Notas iniciais
~o~ I'm back Bit*hes. Vou tentar o máximo para postar os capítulos a cada semana porque amo vocês.

– Perfeito, acabei de ver a coisa mais triste da minha vida agora isso, você esta brincando né? Que genético você é? Eu vou da um soco na sua cara que a sua boca vai parar no outro lado.

O monstro chegou seu rosto perto do meu e rugiu em meu rosto cuspindo na minha cara me fazendo calar. Ele não fez isso. Contei até dez e dei um soco em sua cara, o monstro cambaleou por alguns segundos aproveitei e corri deixando metros de distância entre nós tinha que pensa em algo, o monstro concertou o rosto e correu atrás de mim. Toquei na parede os galhos das árvores estavam conectadas na casa retirei as mãos e com movimentos dos dois braços os galhos e alguns cipós quebraram as janelas e arrebentaram as paredes agarrando o monstro isso iria segurar ele por algum tempo o tempo suficiente para criar um plano. Sai da casa olhando ao redor eu estava em vantagem por estava em uma pequena floresta fechei meus olhos e senti cada parte do meu corpo queimar sentia cada parte daquela pequena floresta. O monstro saiu quebrando a porta da casa e o resto dela toda. Pulei em cima de uma árvore parando em um galho e esperei ele chegar mais perto, no momento certo pulei do galho dando uma mortal chutando seu queixo ou alguma coisa que pertencia ao rosto dele, cai com o monstro atrás de mim ouvir o baque e sorri, me virei para ver o que causará o que não foi grandes coisas ele havia caído mas já estava quase de pé, estava preparada para outro ataque uma sombra apareceu atacando o monstro com consecutivos ataques e chutes, corri até o monstro eu não iria deixar um idiota do nada aparecer e estragar minha luta levei minha mãos no as raízes saíram criando um chicote o estalei no ar o retirando completamente da terra, o estranho ainda atacava na intenção de fazer o monstro cair joguei meu chicote na direção dos dois pés do monstro eu teria acertado se o estranho não tivesse pulado na frente do meu alvo. Meu chicote prendeu o estranho o soltei o mais rápido que pude o monstro viu a situação pegou o estranho o colocando em seu ombro.

– Não não não! Ele correu até a mim fui na direção contrária para dentro da floresta olhava para trás o tempo todo fiz movimentos com as mãos paras as árvores se moverem, e sabe o que deu? Eu tropecei no mesmo tronco de antes mas eu tinha o movido por que ele não se mexeu? Levantei do chão o tronco se moveu ficando de pé criando braços e pernas. Eu estava morrendo de medo o novo monstro abriu os olhos marrom como terra úmida eu tentei correr para os lados o mosto árvore e o monstro rachadura havia me cercado. Fim de jogo para mim, mesmo sabendo que não tinha chances de sair dali viva tentei correr para o lado e o monstro árvore acabou me pegando e jogou em seu ombro — Tudo sua culpa. Gritei para o estranho do outro lado enquanto tentava em vão me soltar do monstro o estranho não me respondeu tentei ver ele do outro lado ele tinha apagado. Ficamos horas ali na mesma caminhada eu estava morrendo de cansada, estava com fome e sede.

– O árvore monstro ou sei lá seu nome tem comida ai não ou água?
Ele não respondeu continuei perguntando até ele perder a paciência, o outro monstro o rachado riu eles falaram algo estranho.

– Terra já estamos quase chegando. Ele bufou novamente me sacudido em seu ombro e acabei batendo a cabeça em uma árvore.

– Eu vou acabar com você. Dei vários socos em seu ombro o rachando um pouco.

– Irei te ensinar a como ficar quieta mocinha. Ele me jogou no chão com tudo, se fosse humana meu corpo estaria quebrado e provavelmente morreria com a força que me jogará.

– Vamos ver quem vai ensinar quem. O monstro árvore e o rachado se entreolharam e olharam para mim.

....

O sol já estava se pondo meus braços e pernas doíam com o ferro ou sei la o que era aquilo que amarrava ele, depois da minha luta com o monstro árvore o rachadinho veio por trás de mim e me amarrou com um trem muito pesado e não conseguia me livrar de jeito nenhum, quando eu reclamei por horas como aquilo doía eles colocaram um pedaço de pano na minha boca. Já estava sem graça ser sequestrada por dois monstros gigantes nem meus amigos tiveram a coragem de me salvar, como será que eles estão? Será que foram atrás de mim? Eu espero que não eu mesmo irei sair daqui sem ajuda de ninguém, tentei usar meus poderes nada aconteceu tentei umas dez vezes eu estava pirando como meus poderes não estavam funcionando? O que a de errado comigo?

– O metal. O monstro rachado falou

– O que?

Logo entendi o metal, observei ele com cuidado tentei usar meus poderes de novo. O metal anulava meus poderes de alguma forma.
Horas e horas se passaram e finalmente os monstros pararam jogaram o estranho em uma gaiola e me jogaram em outra. Me balancei na gaiola e olhei para ele apontando para meus braços e pernas os dois deram de ombro e foram dormi. Minha cabeça começou a doer igual louco comecei a bater minha cabeça na quebrar a gaiola com o metal em meus braços, os monstros acordaram com o barulho eu estava enlouquecendo com a dor de cabeça vi que os monstros me olhavam concentrei um pouco e apontei de novo para meus braços e pernas o monstro árvore voltou a dormi mas o rachado ficou me encarando e chegou mais perto abriu a gaiola, sinceramente achei que ele iria tirar aquele trem e mas ele bateu na minha cabeça me forçando a desmaia eu o agradeci ele por isso.

Acordei com uma dor tremenda na cabeça passei a mão na cabeça e tinha um pequeno galo. Minha visão estava um pouco turvar olhei ao redor e os monstros tinham saído.

– Bom a bela adormecida acordou de seu sono profundo. Conhecia aquele sotaque forte britânico o olhei com raiva meus olhos encontraram com os deles os grandes olhos verdes parecendo de esmeraldas e aquelas sensações voltará, era Harry sem dúvida, as imagens do dia que conhecemos viram em minha mente à tona meu coração não sabia se batia ou não, meu corpo paralisou parando de lutar contra o monstro, meus olhos cravaram em suas grandes esmeraldas eu não conseguia para de olhar estava em efeito hipnose, uma sensação relaxante me atingiu eu não sabia como explicar a sensação boa que ele me causava só de olhar em seus olhos de esmeraldas. Juntei forças para poder reagir com que acabou de acontecer.

– Harry?

– Natasha? Disse arregalando os olhos, minhas pernas tremiam assim como minhas mãos estava com um frio na barriga, balancei a cabeça foi aí que reparei que minhas mãos e meus pés estavam livres e com marcas vermelhas.

– O que esta fazendo isso? Perguntei querendo saber porque ele tentará me salvar de novo e ele estava muito estranho, ele com certeza era um genético não tinha outra explicação se ele não enlouqueceu e ainda por cima lutou contra um monstro tinha algo muito errado ai.

– Eu que pergunto.

– Idiota. Rolei meus olhos e virei minha cabeça.

– Foi o idiota aqui que salvou você.

– Não precisava eu estava com tudo sobre o controle até você chegar.

O silêncio dominou o local, eu estava virada do lado oposto de Harry e ele devia ter feito o mesmo, bocejei sem querer.

– Com sono? Ouvi a voz dele depois de horas.

– Não.

– Okay então. Me virei e ele estava me encarando

– Você para com isso

– Isso o que? Ele sorriu revelando seus dentes brancos de ratinho.

– Nem vem com esse sorriso e com esse olhar seu ai. Bufei de raiva e ele sorriu mais ainda.

– Doida.

– Idiota.

Nós viramos e os monstros apareceram jogando peixe cru em nossas gaiolas

– Muito gentil da parte dele. Disse estendendo um peixe, como queria Mylla aqui comigo ela podia fazer comida com isso

– Da pra cala a boca eu to querendo ouvir eles. Harry tinha a orelha na gaiola — Merda

– O que foi não sabe falar monstres?

– Engraçada você mas eles falam em outra língua não dá para entender só um pouco.

– Monstro estranho. Fiz careta

– Que?

– Você, não sabe nem falar com os amigos. Ele rolou os olhos e continuou prestando atenção aos monstros. Ele arregalou os olhos para mim.

– O que você é? Pisquei algumas vezes, merda ele vai querer me matar se falar que sou uma dos elementares.

– Eu que pergunto.

Nos encaramos por um bom tempo

– Não ajudou muito, vai falar? Ele disse ríspido.

– Achei que fosse um cavalheiro pelo jeito minha impressão pela primeira vista sobre você estava errada. Sorri sarcástica

– Você é um deles? Ele pressionou mais a adaga.

– Vai com calma ai idiota, eles quem? Fiz de boba tentando me livra da situação.

– Nao irei responder até você responder as minhas perguntas. Ele disse com dificuldade.

– Vocês dois ai caladinhos. Uma voz feminina chamou atenção conhecia aquela voz em qualquer canto, doce e aquecida.

– Eleonora?

Notas finais
Ninguém esperava por essa! Pois é a nossa doce Leonor uma traíra sem limites e ela vai aprontar muito para nossos amiguinhos. Um beijo até o próximo capítulo e comentei meus lindos leitores