Electra
16 tenho que ficar no demônio dos mares - o segredo da jóia.
Notas iniciais
O barco tempestade fica ao lado do demônio dos mares, myouga vai para o convés junto com rin e grita.
- KAGOME!
Inuyasha sai e diz.
- QUEM É VOCÊ?
- SOU MYOUGA E QUERO VER KAGOME, DIGA QUE SUA IRMÃ RIN A QUER VÊ-LA.
Rin da um tchau com a mão e um sorriso, myouga havia lhe contado tudo e descobriram que kagome estava neste navio, sesshoumaru apareceu e disse.
- INFELIZMENTE KAGOME JÁ FOI LEVADA PELA MÃE PARA OUTRO NAVIO E PODE-SE DIZER OUTRO RUMO.
- KAGURA ENTÃO A BUSCOU? COM QUE PROPOSITO?
Rin fecha os olhos e diz.
- myouga, devo ficar com eles.
- mais rin.
- o vento.
Ela sorri e diz.
- PRECISO FICAR VOCÊS, EM VOSSO NAVIO.
- POR QUE MILADY?
Perguntou sesshoumaru, rin apenas disse.
- O VENTO ME DISSE, KAGOME QUER RETORNAR.
Ela fecha os olhos e abre de novo, queria chorar e diz.
- E NOSSO PAI MORREU.
- naraku morreu.
- O QUE?
Perguntou inuyasha quase indo para o chão, naraku? O temível naraku? Pirata que se tornou um almirante da Inglaterra e pirata às escondidas? Ele era o pai dela? Ou melhor, delas? Inuyasha disse.
- SERÁ UM PRAZER TÊ-LA CONOSCO.
- ALGUÉM PODERIA ME AJUDAR?
Inuyasha ajudou rin a passar para o outro navio, mais antes ela abraçou myouga, que logo foi buscar as coisas da menina, pegou umas três malas e passou para o outro navio depois de algum tempo, e disse.
- tudo.
O colar de rin brilha e ela diz.
- está perto, o que eu mais quero está perto.
Ela se vira e diz.
- aonde posso ficar?
- acho que pode ir para o quarto de kikyou.
- ótimo, mais durmo em qualquer lugar.
- durma lá.
Ele pegou as malas e rumaram até o quarto de kikyou, inuyasha bateu na porta e kikyou abriu, inuyasha deu um grito e rin também, mais logo rin começou a rir e kikyou disse.
— o que foi?
- QUE COISA É ESSA NO SEU ROSTO KIKYOU?
- é só minha mascara de moluscos.
-eca! Essa aqui é a...
- Rin.
- sim, essa é a rin e ela vai dormir ai com você.
- eu na cama ela no chão.
- acho que as duas podem dividir a cama.
- EU NUN.
- que bom que aceitou!
Falou rin entrando na cabina e disse.
- eu durmo do lado direito.
- no esquerdo.
Falou kikyou ao perceber que talvez aquilo a ajudasse com inuyasha, ele colocou as malas de rin na cabina e disse.
- boa noite moças.
— boa noite inuyasha!
Falou rin, e inuyasha disse.
- como você?
- o vento.
- boa noite kikyou.
Ele saiu e rin foi se deitar na cama, ela apenas disse antes de dormir.
- kikyou.
- hum?
- gosta do inuyasha não é?
- sim, ele vai ser meu.
- não tenha tanta certeza.
- o que você...
- o vento.
Kikyou estranhou mais foi dormir, sonhar com o inuyasha, apesar de ter certa duvida se conseguiria te-lo, principalmente depois do que Rin disse.
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-kagome...
-só mais cinco minutinhos pai...
- kagome o barco ta pegando fogo.
-O QUE?
Ela levou alguns minutos e percebeu que o barco estava normal e que estavam em terra firme, kagome balançou um pouco a cabeça e disse.
- mãe, o que foi?
- a jóia kagome.
- eu...
- você pegou a jóia?
Kagome hesitou em responder, como pode esquecer de pegar a jóia? Kagome diz.
- não.
- kagome, no que te deu? A jóia era o importante!
- meu pai morreu na minha frente, eu não pensei em mais nada!
-ele nunca foi um pai ele era um homem que tinha o propósito de te matar.
- ele não sabia, não sabia que eu era filha dele.
-vamos voltar, o navio não se mexeu, temos que pegar a jóia.
Kagome se levanta e diz.
- É SÓ COM ISSO QUE VOCÊ SE IMPORTA? MEU PAI MORREU! MINHA IRMÃ TÁ SEI LÁ ONDE E A SENHORA SÓ PENSA NA JÓIA! NAQUELA MALDITA JÓIA! POR MIM QUE ELA CAISSE NO FUNDO DO MAR E LÁ FOSSE ESQUEÇIDA JUNTO COM A SUA LEMBRANÇA!
- KAGOME PENSE! VOCÊ É MINHA FILHA ESSA JÓIA VEIO COM VOCÊ!
- DO QUE TÁ FALANDO?
Kagura respirou fundo e disse.
- essa jóia estava dentro de você.
Kagome fica sem fala, então era a guardiã da jóia, ela cai sentada na areia da praia, tudo era tão confuso, primeiro sua mãe estava viva, segundo seu pai era outro e morreu em sua frente e terceiro tinha que cuidar dessa jóia, kagome falou sem pensar e alto o bastante para qualquer um do mundo ouvir.
- QUANDO FOI QUE MINHA VIDA SE TORNOU TÃO COMPLICADA?
Kagura se levantou e deu um tapa na cabeça de kagome que colocou a mão no lugar como se estivesse doendo, o que realmente estava e kagura disse.
- eu sou sua mãe e me obedeça, entre naquele bote e vamos para aquele navio.
Disse ela apontando os lugares e continuou.
- vamos arrumar a confusão que você armou.
- eu armei? EU ARMEI? QUE EU SAÍBA NÃO FUI EU QUE FUI ATRÁS DA FILHA QUE EU LARGUE NA CASA DE QUALQUER UM PARA LEVÁ-LA ATÉ O PAI QUE QUER MATÁ-LA.
- finalmente aceitou o fato de seu pai querer matá-la.
- ELE MORREU! EU NEM PUDE CONHEÇE-LO DIREITO E ELE MORREU! NA MINHA FRENTE!
- kagome acha que eu não sofri com a morte de seu pai? E realmente não sofri mais ele me largou, eu grávida de duas crianças, sozinha, sem família e.
- E ONDE ESTAVA SUA FAMILIA? NÃO ME DIGA QUE APENAS SEGUIO O EXEMPLO DE SUA MÃE MINHA AVÓ?
Kagura da um tapa em kagome que cai no chão, kagura estava com raiva e diz.
- ELE ME LARGOU! EU SAÍ DE CASA PARA SEGUIR MEU SONHO IGUAL A VOCÊ MINHA FILHINHA! ENTÃO NÃO FALE MAL DOS MEUS PAIS NEM DE MIM! FIZ O QUE FIZ, FAÇA O QUE FALO NÃO O FAÇO.
- belas palavras, pena que não passa disso, vamos.
Kagome se levantou e foi para o barco, kagura a seguiu, passaram a “viagem” toda sem se falar, kagome pensava que isso só podia ser um sonho, elas chegam e sobem a escada de cordas que ainda estava lá, quando chegam no convés, kagome diz.
- está vazio.
- tem algo errado, muito calmo.
- vamos logo pegar a jóia, deve estar no escritório.
Elas entram na cabina, aparentemente vazia, kagome vai mexer nos papeis quando ouve.
- procurando por isso.
Kagome se vira e diz.
- você?
- eu mesmo kagome.
- como sabe meu nome?
-kouga!
Falou kagura um pouco aliviada, e disse.
- me entregue essa jóia, minha filha depende dela.
- kagura eu gosto de você como uma irmã, mais você não jogaria o poder por uma mera amizade jogaria?
- é verdade, eu faço o que quiser mais dê a jóia para kagome.
- não.
- OLHA AQUI GAROTO! EU SOU A GUARDIÃ DA JÓIA EU TE-NHO QUE FICAR COM ELA OUVIU?
- não sou surdo.
- am?
- claro que ouvi.
- entregue a jóia por bem ou por mal.
- vai gritar?
Ele começa a rir, kagome fica com raiva, então um som de trovão ecoa no lugar, não estava com cara de que ia chover a um minuto atrás, a raiva de kagome aumentava a cada minuto, a morte do pai, a mãe, tudo se juntou em desprezo, um raio chegou a bater perto do navio, kagome acordou da raiva e saiu, o céu agora estava limpo, deu de ombros e disse.
- kouga, o que quer pela jóia?
- você.
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