Elementus (fic Interativa)

16 Atlantis e Dragões


Notas iniciais
Um cap curto, mas hoje não to muito inspirado e pessoal tem umas 4 pessoas que se increveram e não comentam desde os primeiros caps, a fic não é movida a reviews, mas se ficarem muito tempo sem comentar seus personagens vão ir aparecendo menos

POV Rachel


A loira caminhava irritada e solitária pelos quentes e iluminados corredores do palácio, estava quase atrasada para a aula de Biologia com a cobra que peruca loira, ops, quero dizer Professora Megan.

As aulas de Biologia eram dadas longe do prédio principal em um lugar onde animais perigosos não poderiam destruir a escola.

A menina estava com muito ódio, ódio do Ele, ódio de ter que caminhar uma longa distancia para chegar na aula e ódio daquela escola nojenta que não ajudava em nada na sua vida. Quando chegou nos pátios viu um grupo de seus colegas indo para aula também Katie, Vicky, Hadassa e Clove. A garota não se importava nem um pouco com nenhuma delas de modo que não fez questão de ir para a classe na companhia delas, depois de muito tempo de caminhada ela chegou perto de uma cabana onde a aula de biologia com Megan era dada, a cena que viu não podia ser mais normal, os quatros garotos do bad four estavam amarrados em troncos de arvores, a professora fazia carinho em sua cobra de estimação e metade ta turma estava pálida e tremendo de medo.

–Ah... se não é a senhorita atrasada – comentou a professora olhando de lado para Rachel, sua cobra se enrolou em seus ombros, a garota ficou com raiva do deboche da professora – mas enfim se sente com os outros vamos aprender sobre dragões hoje eu outras palavras tentarei colocar algo na cabeça vazia de todos vocês de modo que eu não passe o verão corrigindo decepcionantes provas de recuperação – a garota sem dizer nada se sentou no canto da turma que começou a olhar Megan que fazia carinho em sua cobra – muito bem, os dragões... ah os dragões são animais interessantes, vamos começar por um pouco de historia, quem sabe os 6 lugares de origem dos dragões? – Emilia levantou a mão e a professora a deu permissão para falar.

–Os lugares de origem dos dragões são o México, a Escandinávia, a Europa ocidental, a Turquia, a China e a Austrália – respondeu a menina em um ar sábio.

–Oh parabéns – disse a professora debochado – você leu o livro didático, da próxima coisa que responder algo tão fácil não se sinta tão orgulhosa – a menina então ficou quieta.

–Muito bem, agora que sabemos os 6 lugares de onde vem um dragão vamos começar a estudar cada um deles. O primeiro é o do México que tem a estranha característica de possuir penas.

–Acho que as galinhas e as cobras andam transando – comentou Dan para os outros garotos também amarrados – Rachel os olho de Aldo sentindo um cruel desejo de contar para a professora.

–Quer dizer que se a Megan e uma galinha transarem vai nascer um dragão mexicano? – perguntou Devon, Alf se controlou ao maximo para não rir alto – a loira odiava a alegria daqueles quatro e tentou os ignorar prestando atenção no que a professora dizia sobre os dragões mexicanos que controlavam raio.

–Depois dos dragões do México nós temos os dragões da Escandinávia que na maioria das vezes são albinos, eles controlam Gelo e geralmente não são muito grandes o que os permite se esconder nas pequenas cavernas das montanhas – Rachel achou a aula tão tediante que dormir só acordando quando o sinal tocou, agora eles teria línguas.


POV Anna


A professora de línguas estava na sala de aula vazia escrevendo no quadro, ela ensinaria atlantis para a turma hoje, depois que tinha terminado de escrever ela tomou distancia e observou o quadro:


Oi – Or

Tchau – Tiaru

Fogo – Foro

Agua – Agur

Terra – Terun

Ar – Er

Dia – Der

Noite – Noru

Dia – Dar

Vida – Verum

Morte – Murter


Depois de que ela se assegurou que tinha escrito todas as coisas importantes ela sorriu e se sentou na mesa esperando a turma chegar.

Os primeiros chegaram em dois minutos alegres e sorridentes se sentaram nas primeiras cadeiras, depois que toda a turma chegou a professora se levantou e olhou em volta um pouco preocupada.

–Onde estão Dan, Devon, Stone e Alf? – perguntou ela em um tom preocupada, era uma mulher bem jovem de 19 anos de cabelos loiros macios e ondulados.

–A Megan amarrou cadê um deles em uma arvore – respondeu Jean dando uma sorriso satisfeita, elas estava sentada na segunda fileira.

–E vocês não os tiraram de lá? ! – gritou ela colocando as mãos na cintura, a turma trocou olhares constrangidos, a professora iria falar mais porem a porta da sala abriu e os garotos entraram, estavam todos sujos e cobertos de fuligem – o que aconteceu com você?!

–Dinamite – respondeu Dan.

–Eu sempre carrego comigo – respondeu Devon que carregava Stone nós ombros.

–O que aconteceu com ele? – questionou a professora apontando para o garoto.

–Ele esta dormindo – disse Dan como se aquilo fosse muito normal.

–Paramos para comer um cachorro quente e ele ficou cansado – completou Devon largando o amigo em uma cadeira.

–E o senhor Alfred onde esta?

–Molhou as calças – falou o ruivo se sentando meu ma cadeira e se jogando para trás relaxando com os pés para cima.

–Bem... – Anna suspirou gostava de dar aula, gostava dos alunos e dtudo mais, porem aquele grupo realmente a tirava um pouco do serio, ela preferiu ignorá-los a perder tempo em uma discussão – muito bem hoje vou os ensinar a antiga e extinta lingua dos Atlantis, quem sabe quem foram os atlantis? – uma menina levantou a mão.

–Eles eram uma grande civilização composta só por dominadores, eles eram muito avançados e sumiram por volta de 6.000 AC no calendário comunne ou 6.500 AP no calendário elementar – disse Lyra.

–Muito bom, resposta perfeita – comentou a professora com satisfacação, adorava alunos inteligentes que participavam das aulas. Depois de saberem que foram os atlantis a professora fez a turam repetir o vocabulário varias vezes ate ficar com uma qualidade aceitavam depois disso fizeram grupos para tentar conversar em tentativas que foram no mínimo frustrantes e por fim a professora leu um capitulo de um livro em atlantis que pelo tom de sua voz não se tratava de uma historia muito alegre.