Notas iniciais
Helloooooo! Olha só, essa fanfic é meu presente de aniversário para Laiz... Amooooooore, feliz aniversário! @HumorCSI, eu esper oque você goste do seu presente baby!
Bom gente, não tenho muito o que falar! Espero que gostem.
Link da música: https://www.youtube.com/watch?v=-YICuUtkjlg
Aproveitem...
Não revisei o capítulo (normal, claro!)
Beijinhos!

–Podíamos ir jantar em um dos cassinos de Cathy, não é mesmo? Aproveitar essa visita inesperada de Grissom. – Greg sugeriu.

Gilbert olhou para Cathy hesitante. Catherine, que disfarçava suas emoções muito bem, esboçou um sorriso e falou:

–Seria ótimo. Eclipse pode ser? Às vinte horas.

Todos concordaram inclusive Gil. E se imaginassem o motivo, ou melhor, os dois motivos, não acreditariam. Um era clichê e previsível até demais! Queria matar a saudades de Cathy. O segundo era coisa de louco: queria ver a Catherine gente, não a Catherine CSI. Queria ver a Catherine que ficava bêbada, que sorria para o vento, que rouba beijos de homens lindos – e ele estava incluso na lista – a Cathy que aceitava apostas ridículas como sair correndo como louca pelo cassino... Ao se lembrar da cena da mulher correndo e dançando de maneira estranha em um cassino ele não pôde deixar de sorrir. Sorte que estava sozinho no vestiário. Enquanto ele se arrumava por ali mesmo, Catherine estava em casa, dentro de uma banheira cheia d’água. Ela se preparava psicologicamente para ficar algumas horas ao lado de Grissom. Era doloroso demais para ela, afinal, ele a deixara para ficar com Sara e nem um adeus digno ele foi capaz de dar à ruiva. Catherine quase entrou em depressão por isso, pensava em todas as noites de amor dos dois, lembrava-se de todas as vezes que ele correu para os braços dela quando as coisas com Sara não andavam bem. Ela permaneceu ali, ao lado dele, dia após dia, situação após situação... Nunca desistiu de Gilbert, nunca o abandonou. E como ele retribui? Largando tudo para ir atrás de Sara.

–Pare de pensar nisso Catherine. – Ela disse para si mesma enquanto se levantava da banheira. – Se arrume e mostre a ele o que perdeu.

Ela se olhou no espelho e começou a secar os cabelos deixando-os com cachos perfeitos. Foi até o closet e pegou um vestido preto tubinho, com um belo decote e deixou-o sobre a cama. Depois pegou um salto quinze e deixou ao lado. Voltou ao banheiro para fazer uma maquiagem e quando se viu no espelho, já vestida, gostou do que viu. Estava linda como a muito não se sentia. Para fechar o look colocou uns adereços e passou batom vermelho, um vermelho escuro, quase vinho. Estava vestida para matar naquele dia.

Assim que chegou ao Eclipse notou que todos já estavam lá. Nick, Greg, DB, Morgan, Hodges e Grissom. Os mais chegados. Sara não estava na cidade e Gil veio exatamente para substitui-la. O primeiro a vê-la foi Greg que ficou extremamente abobalhado ao ver a ruiva com aquele vestido, aquela maquiagem, aquele cabelo...

–Eu quero essa mulher. – Ele disse com os olhos brilhando.

Todos olharam na mesma direção que Greg, todos ficaram abobalhados como Greg.

–Que. Mulher. É. Essa? – Warrick disse quase babando.

Ela chegou perto deles sorrindo e ver a cara de Grissom foi impagável para a ruiva.

–Boa noite meus boys. – Ela disse sorrindo.

Nenhum deles conseguiu responder. Gilbert sentiu um calor percorrer sua espinha. Ele sabia que aquilo tudo era para mostrar a ele o que havia perdido, que quem ele havia preferido não chegava aos pés dela. E o que mais o chateava é que ela estava certinha. A primeira coisa que fez foi olhar em volta e ver a quantidade de homem querendo a sua Catherine. Simplesmente o cassino inteiro.

–Arrasou ruiva. – Greg disse batendo palmas para ela que ficou um tanto quanto vermelha.

–Obrigada meu amor. – Disse abraçando-o.

A mão de Greg quase desceu mais que o permitido no abraço e Cathy fingiu não perceber isso, mas Gilbert não se conteve. Olhou para Greg de uma forma mortífera. Depois disso começaram a conversar, jogaram um pouco, comeram e beberam demais. Gil preferiu só observar Catherine, Nick, Greg e War virando copos de bebidas. Hodges e Sophia já tinham ido embora aquela altura.

–Cathy, eu duvido que você suba naquele palco e cante para todos aqui no cassino.

Catherine estreitou os olhos e sorriu.

–Quanto eu vou ganhar com isso?

War levantou as sobrancelhas enquanto sorria da pergunta da mulher.

–Duzentos.

Catherine apertou a mão de Greg, virou mais uma bebida e se levantou.

–Vem escolher a música bebê. – Falou para Greg.

Os dois foram para o pequeno palco e os outros já ficaram na frente dele. Greg, pensando que Catherine não teria coragem de cantar uma certa música, escolheu Wrecking Ball cantada por Miley.

–Vou ganhar duzentos dólares tão fáceis... – Ela disse indo em direção ao pedestal com microfone.

Greg olhou para ela e deu play na música. Catherine, de cabeça baixa, fechou os olhos e começou a sentir a música. Queria mostrar todo o seu sentimento, suas mágoa, sua dor a Gilbert.

“We clawed, we chained, our hearts in vain

We jumped, never asking why

We kissed, I fell under your spell

A love no one could deny”

(Nós arranhamos, acorrentamos nossos corações em vão

Pulamos, sem nunca perguntar por quê

Nós nos beijamos, eu cai no seu feitiço

Um amor que ninguém poderia negar)

Catherine olhou no fundo dos olhos de Grissom.

“Don't you ever say I just walked away

I will always want you

I can't live a lie, running for my life

I will always want you”

(Nunca diga que eu apenas saí andando

Eu sempre irei te querer

Não posso viver uma mentira, fugindo pela minha vida

Eu sempre irei te querer)

Uma lágrima rolou pela face da ruiva.

“I came in like a wrecking ball

I never hit so hard in love

All I wanted was to break your walls

All you ever did was break me

Yeah you, you wreck me”

(Eu cheguei como uma bola demolidora

Nunca tive um amor com tanta força

Tudo que eu queria era quebrar suas paredes

Tudo que você fez foi me quebrar

Sim você, você me destruiu)

Os olhos azuis dela pareciam cortá-lo por dentro com toda aquela intensidade.

“I put you high up in the sky

And now, you're not coming down

It slowly turned, you let me burn

And now, we're ashes on the ground”

(Eu te coloquei bem alto no céu

E agora, você não está descendo

Mudou lentamente, você me deixou queimar

E agora somos cinzas no chão)

“Don't you ever say I just walked away

I will always want you

I can't live a lie, running for my life

I will always want you”

(Nunca diga que eu apenas saí andando

Eu sempre irei te querer

Não posso viver uma mentira, fugindo pela minha vida

Eu sempre irei te querer)

“I came in like a wrecking ball

I never hit so hard in love

All I wanted was to break your walls

All you ever did was break me

I came in like a wrecking ball

Yeah, I just closed my eyes and swung

Left me crouching in a blaze and fall

All you ever did was break me

Yeah you, you wreck me”

(Eu cheguei como uma bola demolidora

Nunca tive um amor com tanta força

Tudo que eu queria era quebrar suas paredes

Tudo que você fez foi me quebrar

Eu cheguei como uma bola demolidora

Sim, eu só fechei meus olhos e balancei

Me deixou abaixada no fogo e caiu

Tudo que você fez foi me quebrar

Sim você, você me destruiu)

O coração de Gil se partiu ao notar todo o sentimento reprimido ali. Ela estava muito magoada com ele e com toda razão.

“I never meant to start a war

I just wanted you to let me in

And instead of using force

I guess I should've let you in

I never meant to start a war

I just wanted you to let me in

I guess I should've let you win”


(Nunca tive a intenção de começar uma guerra

Só queria que você me deixasse entrar

E ao invés de usar força

Acho que devia tê-lo deixado vencer

Nunca tive a intenção de começar uma guerra

Só queria que você me deixasse entrar

Acho que devia tê-lo deixado vencer)


“Don't you ever say I just walked away

I will always want you”

(Nunca diga que eu apenas saí andando

Eu sempre irei te querer)

Naquele momento todos os presentes no cassino já haviam parado para ver Catherine cantando. O sentimento que ela passava, as lágrimas que rolavam, a voz penetrante e cortante, o jeito machucado, mas firme...

“I came in like a wrecking ball

I never hit so hard in love

All I wanted was to break your walls

All you ever did was break me

I came in like a wrecking ball

Yeah, I just closed my eyes and swung

Left me crouching in a blaze and fall

All you ever did was break me

Yeah you, you wreck me

Yeah you, you wreck me”


(Eu cheguei como uma bola demolidora

Nunca tive um amor com tanta força

Tudo que eu queria era quebrar suas paredes

Tudo que você fez foi me quebrar

Eu cheguei como uma bola demolidora

Sim, eu só fechei meus olhos e balancei

Me deixou abaixada no fogo e caiu

Tudo que você fez foi me quebrar

Sim você, você me destruiu

Sim você, você me destruiu)



Ao término da música os dois tinham os olhos cheios d’água. Catherine recebeu os aplausos de todos com um sorriso tristonho nos lábios. Ela não queria que ninguém percebesse o real motivo de tudo o que acontecera com ela desde que Gil fora embora. Aquilo era dela, apenas dela. Assim que recebeu os duzentos dólares de Greg e o parabéns de muitos foi direto para o bar. Sentou-se ali e apoiou a cabeça nas mãos, com os olhos fechados. Gilbert a observava de longe, morto de vontade de ir falar com ela, de dizer que ainda a amava, mas um homem chegou primeiro. Eles sabiam bem quem era, Adam Novak, causador de algumas brigas entre Catherine e Gilbert.

–Devo dizer que você arrasou. – Ele disse assustando a ruiva.

–Oh, Adam! – Ela falou um pouco alto e ele sorriu. – Não havia visto você antes.

–Mas agora você viu. Isso já é ótimo. – Falou ao pé do ouvido dela.

Ela revirou os olhos e sussurrou:

–Quer tentar isso de novo, Adam?

Ele sorriu e pôs a mão na cintura dela.

–É que você não me dá escolhas Catherine. Eu não consigo tirar você da cabeça.

Ouvir aquilo fez bem à ruiva, mas ela sabia que era da boca para fora.

–O que você quer, Adam? – Foi direta.

–Você. Mas se não quiser hoje só a sua companhia já me basta.

Ela pensou bem e, ao ver Gilbert olhando para eles, vermelho de raiva e ciúmes, não resistiu e respondeu:

–Tudo bem. Mas só companhia Adam.

Ele sorriu e sussurrou no ouvido dela:

–Você não vai se arrepender, eu prometo. Até porque você também tem uma arma, não é?

Ela soltou uma gargalhada ao notar como os homens a queriam, mas também a temiam.

–Exatamente Adam. Esperto você. – Eles sorriram e ela completou – Não irei ficar por muito tempo. Tenho uma coisinha para fazer em casa. Está ficando tarde...

Ele olhou no relógio e quase soltou uma gargalhada.

–Tarde Catherine? Não são nem oito e meia ainda. Quando te conheci você não se importava tanto com hora...

Ela sorriu, sem graça.

–Mas agora me importo. E me importo muito, por sinal. E eu já vou indo.

Ela foi se levantar, mas acabou ficar tonta devido a quantidade de álcool ingerida.

–Acho melhor eu te levar. Você vai causar um acidente desse jeito. – Ele disse segurando-a pelo braço delicadamente.

Ela sorriu em agradecimento. Pensou em recusar, mas Gilbert estava ali e ela não queria perder a oportunidade de magoá-lo.

–Vá lá se despedir dos seus amigos. É melhor eu não dar as caras por lá. – Ele disse sincero.

Ela assentiu e foi até a mesa dos colegas.

–Já vou crianças. Foi ótimo, mas tenho algumas obrigações em casa. – Falou olhando para todos, menos Gil.

Nick abraçou-a fortemente e sussurrou em seu ouvido:

–Se cuida boneca. Beijinho para a Laiz. Não deixa Adam entrar.

Ela sorriu.

–Pode deixar. Ele só vai me deixar na porta. Você também se cuide.

Ele sorriu e voltou a se sentar.

–Vou avisar na recepção para não cobrarem nada de vocês tá? Mas não me levem a falência. Por favor.

Todos riram. Ela se foi e quando Adam finalmente chegou a porta de sua casa, Cathy disse:

–Fico muito grata, Adam, mas preciso ficar um pouco só.

Ele sorriu e disse:

–Tudo bem. Eu sei que ver Gilbert foi difícil para você, te entendo. Já que você está entregue, eu já vou indo. Fique bem.

Ela sorriu, beijou sua bochecha e entrou. Enquanto isso, no cassino, Nick, Greg e Gil conversavam sobre Cathy.

–Desde quando ela vai embora cedo assim? – Gil perguntou confuso. Cathy sempre era uma das últimas.

Greg levantou as sobrancelhas. A história era longa...

–Desde que você foi embora, Cathy mudou muito, Gilbert. Não por sua causa, mas, até onde sabemos, ela passou por uns problemas pessoais. Nick foi o único que acompanhou tudo, mas não sabemos de nada, a não ser isso. Ela ficou quase um ano e meio de licença. Acho que a coisa foi séria porque Ecklie não reclamou, pelo contrário... Quando ela voltou, há uns meses, estava assim. Inclusive, as vezes ela me da carona, eu encontro brinquedos no banco de trás do carro. Será que é do cachorro dela?

–Com toda a certeza. – Nick disse.

–O que houve com ela? – Gilbert perguntou a Nick.

–Olha Gris, você sabe que somos muito amigos, mas eu jurei a ela que nunca contaria nada a ninguém. Não vou quebrar minha promessa. – Ele disse educadamente.

–Viu? A coisa foi séria, chefe. – Greg comentou. – Depois disso nunca mais fomos a casa dela, ela quase não sai com a gente e, quando sai, volta muito cedo para casa. Achei até estranho ela deixar Adam por perto porque nunca vi ela dando brecha para homem algum.

Foi automático, uma sobrancelha de Gilbert se ergueu e ele suspirou.

–Bom, eu também já vou. Tenho que ler um caso da Sara. – Gilbert anunciou.

Despediram-se e ele, ao contrário do que havia dito, foi para o outro lado da cidade. Quando a campainha da casa de Cathy tocou ela pensou que era a comida japonesa que pedira, mas ao abrir a porta e se deparar com Gilbert entrou em desespero.

–Cathy eu... – Ele parou a frase ao ver uma bebezinha de no máximo um ano nos braços de Cathy. Ela era linda. Branca como a mãe, os olhos e o nariz também eram de Cathy. Os cabelos escuros e os lábios finos. Gordinha, bochechuda e risonha. O sorriso dela era lindo. O coração de Gil se acelerou com tamanha lindeza.

–Gilbert? O que você está fazendo aqui?

Ele não conseguia tirar os olhos da menina que pediu colo a ele. Catherine não queria permitir, mas não teve escolha. A pequena deitou a cabeça no ombro de Gilbert e ficou quietinha ali. Ele não entendia nada do que estava acontecendo, mas que era bom, era.

–Entra. Ela não pode ficar nesse frio. – Cathy disse já sabendo que sua pequena pestinha não sairia daquele colo tão cedo.

Eles entraram e se sentaram no sofá.

–Qual o nome dela? – Gil perguntou.

–Laiz. – Catherine disse sorrindo ao ver a pequena cochilando.

–Ela é linda. E não adianta negar que é sua filha biológica, eu reconheceria esse olhos e esse nariz em qualquer lugar. – Ele comentou inocente.

Cathy não conteve um sorriso e um rubor na face. Ainda ficava desconcertada com elogios vindos de Gilbert.

–É minha sim. – Ela confirmou. – Mas não comenta nada com o pessoal, por favor. Eles não sabem dela e não precisam saber.

Ele desviou os olhos da pequena e olhou sério para Cathy.

–Por quê? – Perguntou.

Ela suspirou. Ainda não estava pronta para contar tudo a ele. Não daquele jeito.

–Podemos conversar sobre isso depois? Amanhã é minha folga, vou levar Laiz ao médico e depois Linds quer ir passear. É o dia delas. Depois de amanhã conversamos lá no laboratório, desde que você não surte, claro. – Foi direta.

–Tudo bem. – O silêncio voltou a reinar até ele perguntar. – Quantos meses ela tem?

Catherine sorriu e segurou a mãozinha da pequena que dormia como o anjinho que era.

–Um aninho. Semana que vem faz um ano e um mês.

Ele sorriu e falou baixo:

–Eu tenho que ir. Melhor coloca-la no berço.

–Você terá de fazer isso. Se eu pegá-la ela vai acordar. Se ela acordar não há quem consiga fazer essa pestinha dormir. – Confessou se levantando. – Vem comigo.

Ele se levantou cuidadosamente para Laiz não acordar e seguiu Cathy até o quarto da menina. Colocou-a no berço e ficou admirando ela por alguns minutos. Vê-la dormindo era como ver Cathy em seus braços, dormindo serenamente após se amarem. Ela tinha a mesma mania de Cathy, fazer um biquinho ao dormir. Ele não pôde deixar de rir disso.

–O que foi? – Cathy perguntou ao ver a expressão dele.

–Ela também faz o seu biquinho ao dormir. – Ele disse rindo enquanto saiam do quarto.

Catherine revirou os olhos e o levou até a porta dizendo:

–Com tanta coisa para ele lembrar...

–Eu me lembro de tudo Cathy. Cada segundo. Cada detalhe... – Respondeu agora sério.

Ela o olhou e quase começou seu discurso ali mesmo, mas aquela não era a hora ainda.

–Acho melhor você ir. – Sussurrou de cabeça baixa.

–Eu já vou mesmo. Mas antes... – Ele esperou ela levantar a cabeça, sabia que a curiosidade dela falaria mais alto.

Assim que seus olhos se cruzaram ele a puxou para um beijo. Ela se rendeu, como sempre fazia ao estar perto de Gilbert. O beijo foi cortado por ela, quando caiu em si.

–Por favor Gil, vai embora. – Pediu sabendo que se ele fizesse aquilo de novo eles acabariam na cama.

Ele suspirou, mas se foi desejando um “boa noite” a ela. Ele percebeu que não havia deixado de amá-la e que ela ainda o queria, e queria muito, mas havia Sara e quase dois anos entre eles. Não seria nada fácil. Mas ele não desistiria de tê-la de volta. Precisava de Catherine.

Notas finais
Aaaaaahhhh! O que acharam?Laiz, meu bem, comenta?? kkkkk Feliz aniversário de novo!