Elements : Apocalypse battles

25 Capítulo 25 : O que nós podemos fazer.


Notas iniciais
AEEEEEE CARALHOOOOO, depois de um mês sem postar, voltei novamente. Desculpa a demora pra lançar esse capítulo lançar, mas minhas aulas voltaram, dai sabe como é, você fica sem tempo até pra dormir, skasjaksas. Mas enfim, boa leitura.

Kaito, Keima, Wyles e Hirako finalmente invadiram o castelo de Kuro para resgatar seus amigos e familiares que haviam sido sequestrados por Sora, o hospedeiro do vento, anteriormente. Os 4 ao longo do caminho, acabaram se deparando com os 4 generais do apocalipse, e agora, todos se encontram em salas e andares distintos, enfrentando-os bravamente, enquanto Kuro assiste tudo com suas bolas de cristal

Começando pelo 5° andar, Kuro continuava olhando as 4 lutas simultaneamente, enquanto todos os reféns estavam atrás dele, todos com as mãos amarradas, porém podiam falar normalmente. O destaque era para Azuka, que estava crucificada, toda ensanguentada na parede, porém estava consciente. Todos estavam quietos, olhando para Kuro, sentindo sua energia negra emanar de seu corpo, indicando uma guarda completamente alta, mesmo estando de costas. De repente, Kouma começou a se contorcer.

Kouma – Ei, Kuro. – chamou o homem, com olhar sério.

Kuro – Hã? O que foi? Quem me chamou? – perguntou, virando para os prisioneiros.

Kouma – Eu.

Kuro – O que você quer, humano?

Kouma – Você fala como se não fosse um.

Kuro – Mas eu não sou. Eu sou a própria personificação das trevas possuindo um mero corpo humano. Não me compare a você.

Kouma – Tudo bem, que seja.

Kuro – O que diabos você quer?

Kouma – Cara, sejamos francos. Acho que já dá pra parar com essa babaquice, não é?

Keiji – Kouma, calma.

Kouma – Cansei de ficar aqui, Keiji.

Kuro – Babaquice? Do que está falando?

Kouma – Você nos mantendo presos aqui, só para atrair o Kaito e os outros. O quão desesperado você está, ao ponto de ter que nos sequestrar?

Kuro – Desesperado? Eu? Até parece. Isso faz tudo parte do meu plano.

Kouma – Plano?

Kuro — Trazê-los para a base inimiga é uma ótima forma de acabar com todos eles de uma só vez. Como você sabe, eles estão lutando com os generais agora, e eu posso te garantir que, mesmo se eles vencerem, não sairão ilesos, e é aí que eu entro.

Kouma – Então você planeja derrotá-los enquanto estiverem cansados? Esperava mais de você.

Kuro – Eu não ligo pro desprezo de humanos insolentes.

Quando Kouma ia abrir a boca para responder, uma explosão ocorreu na segunda bola de Cristal, o que chamou a atenção de todos.

Kuro – Mas o que?

Mizuno – Espera, essa não é a esfera que está transmitindo a luta do Kaito? O que houve aí kuro?

Kuro – Cale a boca, Mizuno. Ninguém te deu o direito da fala. Vejamos o que ocorre... mas olha só...

Nina – O que houve com o ruivo? – perguntou a médica, preocupada.

Kuro – Vejam por si mesmos. – ao falar isso, saiu da frente da esfera, mostrando a imagem de Kaito sendo segurado pelo pescoço por Kizuro, que o jogou no chão violentamente, e logo após o jogou na parede.

Kouma – Kaito... Droga...

Kuro – Mas voltando ao assunto anterior, eu não me importo se vocês estão cansados de ficar aqui, vocês vão ficar aqui e acabou.

Kouma – Eu discordo, Kuro. – ao falar isso, Kouma levantou-se com o apoio de suas pernas, ficando de pé e mostrando suas mãos, que agora estavam livres.

Kuro – O QUE? COMO SE SOLTOU?

Kouma – Você acha mesmo que alguém que serve tanto tempo no exército não saberia se soltar de umas amarras? Faça-me o favor.

Kuro – Haha, e o que você pretende? Soltar todo mundo enquanto eu fico olhando igual um pateta?

Kouma – Na verdade, isso seria ótimo.

Kuro – Me desculpe, mas isso não vai acontecer.

Kouma – Quer apostar?

Kuro – Você está me desafiando, general?

Kouma – Talvez esteja.

Kuro – E como pretende lutar contra mim sem nenhuma arma?

Kouma – Vamos ver se eu não tenho nenhuma arma. – assim que falou isso, Kouma estendeu o braço direito em direção à única janela da sala, fazendo uma aura dourada o rondar.

Kuro – Mas o que você está fazendo? Que aura é essa?

Kouma – HAAAAAAAAAA. – No que ele gritou, uma espada cheia de símbolos apareceu em sua mão rapidamente, deixando a janela por qual havia passado completamente destruída. – Bem vinda, Heavy Smash.

Kuro – Então está levando a sério mesmo essa estupidez?

Kouma – Claro, mas primeiro... – falou, mexendo levemente a espada, fazendo todas as amarras de todos os reféns restantes se partirem, e ainda soltar Azuka da parede no processo, fazendo a garota cair de pé no chão.

Keiji – Hã? Estamos soltos?

Mizuno – Tio, como fez isso?

Kouma – Longa historia, Mizuno, mas pra resumir, foi esse o poder que matou aquele maldito que tentou te matar.

Mizuno – Entendo, então foi com esse poder que você matou o Varl.

Âmber – Clint, você está bem?

Clint – Sim, não se preocupe.

Zoey – Obrigada por me soltar, Kouma. Pai, você está bem?

Ichiro – Sim, não se preocupe.

Kouma – Zoey, certo? Como sabe meu nome?

Zoey – Eu sou a esposa do Keima. – Falou, dando um sorriso.

Kouma – HÃ? SÉRIO? Então, essa menininha aí é...

Sayuri – Hã? Eu?

Zoey – Sim, ela é sua neta. Não consegui falar muito até agora, pois estava muito amedrontada com aquele doido ali.

Kouma – Tudo bem, de qualquer forma, todos, vão pro topo do castelo e esperem lá, eu quero ter uma conversinha com o Kuro.

Kiyomi – Pessoal, venham comigo, acho que vi uma escada que leva pro teto do castelo no caminho pra essa sala. – falou a garota, que já estava de pé, com a mão na maçaneta da porta da sala.

Kuro – VOCÊS... NÃO VÃO FUGIR DE MIM. – Gritou, emanando uma grande quantidade de energia escura de seu corpo, o que amedrontou a todos, paralisando-os. – Ótimo... Mas isso não vai ficar barato...

Quando Kuro ia começar a rir, uma espécie de chicote o acertou no braço de raspão, fazendo-o recuar por instinto.

Kuro – O que?

Azuka – Bom trabalho, Waving snake.

Kuro – Então foi você, desgraçada.

Azuka – Kouma, se não se importar, eu gostaria de ajudá-lo nessa batalha.

Kouma – Isso seria ótimo. Mas e suas mãos? Devem estar muito feridas. Como vai manusear uma espada?

Azuka – Não se preocupe, logo quando me soltou já cuidei delas alocando um tipo de veneno especial que age aliviando dores e impedindo hemorragias, também usei uma parte da minha camisa como faixas temporárias para elas. – Falou, terminando de amarrar a faixa da mão direita utilizando a boca, mostrando que uma parte de sua camiseta estava rasgada, deixando parte de sua barriga definida e umbigo à mostra. – Em resumo, estou bem e pronta pra lutar.

Kuro – Seus malditos. VÃO MESMO ME ENFRENTAR?

Azuka – Eu já fiz isso antes com a ajuda dos meninos, e posso fazer de novo.

Kuro – Tudo bem então, se realmente querem levar isso a sério, eu não vou me segurar. WANING MOON. – Gritou, enfurecido, retirando sua espada da bainha.

Kouma – Ok, Kiyomi, leve o pessoal daqui, nós vamos atrasar o Kuro. – pediu o homem, olhando para a garota de cabelos loiros, que assentiu com a cabeça em resposta ao pedido e abriu a porta, fazendo todos saírem da sala junto dela.

Kuro – Grr...

Kouma – Por que você não atacou agora? Não foi você que disse que não ia deixar ninguém fugir?

Kuro – Cale a boca, vou captura-los novamente logo depois que acabar com vocês, então deixar eles terem uma pequena faísca de esperança é uma ótima coisa, pois quando ele caírem nas minhas mãos novamente, dessa vez sem ninguém para protegê-los, eles cairão em profundo desespero.

Azuka – Isso é o que veremos.

Kuro – Pois venham.

Kouma e Azuka – É PRA JÁ. – Os dois gritaram simultaneamente, começando a correr na direção de Kuro, que sorria, com sua espada em mãos.

Kuro – (Vai ser um bom aquecimento). – pensava o hospedeiro, enquanto seus oponentes avançavam.

Kouma – SABRE VITAL.

Azuka – SABRE VENENOSO.

Ao gritarem isso, suas espadas foram envolvidas com energia, sendo respectivamente, a de Kouma dourada e a de Azuka roxa. Os dois, como nunca haviam lutado juntos, apenas fizeram uma troca de olharem rápidos e continuaram avançando, até chegar em Kuro.

Kuro – E QUE SE INICIE O SHOW.

Assim que Kuro gritou isso, seus 2 adversários chegaram nele, e assim sem nenhuma conversa a mais, já se iniciou uma grande sequência de golpes. Os dois chegaram usando suas espadas para atacar, mas Kuro defendeu as duas sem problemas, encarando os dois com um sorriso em um semblante sádico no processo. Após segurar os golpes, jogou os dois para trás ao mesmo tempo que se afastou, mas essa distância não duraria muito, pois Kouma, assim que chegou ao chão, já correu para cima de Kuro novamente, diferente de Azuka que resolveu esperar Kouma avançar.

Azuka – (Não é meu estilo sair atacando loucamente... Preciso analisar essa situação e achar um jeito de pegar o Kuro com a guarda baixa) – Pensava, olhando Kouma avançando.

O homem chegou em Kuro, e os dois começaram a travar um exímio duelo de espadas, onde a habilidade dos dois com suas armas era extremamente visível. Os dois cruzaram suas espadas em formato de X, de frente um pro outro e se afastaram, e logo após, Kouma já atacou novamente, pegando Kuro de surpresa pelo pequeno tempo de resposta do homem, e quase foi atingido pelo ataque do mesmo, se defendendo no último milésimo de segundo, colocando apenas a ponta de sua waning moon na frente da heavy Smash do general de exército. O hospedeiro das trevas então, revestiu sua espada com seu elemento, deixando a lâmina transbordando energia negra e contra-atacou Kouma, fazendo ele levar seu braço para cima forçadamente, o que abriu sua guarda, e nesse momento, Kuro ia desferir um corte em sua cintura, com o intuito de partir o general de exército em 2 pedaços, mas, quando a lâmina de Kuro ia acertar, a lâmina de Azuka, revestida com uma energia roxa, defendeu Kouma de longe por causa de sua habilidade de alongamento. Após isso, Kouma aproveitou a brecha que Kuro abriu e desferiu um corte em seu ombro direito com seu braço vindo de cima, e deu uma joelhada em seu estômago, terminando o pequeno combo com um chute no rosto de Kuro, que foi jogado para trás, e após isso, Kouma fez várias acrobacias para trás, para se afastar de Kuro e ficar ao lado da hospedeira do veneno.

Kouma – Obrigado pela ajuda. – falou, esboçando um sorriso.

Azuka – De nada. – respondeu a garota, feliz por ter ajudado.

Kuro – SEUS DESGRAÇADOS. SABRE DAS TREVAS. – Gritou o vilão, furioso. – VOU FAZER ENGOLIREM MINHAS TREVAS, SEUS MALDITOS.

Azuka — Prepare-se Kouma. – alertou a garota, cerrando o punho ao qual segurava sua espada.

Kouma – Não precisa nem pedir. – falou, revestindo sua espada com energia dourada.

Kuro – VOU MATAR VOCÊS DOIS. – Ao falar isso, Kuro partiu pra cima dos 2 guerreiros adversários, chegando neles em um instante.

Kouma – Que rap- quando Kouma ia terminar a frase, recebeu um soco no estômago que o fez perder o ar e se ajoelhar no chão, tossindo sangue.

Kuro – AGORA É VOCÊ, DESGRAÇADA. – Gritou, virando-se para Azuka, e no momento em que ia atacá-la com sua espada, notou que ela não estava mais ali. – O que? Onde ela foi?

Azuka – AQUI EM CIMA. – Gritou a garota, revelando que estava pendurada no teto, segurando em sua espada que estava presa ao local. A garota, após falar, soltou sua espada e desceu com os pés voltados à Kuro, no intuito de atacá-lo com uma espécie de chute duplo, mas Kuro, ao ver a cena, apenas colocou sua espada na frente dos pés de Azuka, defendendo o ataque, sendo arrastado alguns centímetros para trás. – VOCÊ CAIU NA MINHA ARMADILHA, KURO. BOTE DA SERPENTE. – Assim que a garota gritou isso, a lâmina da Waving Snake que estava indo em direção ao chão, de repente mudou seu curso e atingiu Kuro na perna, fazendo-o gritar de dor, e com o deslize de seu adversário, Azuka conseguiu aterrissar apoiando as mãos no chão e desferir um chute duplo no queixo de Kuro para desnorteá-lo e jogá-lo a alguns metros longe deles, terminando com uma cambalhota para trás enquanto retirava a lâmina da Waving Snake da perna de Kuro, fazendo-a retornar para o tamanho e formas originais.

Kuro – GAAAAHHHH... – Gritou, após receber todos aqueles golpes da garota.

Azuka – Kouma, você tá legal?

Kouma — N-não se preocupe comigo. Eu ainda posso continuar, só fui pego de ugh... Surpresa. – falou, levantando-se, com a mão esquerda na barriga, devido a dor causada pelo soco. Após isso, Kouma limpou um pouco de sangue que havia no canto de sua boca e cuspiu o resto no chão.

Kuro – Vocês estão sendo uma diversão maior do que eu esperava. – falou Kuro, olhando para os dois, quase ileso.

Kouma – Depois de tantos golpes parece que só arranhamos ele. Esse cara é um monstro.

Azuka – Não tenho como discordar.

Kuro – Na verdade, seus golpes até que foram bons... O PROBLEMA, É QUE VOCÊS DOIS SÃO FRACOS. – Gritou, aparecendo na frente dos 2 de uma só vez e pegando a cabeça dos 2, um em cada braço, arrastando suas cabeças pela sala, e após isso, deu um giro, jogando um para cada lado, direcionando uma rajada de trevas para cada um, os acertando em cheio e causando uma explosão.

Kouma e Azuka – AAAAHHHH. – Gritaram, sendo atingidos pelos golpes de Kuro, atingindo as paredes da sala.

Kuro – Vocês não podem me vencer, quando vão processar isso nessa cabeça oca de vocês? Vocês só estão vivos até agora porque eu decidi me segurar um pouquinho para vocês não se esforçarem em vão.

Kouma – C-cale a boca, Kuro. – Falou Kouma, surgindo no meio de alguns escombros e levantando-se. – Não saberemos se nós podemos ou não te vencer, até tentarmos, e é o que estamos fazendo.

Kuro – Então continuem tentando, pois eu ainda quero me aquecer mais um pouquinho, e brincar com vocês está bem divertido.

Azuka – Agh... Então somos só seu aquecimento? – Falou a garota, ressurgindo de outra pilha de escombros. – Haha, que piada. Fale que somos apenas aquecimentos para esses ferimentos em sua perna e ombro. Acho que eles discordarão de você.

Kuro – Sim, realmente esses pequenos ferimentos não estavam em meus planos, mas eles não são nada demais comparado a como vocês vão ficar em pouco tempo.

Kouma – ISSO É O QUE VEREMOS. – Falou o homem, furioso. — CANHÃO VITALÍCIO. – ao falar isso, Kouma apontou sua Heavy Smash na direção de Kuro e atirou uma rajada de poder dourada de sua espada.

Azuka – HAAAAAAAAAA – Gritou a garota, fazendo seu cabelo colorido se elevar. – RAJADA PEÇONHENTA. – A garota, ao falar isso, fez igual à Kouma, só que dessa vez lançando uma rajada de energia roxa envolta em uma fumaça da mesma cor.

Kuro – Ah, então querem competir na base do poder à distância? Pois QUE SEJA. CANHÃO DAS TREVAS DUPLO. – Gritou, lançando uma rajada de energia negra para cada lado, para combater os dois guerreiros ao mesmo tempo, fazendo os três poderes se chocarem.

Kouma – Agh... a rajada de trevas dele é muito forte... – comentou pra si mesmo, enquanto combatia o poder de Kuro. GAAAAAAHHHH.

Azuka – Força, Azuka.... Aaaghh... Esse maldito é muito forte...

Kuro – ESTÃO GOSTANDO? TEM MUITO MAIS DE ONDE EESE VEIO. HAAAA – Gritou Kuro, intensificando a rajada de poder negro, que começou a arrastar Kouma e Azuka, que encostaram na parede novamente.

Kouma e Azuka — E-EU NÃO VOU PERDER. – Gritaram os dois, simultaneamente aumentando a intensidade de seus golpes, empurrando os golpes de Kuro de volta para ele com fúria, mas então o vilão vendo que perderia usando só aquele pouco, aumentou ainda mais sua quantidade de poder, fazendo os 3 poderes colapsarem e criarem uma grande explosão naquela sala, com Kuro no núcleo da explosão.

Kuro – HAAAAAAAAAA. – Gritou, enquanto aumentava seu poder, e a explosão se iniciava.

Kouma – AAAAAAAAHHHHH

Kuro – WAAAAHHH

Azuka – GYAAAAAHHH

E assim, com seus gritos, os 3 guerreiros sumiram nos domínios da explosão, deixando apenas uma grande onda de fumaça na sala, que tremeu parecendo que passava por um terremoto, jogando vários pedaços do chão para o andar de baixo.

E falando em andar de baixo, lá estavam Yummi e Hirako. Yummi estava sentada em sua poltrona de gelo, com uma mão encostada sobre o rosto, enquanto olhava para a estátua de gelo de Hirako com um sorrisinho bobo, como se tivesse feito um bom trabalho. Já haviam se passado 15 minutos desde que ele havia sido congelado, então ela estava apenas observando sua nova escultura, já que não havia mais nada pra fazer, até que de repente, a garota ouviu a explosão que ocorreu no 5° andar e alguns pedacinhos minúsculos do chão do 5° andar começaram a cair sobre a estátua de Hirako, então, Yummi, com seus poderes, estalou os dedos e fez alguns flocos de neve caírem em frente à estátua, junto com os pedacinhos de chão, formando uma bela imagem para a garota, que abriu um longo sorriso.

Com o som da explosão, Hirako abriu os olhos, mas ele não estava mais na sala do 4° andar com Yummi, e sim deitado em uma sala escura e molhada, cheia de pilares e com algumas estalactites pingando em volta de si.

Hirako – Hã? Onde eu estou? O que aconteceu? – Perguntou, sentando-se no chão da sala escura com as pernas cruzadas, colocando a mão sobre a testa, pensativo. — Ah... Agora eu lembro... Eu cheguei sozinho ao 4° andar... e devido a um descuido, acabei sendo congelado por aquela moça... Haha, entendo... É até irônico... Quem diria que o Velho Servant estaria certo, não é mesmo? Eu realmente perdi na primeira investida do oponente... E nem consegui fazer nada... Eu... Sou um imbecil mesmo... – O garoto continuava a falar, até ser possível ouvir, que junto de uma estalactite pingando, outro som parecido pôde se ouvir, e então, juntamente com a estalactite, uma lágrima caiu do rosto de Hirako, que estava inconformado com sua incompetência. Ele deixava cair uma lágrima a cada pingo de estalactite, mas então, ele desabou e aquele ritmo se perdeu, com ele começando a chorar com todas as suas forças, deixando várias lágrimas caírem de uma só vez.

Depois de alguns minutos, o garoto, ainda chorando, resolveu deitar-se novamente no chão da sala, mas dessa vez de costas para o chão, e não de bruços, como ele havia acordado, e normalmente ele veria o teto, mas ao olhar para cima, viu que existia uma imensa escuridão que o impedia de ver além, como se fosse um buraco gigantesco ao qual ele estava tentando achar o começo estando no fundo.

Hirako – Mas onde droga eu estou? Será que essa sala é algum lugar de transição da minha alma para o outro lado? Eu... Realmente morri? – Perguntava-se, com seus olhos ainda lacrimejando um pouco. – Eu sou mesmo um imprestável, não servi de nada nessa luta. – Falou, para si mesmo, enfim ficando de pé. O garoto então, começou a andar por aquela sala escura, e em um momento, encheu-se de fúria e deu um soco muito forte em um pilar. – DROGA, POR QUE EU SOU TÃO FRACO? – Gritou, fazendo sua voz ecoar por toda a sala, voltando a deixar algumas lágrimas caírem.

??? – Chega de toda essa choradeira e lamentação, está me dando dor de cabeça. – falou uma voz com tom médio, que assustou o loiro, fazendo-o se assustar e pegar suas adagas.

Hirako – QUEM ESTÁ AÍ? – Gritou, em posição de batalha.

??? – Não precisa se assustar comigo, jovem hospedeiro. – No momento em que a voz falou tal frase, um grande cavalo amarelo com crina e cauda exuberantes surgiu das sombras da sala, andando lentamente.

Hirako – HÃ? UM CAVALO? MAS QUE RAIOS ESTÁ ACONTECENDO AQUI?

??? – Seu nível de ingenuidade chega a ser estrondoso, hospedeiro. Você realmente não faz nenhuma ideia de quem eu seja?

Hirako – E por que eu saberia?

??? – Bom, muito bem então... Eu me chamo Kaminari, ou de acordo com suas lendas, “relâmpago”.

Hirako – Kaminari? Espera... VOCÊ É O CAVALO DO MEU TATARAVÔ?

Kaminari – Acertou.

Hirako – E oque você faz aqui? Eu estou morto, não é? O que você faria no meu local de transição para a morte?

Kaminari – Morte? Você está louco? Você está em seu subconsciente, Hirako. Eu sou o seu guardião elemental.

Hirako – Guardião? Do que está falando? Ei... Espera... – ao falar isso, Hirako começou a lembrar da fala de seu amigo ruivo. – (“Galera, para se fortalecerem ainda mais, falem com seu guardião”). – Hirako, ao lembrar das palavras de Kaito, entendeu o que o que se passava. – AH, ENTÃO FOI ISSO QUE O KAITO QUIS DIZER. – Gritou, socando a palma da mão direita com a esquerda.

Kaminari – Não precisa gritar, Hirako. Sim, o Kaito, ao se referir aos guardiões, no seu caso, estava falando de mim.

Hirako – E o que você faz?

Kaminari – Eu sou o guardião de todo o seu poder.

Hirako – Conta mais.

Kaminari – Ok, vamos lá. – Kaminari, então, contou tudo sobre os guardiões para Hirako, que prestava toda atenção do mundo em suas falas. Alguns minutos depois, Kaminari terminou de falar.

Hirako – Então quer dizer que para usar 100% do meu poder, eu preciso da sua marca?

Kaminari – Exatamente. Mas mesmo sem usar todo o seu poder, você já é extremamente poderoso. Você ainda se lembra da vontade do trovão, Hirako?

Hirako – Claro que lembro. Meu pai sempre me guiou pelos bons caminhos, e agora que esse pingente me pertence, eu posso dizer que a vontade do trovão sempre está comigo.

Kaminari – Ótimo. Como já deve saber, foi seu tataravô Ishida quem encontrou esse pingente, vindo diretamente do céu. Ele representa perseverança e esperança. A vontade do trovão se resume em sempre ter esperança nas forças do bem, mesmo estando à beira da morte.

Hirako – Sim, eu sei disso. Meu pai seguiu essa vontade até a hora de sua morte, e agora ela me acompanha.

Kaminari – Bom... Eu já pude ver que você é um bom garoto. Hirako, por favor, encoste sua cabeça contra a minha.

Hirako – Tudo bem, confio em você. – O garoto, concordando com a sugestão do sábio cavalo, recostou sua cabeça contra a cabeça de seu guardião, e assim, uma luz rápida surgiu igual um relâmpago, caindo sobre a cabeça dos dois, e assim, Kaminari relinchou, se afastou e ficou parado à alguns metros de Hirako. – O que vai fazer?

Kaminari – Fique parado. EU VOU LIBERAR SEU PODER DORMENTE. – O guardião, ao gritar isso, começou a avançar contra Hirako, e quando ia acertá-lo, viu que o loiro estava com os olhos fechados para aguentar o impacto e sorriu, passando por dentro dele, como se fosse intangível. – Está tudo pronto, Hirako.

Hirako – Hã? Mas eu nem senti nada.

Kaminari – Retire sua camiseta.

Hirako – Hã?

Kaminari – Confie em mim.

Hirako – Tudo bem. – ao concordar novamente, retirou seu chapéu e sua camiseta, e no mesmo local onde se encontrava o seu pingente, havia uma tatuagem de um cavalo relinchando. – Wow.

Kaminari – Agora, Hirako... Você pode usar 100% do seu poder. E também estamos ligados... Então...

Hirako – Eu vou poder usar seu poder?

Kaminari – Você aprende rápido. Agora... Meu querido amigo. – falou, aproximando-se de Hirako.

Hirako – O que foi, Kaminari?

Kaminari – Está na hora de acordar. – Falando isso, Kaminari girou rapidamente seu corpo e desferiu um coice duplo no estômago do garoto, que o fez ser jogado contra um pilar, e então, toda aquela sala começou a desmoronar. – Nos vemos em breve.

Voltando para a sala do 4° andar, Yummi já havia se cansado de fazer flocos de neve caírem sobre Hirako, então voltou a só observá-lo. Ela continuava observando.com um sorriso no rosto, até que de repente, a estátua rachou na parte do peito.

Yummi — ... – A garota, percebendo aquele fato incomum acontecer, levantou de seu trono de gelo, ficando atenta à estátua. Ela começou a patinar lentamente em direção da mesma, e quando estava quase próxima, a rachadura na estátua aumentou, fazendo a garota parar na metade do caminho, confusa. A estátua ficou parada por cerca de 10 minutos com Yummi a encarando e, então, quando a garota deu as costas para a estátua, uma grande explosão ocorreu atrás dela, liberando uma tempestade de raios por toda a sala.

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Hirako – Olá novamente, Yummi. – Falou o loiro, ao sair da estátua. Hirako estava com uma aura amarelada enquanto alguns trovões estalavam em volta de si, e diferente de antes, quando vestia uma camiseta, agora usava uma jaqueta amarela formada inteiramente por raios, que deixava seu peitoral à mostra junto de seu pingente e sua tatuagem, já que sua camiseta foi destruída pelo gelo e pelos raios que o garoto havia emitido para se livrar de sua prisão.

Yummi — ... – A garota, surpresa por ver o xerife, posicionou sua neve acima de si, perguntando “Como você ainda está vivo? Isso não é possível. “

Hirako – Ah, era pra eu ter morrido com isso? Desculpe, mas isso só não me levou para conhecer um carinha muito legal.

Yummi — ... – A garota então moldou sua neve novamente, formando a frase “Do que você está falando, seu idiota?”

Hirako – Obrigado pelo elogio. Agora, se não se importa, eu vim aqui para lutar e não virar raspinha de sorvete. Então...

Yummi — ... – sua neve se moldou novamente, formando “Raspinhas? Está zombando da minha arte, desgraçado? Vai pagar por isso virando estátua novamente.

Hirako – Desculpa, mas acho que não vai rolar.

Yummi — ... A garota escreveu em sua neve “Isso é o que veremos”. E assim, começou a patinar em direção à Hirako, colocando suas tonfas laminadas nos braços novamente.

Hirako – Eu descobri como você me congelou da primeira vez, então nem adianta tentar uma segunda.

Yummi — ... – “Ah é? Então você poderia me dizer?” – escreveu novamente.

Hirako – Se eu posso? Claro. A cada passo da patinação que você fazia, você jogava minúsculos fragmentos de gelo em mim, e eu, como estava encantado com sua apresentação, nem os notei. Então, para me congelar, você apenas expandiu aquele gelo que jogou em mim até o ponto de eu virar uma estátua, certo?

Yummi parou de patinar e abriu um sorriso, assentindo com a cabeça e batendo algumas palmas.

Yummi — ... – “Perfeito, nunca imaginei que acertaria. E como descobriu?”

Hirako – Simples. Quando minha consciência voltou na estátua, eu notei que existiam alguns pontos mais resistentes que outros, e deduzi que seriam esses os fragmentos, então fui quebrando os mais fracos por dentro, expelindo pequenos raios pelo meu corpo até finalmente voltar.

Yummi — ... – “Você é realmente esperto, Hirako“. — sua neve voltou a se moldar.

Hirako – Obrigado, mas diz aí, Yummi. Qual a sua? Por que não fala nada? Por que você fica usando essa neve estúpida para se comunicar comigo através de mensagens? Você é muda por acaso? – Aí ouvir isso, os cabelos da garota se elevaram e uma aura fria correu pela sala, passando por Hirako.

Yummi — ... — “Cale a boca... CALE A BOCA, HIRAKO, VOCÊ NÃO SABE NADA SOBRE MIM”.

Hirako – Sim, realmente não sei nada sobre você, mas ficar lendo essas mensagens está me irritando... Então...

Yummi — ... – a garota ficou desconfiada com a pausa repentina do xerife, montando a seguinte pergunta em seguida. “Então...?”

Hirako – EU VOU FAZER VOCÊ USAR ESSA SUA BOCA, SUA MALDITA. – gritou, apontando para a garota, que recuou um passo. – Droga, ficar falando sozinho me dá nos nervos.

Yummi — ... – “Isso era tudo o que você tinha para me falar?”

Hirako – Por enquanto sim. Vamos dar início a isso de uma vez.

Hirako rapidamente retirou seu par de adagas do coldre, começando a segurá-las e entrando em posição de batalha, e Yummi, com suas tonfas e patins totalmente preparados e afiados, a garota começou a avançar contra o loiro, no intuito de atacá-lo.

Yummi – ... – “Que armamento ridículo. Pretende mesmo lutar com isso?”

Hirako – Sim, pretendo. VAMOS LÁ.

Os dois foram um em direção do outro, e então chocaram suas armas, com Hirako empurrando uma de suas adagas contra uma tonfa de Yummi e vice-versa. Os dois se afastaram com um salto pra trás, e assim começou a luta de verdade. Hirako, de longe, começou a lançar projéteis relâmpago de suas adagas, e Yummi, para se defender, começou a girar em um só lugar, apoiada por seus patins, e assim suas tonfas, que giravam, conseguiam muito bem defender os projéteis de Hirako. Após isso, o garoto revestiu suas adagas com raios e correu em direção à Yummi, começando a atacá-la. Ele atacava incessantemente, porém a garota defendia os ataques facilmente com suas tonfas, que serviam como grandes escudos. A garota, aproveitando que o loiro estava atacando de perto, fez uma cambalhota na qual cruzou as lâminas de seus patins com as lâminas de Hirako, fazendo-o se afastar.

Hirako – Você é realmente forte, Yummi. Sua habilidade não decepciona.

Yummi — ... – A garota, ouvindo os elogios, apenas sorriu e entrou em posição de batalha novamente, moldando outra mensagem ao mesmo tempo, e essa dizia. “Você também é melhor que eu imaginava, Hirako”.

Sem mais comunicações ocorrendo, os dois voltaram a se atacar ferozmente. Hirako voltou a atirar projéteis em Forma de relâmpago, mas dessa vez a garota apenas colocou suas tonfas na frente do ataque para se defender. Logo em seguida, a garota começou a patinar, deslizando pelo chão de gelo da sala, para chegar mais próxima ao loiro. Quando se aproximou o bastante, deu um salto no qual começou a girar no ar, e nesse processo, esticou a perna direita, começando a atacar Hirako na forma de um redemoinho, utilizando seus patins. O loiro conseguia defender todos os golpes, porém a cada vez eles iam ficando mais rápidos, e então em um momento, a garota simplesmente parou de girar para o lado inicial e do nada começou a girar para o lado contrário, ato que pegou o loiro de surpresa e lhe concedeu um grande corte na lateral do rosto, corte esse que ia da linha do olho até a linha de boca.

Hirako – AAWWWWGHHH. – Gritou, dando um salto para trás e colocando uma mão em cima do ferimento, vendo que estava cheio de sangue. – Sua desgraçada. – Ao falar isso, Hirako sorriu e lambeu um pouco do sangue que escorria pelo ferimento. – Estou pronto, RAJADA DE TROVOES.

Yummi — ... – Em resposta à rajada de trovões que Hirako lançou na direção da garota, a mesma fez um X com suas tonfas e bloqueou o golpe. Vendo que seu ataque havia falhado, o hospedeiro do trovão apareceu em cima da garota, pronto para desferir um ataque com sua adaga, e dessa vez, sem outra opção, a garota teve que se desviar do golpe dando um lindo e graciosidade salto para trás.

Após isso, Hirako nem deu tempo da garota se recuperar da esquiva e já saiu atacando-a como um louco. Nisso, Yummi, que estava sendo pressionada pelas armas de Hirako, resolveu parar de defender e prendeu uma adaga do loiro na garra que havia na parte frontal de sua arma, só que isso não deu muito certo, pois Hirako, ao ver aquilo, simplesmente fez seu cabelo amarelo se elevar, e ele gritar:

Hirako – RAJADA DE TROVÕES. – No que o loiro gritou isso, Yummi foi atingida em cheio e à queima-roupa pelo golpe, mas, mesmo assim resistiu e conseguiu desferir um golpe com a tonfa que usava no outro braço, o que fez o garoto ser arrastado por alguns metros, se afastando dela.

Yummi — ... – “Esse seu choque foi magnífico, Hirako.“ – escreveu a garota, moldando mais neve.

Hirako – Esse seu golpe de agora também foi.

Os dois se encararam, sorrindo, e então Hirako revestiu suas adagas com relâmpagos e Yummi revestiu suas tonfas com uma camada de gelo sobre as lâminas, então, os dois, animados, começaram a correr um contra o outro novamente.

Hirako – HAAAAAAAAAA

Yummi — ...

Enquanto isso, agora descendo para o 3° andar, a luta entre Koda e Wyles continuava. Os dois continuavam trocando golpes com suas respectivas armas no meio daquela floresta, e Koda parecia estar levando a melhor, pois desferiu um golpe no peito de Wyles com seu bastão, que o fez recuar.

Wyles – Seu desgraçado... EU VOU BOTAR JUIZO NESSA SUA CABEÇA ATRAVÉS DO MÉTODO DOLORIDO.

Koda – Fale o que quiser, eu não ligo e também não me arrependo de nada.

Wyles – Eu não acredito que estou ouvindo isso realmente. Você é a escória que a humanidade abomina, seu desgraçado.

Koda – Eu só queria falar uma coisa.

Wyles – E o que é?

Koda – MADEEEEIRA. – Ao gritar isso, um galho de árvore atingiu Wyles em cheio no estômago o levantando no ar, fazendo-o cuspir sangue enquanto era arremessado a alguns metros de distância.

Wyles – GWAAAAHHH. M-maldito... – falou, meio tonto por causa do golpe, após aterrissar.

Koda – Incrível, nem depois de um ataque certeiro você cala a boca. EU VOU CALAR NA MARRA ENTÃO, FAZENDO VOCÊ ENGOLIR SEUS DENTES. – Gritou, e logo após isso, cravou seu bastão no chão, começando a controlar as árvores ao redor. – Dança da floresta.

As árvores então, começaram a se mexer como se estivessem dançando, e começaram a atacar Wyles esticando seus galhos e lançando chicotadas com suas raízes.

Wyles – Vai precisar mais do que isso para me derrotar. SABRE DE LUZ. – Ainda meio tonto, Wyles fez sua espada ser revestida com energia branca, começando a defender-se da investida das árvores.

As árvores continuavam atacando, mas Wyles majestosamente ia cortando uma a uma, deixando todas sem galhos e depois as cortando no meio. Em um momento, uma árvore ia acertar seu estômago, mas em um instante, o hospedeiro se impulsionou para trás com uma cambalhota e mexeu sua espada no processo, e nisso, a árvore se desintegrou rapidamente, caindo no chão em um formato de banquinho de madeira, ao qual Wyles sentou-se após terminar o serviço.

Wyles – Só algumas árvores não vão me derrotar.

Koda – Segura esse então, se você se acha tão bom. – INVOCAÇÃO NATURAL. – Ao profanar isso, Koda retirou seu bastão do chão e começou a conjurar vários galhos em uma de suas pontas, lançando todos contra Wyles, que desviou do ataque, deixando seu banquinho de madeira ser destruído. Após isso, ele, pensando que estava livre do ataque, baixou a guarda por um momento, e nesse pequeno deslize, um galho que Koda controlava mudou seu curso e se enroscou na perna de Wyles, batendo-o no chão com grande poder, o que fez o médico gritar de dor, ficando deitado no chão junto à uma pequena cratera que havia sido criada com seu impacto.

Wyles – M-maldito...

Koda – Você acha que acabou? Isso é só o começo, doutor. – Wyles, ao falar isso, estalou seus dedos, e então, o galho que segurava Wyles começou a batê-lo no chão, jogando-o de um lado para o outro, desgovernado.

Wyles – AAAAAAAAHHHHH DROGAAAAA – Gritava, enquanto o galho o jogava no chão. – (Eu preciso me livrar desse galho... Ah, já sei.) – pensou, um pouco antes de ser jogado no chão novamente. O galho ergueu Wyles novamente, com intuito de jogá-lo no chão outra vez, e nesse exato momento, o garoto gritou: — BOMBA DE LUZ. – Ao gritar isso, uma grande luminosidade cobriu a sala, fazendo Koda cobrir os olhos com o braço esquerdo, e logo depois disso, Wyles apareceu livre do galho, que foi desintegrado por seu ataque.

Koda – Então você também tem seus truques, não é?

Wyles – Sim, mas isso me custa bastante energia.

Koda – Tudo bem, chega desses nossos poderes idiotas, não acha? Que tal lutarmos a sério? Um duelo de homens, só nós e nossas armas.

Wyles – E como Vou saber que você está mesmo falando a verdade?

Koda – Ah, o que é isso? Você não confia em mim?

Wyles – Você realmente perguntou isso pra mim?

Koda – Ok, Foi uma pergunta idiota. E quer saber de uma coisa? Eu já cansei de ficar lutando com você. Acho que está na hora de revelar minha verdadeira arma.

Wyles – Verdadeira arma? Do que está falando?

Koda – DISSO. HAAAAAA – Gritou o garoto, fazendo uma aura verde correr por todo o seu corpo, e indo direto para seu bastão, que absorveu o poder e começou a se expandir.

Wyles – Mas o que?

Koda – PRESENCIE... O NASCIMENTO DA ÚNICA E VERDADEIRA... – quando gritou isso, o bastão parou de se expandir e começou a rachar, explodindo em vários pedaços e revelando uma lança de batalha de 2 lâminas, uma em cima e outra em baixo. – DOUBLADE GREEN.

Wyles – Espera, então essa é sua arma? Aquele bastão negro era só a casca?

Koda – Sim. Eu o revesti com o formato de um bastão de madeira para suprimir meu poder, pois sempre que eu usava a doublade green, eu acabava destruindo tudo ao redor. – Ao ouvir isso, Wyles engoliu seco. – Mas agora... EU NÃO PRECISO ME SEGURAR, PRECISO? – Gritou, balançando sua lança, causando uma forte ventania que devastou uma trilha de árvores que havia ao seu lado. – Se ainda acha que pode vencer para ter a sua vingança, Doutor, ATAQUE-ME. – gritou novamente, expelindo uma grande pressão de seu corpo.

Wyles – (Droga... Essa pressão é aterrorizante... Mas não posso recuar.) – Pensou, cerrando o punho com o qual segurava sua white Core. – TUDO BEM, KODA, VOCÊ PEDIU POR ISSO. HAAAAAAAAA – Wyles, mesmo com hesito, começou a correr na direção de Koda. – ILUMINAR. – Enquanto corria, fez uma aura branca revestir seu corpo, aumentando seu poder.

Koda – Oh, já vai usar seu aumento de poder? Pois saiba... QUE NÃO É SÓ VOCÊ QUE SABE FAZER ISSO. FLORESCER – Quando Koda falou tal palavra, uma aura esverdeada correu por seu corpo, fazendo-o ficar ainda mais poderoso. – VOU TE MOSTRAR DO QUE SOU FEITO.

Koda, com poder total, começou a correr em direção à Wyles, começando uma grande luta com o mesmo. Os dois chocaram suas lâminas um com o outro, fazendo uma grande massa de pressão cercar o local. Após isso, Koda, para se aproveitar da situação, retirou sua lança do choque de lâminas e a girou rapidamente, tentando acertar Wyles com a parte de baixo, porém foi em vão pois o médico também retirou sua White Core do ataque milésimos depois, o que deu tempo suficiente a ele para se impulsionar para trás, colocar as mãos no chão e rebater a lâmina com um chute, e com um giro, acertou outro chute nas costelas de Koda, que voou contra uma árvore, mas antes de atingi-la propriamente, jogou a lâmina de sua lança no chão para frear forçadamente, caindo de pé, em posição de batalha. Em um instante os dois já estavam se encarando novamente, e com o cair de uma folha no chão, os dois avançaram novamente um contra o outro. Koda começou a girar sua lança na vertical enquanto corria, e ao chegar em Wyles, começou a lutar enquanto girava-a, o que dificultava a defesa para Wyles, por não saber quando o general atacaria. Em um momento da troca de golpes, Koda ameaçou atacar, e Wyles vendo isso, rapidamente colocou sua espada na frente para se defender, mas Koda apenas enfiou a lâmina no chão, o que o impulsionou para cima e o possibilitou chutar as costas do hospedeiro da luz, que foi bruscamente jogado para frente, sendo derrubado. Depois dessa golpe, Koda deu um salto mortal e jogou sua lança ao chão, caindo de pé em cima da mesma.

Koda – Você ainda precisa comer muito feijão pra se equiparar a mim, doutor.

Wyles — C-cale essa droga dessa boca. FEIXES DE LUZ. – Ao gritar isso, lançou várias pequenas rajadas de luz contra Koda, que simplesmente deu um salto para trás e se desviou, pegando novamente sua lança em mãos, sorrindo e entrando em posição de batalha.

Koda – E o nosso acordo, desgraçado? Não vai cumprir? Pois bem, que seja. Eu sei que você pode mais do que isso.

Wyles – CANHÃO LUMINOSO. – Wyles, recuperado do ataque anterior, jogou uma grande rajada de luz na direção de Koda, que sorriu.

Koda – VAI PRECISAR DE MAIS. – Ao gritar isso, Koda simplesmente começou a girar sua lança com suas mãos, fazendo-a se parecer com um escudo, é só com isso, defendeu completamente o ataque de Wyles, saindo com a lança intacta. – Patético.

Wyles – (Droga... aquela bomba de luz custou bastante ao meu corpo... Mas se eu não tivesse a usado, talvez ainda estaria sendo arremessado no chão.) – pensou o garoto, olha do para sua mão, que estava trêmula e no mesmo instante a cerrou, encarando Koda, que parecia estar 100% disposto para lutar.

Koda – Por que está me olhando igual um retardado?

Wyles – Estava olhando essa sua cara de idiota. Mas me diz aí, nós estamos luta do já tem um tempinho... Como você ainda está completamente normal, parecendo que ainda nem lutou?

Koda – Ah, então você notou? Bom, se quer a resposta, me derrote. Isso se você não estiver muito cansado para isso.

Wyles – Cale a boca, maldito. HAAAA – gritou, intensificando ainda mais sua aura branca, fortalecendo sua técnica de aumento de poder. – EU VOU TE DERROTAR.

Wyles, após gritar e fazer Koda sorrir de forma psicopata em resposta, partiu para cima do general de forma rápida, concentrando luz em suas pernas e em sua espada ao mesmo tempo.

Koda – Isso vai ser interessante. – comentou para si mesmo, entrando em posição de batalha.

Wyles, depois do comentário de Koda, chegou no hospedeiro da natureza rapidamente, começando a dar várias cambalhotas e atacando com as pernas em chutes desgovernados, aos quais Koda defendia rápida e precisamente com sua lança dupla. Em um momento, quando Wyles chutou, Koda segurou com a haste da lança, e com isso, em um movimento rápido, o hospedeiro da luz colocou seu pé na parte da haste que ia de encontro com Koda, e nisso, chutou a haste para cima, o que fez o general largar a lança por um momento devido ao impacto, e nesse pequeno momento, Wyles apoiou sua espada no chão, girou seu corpo e desferium chute certeiro no estômago de Koda, que cuspiu sangue, deixando sua barba toda ensanguentada e voou, sendo jogado contra o tronco de uma árvore. Não satisfeito, Wyles começou a correr na direção de Koda novamente, desferindo outro chute em seu estômago, o que fez ele ser enterrado dentro da árvore. Quando ia desferir o terceiro chute, Koda segurou o pé de Wyles com a mão direita e fez alguns cipós tentarem subir em sua perna, fazendo o médico recuar por impulso. Enquanto recuava, notou que Koda, mesmo enterrado na árvore, estava com um grande sorriso maligno no rosto, em meio aos seus cabelos desgrenhados. Quando terminou o salto de recuo, olhou para trás por sentir alguma coisa em suas costas, e no momento em que se virou, a lança de Koda o atingiu em cheio com sua parte cega, e já que foi pego de surpresa, foi jogado brutalmente contra uma árvore, caindo sentado no chão, machucado.

Wyles – Mas o que...

Koda – O melhor da minha doublade Green é que com o movimento de retorno dos hospedeiros para com suas armas, eu aprendi a controlá-la. – comentou, saindo do tronco da árvore e pegando sua lança na mão novamente.

Wyles – Movimento... de retorno?

Koda – Vamos, não seja idiota. Você já deve ter percebido que sempre que você perde a sua espada, com alguns movimentos de seus dedos, ela volta para sua mão imediatamente, certo? Pois bem, isso se chama de movimento de retorno, e normalmente as armas voltam tão rapidamente que nem conseguimos vê-las em movimento, mas eu me aprofundei nessa técnica, e com algumas semanas de treinamento, eu, quando a perco, consigo controlá-la por alguns segundos antes dela voltar para a minha mão, e foi isso o que acabou de acontecer.

Wyles – Ah... Entendo... – falou, levantando-se com uma certa dificuldade, apoiando-se em sua White core.

Koda – Nossa, você está acabado.

Wyles – Cale... A boca... – Falou, cambaleando, tendo que apoiar-se novamente em sua espada. – (Droga... Por que eu estou me sentindo tão esgotado? Eu não usei tanta energia assim...)

Koda – AH VAMOS LÁ, WYLES, VOCÊ NÃO IA SE VINGAR PELO SEU PAI? O PAI DA SUA NAMORADA? EU ESTAVA ESPERANDO TANTO DE VOCÊ, QUE ESTAVA CEGO PELA RAIVA... QUE DECEPÇÃO.

Wyles, ao ouvir aquelas palavras, mesmo exausto, cerrou os punhos com grande fúria e elevou sua aura a um nível surpreendente, fazendo até mesmo a sala tremer.

Insira essa música : https://www.youtube.com/watch?v=LSvOTw8UH6s

Wyles – Não ouse falar do meu pai, seu maldito. – Falou, em tom baixo, olhando para baixo.

Koda – E o que você vai fazer?

Wyles – Eu já disse várias vezes e vou dizer outra... – Assim que falou isso, Wyles que estava parado simplesmente sumiu da frente de Koda, que ficou surpreso. Do nada, Wyles apareceu na frente dos olhos de Koda, e gritou: — EU VOU... TE DERROTAR. – Ao falar isso, acertou um chute com o pé deitado diretamente no estômago de Koda, que saiu voando e atravessando várias árvores daquelas floresta, causando uma grande explosão de poeira no local de pouso do general.

Koda – Agh... Desgraçado... Essa doeu de verdade... – ao falar isso, passou a mão sobre o ombro, onde haviam alguns arranhões e por algum motivo os mesmos sumiram.

Wyles – VOCÊ ZOMBOU DO MEU PAI... ESTÁ NA HORA DE COMEÇAR A LEVAR ESSA DROGA DE LUTA A SÉRIO. – Gritou, começando a expandir sua aura exponencialmente.

Koda – MAL POSSO ESPERAR. POIS VENHA.

Wyles, sem nenhuma enrolação, aprtiu para cima de Koda novamente, dessa vez desferindo vários chutes contra o mesmo, que defendia com sua lança, até o momento no qual ele chutou o ombro do general com o calcanhar, o que o fez se ajoelhar de dor, e perante a isso, o médico revestiu sua outra perna com energia luminosa e gritou:

Wyles — CHUTE LUMINOSO — ao gritar, atingiu o rosto de Koda em cheio, mandando o mesmo floresta a dentro com o poder do chute, fazendo-o cair deitado de bruços no chão. – AQUI VOU EU, HAAAAAAAAAA. – Gritou, indo em direção ao general, que rapidamente se colocou de pé e começou a ir de encontro com Wyles também, com um sorriso no rosto.

Koda – HAAAAAAAAAA

Agora, descendo para o Segundo andar, lar da luta de Kaito contra o general do apocalipse mais poderoso, Kizuro, podia-se ver que Kaito estava em absoluta desvantagem, pois Kizuro estava em um estado completamente sadio, enquanto Kaito estava todo machucado, ensanguentado e arranhado, de tantos golpes que levara. O garoto agora, encontrava-se descansando atrás de uma pilha de escombros, enquanto Kizuro estava afiando suas garras, olhando em volta.

Kaito – (Droga... Esse cara é o oponente mais poderoso que eu já enfrentei sozinho. Tenho que dar um jeito de detê-lo ou eu não saio daqui vivo...)

Kizuro – VAMOS, CABEÇA DE MORANGO, APARECE, EU NÃO ESTOU COM VONTADE DE BRINCAR DE ESCONDER. – Gritou, olhando em volta para ver se encontrava Kaito.

Kaito – (Eu não posso ficar me escondendo pra sempre... Tenho que lutar...) – pensou, cerrando os punhos e olhando para sua DragonBorn quebrada em sua mão. – (Depois dele me jogar no chão aquela hora, eu consegui fugir por um tempinho, mas já chega).

Kizuro – VAMOS LÁ, ESQUENTADINHO, APARECE LOGO.

Kaito – Eu estou aqui, Kizuro. – Falou, saindo de trás dos escombros.

Kizuro – Ah, finalmente. Você se escondeu por 10 minutos, espero que tenha descansado.

Kaito – Sim, eu descansei um pouco, e também pensei o porquê de eu estar aqui, apanhando pra você. E eu lembrei, Kizuro... EU ESTOU AQUI POR TODOS AQUELES QUE EU AMO, AMIGOS E FAMILIARES, e eu não me importo se você é o general mais forte dentre os 4, VOCÊ NÃO VAI ME IMPEDIR DE SALVÁ-LOS.

Kizuro – Comovente... São realmente belas palavras... MAS PALAVRAS NÃO VENCEM UMA LUTA. – ao falar isso, Kizuro atacou Kaito com suas garras rapidamente, fazendo o ruivo se defender no susto, sendo jogado contra uma parede. – Se quiser passar desse andar, terá que me derrotar.

Kaito – Eu sei... Eu sei muito bem disso... E ACREDITE... É O QUE EU VOU FAZER.

Kizuro – Por que você não faz tanto quantas fala? Seria um adversário bem mais interessante.

Kaito — CALE-SE. – Kaito, enfurecido com os comentários do general, partiu para cima do mesmo, começando a desferir vários golpes com sua DragonBorn.

Kaito tentava atacar de todos os jeitos e lados, mas as garras de Kizuro eram muito mais rápidas, e não deixavam nenhum golpe da espada de Kaito acertar, então, deu uma cambalhota para trás e lançou um rajada de fogo na direção do hospedeiro de aço. Ele, ao ver aquele ataque vindo em sua direção, guardou suas garras por um momento e parou o ataque à distância com apenas uma mão.

Kizuro – ISSO É INÚTIL. – Kizuro, profanando tais palavras após o ataque do ruivo, em um instante, apareceu em sua frente, desferindo um gancho certeiro em seu queixo, que o fez voar novamente, ficando enterrado na parede. – Seus ataques não fazem efeito em mim. Se eu te chamasse de fraco, acho que eu estaria ofendendo os fracos.

Kaito – Gaaaagh... Cale... Essa maldita boca... Homem armadura... Você pelo menos sabe... O significado de não só as minhas, mas as ações de todos os outros 3 que entraram nesse castelo junto comigo? Nossas ações representam coragem... E SABE POR QUE?

Kizuro – Vocês 4 são corajosos? É cada coisa que você fala. Mas sim... Eu quero saber o porquê. Por que vocês representam a coragem?

Kaito – Adentrar no território inimigo e desafiar os chefões cara a cara, ó para poder os recuperar quem amamos... EU ACHO QUE A CORAGEM PODE SER POSTA NISSO.

Kizuro – Sim, eu posso realmente dizer... Você é bem corajoso para me enfrentar, mas você é corajoso... E imbecil.

Kaito – Imbecil? Hahaha... Vindo de você isso é um elogio. Aposto que está se referindo à minha decisão de obrigar meus companheiros a seguirem sem mim, certo?

Kizuro – Exatamente. Se vocês tivessem continuado me atacando em trio, suas chances de pelo menos se equipararem a mim aumentariam um pouco.

Kaito – Entendo. Você nem cogitou possibilidade de derrota, mesmo com nós 3, certo?

Kizuro – Eu não seria derrotado por vocês. Por isso não coloquei essa possibilidade em minha lista.

Kaito – Bom... Para mim, não importa o que você diga para mim... MEUS OBJETIVOS AINDA NÃO MUDARAM. – Ao falar isso, mexeu seu braço esquerdo, soltando-o da parede e em seguida fez a mesma coisa com o direito, saindo enfim da parede, voltando a ficar de pé no solo.

Kizuro – Seus objetivos, hã? Deixa eu recapitular... Eles seriam... Me derrotar, soltar seus amigos e derrotar o Kuro, certo?

Kaito – Sim... E eu vou conseguir...

Kizuro – Será mesmo? – Ao falar tais palavras, viu que o ruivo se enfureceu.

Kaito – CALE A BOCA. VOCÊ AO MENOS SABE O QUE É LUTAR EM PROL DE ALGUÉM QUE VOCÊ AMA? – Gritou, furioso, o que fez o general ativar as garras de metal. – Você, Kizuro... VOCÊ NÃO PASSA DE UM EGOÍSTA QUE SÓ PENSA NO PRÓPRIO PODER. VOCÊ NUNCA VAI SABER O QUÃO DESESPERADOR É SE SENTIR UM COMPLETO INÚTIL, QUANDO AS PESSOAS QUE VOCÊ MAIS AMA PRECISAM DE VOCÊ.

Kizuro — ... – Quando o homem de cabelos acinzentados ouviu tal sermão vindo de Kaito, a sombra de uma mulher de aparentemente 25 anos passou em sua mente, e junto da mulher havia uma menininha, de aparentemente 5 anos. Elas, ao passarem por sua cabeça, foram afastando-se cada vez mais de seus pensamentos, até que o general voltou a si e ficou extremamente furioso, chegando a ranger os seus grandes e pontudos dentes. – CALE ESSA BOCA, SEU DESGRAÇADO.

Kaito – Hã? O que?

Kizuro – VOCÊ NÃO SABE NADA SOBRE MIM. NADA. ENTÃO CALE ESSA DROGA DESSA BOCA. – Furioso, Kizuro gritou sem pensar duas vezes, e então correu até Kaito, começando a atacá-lo.

Kizuro chegou ao ruivo com muita raiva, começando a desferir muitos golpes com suas garras. Kaito, com extrema dificuldade, defendia-se com sua espada quebrada, mas isso durou pouco, pois em um momento, Kizuro ameaçou atacar com a garra esquerda, e quando Kaito foi defender-se, o general atacou com a direita, acertando em cheio o peito de Kaito, fazendo jorrar sangue, e sua camiseta ficar rasgada, com sua pele aberta naquela região. O ruivo, em um movimento instintivo, colocou a mão sobre o ferimento devido à dor que sentia, mas no mesmo momento que fez isso, recebeu um chute na boca do estômago, que o enterrou novamente na parede.

Kaito – GAAAAHHH. D-droga. – Kaito cuspiu sangue, ao notar que estava na parede novamente.

O ruivo nem teve muito tempo para pensar, pois logo depois de ser jogado lá, Kizuro veio em sua direção, correndo rapidamente, com a mão reta e suas lâminas apontando para o peito do garoto, que já estava todo ferido. O homem, com fúria no olhar, lançou seu braço contra a parede com força total, e Kaito, vendo o perigo, encheu-se de adrenalina. Kizuro enfim atacou com suas garras, e após isso, uma pequena cortina de poeira levantou-se no local, dificultando a visibilidade.

Kizuro – EU SENTI ALGO. COM CERTEZA TE PEGUEI DESSA VEZ, CABEÇA DE MORANGO. – Gritou em alto som, e quando a poeira baixou, viu que estava com as garras de seus dedos enfiadas na parede segurando apenas o casaco rubro e a camiseta vermelha de Kaito. – O QUE? EU ACERTEI SÓ AS ROUPAS? ONDE ELE ESTÁ? – Se perguntou, olhando em volta.

Kaito – EU ESTOU BEM AQUI. – Kaito, que agora estava apenas de calça, do nada, apareceu abaixo de Kizuro, com suas mãos envoltas em chamas que giravam em sua mão. – TORNADO FLAMEJANTE. – Ao gritar isso, o garoto ruivo aproveitou que o general estava com a mão presa na parede e desferiu seu ataque de fogo à queima-roupa, o que fez o homem de cabelos acinzentados sair voando pela sala e bater no teto, caindo no chão com um joelho e um punho para se apoiar.

Kizuro – Tudo bem... Esse golpe eu admito que foi bem pensado. Me prender na parede para fazer seu ataque à distância me acertar de perto... Foi um belo plano... De verdade, mas espero que você não tenha pensado que isso me derrotaria. – falou, sorrindo e fixando Kaito com os olhos, enquanto a parte do peito de sua armadura, local onde Kaito havia desferido o golpe, se derretia aos poucos e era consertada em seguida pelo poder do hospedeiro.

Kaito – Não, isso nem passou pela minha cabeça. Eu usei esse golpe justamente para te provar que meus ataques à distância são eficazes, diferente do que você disse a pouco.

Kizuro – Entendo. Só que seu plano não vai funcionar de novo. Então, que tal passarmos para a luta de verdade? – Ao falar isso, o colete cinza que usava começou a desintegrar, virando uma pilha de cinzas. – Ora... Seu ataque foi mesmo poderoso... Não me espanta meu colete ter sido destruído.

Kaito – Agora estamos igualados.

Kizuro – Você fala por causa que nossas roupas na parte de cima foram destruídas? Se for isso, é aí que você se engana.

Kaito – Hã? Do que você está falando?

Kizuro – Esse colete tinha em torno de 50kg.

Kaito – COMO É?

Kizuro – Exatamente isso que você ouviu, garoto. E agora que você se livrou dele pra mim... EU ESTOU ESTUPIDAMENTE MAIS RAPIDO. – Gritou, sumindo em uma fração de segundo e desferindo um soco no rosto do ruivo, que foi lançado contra uma pilha de escombros.

Kaito – AAAAGH- – O garoto nem teve tempo de terminar seu grito, pois no mesmo momento Kizuro apareceu e pegou sua cabeça, enterrando-a nos escombros com um empurrão. Em seguida, o pegou pela cabeça novamente e o ergueu no ar, soltando-o para cair de pé, mas antes do garoto conseguir atingir o chão, foi fuzilado com diversos socos no estômago, que o fizeram voar no alto da única parede da sala que ainda estava intacta, que era a da saída para o 3° andar. Quando Kaito atingiu a parede e começou a cair em direção do solo, Kizuro apareceu ao seu lado, desferindo um murro onde cruzou as duas mãos para formar um martelo em suas costas, o que o fez chegar ao chão com um impacto muito mais doloroso. Diante desse impacto, Kaito quicou, voltando ao ar por um breve momento, e nesse exato momento o general apareceu ao seu lado, o chutando para cima com toda a força, como se Kaito fosse uma bola de futebol. Enquanto ele subia, Kizuro começou a lançar uma rajada de garras metálicas diretamente no garoto que o acertaram em cheio, o prendendo no teto, cheio de lâminas em seu corpo, já desacordado. Depois de alguns segundos, Kaito começou a escorregar pelas lâminas, atravessando-as completamente. Após passar por todas as lâminas e começar a cair em direção ao chão, começou a expelir sangue por seus ferimentos, o que originou no homem de cabelos acinzentados um grande prazer, vendo seu oponente cair do alto naquele estado. Depois de alguns segundos, Kaito finalmente atingiu o chão definitivamente, causando uma pequena cratera no local. Em seguida, o hospedeiro do aço começou a se mover em direção de Kaito, que estava desacordado numa pequena poça do seu próprio sangue.

Kizuro – Como aquele colete era pesado, ele limitava o poder dos meus golpes também. E então, o que achou desses? – perguntou, mas notou que não houve nenhuma resposta por parte de Kaito. – Será que eu o matei?

Kaito – Seu... monstro... desgraçado... – Ao falar isso, Kaito, que havia acordado por um breve momento, simplesmente perdeu as forças e desmaiou na poça de sangue que ele mesmo havia feito.

Kizuro – Ah, vamos lá, você ainda pode lutar. – enquanto falava isso, começou a se aproximar de Kaito lentamente. Poucos segundos depois, o general de longos cabelos acinzentados viu que Kaito estava desmaiado mesmo, então, com raiva por seu oponente ter perdido a consciência, pegou o garoto pelo pé esquerdo e começou a arrastá-lo pela sala, parando em um local livre de escombros. – Acho que aqui deve dar. – Ao falar isso, levantou o ruivo com uma mão, começando a bater seu corpo contra o chão violentamente, e quando cansou de repetir esse movimento, jogou o garoto para o alto novamente, fazendo-o bater no teto, jorrando sangue. Quando Kaito finalmente chegou ao chão novamente, criando outro impacto, Kizuro pegou-o pela cabeça, com ele ainda desmaiado, colocou-o de pé e começou a golpear seu rosto com socos incrivelmente fortes, terminando com um soco em seu queixo que o fez voar na parede da sala. Não satisfeito, o general andou até o ruivo de novo, e falou, jogando-o novamente na poça de sangue: – O que? Você já perdeu? Que decepção. Eu esperava mais de você, sinceramente. – Kizuro ao terminar de falar, virou as costas para Kaito, para ir Sentar-se junto a alguns escombros. – Ah, eu queria lutar mais com ele. Será que ele luta comigo novamente quando acordar? Isso se esse maldito acordar. – perguntou-se, deixando Kaito desmaiado na poça, pois não queria matá-lo.

Alguns minutos depois, enquanto Kizuro equilibrava um parafuso em seu dedo indicador, olhando para o teto, Kaito voltou a mover-se, impulsionando seu corpo para trás em um instante, ficando de joelhos na poça de sangue, estando com sua parte frontal do corpo completamente vermelha, seus olhos fechados e seu cabelo encharcado, o que deixava numa cor vermelha mais escura que a habitual. Kizuro, ouvindo aquele barulho, voltou seu olhar ao garoto, vendo que ele estava vivo.

{ Insira a seguinte Soundtrack : https://www.youtube.com/watch?v=3EJuROjO48Q }

Kizuro – Mas olha só quem resolveu levantar-se. Eu já estava ficando com tédio. E então? Vamos continuar?

Kaito — ... – Kaito, sem falar nada, do nada, começou a expelir vapor de seu corpo.

Kizuro – Hã? Mas o que esse maldito está fazendo?

O ruivo, ainda com os olhos fechados, continuou envolto por vapor, e nisso toda a poça de sangue que o cercava, além de todo o sangue que ainda estava molhado em seu corpo, começaram a evaporar, deixando apenas vestígios de sangue seco por seu corpo e seu cabelo, deixando aquela nova tonalidade vermelha no mesmo.

Kizuro – O que está acontecendo aqui?

O vapor continuava se intensificando, até que Kaito foi completamente coberto por ele, e alguns momentos depois, todo o vapor se expandiu como se fosse uma explosão, indo direto para Kizuro, que instintivamente colocou o braço na frente do rosto, por causa da grande ventania quente. Kaito, então, saiu do meio do vapor, andando normalmente Com a cabeça voltada para baixo e as perfurações de lâmina ainda estando todas abertas. Assim, ao sair, seu corpo todo se incendiou instantaneamente, cauterizando todos os ferimentos de uma só vez.

Kizuro – Ok... Isso tá ficando estranho...

Kaito – Kizuro... você foi longe demais. – Finalmente falou o ruivo, com alguns vestígios de vapor correndo por seu corpo. – Eu tive que reconectar e constituir alguns ossos para poder levantar, pois eu estava em frangalhos. Realmente foi uma humilhação, mas isso acaba aqui.

Kizuro – Do que está falando? Somos inimigos, eu te espancar faz parte disso, não seja idiota.

Kaito – CALE-SE. – Gritou, enfim levantando a cabeça e olhando para o general, fazendo o mesmo dar um passo para trás.

Kizuro – O que diabos...

Kaito – E lá vamos nós.

Kizuro – POR QUE SEU OLHO ESTÁ VERMELHO, SEU MISERÁVEL? – Perguntou, vendo a nova coloração dos olhos de Kaito, que o deixavam mais ameaçador.

Kaito – OLHOS DO GUARDIÃO. – Gritou, revelando em seu rostos os mesmos olhos que havia despertado na Floresta dos esquecidos, os quais descobriu ser obra de Pyronious.

Kizuro – Ah, guardião? Então é assim? Voltando no que disse, que tal continuarmos isso de uma vez? – Perguntou, animado com o desafio.

Kaito – Eu tenho outra opção além de aceitar? – Perguntou, apontando sua espada para Kizuro.

Kizuro – Você já sabe a resposta.

Kaito – Imaginei.

Os dois, que estavam em pontos distintos da sala, colocaram-se em posição de batalha, prontos para atacar. Kaito, que estava mais cansado e ferido, ficou parado, encarando Kizuro, que por sua vez estava quase intacto e começou a correr na direção do ruivo. Ele se aproximou rapidamente, atacando com suas garras, porém, dessa vez, Kaito defendeu facilmente, e como sempre, já estava se preparando para defender a outra garra, mas ao invés de atacar, o general simplesmente levou suas garras para trás e começou a atacar com uma só mão.

Kaito – Espera, o que? – perguntou-se, vendo a ação estranha de Kizuro, que estava facilitando ainda mais a sua defesa. – Por que está me atacando só com as garras da mão direita, desgraçado?

Kizuro – Simples, ISSO É TUDO O QUE EU PRECISO. – Gritou, acertando suas garras na lâmina do garoto e o empurrando para trás, só que quando isso aconteceu, sua armadura foi quebrada na região do estômago, o que o deixou sem entender nada. – Hã?

Kaito – (Minha mão estaria doendo normalmente... Mas agora...) – pensava, enquanto encarava o general. – O que foi, Kizuro? Surpreso com o soco que eu te dei, hein?

Kizuro – Soco? Eu nem vi. Foi um golpe de sorte. Você não vai me vencer com sorte. PODE VIR.

Kaito – (Droga... Eu queria usar aquilo agora para calar a boca dele... Mas eu prometi ao Pyronious que só usaria em um momento crítico... E eu ainda estou de pé, então posso lutar... Tenho que achar uma forma de me igualar a ele... Só meus olhos combinados com o flamejar talvez não deem conta.)

Kizuro – Aliás, é uma bela tatuagem essa sua. – Comentou Kizuro, olhando a tatuagem de dragão que havia no peito de Kaito.

Kaito – Meu guardião é um amigo precioso que eu guardo no peito. E o seu?

Kizuro – O meu? Está bem aqui. – falou, virando de costas, mostrando a tatuagem de rinoceronte que havia naquela região, cercada por horríveis cicatrizes.

Kaito – Um rinoceronte? Que interessante. Mas não estamos aqui para falar sobre nossos guardiões, não é mesmo? (Que cicatrizes horríveis são essas?)

Kizuro – Sim, você tem razão. Vamos logo ao que interessa, Kaito.

Kaito – De acordo.

Kizuro, sentindo a grande intimidação vinda dos olhos do ruivo, se animou, enchendo-se de energia e abrindo um grande sorriso. Sem nenhuma enrolação, ele finalmente partiu para cima do hospedeiro do fogo, atacando com as garras do seu braço direito, já Kaito ficou imóvel até Kizuro estar próximo, e quando finalmente ficaram frente à frente, começou-se rapidamente uma disputa incrível de lâminas. Kizuro tentou atacar com suas garras, porém Kaito, dessa vez, ao invés de se defender, desviou do ataque e aproveitou a brecha para encaixar um soco na bochecha de Kizuro, que foi jogado pro lado, mas em um exímio giro, se recuperou, tentando atacar com a garra novamente, sendo em vão novamente, pois Kaito defendeu-se facilmente com sua espada, aproveitando para cortar a armadura do braço de Kizuro em várias tiras metálicas, fazendo-o se afastar com um pulo.

Kizuro – Mas que droga é essa, seu maldito? Perguntou o general, revestindo seu braço novamente.

Kaito – O que foi? Pensei que pudesse me derrotar usando um só braço.

Kizuro – Ora, cale essa boca, até pouco tempo atrás você estava todo destruído com a surra que eu te dei.

Kaito – Sim, é verdade. Mas agora as coisas mudaram, meu caro inimigo. Eu acho que você não vai conseguir me derrotar só com um braço.

Kizuro – Tudo bem então... EU USO OS DOIS. – Ao falar isso, Kizuro começou a correr na direção do garoto de cabelos vermelhos, arrastando as garras das duas mãos no solo.

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Com isso, Kizuro começou a atacar com as duas mãos, desenfreadamente, como de costume, e Kaito apenas se defendia de todos os golpes. Em um momento, Kizuro tentou perfurar Kaito novamente, mas o ruivo desviou indo pro lado e desferindo uma joelhada no queixo de Kizuro, que foi jogado a alguns metros.

Kizuro – Muito bom... FAZIA TEMPO QUE EU ESTAVA PROCURANDO UM ADVERSÁRIO FEITO VOCÊ. HAAAAAAAAAA. VAMOS VER DO QUE VOCÊ É FEITO, KAITO. FRENESI DILACERANTE. – Gritou, indo na direção de Kaito.

Kaito – (Droga... Essa técnica... Vou ter que atacar com algo parecido.) – Pensou, preocupado. – TUDO BEM, PODE VIR. MULTI-LÂMINA FLAMEJANTE. – Gritou, indo pra cima do homem de cabelos cinzas.

Os dois, quando se encontraram, começaram a trocar vários golpes extremamente rápidos e poderosos, tão rápidos que mal se podiam ver as mãos dos dois guerreiros, sendo possível apenas ver borrões e ouvir barulhos contínuos de espadas se colidindo. Os dois estavam indo com força total, atacando com tudo o que tinham, e isso acabou ficando tão insano que em um momento quando as garras de Kizuro e a DragonBorn de Kaito se colidiram, criou uma onda de pessoa tão poderosa que fez os dois voarem longe, batendo em paredes contrárias ao mesmo tempo, ficando de pé logo em seguida.

Kizuro – Isso... ISSO QUE É UMA LUTA DE VERDADE, AHAHAHAHAH. – Gritou, cheio de animação, já partindo para cima de Kaito novamente. – HAAAAAAAAAA.

O general, cheio de Insanidade, após o grito, voltou a atacar Kaito, e dessa vez com um enorme sorriso psicótico no rosto. Kaito continuava defendendo todos os golpes, até o momento em que Kizuro, que já estava insanamente tomado pela adrenalina da luta, atacou tão fortemente com a garra de seus dedos que ela se quebrou, e mesmo com os estilhaços das garras voando, Kizuro conseguiu ultrapassar a defesa de Kaito e dar-lhe um soco no rosto, que o fez ser arrastado para trás. Logo em seguida, já restaurou sua garra e voltou a atacar, dessa vez fazendo um ataque com suas garras em conjunto, e Kaito, que ainda estava meio desnorteado por causa do soco, ao ver as garras se aproximando, reagiu o mais rápido que pôde, revestindo sua DragonBorn com fogo e fazendo um grande impacto com as garras, causando uma pequena onda de choque entre os dois, que se afastaram.

Kaito – Droga...

Kizuro – Interessante... – falou, depois de parar de ser arrastado.

Kaito – O que foi, desgraçado?

Kizuro – Agora eu vejo... Que realmente te subestimei... – Falou, mostrando suas mãos para Kaito, que viu que as garras de Kizuro estavam todas despedaçadas no chão, estando só pequenos resquícios nas mãos de Kizuro.

Kaito – Agora você sabe qual a sensação de ver sua preciosa companheira ser despedaçada na sua frente. – Falou, apertando DragonBorn em sua mão.

Kizuro – Você destruiu minhas garras, que ótimo para você, não é? Ou é o que você acha que eu diria, certo?

Kaito – Sim... Eu imaginei que isso fosse possível. .

Kizuro – Exatamente. Minhas garras são de aço. E o que eu controlo? O aço. Então, a regra das 5 horas não se aplica a mim, HAHAHAHA.

Kaito – Você não me engana, Kizuro. É claro que ela se aplica, você simplesmente vai criar novas garras, mas não serão tão fortes quanto as originais, estou certo?

Kizuro – Droga, pensei que poderia te enganar. Você é rápido na dedução. Vem cá, você já se perguntou por que eu uso garras como armas de luta?

Kaito – Na verdade, já sim.

Kizuro – Então aqui vai a resposta. Eu não uso outras armas pois.... EU SOU UM ARSENAL HUMANO. – Gritou, fazendo várias espadas, lanças, bastões, correntes, garras e canhões de metal aparecerem abaixo de si, ficando em cima de uma montanha de armas. – VEJA, KAITO. COMO PRETENDE LUTAR CONTRA MEU ARSENAL? SÓ COM ESSA MEIA ESPADA? NÃO ME FAÇA RIR, QUE TAL PEGAR UMA DAS MINHAS EMPRESTADAS? – Gritou, tirando sarro da cara de Kaito, por causa de sua DragonBorn.

Kaito – EU NÃO PRECISO DE NENHUMA OUTRA ARMA, KIZURO. MINHA DRAGONBORN VENCE ESSE SEU ARSENAL FACILMENTE, MESMO NESSE ESTADO. – Gritou em resposta, e com isso, a lâmina da DragonBorn cresceu 1 centímetro, devido ao tempo de recuperação estar sendo contado, mesmo com a luta em andamento. – Ora... Isso aí, VAMOS DERROTA-LO, DRAGONBORN. HAAAAAAAAAA – Gritou, partindo para cima de Kizuro, que estava em cima da montanha de armas.

Kizuro – VENHA... SEU DESGRAÇADO. – Gritou, pegando uma rapieira que havia no meio da pilha de armas e indo para cima de Kaito. – HAAAAAAAAAA.

Agora, indo finalmente para o primeiro andar, Keima prosseguia sua luta contra o general que havia sequestrado a todos, o hospedeiro do vento, Sora. Os dois lutavam ferozmente, fazendo pequenas pedras ao redor levitarem. Sora atacava com extrema agilidade, enquanto Keima defendia com exímia habilidade, desviando os ataques do general e tentando contra-atacar. Em uma de suas investidas, os dois cruzaram suas espadas e ficaram se encarando por alguns momentos, até se afastarem.

Sora – Posso ver que você está mais forte desde o nosso último encontro. No dia do hospital nossa diferença de poderes era absurda, mas agora, eu acho que isso pode se tornar interessante.

Keima – Sim, eu realmente estava mais fraco, mas não esqueça... aquele golpe no seu ombro fui eu quem fez.

Sora – Não posso negar que aquele corte foi bem doloroso. Mas você sabe que não foi por esse motivo que eu escolhi enfrenta-lo, não é?

Keima – Sim, e eu tenho até alguma ideia de qual é o motivo.

Sora – Os. Os motivos.

Keima – Ah, são mais de um?

Sora – Sim.

Keima – Poderia listá-los?

Sora – Mas é logico. Além daquilo sobre o que o Kuro disse, eu sei de uma coisa...

Keima – E o que seria?

Sora – Simples. Você invadiu o castelo a algum tempo, não é?

Keima – Invadir o castelo? Do que você está falando? – Perguntou, dando um passo para trás.

Sora – Não se faça de idiota. Foi em um dia tempestuoso, pouco depois da sua luta com o Kuro.

Keima – Você só pode estar maluco.

Sora – PARE DE NEGAR. É HUMILHANTE. – Gritou, balançando seu braço à sua frente, o que fez Keima engolir em seco.

Keima – Tudo bem, você me pegou. Mas como descobriu? Eu não fiquei aqui nem por 2 minutos.

Sora – Logo após que o Kuro nos chamou para acompanha-lo para treinarmos, eu senti uma fraca presença no pico do castelo, então, eu, com meu poder de vento, simplesmente usei uma técnica minha chamada “Olho do tornado”, que serve exatamente para espionagem e vi você no pico do castelo, observando a área, mas quando eu ia avisar o Kuro sobre você, você simplesmente sumiu junto de um trovão.

Keima – Quem diria que eu seria pego, e justamente por você. Como só você notou minha presença?

Sora – Eu tenho o senso de percepção mais aguçado dentre os 4 generais. Kuro, Koda, e Kizuro estavam conversando descontraídos enquanto Yummi os seguia, olhando com raiva para Kuro, eles não estavam prestando atenção ao redor. Mas para o seu azar, eu nunca baixo a guarda.

Keima – Interessante.

Sora – E tem uma coisa que eu quero te perguntar. Como?

Keima – Como? Como o que?

Sora – Como raios você sabia a localização do castelo?

Keima – Ah, isso? Bom, o Kuro tentou injetar um daqueles parasitas nojentos em mim pouco antes de eu me retirar, só que eu o “destruí”. – Falou, fazendo aspas com os dedos.

Sora – Por que as aspas? O que quer dizer?

Keima – Exatamente o que parece. Eu fingi destruí-lo, quando na verdade o coloquei enrolado em um pequeno pedaço de pano. Quando eu o soltei, já depois da luta, ele deu um enorme salto vindo na direção do castelo, então eu o segui chegando enfim aqui, mas antes dele adentrar o local, eu atravessei minha Doomed resonance nele, destruindo-o de fato dessa vez.

Sora – Ah, então a culpa por você ter encontrado o castelo é indiretamente do próprio Kuro? Interessante.

Keima – É isso mesmo. Eu não averiguei o castelo por mais tempo justamente por não querer ser pego, mas vejo que não deu certo.

Sora – Eu entendo seu lado. Se você tivesse ficado mais, com certeza seria encurralado por 11 hospedeiros.

Keima – Exato, por isso fui o mais furtivo possível. Me meter na base inimiga sem nenhum plano é suicídio.

Sora – E o que você e seu grupinho está fazendo exatamente agora?

Keima – Naquele tempo eu não tinha minhas memórias e trabalhava sozinho, mas agora, eu tenho boa parte delas de volta, e também tenho meu irmão e amigos comigo, então eu tenho certeza que conseguiremos derrota-los para recuperar todos aqueles que você sequestrou.

Sora – Será mesmo? Você está esquecendo de um pequeno detalhe.

Keima – Ah, é mesmo? E qual seria ele?

Sora – PARA CHEGAR ATÉ ELES, VOCÊ VAI TER QUE PASSAR POR CIMA DE MIM. – Gritou, fazendo uma grande rajada de vento ir de encontro com Keima, que colocou os braços em gente ao rosto para defender-se.

Keima – Sim, disso eu sei... mas eu não vejo tanto desafio assim.

Sora – COMO É? Você vai pagar por essa insolência perante um general, seu verme.

Keima – Pois então venha.

Sora – Não precisa nem pedir.

Assim que Sora terminou a frase, apontou sua espada para Keima, a guardou na bainha e apertou a faixa preta de sua roupa de karatê, com um sorriso no rosto. Após isso, pisou com grande força no chão da sala, o que causou um enorme impulso, que jogou o general na direção de Keima, e quando estava chegando perto, apoiou o pé no chão e deu um giro, chutando o peito de Keima, que foi arrastado para trás, sem entender o que havia acontecido. Quando ele ia revidar desferindo um golpe com sua espada, Sora chutou a lateral da espada de Keima com a outra perna, o que o fez jogar a espada longe, e assim, Sora aproveitou para desferir um golpe de mão aberta no ombro de Keima, seguido por um soco no rosto e uma joelhada em seu queixo, que o fez sair do chão por alguns momentos. Aproveitando isso, Sora tentou desferir um chute nas costelas do hospedeiro do som, mas, no ar, ele jogou uma perna para trás e conseguiu dar uma cambalhota, caindo de pé e desviando do chute. Vendo que Sora estava no meio de seu ataque ainda, Keima tentou acertar um soco no estômago do homem de cabelos brancos mas falhou, pois Sora lançou uma enorme rajada de vento de sua mão que o impulsionou para trás, fazendo-o errar, e ainda impulsionado com o vento, Sora, sorrindo, começou a criar e girar uma rajada de vento em sua mão, e enquanto era empurrado para trás pela sua outra mão, gritou:

Sora – TORNADO MANUAL. – Ao gritar isso, um grande tornado saiu de sua mão, e quando Keima foi desviar, o ataque o seguiu, o acertando em cheio e o jogando brutalmente contra uma das montanhas, e esse impacto o fez cair no chão de bruços.

Keima – D-droga... – Falou com dificuldades, tentando se levantar.

Sora – Não se preocupe, ainda tem muito mais da onde isso veio. – Comentou, chegando no chão depois do fim da rajada de vento, e caminhando de volta para onde estava Keima.

Keima – Eu tenho que admitir... esses golpes foram muito bons. – Falou, já de pé novamente, mexendo os dedos da mão e fazendo sua espada voltar para sua mão.

Sora – Vai tentar a espada de novo, é? Pois que seja. – Falou, entrando em posição de batalha, que era a mesma posição de um carateca.

Keima – Vamos lá.

Os dois, sem nenhuma enrolação, correram na direção um do outro, começando a lutar novamente. Keima tentou atacar com sua espada por cima, porém Sora desviou do ataque e desferiu um poderoso soco no estômago de Keima, que em resposta, jogou sua Doomed Resonance para sua outra mão e cravou sua ponta nas costas do karateca, descendo a lâmina e rasgando boa parte de sua roupa, abrindo um longo corte duplo nas costas do indivíduo, devido ao formato da espada. Após isso, o homem de cabelos brancos, que estava ainda com a mão na barriga de Keima, formou uma grande pressão em sua mão e lançou o Hospedeiro do som a vários metros de distância. Após isso, arrancou a parte de cima de sua roupa de Karatê, revelando seu físico um tanto forte, com direito a sua tatuagem de guardião em seu ombro, ficando apenas com suas calças brancas e sua faixa preta, a qual balançava com a pressão que o garoto expelia nesse momento.

Sora – SEU... MISERÁVEL. EU GANHEI ESSA ROUPA DE UMA PESSOA MUITO IMPORTANTE. VOCÊ NÃO TINHA O DIREITO DE FAZER ISSO.

Keima – Agh... – Gemeu o garoto, que estava com a mão na barriga com semblante de dor. – CALE ESSA BOCA. VOU TE FAZER PAGAR POR TUDO O QUE VOCÊ FEZ.

Sora – Você cometeu o pior erro da sua vida, hospedeiro do som.

Keima – Ah é? E por que?

Sora – POR ISSO. – Gritou, aparecendo em cima de Keima rapidamente, desferindo um chute na lateral de seu rosto, que o fez sair voando. Enquanto o garoto voava, Sora ergueu uma muralha de tornados a qual Keima bateu de frente, sendo ferido pela rotação extremamente rápida dos mesmos, que o jogaram de volta para Sora, que o parou no ar com um soco no estômago, fazendo um pouco do sangue que escorria de Keima atingir seu rosto. Logo em seguida, ainda segurando o hospedeiro do som no punho, enterrou-o no chão da sala, abrindou uma grande cratera, e sem dar descanso, puxou Keima de volta, colocando-o de pé e começando a atacar Keima com vários golpes de karatê por todas as partes do corpo, terminando seu incrível combo com um soco extremamente poderoso no rosto de Keima, Soco este que estava revestido com uma espessa camada de ar, o que aumentou ainda mais o impacto, jogando Keima na parede da sala, cuspindo sangue pela boca.

Keima — AWWGGHHHHH... — Gemeu, enquanto atingia a parede.

Sora — Seu desgraçado, você ainda tem que apanhar muito pra pagar a minha roupa.

{Insira essa musica : https://www.youtube.com/watch?v=CUPHqhotql0 }

Keima — Seu... Maldito. Eu cansei... De brincar com você.

Sora — Brincar? Do que está falando?

Keima — Disso... AQUI. HAAAAAAAAAA. — O garoto de cabelos pretos, após se impulsionar para longe da parede, começou a gritar extremamente alto, e assim, a aura transparente que o envolvia começou a se intensificar, aumentando seu poder de forma absurda.

Sora — Mas... O que? — perguntou-se pausadamente, enquanto uma enorme pressão atingia seus ombros.

Keima – Eu não estava lutando a sério com você, estava apenas brincando, e por te subestimar, eu acabei recebendo uma bela punição... Mas agora isso vai mudar. – falou, limpando sua boca e cuspindo um resto de sangue no chão. — Eu odeio lutar a sério, mas se eu continuar sendo imprudente, acabarei sendo derrotado.

Sora – Você estava usando quanto de seu poder?

Keima – 40%. Agora eu estou em 100%. Eu só tive que usar isso contra o Kuro, naquela luta.

Sora – Mas ainda assim você fugiu, não é?

Keima – Você vai ficar me lembrando disso por toda a eternidade, não é? Eu fugi sim, e não me arrependo disso, pois agora, posso estar ao lado do meu irmão de novo.

Sora – Ah, que lindo, acho que vou vomitar. Mas espere, você não lutou contra os gêmeos, Ryota e Masato? Usou quanto do seu poder para derrota-los?

Keima – Usei 80%. Mas você tem que levar em conta que eu estou mais forte do que antes, então o meu 100% daquela vez contra o Kuro não passa de 70 agora, e os 80 contra os gêmeos não passam da metade.

Sora – Entendo. Isso pode ficar interessante. ENTÃO VAMOS VER O QUE VOCÊ PODE FAZER. – Gritou, desembainhando sua espada, partindo para cima do garoto de aura transparente.

O garoto de cabelos brancos começou a atacar ferozmente com sua Wakizahi, só que não estava adiantando nada, pois Keima defendia os golpes com cara de tédio. Indignado com aquelas expressões, Sora chegou junto à Keima e lançou um tornado à Queima-roupa no garoto, que foi arrastado pela sala, com os braços cruzados em X.

Sora – O que? Antes você desenhava sua silhueta na parede com esse golpe.

Keima – Exato, antes. AGORA EU ESTOU SÉRIO. DEVASTAÇÃO SÔNICA. – Gritou, lançando uma rajada de ondas de som na direção de Sora, que nem teve tempo de desviar, sendo acertado em cheio e jogado contra uma das pequenas montanhas da sala.

Sora – GWAAAAH... Filho de uma...

Keima – é bom você não terminar essa frase, senão você vai virar astronauta.

Sora – Astronauta? Do que está falando?

Keima – Vai ver as estrelas bem de pertinho.

Sora – Não seja ridículo. Vou te mostrar o que um faixa preta pode fazer.

Keima – E o que você está esperando?

Sora – Estava esperando essa sua cara de idiota melhorar um pouco, mas olha...

Keima – Entendo. – Assim que falou isso, deu um sorrisinho e guardou sua Doomed resonance em suas costas, deslizando seu pé direito para frente e dobrando o esquerdo, enquanto colocava seus braços em frente à seu corpo, entrando em uma posição de batalha corporal.

Sora – Ah, então também vai lutar com os punhos?

Keima – Quero testar uma coisa que me lembrei durante meu treinamento. – Falou, abrindo um sorrisinho de canto.

Sora – Pois então venha... Hospedeiro do som. Saiba você, que você não é o único com truques na manga.

Keima – QUE ASSIM SEJA. – Gritou, partindo pra cima de Sora, que fez o mesmo.

Os dois aproximaram-se e já começaram a lutar, com Sora desferindo vários golpes de Karate e Keima revidando. O homem de cabelos brancos atacava incessantemente com seus socos e chutes, enquanto Keima defendia sem grandes problemas, então Sora afastou os braços do homem, agarrou a gola de sua camiseta e se impulsionou para trás, onde puxou-o para junto dele e desferiu um chute em seu estômago no processo, que o fez cair de costas no chão, mas em uma questão de segundos já levantou-se impulsionando-se para frente. Sora tabém já se encontrava de pé e começou a ir na direção de seu adversário desferindo vários socos rápidos. Keima, um pouco atordoado pelo chute, começou a defender-se dos socos de Sora, até o momento no qual deu uma rasteira no general, a qual ele pulou para desviar, só que no pouco tempo em que ele ficou fora do chão, Keima fez um movimento onde girou com as mãos no chão e desferiu um chute no peito de Sora, que foi jogado longe, caindo de pé.

Sora – Mas o que... Não pode ser... – Falou, notando os movimentos de Keima.

Keima – É... eu acho que os treinamentos da minha infância finalmente valeram de algo. Vamos, mestre de Karate, o que está esperando?

Sora – Eu devo estar enganado... Bom, não é hora de pensar sobre isso. – Falou, entrando em posição de batalha novamente.

Os dois voltaram a se enfrentar, e agora os dois lutavam de igual para igual, com um sorrisinho no canto da boca. Keima, em um momento da luta, desferiu um soco no rosto de seu oponente, que o fez derrapar para trás, mas com uma rápida recuperação, pulou e deu um chute pela esquerda do garoto de cabelos pretos, que dobrou o seu braço e defendeu o ataque, retirando a perna de Sora para o outro lado, e isso acarretou em um chute pela direita, que atingiu Keima no rosto, e aproveitou para dar uma estrelinha e se afastar. Após se afastar, voltou para junto de Sora, desferindo vários socos errôneos no hospedeiro do vento, que deu uma cambalhota para trás e chutou o queixo de Keima, mas, com isso, Keima caiu com as mãos apoiadas no chão e saiu girando pela sala, até acertar um chute com o calcanhar nas costelas de Sora e logo após outro golpe com o outro calcanhar, que lançou o general voando pela sala, até bater em uma das montanhas. Após isso, Keima se impulsionou para frente e ficou de pé novamente, chamando Sora para a batalha.

Sora – Agh... Que droga... Esse estilo de luta... Não há dúvida... – Comentou, enquanto gemia.

Keima – O que tem ele?

Sora – O antigo estilo monge. Onde você aprendeu isso, seu desgraçado? Monges estão extintos, agh...

Keima – Meu pai me ensinou vários estilos de luta quando eu era pequeno. Eu relembrei várias técnicas delas enquanto treinava. Era disso que estava falando quando disse que queria testar uma coisa.

Sora – Seu pai é um monge? Isso é impossível.

Keima – Não, eu nem sabia que esses golpes pertenciam ao estilo monge. Você deve estar imaginando coisas.

Sora – Não... Eu não estaria enganado sobre isso... Eu não vou conseguir vencer esse estilo de luta só com o poder que estou mostrando agora... está na hora...

Keima – Do que você está falando?

Sora – ESSE ESTILO SERÁ EXTINTO DE UMA VEZ POR TODAS. HAAAAA

Keima – Mas o que?

Sora – TEMPESTUAR. – Quando o garoto de cabelos brancos gritou isso, um grande tornado se formou ao redor de si, o cobrindo por inteiro, o levando para cima, enquanto ele ria psicóticamente.

Keima – Agh... O que é isso? – Falou, se protegendo da ventania com os braços na frente do rosto. – Tempestuar, como assim?

Sora – A agitação e o poder do vento fazem uma tempestade ser o que ela é. Se não seria apenas uma chuvinha com trovões e granizo. O ESTRAGO MAIOR, VEM COM O VENTO. – Gritou, lançando uma intensa corrente de ar contra Keima, que foi arrastado para trás, ficando no chão só por estar com seus pés bem firmes no mesmo.

Keima – Agh... desgraçado... então também pode aumentar seu poder ainda mais?

Sora – Você nem sabe o quanto. HAAAAAAAA. – Gritou, puxando sua wakizashi e atacando o homem de cabelos pretos, que revidou rapidamente, pegando sua espada que estava em suas costas e colidindo-a com a de Sora, causando grande impacto, que fez os dois abrirem uma cratera no chão e criarem uma força de repulsão, que os jogou para trás. Sem nem mesmo falar nada, o faixa preta, depois de ser arremessado para trás, já voltou para perto de Keima, cortando seu ombro com um ataque, o que o fez dar um soco no rosto de Sora, fazendo-o se afastar, enquanto ele fez o mesmo.

Keima – GWAAAAH... Maldito... Vai pagar por isso...

Sora – Eu? Pagar? Ah, já chega desse discursinho besta. Você está visivelmente mais ferido e cansado do que eu. O QUE VOCÊ PODE FAZER CONTRA MIM, SEU DESGRAÇADO? E TEM MAIS, SEUS AMIGOS JÁ DEVEM ESTAR SE ARRASTANDO NO CHÃO AGORA, PEDINDO CLEMÊNCIA PARA MEUS COMPANHEIROS. FAÇA O MESMO, E TALVEZ EU POUPE SUA VIDA.

Keima – Ha... hahaha... – Começou a rir o garoto, que segurava seu ombro com a cabeça baixa.

Sora – Hã?

Keima – Você me pergunta... O que eu posso fazer? Pois então, eu digo para você... EU POSSO TE DERROTAR. E quanto aos meus amigos, todos estão incrivelmente fortes, sei que eles podem vencer, então, não é só o que eu posso fazer, mas sim O QUE NÓS PODEMOS, E O QUE NÓS PODEMOS FAZER, É VIRAR ESSE CASTELO DE CABEÇA PRA BAIXO DERROTANDO TODOS VOCÊS.

Sora – O que você disse? SEU MALDITO. – Gritou, partindo para cima de Keima.

Keima – PODE VIR, GENERAL. HAAAAAAAAA – Gritou, começando a correr, indo na direção de Sora com sua espada em mãos.

Keima e Sora – ESSA BATALHA... TERÁ A MINHA VITÓRIA. – Os dois gritaram simultaneamente, cruzando suas espadas violentamente.

Agora, por fim, voltando ao Quinto andar, depois daquela explosão, podia-se ver uma silhueta no meio da fumaça, que saiu andando calmamente, com uma espada em mãos, expelindo uma energia negra de seu corpo.

Kuro – Não tenho como negar, eles foram um bom aquecimento. – Falou, olhando para as duas paredes da sala, onde estavam Kouma e Azuka, desmaiados e ensanguentados, junto a um monte de escombros.

Kuro – Está na hora de caçar alguns fugitivos.

Notas finais
As imagens do capítulo referem-se à 1 - Lança de Koda 2 - Roupa de Sora 3 - Patins de gelo de Yummi 4 - A rapieira que Kizuro pega para atacar Kaito.