importasse com a opinião do rapaz á sua frente. – E você... Quem é? – Simplesmente arqueou as sobrancelhas de modo desafiador, o garoto cruzou os braços cada vez mais irritado.

- Kouga... – Disse-a de uma vez, enfrentando-a de queixo erguido. Os olhos azuis da amazona brilharam em maldade, Kouga percebia todas as vibrações malignas que ela ocupara no espaço em que os dois dividiam no exato momento. – Se é uma amazona... Por que não usa uma máscara? – Sua voz ecoou, preenchendo o quarto.

- Por que não respeito essas regras ridículas de vocês. – Retrucou de imediato, pronta para já sair do quarto. A resposta tão decidida, tão grossa fez Kouga arder em ódio. Como alguém conseguia ser tão frio com alguém que salvara sua vida?

- Onde pensa que vai?

- Sair daqui. – O timbre de voz da Kim era calmo, mas sua vontade era simplesmente eliminar aquele tal cavaleiro de pégaso da sua frente.

- Você não vai... — O garoto a impediu de sair do quarto, cruzando os braços já irritado em frente á porta.

- Escuta, eu não pedi para ser salva. — Kouga escorou-se na porta, prestando atenção em todas as feições da garota. — E além do mais... Preciso ir ao santuário de Atena para acertar umas contas. — Ela girou a maçaneta, mas foi interrompida novamente por Kouga.

- Não vai querer entrar para palaestra? — Agora, Kim simplesmente direcionava seus olhos praticamente fuzilando-o. O cavaleiro fazia perguntas demais, aliás, ele era curioso demais, o quê às vezes facilitava em suas investigações paralelas.

- Por que eu deveria entrar para essa grande palhaçada? — A garota bufou, antes que os dois se atracassem ali mesmo, foram interrompidos por batidas na porta.

- Souma? – Um jovem alto aparentemente de um ótimo físico abriu de leve a porta do quarto, ainda assustado com os berros que vinham do corredor. Embaraçado com a cena de dois adolescentes extremamente parecidos discutindo no meio de um quarto minúsculo, passou o braço esquerdo por trás dos cabelos ruivos alaranjados de modo tímido.

- Leão menor? — A garota riu em gozação. — Vocês precisam de cavaleiros melhores... Francamente. – Kim resmungou fitando-o de cima á baixo.

- É ela? — Os olhos do ruivo arregalaram-se, como se fossem saltar das orbitas.

- Ela quem? Souma, diga-me! – Irritação percorria todo o ser de Kouga, ele parecia lançar adagas apenas através do olhar em direção a Souma por não esclarecer de vez quem era esse ser são tem irritante que ele salvara noite passada.

- Isso é um assunto de vocês... — O maior coçou a cabeça sem jeito. – O professor Geki quer vê-la.

- Eu já estou de saída, leãozinho. – Rebateu secamente, pondo ênfase no “leãozinho”.

- Mas... É... Urgente?! – Souma tentou dizer pausadamente ao ver a garota aproximar-se.

- Ela vai sim, pode apostar Souma. – Kouga olhou diretamente para a baixinha emburrada lançando olhares ameaçadores. – Não é Kim? – O garoto perguntou em divertimento.

- Baka... – ponderou em resposta.

Ω Ω Ω

De uma sacada belíssima em frente ao mar, aos seus aposentos, Saori Kido tentava manter-se tranqüila, o que não era tão fácil ultimamente. Sabia que após Kouga completar seus dezesseis anos a profecia estaria lançada, causando males talvez imbatíveis não só ao jovem, á todos em sua volta. Seus olhos verdes direcionavam-se ao mar, enquanto apoiava-se na mesa de forma preocupada.

- Srta. Saori, algo preocupa-lhe? – Interpôs Tatsumi com a mesma educação e respeito de sempre á sua senhora. A bela moça de cabelos longos e lilás, dona de um rosto macio e encantador permaneceu quieta, pensativa talvez. Após alguns segundos em silêncio, com os olhos ainda vidrados ao mar, acompanhando cada onda desmanchar-se ao chegar á beira da praia, Saori obteve palavras para trocar com Tatsumi, palavras de extrema importância que pareciam remoer dentro de sua cabeça.

- Diga-me, Kouga já completou seu 16º aniversário? – Ela quis saber, movendo toda sua atenção no mordomo.

- Há dois meses... — O rosto de Saori apresentou palidez no devido momento, incrédula ela não hesitou, voltou seu olhar ao mar procurando calma e equilíbrio.

- Chame a Shina. – Ordenou por fim passando a mão na testa, nervosa.

- Como quiser, Srta.

Ω Ω Ω

- Essa é a Kim... — Kouga apresentou em contra gosto ao professor.

- É uma prazer em conhecê-la Kim. — O grandalhão disse de forma educada, recebendo um meio sorriso da garota.

- Ahn.... Obrigada?! — Ela sentiu algo pisar seu pé de propósito. Tentando ser o mais discreta possível, estreitou os olhos até Kouga ameaçando-lhe através de um olhar tenebroso.

- Ela é meio tímida.. Sabe Geki? – Tentou disfarçar, sorrindo falsamente para a garota.

- Muito bem Kouga... Mas, eu preciso conversa á sós com a Kim. – O professor esclareceu, caminhando com os dois até o fim do corredor.

- Oh, claro. – O rapaz coçou a cabeça de modo desajeitado, rindo á toa. — Bem, eu vou indo agora, por que é... – Notou que Kim já não o olhava por extrema vergonha que passara diante do professor. — Ah, boa sorte pra vocês. — Disse por fim, não olhando para os lados esbarrando em uma das paredes, quase derrubando um dos quadros pendurados á parede do corredor. Sorriu marotamente para Geki, disfarçando a vergonha e os deixou á sós.

Já sobre o glorioso começo de tarde, Kouga resolveu esfriar a cabeça próximo ao mar, onde se sentia mais a vontade, já que fora criado em uma ilha, cercada pelo oceano. A brisa do mar bagunçava-lhe os cabelos, causando-lhe sensações maravilhosas, como a sensação de estar em casa.

- Kouga, você está bem? – O ruivo estava começando a ficar preocupado com o amigo. Após o aparecimento da tal garota, ele pareceu estar mais para baixo, de um jeito ou de outro Souma era o único que havia notado até agora. – É a Kim, não é? – Ele riu, sentando-se ao lado de Kouga.

- Ela não liga para mim, me ignora. Ninguém nunca me ignorou, eu sou o Kouga de pégaso, será que ela á menos sabem que eu sou? – Souma apenas limitou-se a rir mais uma vez. — Do que você está rindo? – deu um soco no peito tonificado do outro, fazendo Souma soltar um pequeno “oof” com a saída repentina do ar de seus pulmões.

- Convencido. – O ruivo agarrou o amigo pelos punhos, começando uma luta desnecessária de crianças de cinco anos. Os dois acabaram por rir da infantilidade um do outro, voltando ao papo sério de antes.

- Cara... Eu não entendo. – Kouga suspirou de modo cansativo.

- Kouga, eu sei que parece impossível, mas... — Souma fez uma pausa para respirar profundamente, devido à pressão que Kouga estava colocando sobre ele. — Desde quando você veio para Palaestra, há 3 anos atrás, houve uma profecia...

- Vamos Souma... Continue. — Kouga estava eufórico, desejava entender o porquê das pessoas ficarem comparando-o com aquela selvagem.

- Uma garota... Sucessora de Seiya. Assim como você, obteve a constelação de Pégaso. Dizem que o seu cosmo também é um dos mais poderosos, talvez imbatível... Só não sabíamos ao certo, se ela seria uma ameaça ou não para todos nós. – Kouga passou o braço direito sobre os olhos, repassando essa conversa outra vez em sua mente.

- Está me dizendo que... Somos irmãos?

- É... Quase isso. — O ruivo respondeu de modo divertido, bagunçando os cabelos cor de vinho de Kouga.

- Só a um jeito de descobrir o cosmo da Kim... — Ele pôs a mão no queixo de modo pensativo, mas logo obteve uma solução. — Vamos lutar!

Ω Ω Ω

- Eu sou o Ryuho. — Apresentou-se de forma delicada um rapaz de estatura média, totalmente simpático, cabelos esverdeados e um sorriso sincero no rosto.

- Sim, eu sei, Ryuho de dragão... — Kim riu, com o jeito do garoto. — Eu sou a Kim.

- Você me é familiar... — O jovem elaborou timidamente, apresentando as bochechas rosadas.

- Hm. — Ela rosnou ao lembrar-se da fisionomia de Kouga.

- Yuna! Temos uma aluna nova. — O jovem comemorou animado, puxando a amiga pelo braço pondo-a em frente á Kim.

- Eu não disse que ia ficar. — Kim resmungou, revirando os olhos.

- Essa é a Yuna de Áquila. – Quando as duas garotas chocaram-se pela primeira vez, os olhos azuis de Yuna arregalaram-se em surpresa. A loira pôde sentir um contato maligno sobre a atmosfera em que elas dividiam, algo não estava correto, Yuna segurou a mão do amigo fortemente fazendo as pontas de seus dedos ficarem esbranquiçadas. Algo não cheirava-lhe bem.

- Prazer em conhecê-la... — Apresentou-se a baixinha com um sorriso afetado, ao notar a inquietado da garota á sua frente.

- Yuna? O quê foi? Yuna? – Foi preciso Ryuho balançar a amiga, para ela retirar-se do transe.

- Kuso... — Kim murmurou para si, ignorando a cena á sua frente, deixando os recém-conhecido para trás. Afastando-se deles indo parar ao pátio atraindo olhares curioso pelo simples fato de chamar atenção tanto por suas roupas estilo punk tanto por seu modos nada educados.

- Olhem rapaziada, novata na área... E me parece bem rebelde. — Alguns por caras gargalharam ao redor de um sujeito arrogante e ambicioso. — Uh... Cuidado com ela pessoal. – Caçoou o mesmo, despertando mais gargalhadas dos seus “comparsas”. O tal rapaz já era conhecido por fama de encrenqueiro em palaestra, que muitas vezes causa dor de cabeça á Geki, um dos professores de palaestra.

- Vá cuidar da sua vida, Spear. – ela avisou. Spear achou um pouco curioso, a garota mal ter chegado e já saber o nome de todos presente, isso despertou ainda mais sua competitividade.

- Se não o quê? – Cinismo percorria a voz de Spear, deixando Kim impaciente.

- Foi você que pediu... — A morena rosnou, encostando apenas um dos dedos no peito do rapaz. De imediato, o simples toque formou uma marca negra, talvez inofensiva, muito parecida com uma queimadura. Spear apenas riu, erguendo as sobrancelhas em modo zombeteiro.

- É só isso que pode... Fa... Zer?!– Sua voz saiu mais rouca do que o normal, em segundos o mesmo não conseguia mais respirar. O rapaz contorcia-se de modo assustador, era capaz até do mesmo não conseguir mover-se direito. Os caras que estavam ao seu redor recuaram, mesmo com o amigo dando-se mal. Kim assistia a cena como se fosse à coisa mais normal do mundo.

- Ah! P-P-Para. — Ele choramingou com dificuldade pela falta de oxigênio. Kim apenas estalou os dedos, fazendo a dor e agonia sumir do ponto de vista de Spear, assim como o efeito de seu ataque ser interrompido.

- Como... Como ela consegue usar seu cosmo sem ao menos elevá-lo? – Perguntou um dos cara que recuava cada vez mais.

- E eu tenho nome... — Ela simplesmente segurou o queixo de Spear de modo provocador, olhando-o diretamente nos olhos.

- E-E-Eu só estava brincando. – Balbuciou tentando retomar o fôlego.

- Mas eu não. — Kim por fim soltou o queixo do rapaz, de modo violento. Prosseguindo sua caminhada até á beira da praia em que avistara de longe.

Ω Ω Ω

- Kim, precisamos conversar. – A garota apenas limitou-se apenas a rolar os olhos azuis ofuscantes em puro tédio, ao notar Kouga vindo em sua direção tapando-lhe a visão do mar á sua frente.

- Eu não preciso me desculpe se VOCÊ precisa. – De fato, Kim estava extremamente zangada pelo fato de quererem “trancá-la” em uma escola de treinamento.

- Me diga... Quando você precisou quantas vezes a tão ilustre deusa da "guerra justa" ajudou você? – Kouga baixou os olhos, limitando-se á sentir a brisa do mar em seu rosto. — Viu? Momento algum... Por que eu daria minha vida a alguém que á menos sabe que eu existo?

- Não é bem assim, Kim. – Ele tentou dizer, angustiado. Sentia falta de Saori, porém por ser Atena não poderiam ficar mais juntos, já que seu dever era protegê-la. A atmosfera da ilha em que cresceu era maravilhosa, sentia falta de tudo, até de Shina sua mestra assustadora, segundo ele. — Eu vou com você até o santuário. – Disse-a decidido.

- Phuf. — Ela mordeu o lábio inferior, tentando não gargalhar. — Você?!

- Vamos fazer um trato. Se eu perder de você para uma batalha, pode ir sem mim, embora você não saiba andar por essas terras... Mas se eu ganhar, eu vou com você.

- Para quê você vai ser útil? — Algo elevou-se ao pensativo de Kim, fazendo-a deixar escapar um sorriso tenebroso. — Hm. Pensando bem, vamos resolver essa brincadeirinha aqui e agora. – Ela esfregou as mãos em contentamento, assustando Kouga com o olhar mortífero direcionado á ele.

- O quê?! — Era a primeira pergunta que seu cérebro desnorteado pôde formular.

- Armadura de Pégaso negro! – Pequenas partes da armadura foram unindo-se ao corpo da garota. Uma considerada réplica, ou seja, idêntica á armadura de Pégaso em que Kouga usara, ajustou-se no corpo de Kim. Porém, a armadura da mesma possuía uma diferença: Sua superfície era completamente negra, como as trevas. Seus cabelos longos entraram em combinação com a armadura, caindo delicadamente por trás dos ombros formando algumas ondulações.

- Trevas... Você é uma amazona das trevas... – Ele conseguiu dizer em meio á um gaguejado de palavras. O garoto estava tão impressionado que mal conseguiu destravar sua armadura. Acreditava-se que os cavaleiros negros haviam sendo extintos á décadas, errado. Como era possível sua única irmã traçar o caminho das trevas?

- Como você é lerdo... Irmãozinho. – Kim saltou para cima de seu adversário ainda indefeso com função de machucá-lo para valer. Era possível ver a imensa onda de cosmo queimar sobre a jovem, ardente em fúria. Kouga esquivou-se mas seu braço sofreu um corte, por ser atingindo de raspão pelo cosmo maligno da garota. O sangue espirrou fazendo Kim rir, já Kouga não imitiu nenhum som, respirou fundo e estreitou os olhos castanhos, rolou na areia agilmente pondo-se de pé.

Notas finais
O que acharam? Recadinhos de amor e ameaças de morte aqui em baixo -qqq, soiaspkaskapskaposk (: Opiniões?
Até o próximo capítulo. ;3