Elementus (fic Interativa)
26 Damas e Cavaleiros
Notas iniciais
POV Hayley
Hayley andava agoniada pelos corredores do palácio. Seus olhos mudavam de cor de acordo com seu humor. Naquele momento estavam vermelhos como sangue, ou seja, estava totalmente furiosa.
Ela não achava justo a irmã menor dela se infiltrar na academia.Elaqueria estar lá, queria ganhar a confiança de todos, depois matá-los por vingança. A irmã dela não faria isso, porque era boazinha como uma princesa de contos de fadas e blábláblá.
A garota chegou na sala do trono da primeira ministra, estranho existir uma já que o pais era uma “democracia”. Sua mãe não estava lá, então ela decide sentar-se por ali mesmo. A idéia não saiu da sua cabeça ate ouvir passos atrás dela.
– Hum, Hay? – Fala uma garota branquinha, de grandes olhos azuis e cabelo loiro e liso, bem curto.
–Ah, oi Eleonor, é você. Oque você quer?
–Bom, sabe onde está sua mãe?
–Sei lá onde sua majestade esta, não pergunte esse tipo de coisa para mim – respondeu se virando.
Nesse momento, um garoto chegou andando a passos calmos, e se aproxima.
– Hayley, sua mãe mandou avisar que te espera, na sala de reuniões. – era um cavaleiro das Trevas. Tinha cabelos negros como piche, meio emo, e olhos violetas. Seu corpo todo era envolto por uma capa, que cobria até sua cabeça. Era o Matthew, o cara que vivia insistindo para Hayley dar uma chance pra ele. Não é que ela o achasse feio, mas ela não queria nada com ele. – Ah, e venha junto Eleonor, temo que seja algo importante, pois Lady Rafaela não iria convocar uma reunião à essa hora.
–Já vou. – declarou a garota virando a cabeça para o recém chegado.
Juntos, eles chegam na sala de reunião, e abriram as imensas e pesadas portas talhadas com cruzes de ferro e corvos. O chão era de mármore negro polido como vidro. A iluminação era fornecida por uma enorme lustre de ouro, e bem no centro do cômodo, havia uma mesa grande, de mogno. Sentados, haviam várias damas e cavaleiros, Lady Rafaela estava ali sentada no colo do irmão, Siegfried.
Hayley caminhou um pouco rígida pela sala e sentou do lado da mãe, que a encarava.
– Está atrasada bebe, o que foi? Não conseguiu fazer a sua mamadeira sozinha – perguntou ela abrindo um sorrisinho maldosa e dando uma risadinha no ouvido da filha que não respondeu nada, a mulher só parou com a brincadeira quando o irmão apertou seu braço. Ela revirou os olhos e voltou a se acomodar no colo de Siegfried que a olhava de maneira entediada.
–Prossiga – ordenou.
–Com prazer maninho – ela deu uma piscadinha e se virou para os servos – boa noite, meus divertidos amigos é tão, nostálgico ver todos você reunidos aqui, Loki sua pele esta linda passou creme de espinhas? – brincou ela um pouco apoiando o rosto nas mãos – bem hoje estávamos aqui para discutir o plano do meu irmãozão sobre a invasão da Elementus, alguma duvida?
Hay viu uma garota levantando a mão, em dúvida. Rafaela lhe dá a permissão de falar.
–E sobre John Dumont, a senhora falou que ele podia ser um grave problema a nossos planos – os demais concordara e a Lady abriu seu mais perverso sorriso que colocaria medo no próprio diabo.
–Cachorrinhos levados acabam ganhando coleiras – todos entenderam o que ela quis dizer e não disseram nada ate ela terminar sua risada suave e de gelar o sangue.
POV Dana
Dana era filha de Siegfried, mas para ser honesta ela não passava de um experimento dele, tinha sido criada por Rafaela, por causa do temperamento ruim do pai.
Ela deu um sorriso quando a Lady disse que colocara uma coleira em John, aquelas coleiras a ruiva estava infiltrada naquela desprezível academia, porem para comparecer a reunião usou a desculpa de uma tia muito doente, infelizmente teve que deixar Alice sozinha.
Era uma garota que não tinha dó nem piedade, e achou bom Rafaela ter dado um .
Desde que recebera a princesa da Luz na academia ela tinha mudado um pouco o visual, agora seus cabelos ruivos e lisos tinham mexas verdes. Naquela ocasião, ela usava um vestido vermelho, que chegava à metade das suas coxas. Rafaela continuou a falar.
– Muito bem meus amigos, eu sei que todos vocês lindos e bonitas sabem o seu papel nessa nossa apresentação – disse Rafaela um mulher que gostava de fazer tudo de maneira teatral
–Guerra não é teatro Rafaela – Advertiu o irmão.
–Você não é uma cadeira, mas estou sentada em você – ela abriu um sorrisinho e passou o dedo no rosto do homem – aprenda a dar mais de uma utilidade as coisas, Dana revirou os olhos achando aquilo um tonto patético.
–É claro que estamos prontas tio, sempre leias ao senhor, o Fuher da Alemanha – Intrometeu-se Hayley se levantando – Estamos treinando a meses, e nada pode nos deter.
Rafaela deu um sorriso em uma leve aprovação.
–Escutou Sieg? Sua sobrinha deseja sangue, vai negar isso a ela
Dana sentia cheiro de confusão na família
–Se ela deseja sangue temos muitos Comunnes a serem executados não precisamos que elas nós prove um fracasso.
– Pai, vamos focar no que viemos para fazer aqui. Sem discussões, ok? – perguntou Dana também se levantando Rafaela ajeitou o vestido dos seios enquanto dava uma risadinha.
– Ela é a sua cara – comentou a Lady.
– Esses malditos genes da mãe – Siegfried massageou a testa.
–Eu falei para ter escolhido uma cobaia melhor – retrucou a ruiva.
–Querem parara com essa discussão? Estamos aqui para destruir a frança e não falar sobre a criação de cada um – Hayley se levantou novamente e deu um soco na mesa.
– Abaixe o tom de voz para falar comigo! – Disse Rafaela, meio furiosa. – e perdoe seu tio, ele não teve infância sempre violento, mas agora vamos focar na reunião.– Continuou ela, voltando a sua voz suave. – Por mais que minhas damas e seus cavaleiros estejam preparados, ainda precisam de treino, e Poe isso vão treinar, agora.
Siegfield assentiu.
–Não é uma idéia de tão ruim maninha – ele pensou por alguns instantes, vocês ouviram — vão treinar – ordenou o homem – Igor você fica no comando – uma homem de longa barba marrom concordou com a cabeça e se levantou.
–Ouviram o Fuher, venham todos – os demais se levantaram e fizeram uma reverencia aos dois irmãos, em instantes a sala estava vazia exceto pelos dois, sozinhos.
POV Matthew
Matthew não cansava de pedir a Hayley mais uma chance o que ela sempre recusava se mantendo firme, porem ele não erado tipo que desistia e aquilo iria mudar
Ele estava do lado de Hay, junto com o grupo, até que a puxa pelo braço a puxando para um canto. A garota o olhou, furiosa, seus olhos estavam vermelhos flamejante como os da mãe, parecia que ela ia dar um soco na cara dele.
– Me solta Matthew, eu sou a filha da Lady das Trevas – urrou ela puxando seu braço.
– Ei, fale mais baixo... – Falou ele. – Hay, eu sei que você não quer nada comigo, qual é me de uma única chance.
Os olhos da garota começaram a mudar de cor, vermelho para laranja talvez estive-se sentindo uma pouco de pela, mas logo o vermelho sangue voltou a dominar.
–Me solta agora! Ou peço para minha mãe te empalar no alto da catedral de Colonia – o garoto engoliu em seco e soltou Hay que saiu de perto batendo os pés com raiva.
POV. Eleonor
Eleonor estava treinando, quando viu Hayley chegar, furiosa. Preferiu não perguntar nada, então continuou a lutar contra as armaduras animadas por meio de complicada dominação de metal, sempre que ela destruía um outros mais fortes apareciam, só possuíam dois pontos fracos, a fenda dos olhos e o colocou onde ficaria o coração caso tivessem.
Ela lutava com destreza, rapidez, e sem dó. Alguns minutos após matar os bonecos de teste, ela suava. Parou um pouco e foi beber água. Edgar estava lá. “ Esse cara é meio assustador “ pensou ela, porem logo tentou tirar isso de sua cabeça, ela era uma dama das trevas, não podia ter medo de ninguém exceto seus mestres. Edgar tinha cabelos loiros, desgrenhados, pele branca, e um olhar frio, calculista, como se ele estivesse decidindo se te matava primeiro ou depois de beber a água. A menina relutante decidiu falar um oi.
– Oi.
Ele a olhou como se fosse algum tipo de monstro novo a ser estudado e morto.
– Oi. – Falou mais frio que um campo de gelo, em instantes deu as costas para ela para voltar ao campo de treinamento.
Eleonor arqueou as sobrancelhas.
–Que simpatia – comentou ela a si mesma, cruzando os braços e quase esquecendo do treinamento.
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