Eles eram frutos da minha imaginação?
1 Capítulo 1
Essa história se passava em São Paulo em uma menina que se chama Anne Franklin, ela tem 13 anos, tem pele morena, cabelos ruivos cacheados e é bem agitada. Anne morava com seus pais e sua avó; Benjamin, Erin e Angelina. Nesse período sua avó acabou indo de arrasta pra cima e isso afetou sua família de um jeito que Anne se surpreendeu. Sua família era comunicativa, alegre e sempre brincavam com ela, depôs que sua avó se foi ela sentiu falta de seus pais e de como eles a tratavam, e sentia ainda mas falta de sua avó. Se pergunta do porquê ela tinha que ir agora, porque a deixou? Talvez estivesse egoísta na sua mente confusa.
Seus pais quiseram se mudar pata longe da cidade decidiram ir para o interior lógico que a menina não gostou da ideia. Porque já tinha perdido sua avó agora iria perde seus amigos, seu quarto grande, suas memórias que ela tinha na casa com sua avó. Poxa isso era frustrante. Bom fazer birra não iria mudar nada eles iriam com ou sem o querer dela.
Depôs de uns longos horas no carro eles chegaram em um destino, de longe até que era bonitinho as casas. O nome da rua era “Vila Belga”. Depôs de estacionar o carro, ela olhou a sua nova casa, era de número 10. A casa era azul e tinha umas rachaduras de tamanhos diferentes, mas nada de não pudesse arrumar. A menina esboça desânimo e desinteresse.
Anne entrou na casa em busca de achar algo interessante para fazer. A casa era de um tamanho bom dava para morar três pessoas de boa. Depôs de ver a casa toda até por dentro das paredes não achou nada de mas, agora ela conhecia a casa que ela iria passar o resto da vida praticamente. Ela foi pegando suas malas e caixas que tinha pego de sua antiga casa no quarto que ela iria ficar tinha uma cama de solteiro, um guarda roupa com espelho em uma de suas portas, as paredes amarelas sua cor preferida, e por último uma janela ao lado de sua cama. Suspirou a menina terminando de arrumar suas roupas no guarda roupa e percebendo que demoraria mas.
Ela pegou uma caixa e pós encima da cama e a abriu tirando dela; quadros com sua avó e amigos, decoração de cactos que ela achava uma gracinha baixinhos para por em prateleiras e etc. Tudo que era mas importante ela trouxe no carro, na parte da noite iria chegar as coisas de sua avó, que seus pais trouxeram por pedido de Anne. Enquanto Anne arruma suas coisas ela tinha um sentimento de irritação e tristeza. Bom esses sentimentos pra uma menina tão jovem é de se preocupar e de prestar atenção (não queremos que nossa menina tenha problemas mas sérios).
Domingo
Se passou duas semanas que ela estava ali e Anne estava cada vez mas sozinha e cada vez seus pais estavam as distantes. Em uma tarde a menina Franklin estava entedia e saio para ver as coisinhas de sua avó que estavam em um cômodo fechado, ela achou falta de consideração da parte deles, tá a tudo com pó e cheiros ruins. A menina vendo as coisas de sua avó teve uma onda de memórias de todos os momentos felizes com ela. Depôs de dar uma olhada por cima, ela se interessou em umas caixas que estavam no chão a direita indo até lá uma caixa em específica a chamou atenção. Era rosa com detalhes em seu canto em dourado, e em cima estava escrito o nome de sua avó “Angelina”. Uau aquilo cativou Anne que instantaneamente abriu um sorriso de orelha a orelha.
Anne se ajoelhou de frente para caixa e a pegou no colo, logo se apressou a abrir a caixinha e dentro dela tinha um colar, um colar dourado com uma pedra esmeralda cintilante que chamou a atenção da ruivinha. Seus olhos brilharam ao ver esse colar, sua avó usava ele quase em todo o tempo e diz ela que seu falecido esposo que a presenteou. Vovô tinha um bom gosto para isso pensou a menina contente, logo depôs esse mesmo colar que estava nas pequenas palmas começou a brilhar, seu brilho se intensificou cada vez mais, e mais. Anne com essa luz clara em seus olhos acabou deixando cair o colar ao chão, se a levantando pôs as mãos em seus olhos e assim ficou por uns segundos.
Quando ela abriu os olhos em sua frente estava um garoto que assim que o viu se assustou, de onde ele veio? Pensou a menina vendo o menino azulado, com os cabelos loiros e sardas em sua frente.
—DE ONDE VOCÊ SAIO GAROTO? -Diz ela se aproximando um pouco para o ver melhor.
—Olá me chamo Jean – diz dando um sorriso gentil para menina curiosa a sua frente.
— Não pode ser....eu estou louca e tô vendo espíritos! -para de falar e pensa – CALMA VOCÊ É UM ESPÍRITO?!
—Espírito? Se quiser pensar por esse lado, não sou nem um monstro ok. Eu sou uma pessoa legal que vou te ajudar quando precisar de mim.
— Ajudar?
— Você saberá mas pra frente Anne Franklin.
A menina estava surpresa com tudo aquilo que aconteceu diante dos seus olhinhos. Será que está alucinado?
— Tem mais de você?
— Tem sim e eles aparecerão de acordo com oque acontecerá com você. Estou feliz por esta em mas uma geração dos Franklin. – Da um sorriso genuíno. – A menina está completamente parada o observando tentando falar alguma coisa que vai fazer sentido mas falha.
O menino a sua frente se inclina ao chão para pegar o colar que estava logo a sua frente assim indo até a menina com os olhos parcialmente arregalados. – Fique com isso Anne e nos avise quando precisar. – E assim pegou a mão dela e colocou ali o colar.
— Nós vemos em breve Franklin! – e como algo sem explicação ele sumiu. Uau isso foi tão...mágico e incrível! Pensou a menina. Será que são antepassado? Fantasmas? Ou é loucura minha? Devo ter tomado algo estragado, ou tenho que parar de ver filme de ficção.
Anne sai da sala depôs do ocorrido com um sorriso no rosto e fecha a porta e se vira para volta para o quarto. Assim que toma a visão sua mãe estava a sua frente, a observando. Sua mãe estava com a mesma cara de sempre, parece estar abduzida.
— Olá mama deseja algo?
— Oque faz nesse local, não esta vendo quanto pó tem aí dentro? Depôs adoece, não entre mas aí Anne Franklin. -Logo a mulher passou pela menina indo com a mão ate a chave da porta e tranca a mesma. E logo se vai pelo corredor. Porque ela fez isso? Pensou a menina cabisbaixa sentindo raiva da atitude de sua mãe, se não fosse minha mãe daria um lacre nela...mas se fizesse levaria uma na fuça.
Ela foi pisando fundo para o quarto adentando o lugar se jogou na cama ficando com a cara no colchão. Começou se debater na cama fazendo sua leve birra. Levantou sua cabeça e pós sobre a mão e assim viu seu colarzinho brilhar verde com uma luz baixa. Ela começou a observa todo seu quarto e ao lado de sua porta estava uma menina, vendo isso se assustou claro. A menina tinha uma tonalidade rosa, com os cabelos rosas também e suas roupas um azul. Ela era fofa e graciosa.
Ela abaixou a cabeça de volta a cama.
—Vocês deveriam aparecer de forma menos assustadora não acha? – Disse Anne com a voz abafada.
— Ah eu concordo mas não tem muito oque fazer, bom me chamo Rosalina. Senti uma irritação ai dentro e vim conversa com você.
— Hm prazer sou Anne, então é isso que vocês fazem? Vê sentimentos? Que descolado!
— É mas ou menos isso é difícil de explicar é algo automático. – dá um sorriso gentil – Bom e me diz o porquê de sua raiva?
— É que mama quer que eu esqueça minha vó! Da ao intender que não quer memórias da vovó...mas eu não quero a esquecer
— Olha você não tá sendo obrigada a esquecer ela Anne, as vezes os adultos não sabem lidar com seus sentimentos. As vezes eles se limitam a desfrutar de um sentimento que hora ou outra vão aparecer, talvez ela não saiba lidar com a perca de sua mãe. E mesmo se fosse o caso você nunca a esquecerá, está estará sempre viva aí dentro. – Sorri
Anne tenta digerir as palavras da bela menina a sua frente aquilo faz sentindo são só adultos confusos...
— E sentir raiva não mudará nada. A raiva só trás mas raiva, se mudasse os cachorrinhos não iriam morrer nos filmes...aiai filmes.
—Uh isso é um fato...a morte é muito complicada.
[ flash back on ]
Segunda feira
— Ei vovó olha isso, olha isso! – Corro em sua direção e ficando em sua frente – Olha como ficou a boneca que eu fiz com aquele pano.
— Uai que lindo esta Anne -Diz vovó passando sua mão em meus cabelos emaranhados — Você aprende rápido as coisas meu anjo
— Sou inteligente igual a senhora!
— Bem tenho meus méritos – Da um leve sorriso para mim.
Mama entrou na sala com um copo de água e remédio.
— Olá mama trouxe seus remédios, Anne sai para mim dar a sua avó por favor. – Assim eu saio e fico ao lado de vovó. Porque ela está tá tomando esses remédios? Eu não gosto quando mama me da é ruim, pensou a menina meia curiosa. Quando vovó ficou parada por um tempo e começou a convulsionar e tremer, mama grita ao papai que logo aparece preocupado e assim pegamos a vovó saindo com ela. Eu fiquei sem reação oque estava acontecendo? Comecei a chorar e fiquei paralisa com aquela sena.
[ Flash back off ]
— É Eu nunca vou esquecer minha avó... -Disse me deitando direito em minha cama.
—Bom...espero ter ajudado meu anjo -Assim ela se desfaz no ar e meus olhos se peçam me fazendo os fechar e cair no sono.
Segunda feira
O alarme toca as 11:00 acordando Anne, que se espreguiça e se levantando, seria seu primeiro dia na escola ela estava com medo isso é totalmente novo para ela.
Como que seria essa escola?
Será que vou fazer amigos?
Será que os professores serão gentis comigo?
Era tantas coisas que passavam pela cabeça de Anne que a deixou nervosa demais. Depôs de se arrumar todinha ela se encontrava em frente ao espelho estava finalizando seus cachos perfeitos. -Uau estou até que bonita hoje! – Exclamou a menina de admirando no espelho.
Depôs de um tempo ela foi ao encontro de sua mãe que estava na cozinha, chegando lá ela se sentiu servindo seu prato.
—Ei mama vai me levar hoje?
— Não vou poder te falar Anne estarei ocupada.
—A poxa mama queria que fosse comigo me sinto nervosa.
— Pare de frescura é só uma escola e não um reality show -Cruzou os braços na mesa – além do mas seu pai irá te levar da na mesma. – Concordei com oque ela disse.
Depôs da janta ela foi com seu pai até o carro e o trajeto foi totalmente em silêncio, pôs ela sabia que seu pai pela tarde é meio estressado. Chegando na escola seu interior se remexeu como se tivesse sido apertado. Então ela segurou a mão do pai.
— Papa estou apreensiva
— Olha Anne não pense sobre isso foque apenas nos estudos. Você está aqui para isso princesa. -Diz andando para dentro do colégio. Bom não era isso que Anne queria.
Dentro da escola era enorme e Anne olhava tudo lá fora pela janela da sala de espera do diretor, seu pai estava conversando com o mesmo. Anne estava nervosa de mas ela não gostava de ficar sozinha, e aqui nessa escola era tudo novo...tudo novo. Com a cabeça baixa ela avistou seu colar brilhado uma luz verde clara e logo olhou ao seu redor vendo um outro alguém ali.
Era um menino meio fantasma não tinha as partes de baixo (pernas) Ele tinha a coloração laranja, seus cabelos eram vermelhos e eram apontados para cima parecia que tinha tomado um choque. Era engraçado.
— Olá Anne Franklin – fez uma reverência – Oque está acontecendo?
— Eu estou muito nervosa com a ideia de uma nova escola, novas pessoas...eu não gosto muito de coisas novas. Eu tinha meus amigos lá na minha outra escola, fazer tudo isso de novo não será fácil.
— Hey Anne não precisa de nervosismo! São coisas novas, e normalmente são coisas boas. Sei que é difícil fazer tudo de novo oque você já fez uma vez, parece difícil ou um bicho de sete cabeças mas será fácil para você anjo. Você é super graciosa, alegre, divertida e fazer amigos será fácil -Faz uma pausa – Ergue a cabeça e desfila amiga, você é maravilhosa, com certeza vai fazer novos amigos.
— Uh foi motivador menino
— Liam desculpe – Sorri meio tímido.
— Você tem razão eu sou muito legal posso fazer novos amigos! Não é tão ruim fazer coisas nov..- Anne leva um susto com a porta abrindo. Dela sai seu pai e o diretor de sua escola.
— Vamos Anne? – Diz o moço mas velho a chamando. Ela olha ao lado e não vê mas Liam.
— Oh vamos sim senhor – Fala se erguendo da cadeira e ficando em pé com uma pose confiante. Esse dia será emocionante ao ver da ruivinha.
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