Notas iniciais
Olá pôneis da terra... EU QUASE MORRI SEM NYAH! NÃO SE PODE TIRAR A DROGA DE UMA PESSOA DESSE JEITO! ¬¬ hunf. Ah, MIL PERDOES pelo tamanho do cap. Sério. Só postei assim pra não demorar tanto já que não tive muito tempo para escrever. Essa semana foi O CAOS. Tanta prova, aula de segunda a sábado (hoje T^T) de manhã e de tarde... Arf... Foi um sufoco. Tô exausta e acho que vou hibernar até segunda-feira... Mas enfim! Aqui está o cap, e espero que gostem! *~*/ Ah, postei uma One-shot NejiNaru, quem quiser ler, o link tá no fim do cap e também mudei meu Twitter, agora é @paradoxoalizar, também vai estar no fim do cap! Ja nee pôneis lindos!!!

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ONZE ANOS ATRÁS

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Colégio S.N.K – Sala do nível 5 – 03/07/2XXX – 19:34

– Sensei, a mamãe vai demorar muito?

– Não sei Kuroko-kun. – respondeu-me o Sensei.

Ele estava estranho, olhava o tempo todo para o relógio em seu pulso e ao redor. Não haviam mais crianças ali, uma mulher limpava a sala à frente e a maior parte das luzes do colégio estavam apagadas.

– Acho que a mamãe Se esqueceu de mim novamente... – falei enquanto mexia com um pequeno carrinho vermelho.

– Não diga isso. – Sensei deu um sorriso amoroso. – quer que eu brinque com você?

– Quero! – estendi um caminhãozinho azul para ele.

Sensei o pegou e logo brincávamos juntos, mas eu era mais rápido!

– E ele corre, corre! – Sensei ria. – Não acredito! Você ganhou!

– EEEEEEH!!! – comemorei pulando de alegria.

Brincamos mais um pouco, o Sensei era muito bonito quando sorria, sempre afagava meus cabelos e falava que eu era um amor de garoto.

Sensei sempre foi muito gentil. Ele era como um pai pra mim. Mas mamãe não chegou na hora naquele dia, naquela semana... Mamãe nunca se lembrava de mim.

Mas Sensei continuava brincando comigo.

Eu queria que ele fosse o meu papai.

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ATUALMENTE

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Câmera ligada – Quarto de Kuroko Tetsuya – 17/04/20XX– 21h42min

● GRAVANDO ●

– Sensei... – Kuroko engoliu em seco. – Sensei faleceu alguns meses depois. Eu... Eu não sabia... – um soluço rompeu sua garganta. – e-eu achava que ele raspava a cabeça, mas... – pequenas lagrimas escapavam de seus olhos azulados.

Kuroko respirou fundo, assuando o nariz com um lencinho de caixinha e baixando a cabeça por um segundo.

– E-Ele estava próximo ao estado terminal de câncer... E=Eu não sabia disso... Sensei falou que me adorava! Que se pudesse ter um filho queria que ele fosse igual a mim. Mas ele... Se foi antes disso. Sinto tanta falta dele... A única foto que tenho com ele era a da minha alfabetização, onde estava toda a turma e eu estava ao lado dele. A imagem está um tanto borrada, mas ainda consigo ver seu rosto. Eu tenho apenas... Memórias borradas de quando estava com ele, como flashes. Perdi o Sensei pouco depois de perder meu pai, não foi fácil. Então quando conheci Kagami e Aomine foi como se eles me retirassem de minha solidão. Eu havia me esquecido o que era amor até conhecê-los. Então quando Aomine investiu novamente, querendo ir além de uns amassos...

“Eu não pude dizer não”.

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QUATRO ANOS ATRÁS

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Condomínio fechado – Quarto de Aomine Daiki – 23/06/20XX — 21h05min

– HÁ! GANHEI DE NOVO! EU SOU FODA! – gritava Aomine ao jogar o Joystick sobre a cama.

– NÃO ACEITO ISSO! REVANCHE! – reclamou Kuroko.

– HAHAHAHA, no. – o moreno sorriu maleficamente e aproximou-se do azulado. – hora de pagar a aposta T-e-t-s-u.

Kuroko engoliu seco. Por que ficava fazendo essas apostas estupidas? Sempre acabava perdendo!

– E-Está bem. – disse o menor completamente vermelho.

Aomine sorriu satisfeito e sentou-se sobre a cama, afastando as pernas.

– Vá em frente. – disse ele olhando luxuriosamente para Kuroko.

O menor ficou ainda mais vermelho do que já estava, mas, timidamente, aproximou-se do moreno, se colocando de joelhos entre suas pernas.

Aomine olhava com grande expectativa para o “ficante”. Já Kuroko levava as pequenas mãos tremulas a calça do moreno, desabotoando-a e abrindo sua braguilha lentamente. Tocou com muita suavidade o membro adormecido de Aomine através do tecido esbranquiçado. Começou a massagear o local, despertando-o. O maior mordeu o lábio inferior, definitivamente, não havia algo mais excitante do que ter Kuroko entre suas pernas.

Poderia ter um orgasmo só com aquilo.

Kuroko abaixou as calças do “ficante” (deveria dizer namorado?), até que as mesmas tocassem o chão. Levou ambas as mãos a box do moreno, puxando-a lentamente. Engoliu em seco ao ver o membro já desperto do maior libertar-se do tecido, sentiu o coração falhar uma batida ao ver a expressão pervertida de Aomine.

“Quem mandou eu ainda apostar com ele?”, pensou o menor suspirando.

Segurou cuidadosamente a ereção de Aomine entre seus dedos pequenos e aproximou os lábios da mesa, lambendo sensualmente a cabecinha.

Aomine mordeu o lábio inferior e levou uma mão as cobertas da cama, apertando-a entre seus dedos.

Por Kami-sama, aguentaria mais algum segundo vendo aquela expressão tão erótica no rosto do pequeno?

Vendo o impacto que causava em Aomine, o azulado resolveu arriscar e engoli-lo mais um pouco.

Ok. Aomine já estava em seu limite.

E, antes que percebesse Kuroko já estava jogado sobre a cama do moreno, com os pulsos presos acima da cabeça pelas mãos firmes de Aomine.

– O-Oye...! – o azulado tentou soltar-se, mas não conseguia.

– Não aguento mais Tetsu.

– Esper-

Foi interrompido pelos lábios urgentes do maior. O beijava com tanta intensidade, tanto desejo que nem se quisesse Kuroko conseguiria acompanhar. Rasgou a camisa do azulado tamanha era a força que a puxava para os lados. Mordeu com força seu pescoço, fora os chupões que ficariam por ali por pelo menos uma semana...

Kuroko desistira de se soltar, Aomine o tocava com tanta força que onde seus dedos passavam marcas vermelhas ficavam.

– Aomine-kun... – gemeu quando o maior abocanhou um de seus mamilos.

Quente, quente, quente...

A cabeça de Kuroko girava tamanha era o calor.

– Pare Aomine-kun... Está me machucando...! – várias lagrimas transbordavam pelos olhos do menor. – Por favor...!

E, sim, o maior parou ao vê-lo chorar.

– Tetsu...

– Se quer fazer, por favor, seja gentil... – levou uma mão até o rosto de Aomine, acariciando lhe a bochecha com a ponta dos dedos.

– Desculpe-me. – disse o moreno com sinceridade.

Sentou-se na cama, pegando cuidadosamente Kuroko e o pondo sobre o colo.

– Eu quero muito... Eu preciso fazer isso com você Tetsu... Não há como controlar isso.

– Sinto muito.

– Não deve sentir. – tomou-lhe o rosto entre as mãos. – você é lindo, adorável, gentil, inteligente e honesto. Eu que deveria sentir muito por querer te corromper desse jeito.

“Não diga isso...”.

– Eu sei que você é sensível, e que tem medo de se machucar, eu não quero te machucar. Eu quero cuidar de você, te dar todo o amor e carinho que você merece.

“Eu quero ter um relacionamento sério com você, Tetsu”.

● PAUSA ●

TEMPO DE GRAVAÇÃO ATUAL: 1h02min

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Paralelos — One-shot — NejiNaru

@paradoxoalizar