Elementais

4 Capítulo 4


Notas iniciais
Bem, espero que etejam gostando, estou dando meu melhor para melhora-la cada vez mais!

Quando cheguei em casa após o ritual, senti que algo havia mudado, fosse no meu físico, mental, eu não sei. Mas eu estava... melhor. Me sentia como se o meu verdadeiro ser estivesse perdido, e eu finalmente o encontrei.

- Anne? — falou minha mãe, cheia de malas.

- Pra que todas essas malas?

- Filha, tenho que ir viajar, nada demais.

Ela se aproximou de mim com uma expressão no rosto, uma expressão que me fez sentir, mal, triste, cansada, como se tivesse algum dever a cumprir quanto a minha mãe.

- Eu te amo, sendo você o que for, eu sei que fui muito rude nesses ultimos tempos, devia ter te compreendido melhor, Anne, filha, nunca me esqueça!

O que? O que ela estava querendo dizer? Antes que eu tivesse a oportunidade de perguntar, ela saiu correndo com suas malas, me deixando estática no meio da sala.

Fui correndo ao quarto de meu pai, ele não estava lá, gritei para Maria, ela havia ido ao mercado, merda! Procurei Richard, mas nada dele!

Onde estavam todos? Um sentimento de perda me invadiu, como se todos que eu amasse estivessem escapando por entre meus dedos, se esvaindo como vapor.

Peguei meu celular e liguei para Aghata, se ela não atendesse, aí sim isso seria um pesadelo e tanto, mas para minha sorte e sanidade mental, ela atendeu.

- Anne?

- Aghata, por favor, preciso da tua ajuda, vem aqui em casa!

- Acalme-se, me conte o que aconteceu, esta me deixando preocupada.

- Minha mãe, ela acabou de sair daqui de casa dizendo que ia viajar, mas... Eu sinto que há algo a mais, não sei o que, mas sei que alguma coisa esta errada!

- Tudo bem, eu vou ir aí, mas não faça nenhuma bobagem!

- Ok.

Desliguei o celular e fui na cozinha, ver se tinha algum bilhete, qualquer coisa que me fizesse acreditar que estava segura. Eu não estou me sentindo bem... alguma coisa... alguma coisa esta havendo!

Nada. Não havia nada.

Minutos depois, que mais pareceram-se horas, Aghata chegou, me ajudou a examinar a casa e também ficou desolada á não achar nada. Eu tentei enumeras vezes ligar para a empresa, o celular, tudo do meu pai, mas nada, ninguém.

- Anne, vamos nos acalmar, deve haver uma explicação para tudo isso.

Eu maneei a cabeça negativamente, as salgadas lágrimas vindo com toda a força, invadindo minha face em grande abundancia.

- Se a uma explicação, que esta entre na porta agora!

Então a porta se abre e Maria, minha empregada entrou, ela estava com um semblante assustado, surpreso, chocado.

- Mas que coisa estranha meu São Luíz!

- Maria, o que houve? — perguntei assustada pela sua reação.

- É que eu estava lá no mecado, e acabei de sair, mas de repente ja estou aqui! Nem vi o tempo passar! (risos)

Eu e Aghata nos olhamos, então nos despedimos de Maria e fomos até meu quarto. Lá percebemos que havia algo errado, mas ja estava tarde e ela teve de ir, enquanto eu fiz o mesmo de sempre. Acendi uma vela e um insenso e tentei dormir.

Minha tentativa foi frustrada, pois eu conseguia ouvir cada minimo som vindo da casa toda, levantei-me e fui ver se meu pai ja havia chegado, quando entrei em seu quarto o vi chorando, desesperado.

- Pai? Pai, o que houve?

- Anne, sua mãe... Ela foi embora, filha, ela nos deixou!

Como assim? Ela não pode ter feito isso! Eu não conseguia falar, sentia um nó em minha garganta, uma dor tão forte no peito que chegava a ser física. Agora mais do que nunca eu devia apoiar meu pai, cuidar dele. Mas minha reação foi inesperada até para mim mesma. Saí correndo de casa e fui até um lugar, em que tive muitas duvidas quanto á um refúgio, mas foi o primeiro que me veio a cabeça.

Notas finais
Aii, foi poqinho hoje, desculpe! Juro que posto mais depois õ/ bjO! reviews *-* ?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.