Elementus (fic Interativa)

18 Paz através da força


Notas iniciais
Cap professores

POV Yuko

Enquanto os alunos conspiravam os professores trabalhavam, assim como os seguidores do ele os educadores também estavam em uma importante reunião, o conselho de classe extraordinário numero 473.

Yuko estava sentado na cadeira numero 11, enquanto o diretor organizava os papeis para começar a reunião de fato o loiro brincava com sua arte, fazendo pássaros e aranhas de gelo, a professora Megan desaprovava totalmente aquelas atitudes que julgava infantis, como sempre sua cobra estava enrola em seu pescoço.

O diretor se levantou de sua grande cadeira na cabeceira da mesa de mogno e olhou todos os presentes, Yuko parou de fazer sua arte, e olhou o chefe que vestia um manto púrpura e tinha sua águia albina de estimação pousada no ombro.

–Obrigado a todos por comparecerem aqui tão tarde da noite, mas os assuntos desta reunião não podem ser adiados por nem mesmo um instante, alem de falar do primeiro dia escolar tenho que contar os resultados da viagem do senhor Pierre a Alemanha e sobre um outro assunto – os professores se entre olharam e James o vice-diretor distribuiu uma pasta para cada um – muito bem Yuko você é o primeiro, de o seu parecer sobre os alunos desse anos – o loira tirou os longos cabelos da frente dos olhos verdes e apoiou a cabeça na mão.

–Não tem nenhum artista, os alunos novos não parecem ter grande talento e os veteranos continuam a progredir com sempre, sem nada de muito especial com exceção do seu filho, diretor – declarou o professor, Albert parecia um pouco confuso.

–John?

–É bem o seu garoto tem uma selvageria e determinação rara de se ver, destruiu no mínimo 4 bonecos de teste só hoje – concluiu o loira, todos os presentes o olhavam.

–Eu já esperava isso dele – respondeu o diretor massageando a testa – e você Anna como foram as suas aulas de hoje?

–Bem interessantes – disse a mulher, Yuko podia perceber seu tom meigo – os alunos progrediram bastante e alguns tem ate talento para Atlantis – o diretor deu um sorriso satisfeito.

–Realmente é bom ouvir isso e você Callum como foi a aula?

–Interessante excluindo o fato de que umas das minhas turmas era a do... – o professor não terminou a frase já que todos os demais a completaram com um unanime “Bad four” – mas tirando esse pequeno detalhe foi interessante falamos sobre o sol.

–E você me bom Halt? – perguntou o diretor ao homem muito velho sentado na lado oposto da mesa, pelo que Yuko sabia ele era o professor mais velho depois do diretor.

–Eles foram arrogantes, presunçosos, energéticos e alegres... não me agradaram nem um pouco ainda mais quando um me questionou por que se devia estudar a teoria das espadas – respondeu afagando a longa barba branca, Yuko murmurou “’quando ele não esta de mau humor?” o professor Danzo sentado do seu lado fechou os olhos e sorriu com um pirulito na boca “talvez ele precise de alguns doces” cochichou de maneira infantil, o loiro o olhou de lado “Isso não deve ser tão fácil”.

–As duas meninas já pararam de fofocar? – perguntou severamente James sentado do lado do diretor que tomava chá enquanto deixava o moreno dar a bronca.

–Senhor James, Senhor James não brigue com Yuko, ele é um bom menino – falou atrapalhado e de maneira pateta um homem bem jovem, de cabelos negros um pouco espetados e um dos olhos vermelhos.

–Trevon, não se meta – urrou o vice – diretor, o mais jovem fez uma cara de espanto e se sentou murmurando “Trevon é um bom menino”. Yuko olhou para o diretor e viu ele largando a xicara de chá vazia em cima de um porta copos.

Depois disso foi a vez de Megan e Louise contarem como tinham sido as aulas do dia e ambas acabaram discutindo sobre a punição aplicada nos garotos do Bad Four.

–Nós não estamos na idade media – praguejou a alquimista

–E também não estamos em um jardim de infância para não punir os alunos – retrucou Megan que tinha a atiça cobra rastejando na volta de sua cadeira, Trevon estava com os pés em cima da mesa morrendo de medo do réptil, Danzo continuava a comer doces e agora lambia um grande pirulito arco Iris.

Antes que as duas mulheres resolvessem fazer um duelo de honra o diretor se levantou e deu uma leve tossida para chamar a atenção de todos os presentes.

–Muito bem, muito bem. Agora que os pareceres já foram dados de maneira tão amigável nós podemos prosseguir para o segundo tópico da reunião – alguns professores não falaram o motivo é que não tinham dado aulas naquele dia então ninguém se opôs a mudança de assunto.

–Então diretor, conte-nos os resultados da viajem do Secretario ate a Alemanha – encorajou Roxanne que não tinha se pronunciado em nenhum momento antes.

–As noticias são de que Rafaela não ira renunciar ou cargo e isso significa, guerra – os professores ficaram espantados.

–A chancelaria já... entregou a declaração? – perguntou Lidsay, Albert negou com a cabeça calmamente.

–Não, Nicolau quer esperar que Itália e Prússia mobilizem suas forças e também quer receber alguma declaração dos Russos e Britânicos – disse o diretor em um tom calma e devagar como se narrasse uma partida de xadrez entre dois idosos, Yuko chegou um pouco para a frente finalmente as coisas para ele tinham ficado interessantes.


POV Elena



Enquanto a reunião corria na mesa uma professora de aparência jovem, cabelos ruivos e olhos verdes olhava pensativa para o teto, guerras, exércitos, Alemanha tudo a fazia ter recordações daquele menino e daquela menina as lembranças não podiam se dizer muito agradáveis.



O dia era o mesmo do que a reunião, 3 de setembro porem muitos anos tinham de diferença os dois momentos a lembrança da professora remontava aos anos 50.


Ela tinha começado a dar aula a pouco tempo a matéria naquela época era a professora de Filosofia e não tinha aluno de que ela mais gostava do que o pequeno Siegfried, um menino que ela pensava ter uma mente limpa e brilhante, as idéias dele sobre o mundo eram muito avançadas para a época, seu maior desejo era a paz, porem foi depois daquela noite que ela entendeu o tipo de paz que o menino queria.

Ele tinha voltado das verias como os demais estudantes, porem era diferente, era o seu terceiro ano e a terceira vez que desembarcava na escola enrolado em bandagens e curativos, mas o que mais intrigava a mulher era o motivo, Siegfried era um garoto talentoso e popular embora fosse cercado de um grupo peculiar de amigos. Então preocupada ela resolveu conversar com ele.

Eram 23:00 da noite quando ela bateu na porta do quarto do menino que tinha 14 anos, a porta se abriu lentamente.

–Boa noite, professora – disse de maneira meiga abrindo mais a porta, já estava de pijamas uma caminha azul clara de botões e um short, suas pernas das coxas aos calcanhares tinham roxos, cicatrizes e faixas enroladas, um curativo tapava seu olho esquerdo.

–Boa noite, pequeno. Posso entrar? Gostaria de conversar com você – falou em um tom meigo o menino fez um sinal positivo com a cabeça e recuou para dar passagem a professora, naquela época os dormitórios eram divididos por nacionalidade e sento Alemão, Siegfried tinha um quarto sozinho.

O dormitório era bonito todo decorado em tons de verde escuro e prata, a cama de casal era coberta por um cobertor esmeralda e por um dossiê.

–Por favor sente-se professora – ofereceu gentilmente indicando um acento perto da lareira apagada, ela agradeceu e se sentou, o menino caminhou ate uma poltrona e sentou cruzando as pernas, os cabelos negros eram cumpridas, pele branca e perfeito ,suas feições eram delicadas o fazia parecer um pouco afeminado.

–bem querido, tenho que dizer, estou muito preocupada com você, sempre aparece machucado quando volta das férias –disse olhando direto para os olhos avermelhados do menino – batem em você no orfanato?

–Não – respondeu com a voz baixa.

–Então como ficou machucado desse jeito?

–Eu estou bem, são só alguns arranhões – insistiu abraçando os joelhos, assim ela podia ver melhor o quanto ele estava machucado.

–Sieg, não só são arranhões, você esta muito machucado, me conta por favor – pediu ela se levantando e colocando a mão no rosto do aluno que virou o olho e encontro aos dela.

–Professora, as pessoas que estragam a paz não merecem respirar, mas elas não entendem que a existência delas prejudica o mundo e elas então lutam para não morrer – respondeu o menino com uma voz doce e infantil no ouvido da mulher – a paz vem através da força! “



Notas finais
Sinistro né? kkkk gente quero minhas recomendações u.u eu mereço não acham? kkkkk bem amanha a ação de verdade começa com um cap da aula de combates