Elements : Apocalypse battles
2 Capítulo 2 : Encontro
Notas iniciais
A imagem desta vez representa o Dojo de Koji.

O monge então, sentindo uma presença não tão agradável, e ouvindo uma voz extremamente sádica e irritante gritando na parte de fora da sua casa, levantou do chão da sala onde estava meditando, pegou sua espada que se encontrava em cima de uma mesa perto de seu alcance, e foi em direção à porta da frente, já ciente do que estava à sua espera e já ciente do que havia ocorrido à seu irmão mais novo há 5 horas atrás. Andou calmamente até a porta, abriu-a e viu aquele homem lá parado, emitindo uma aura negra, escorado sobre uma espada curvada enquanto esperava alguém aparecer. Trevas — AH, FINALMENTE APARECEU VELHOTE, PENSEI QUE IA ME DEIXAR ESPERANDO AQ- antes do homem conseguir terminar sua frase, sua bochecha esquerda espirrou sangue, com um corte profundo que apareceu nela. Trevas- Hã, mas o que? COMO ASSIM? SEU MALDI- novamente, antes de terminar a frase, sua outra bochecha foi atingida pelo mesmo golpe, o qual deixou o homem muito irritado e cheio de dor. Trevas — VOCÊ VAI PAGAR POR ISSO SEU MALDITO – urrou o homem cheio de raiva. Monge — Espere, antes de começarmos pra valer, devo dizer que isso que fiz no seu rosto agora, não se compara nem de longe com o que você fez meu irmão passar, sugando a vida dele por dentro todo esse tempo, criatura maligna. – Disse calmamente o monge, enquanto tirava a sua espada da bainha pela terceira vez, mas dessa vez devagar, pois na primeira e segunda, o homem não tinha visto nada antes de sua face ser cortada. Monge — Ah, mais uma coisa. – falou calmamente o monge, enquanto escorava a bainha de sua espada na porta da casa. Trevas — DROGA, O QUE FOI? VOCÊ SÓ ESTÁ ADIANDO SUA MORTE, SEU VELHO DECRÉPITO – Respondeu o homem com muita raiva. Monge — Bom, antes de começarmos esta luta, você deveria dizer seu nome, não é? Odeio matar um inimigo ao qual eu não sei o nome. – disse o velho, balançando a espada, como se estivesse se aquecendo. Trevas — NOME? COMO ASSIM? – gritou o homem, limpando o sangue da bochecha Monge — Você não sabe nem o que é um nome? Deplorável. Bom, digamos que é o nome ao qual eu devo te chamar, por exemplo, o meu nome, é Yanizuma Koji, e eu sou o monge responsável por cuidar da estabilidade dos elementos sobre o mundo, e também, irmão mais velho do homem que você terminou de matar há algumas horas, mas eu acho que essas últimas partes você já sabia, não é mesmo, criatura horrenda? – falou o monge, perdendo um pouco o tom calmo da voz, dando um tom um pouco enfurecido em sua fala. Trevas — Ah, sim, isso é um nome. Pelo que eu me lembre, os seres humanos tem um código chamado nome mesmo, mas eu não possuo algo assim, me desculpe, velho, mas você morrerá para um ser sem nome. – disse o homem, se acalmando um pouco de sua raiva. Koji — Humm, entendo, com essa aura negra ao seu redor, e toda essa maldade saindo pelos seus poros, que tal, kuro ? – sugeriu o ancião, sarcasticamente Kuro – Kuro, hein ? ENTENDO, ENTÃO, QUE ASSIM SEJA, MEU NOME A PARTIR DE AGORA É KURO, AGORA, VAMOS A LUTA, SEU VELHO GAGÁ AAAAAAAAAAAHHHHH – berrou kuro, enquanto tirava sua espada curvada da bainha em alta velocidade, e ia em direção do monge, que entrava em posição de batalha.
Notas finais
O próximo capítulo está sendo providenciado, Logo, logo será postado.
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