Elementus (fic Interativa)
9 Querido diario
Notas iniciais
POV Albert
O diretor da escola, Albert Dumont adorava aquele momento, adorava a voltas as aulas e adorava ser o diretor daquela academia, porem naquele ano as coisas seria um pouco diferentes, a sombra da guerra plainava sobre todo o mundo Elementar e no posto de maior e mais influente Academia do mundo a Elementus não seria deixada de fora dos possíveis conflitos.
Ele se levantou e olhou demoradamente todo o salão.
–Boa noite a todos os presentes – disse em voz muito alta como se estivesse usando um micro fone potente — levantando — para os recém chegados meu nome é Albert Dumont sou o diretor dessa Academia e gostaria a dar a todos boas vindas – se fez silencio por uma momento – antes do banquete começar eu gostaria de dar alguns avisos que com certeza são do interesse de todos, a nossa governanta a senhorita Emilien — em um gesto elegante com a mão ele indicou uma mulher sentada quase na ponta da mesa, tinha cabelos castanhos volumosos, lábios finos e usava um vestido cor de vinho — me pediu para reafirmar pela quarta vez que as seguintes atividades estão proibidas — o diretor pegou uma pequena lista e desdobrou — invasão do banheiro feminino por parte dos meninos e vice-versa, manuseio de material explosivo nos corredores, venda de bebidas alcoólicas, pendurar alunos pela cueca no mastro da bandeira, roubar peças de roupa intima de alunos ou professores, domesticação de animais perigosos que inclui principalmente dragões ou hidras e por favor não contratem o Ozzy para fazer um concerto – o bad four riu descontroladamente eles era os culpas de tudo aquilo e de mais um monte de coisas que os professores ainda não descobriram – a segunda coisa é que gostaria de apresentar dois novos membros do nosso corpo estudantil – ele indicou um homem jovem, seus cabelos ruivos e lisos tapavam parte de seu rosto e dos olhos roxo desbotado, ele tinha a pele muito branca – esse é o professor Danzo que ensinara Alquimia junto a professora Louise – vários alunos aplaudiram principalmente o bad four que não tinha uma historia agradável com a professora Louise, mas vou deixar essa historia para a auto biografia de Dan chamada “Meus amigos são gays, mas sou feliz”.
Depois que os aplausos terminaram o professor fez um curta agradecimento, se sentou e Albert ajeitou o manto azul celeste que vestia — a terceira coisa é... – o diretor suspirou de leve e abaixou os olhos – imagino que a maioria de vocês já tem conhecimento das dificuldades diplomáticas que nossa pais passa com a Alemanha, a nova líder de lá, Rafaela um dia foi aluna dessa escola, ela não era diferente de muitos de vocês, uma menina doce,de cabelos ruivos, muito dedicada aos estudos e com um grande talento para a dominação. Ninguém que a tivesse visto naquela época imaginaria o que ela se tornou hoje. Rafaela é a nova ditadora da Alemanha Elementar e bem seu enrolar mais eu gostaria de pedir a cada um de vocês que tomem cuidado, que se protejam, fiquem juntos dos amigos e não caiam nas tentações que podem aparecer – um demorado e estranho silencio reinou por todo o salão, na mesa do quarto ano diversos alunos abriram discretos e frios sorrisinhos que não foram percebidos por Albert – muito bem que se inicio o banquete — em um estalar de dedos as travessas de ouro e prata foram envolvidas em cúpulas de luz, quando o brilho se dispersou elas estavam cheias de comidas das mais variadas, pizza, carne, batata frita, saladas tinha tudo que podia se imaginar inclusive estranhos pratos nórdicos como peixe semi podre ou gafanhotos trazidos da china, que o diretor comeu com vontade.
POV Edu
Enquanto a maioria dos presentes ria, comia e contava as aventuras que tiveram nas férias, Eduardo estava sentado em uma parte mais distante da mesa fazendo uma das coisas que mais gostava no mundo, escrever o seu diário. A mão delicada segura firmemente a pena que corria a folha de papel formando as letras
1 de setembro de 1993
Querido diário, hoje o Evan me empurrou para falar com Clary eu nunca senti tanta vergonha na minha vida, ele é meu melhor amigo a tanto tempo, mas eu nunca contei para ele argh isso me deixa louco, um monte de gente sabe, mas ele não.
E se eu contar e ele não quiser mais ser meu amigo? Eu não vou agüentar, preciso pensar em um bom jeito de contar isso para ele nem que demore ate o final do ano!
O loiro suspirou e fechou o caderno, largou a pena do lado e deu uma mordida em uma maça, estava tudo tão alegre, ma ele se sentia tão isolado daquilo tudo. Evan como sempre estava cercado de garotas alegres e outros garotos que combinam com ele, fortes e atléticos, porem ali estava Edu, tão delicado e fraco que parecia um bonequinho, não se sentia bem na companhia dos demais amigos de Evan de modo que preferia ficar sozinho.
-Ei Edu – chamou uma voz preocupada, o garoto sem anima virou a cabeça para o lado e olhou por cima dos ombros, uma ruiva com olhos negros, bochechas rosadas, lábios grossos e vestindo uma blusa com a bandeira do reino unido.
-Oi Stephanie – respondeu em tom baixo com os olhos encarando o chão de pedra do salão – tudo bem? – perguntou, mesmo sem nenhuma vontade de conversar ele gostava de ser sempre educado.
-Ahm, comigo esta tudo bem, mas você parece péssimo – disse rapidamente, se sentando do lado do loiro que deitou a cabeça na mesa.
-Eu to péssimo.
-Evan?
-É- disse com uma voa manhosa e arrastada, a menina colocou a mão no ombro do menino que a olhou de lado por alguns instantes.
-Precisa contar logo para ele – ordenou a ruiva e tom autoritário puxando o braço de Edu.
-Eu não quero ir, eu não to pronto para contar ainda ok? prometo que falo ate o final do semestre – jurou o menino embora tivesse cruzado os dedos.
-Tudo bem então – concordou a menina se levantando – eu vou dar uma volta depois eu apareço.
-Ate mais – falou Eduardo sem emoção, a menina então começou a caminhar com um pequeno sorriso maldoso se formando em seu rosto quanto mais se afastava.
POV Peter
Peter Mason era mais um dos garotos que os professores chamavam de ocupa cadeira, tudo que ele fazia na escola era dormir e comer. Prestar atenção nas aulas? Não obrigado! o garoto alto e musculoso era um dos membros da equipe de duelos da academia e era um dos mais talentosos, sentado entre seus companheiros ele comia com voracidade as comidas de que mais gostava no mundo.
-Ei seu lobo faminto, coma com mais calma – advertiu uma garoto pálida, de cabelos negros presos e lábios grossos – esta sujando todo mundo – Peter de ma vontade parou de comer a enorme coxa de frango.
-Não enche ok? sua personalidade é tão brilhante quanto seu elemento, Clove – resmungou o garoto que estava com a boca cheia.
-E a sua é tão irritante quanto o seu elemento – falou ela em um tom de ofensa e fúria, o garoto porem nem ligou estava entretido demais com a comida – deuses parece uma criança – pensou ela em voz alta fazendo questão de que Peter ouvisse, o jovem não gostava nada dela, também era da equipe de duelos, mas tirando isso os dois não tinham nada em comum ela era detestável, grossa e calculista embora Peter não soubesse o queria dizer a ultima palavra ele presumia que a menina adorava matemática.
-Nossa ! – exclamou em voz bem alta após terminar mais uma coxa de frango – eu comi demais – uma garoto sentado perto dele tirou os pequenos óculos de leitura e fitou os olhos em Mason.
-Você dizendo que comeu demais, o mundo me surpreende a cada dia – disse em voz polida e suave, o garoto da mesma idade que Peter, 15 anos, tinha longos cabelos negros presos por uma fita vermelha, a pele era branca como porcelana, os lábios finos, os olhos avermelhados eram estreitos e penetrantes, ele segura firmemente um livrinho com capa de couro negro e as mão eram cobertas por luvas brancas com fios de ouro.
-O mundo é mesmo divertido, Sebastian – bocejou se fazendo um pouco de desentendido e logo coçou a cabeça – acho que eu vou dormir aqui mesmo – comentou olhando em volta, Clove lançou a ele um flamejante olhar de censura e desaprovação.
-Durma por favor – disse Sebastian com a voz polida e calma – não ouvir sua voz nem que seja por alguns minutos é uma benção que eu sempre desejo – Mason normalmente não entendia o jeito do colega falar e por isso ele tinha a ilusão de que ambos eram amigos.
-Tudo bem então, vou tirar um cochilo – concordou bocejando demoradamente e deitando a cabeça sobre a mesa de madeira cheia de pratos vazios – boa noite – ele fechou os olhos e começou a dormir nem mesmo todo o barulho no salão seria capaz de acordá-lo.
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