Ele III: Com Ele

27 Nosso Natal!


Notas iniciais
Oi! Voltei pro segundo cap de hoje ^^ Não revisei o anterior e acho que resultou em alguns erros... Não lembrei, mas demorei com este por que revisei,então aí está.
Boa leitura!
LEIAM AS NOTAS FINAIS!

-Cara você tem que parar com isso!

-Eu sei. – eu estou sussurrando e Ric me fuzilando com o olhar. Passei toda semana em casa e hoje a tarde vou até a Salvatore para a festa com os funcionários. Depois haverá o jantar com os pais de Elena. Ela já está com eles em seu apartamento. – Nunca senti tanto medo como agora, é sufocante, não tenho o controle disso.

-O que acha de voltar as visitas com o Lionel?

-Não posso fazer isto. Acho que não é pra tanto ainda.

-Damon, você a machucou.- ele diz triste.

-Não percebi.- desespero.

-Exatamente! Por favor, sabemos como começa e como acaba. Você tem que se controlar, ou voltar as seções.

-Oi! – é a Sofia, ela entra no escritório e encerramos a conversa. – Que caras são estas?

-Coisas chatas de negócio. – Alaric explica.

-Hum... Pai, já está tudo encaminhado aqui. Tem certeza que está tudo bem ir até a Salvatore?

-Claro, me sinto bem. Está quase totalmente cicatrizada e quase não incomoda, além disso você sabe que não posso faltar.

-Claro. – ela rola os olhos. – Te vejo mais tarde então. – ela fala e me dá um beijo antes de deixar o escritório.

-Damon, eu vou agendar uma nova consulta pra você.

-Não. Eu faço isso sozinho. Me sentirei melhor.

-Vai fazer mesmo?

-Claro que sim!

- Eu confio que sim.

Eu não preciso voltar ao Lionel ainda. Posso lidar com isso. Se eu precisar, eu volto.

...

-Pai, eu estou saindo. Vejo vocês mais tarde.- falo com meu pai que está na sala brigando com meu note. Minha mãe me seguindo.

-Vamos ficar bem. Eu realmente gostei desse lugar. – ele brinca.

-Pego vocês às seis.

-Certo querida, estaremos prontos. – mamãe fala risonha, sentando ao lado de meu pai.

Recolho o presente de meu amigo oculto e saio. No caminho Damon me liga e confirmo que já estou chegando.

Na Salvatore eu me dirijo pro grande salão, onde está sendo orquestrada nossa confraternização. Vejo Damon ao longe já na mesa das diretorias e me dirijo até ele.

-Oi! – sussurro ao sentar ai seu lado. Stefan bem no outro lado. Claro que eram lugares escolhidos e marcados por Damon.

-Está linda. – ele fala a meia voz.- Não vai me contar quem é seu amigo?

-Você não contou o quem é o seu. – ele estala os lábios em desaprovação.

-Foi um homem? – ele me pergunta.- Me diz só isso.

-Não!

-Não, não foi? Ou não, não vou contar?

-Não, não vou contar.

-Elena...

-Para e começa logo isso. – falo sorrindo e ele está me encarando feito.

Damon se ergue, faz seu discurso e então ele começa a brincadeira.

-Bem, eu sou péssimo com isso. O meu amigo... Bem, ele é inteligente, tem um cabelo bonito. Ah... O que mais...? É paciente comigo e eficiente também. Não é um amigo necessariamente, mas... É uma amiga. Nova na casa, mas que conseguiu destaque bem rápido, eu espero sinceramente que ela demore mais neste cargo que as outras. – por favor, me diga que não é... – Senhorita Pierce. – pelo amor...

Todos aplaudem e ela se ergue sorrindo de orelha a orelha. Se próxima de Damon, que se inclina e lhe passa uma pequena caixa vermelha e lhe dá um beijo no rosto. Pra que isso? Ela abre o embrulho e dá de cara com uma gargantilha de ouro, com um pingente do infinito.

-Nossa, eu nem acredito. Obrigada, eu acho. Adoro este símbolo. – ele senta e ela assume o microfone. Como o Damon sabia que ela gostava disso? O encaro e ele pisca risonho pra mim. Desvio o olhar. –Meu amigo... Bem é irônico isso e eu estou tão abobada com o rumo que tudo tomou que acabou que facilitou pra mim, por que não sabia como o descrever sem parecer bajulação, então... – ah fala sério. – Digamos que estamos em um ponto zero na brincadeira, pois meu amigo acaba de me presentear.

Sério? Damon sorri surpreso. Isso só pode ser marmelada. Que cadela! Eles voltam a se abraçar e beijar e isso é tudo uma palhaçada. Damon abre seu presente, uma gravata.

-Bem Stefan, recomece você. – ele pede e Stefan continua.

Stefan chamou o senhor Cortês, um de nossos diretores, que chamou a Marta do setor de produção, que chamou a Caroline, que me chamou. E então Damon estava me encarando. Eu tinha ganhado um perfume Chanel.

-Bem, meu amigo... Ele é muito apressado, está sempre correndo de um lado pro outro com a correspondência e eu adoro como ele gentilmente arruma um tempo e prepara todos os dias o melhor expresso pra mim. Mike. –eu chamo e o rapaz vem super sorridente e me abraça, eu seguro o abraço e o beijo no rosto. Ele cora. Me sento vitoriosa ao lado de Damon, me sentindo bem vingada.

-Precisava de tudo isso? – ele pergunta com voz sombria.

-Tudo o que? – desfio e ele se arruma na cadeira.

A brincadeira segue divertida. Logo depois vem o coquetel e então Damon se aproxima de mim.

-Estava fazendo de propósito? –ele pergunta disfarçadamente.

-Ela não te machucou com o amasso?

-Elena, para com isso!

-Pare você. Eu não fiz nada que você não tenha feito.

-A questão é que eu fiz naturalmente e você fez com segundas intenções.

-Que seriam?

-Me provocar. Sabe que não gosto daquele tipo de coisa.

-Sabe Damon, eu acho que eu também não.

-Você está tentando me enlouquecer? – ele quase grita e aperta meu braço.

-Senhorita Gilbert...- Mike chama e Damon inala.

-Sim. – falo sorrindo -Gostou do presente?

-Sim senhorita, obrigada. É... há uma encomenda esperando a senhora na recepção, mas disseram que só podem ser entregar em mãos, então... – eu pisco e quando encaro Damon ele está com cara feia.

-Bem, vou receber então. – falo e Mike me segue. Chegando na recepção há uma caixa e um cartão.

“Desejando-lhe um Feliz Natal!

Espero que passe a contento com seus entes queridos. — Você sumiu no evento...

Com carinho, Elijah Mikaelson.”

Sorrio incrédula e abro a caixa é um bracelete, em ouro velho e pedras negras. Lindo!

-É bonito. – eu pulo com a voz de Damon.

-Deus! Você me assustou. – ele me ignora.

-Quem te deu? –oh droga!

-Um amigo.

-Hum... Kol? – eu pisco. – Não conheço outro amigo seu que tenha condições de te dar algo assim. Até conheço, mas nem quero considerar.

-Então não considere. –digo e lhe dou as costas. Damon segura meu braço com força.

-Por que você faz isso? – ele sorri amargo.

-Dá pra você perder a mania ridícula de me machucar? – eu rosno me livrando de sua mão. – Foi o Elijah.

-Devolve!

-Não vejo porque.

-Eu vejo. Se ficar aceitando convites pra evento e presentes de Natal estará dando a ele o que ele quer.

-Que seria?

-Esperanças com você. – ele fala com fúria e eu engulo.

-Sou bem crescida Damon. Eu saberei tirar qualquer coisa desse tipo. E também não faço o tipo que alimenta estas coisas.

-Pois saiba que é exatamente o que está fazendo.

-Não acho. – ele leva as mãos ao cabelo, exasperado, pouco me importa. Damon me encara e respira fundo, fecha os olhos e solta.

-Faça como quiser. Eu vou pra casa. Te espero às sete. – e se vai.

Ele não pode achar que vai mandar em mim desta forma. Eu sei me cuidar.

Voltei para casa logo depois que ele se foi, meus pais me esperavam, eu iria tomar um banho e me trocar.O motorista do Damon veio nos pegar pontualmente, meu pai foi com ele na frente e eu estava calada com minha mãe no banco de trás.

-O que aconteceu? Festa ruim?

-Não, estou cansada.

-Quer tentar outra vez? – suspiro. -Discutiram?

-Não exatamente. Ele é ciumento.

-Claro que é. Ele lembra seu pai. – claro que contei pra minha mãe o motivo deles estarem aqui desde que ela pisou no meu apartamento. Só faltava meu pai.

-Bem, mas pra soltar gracinhas com a nova assistente tudo bem...

-Hum... Alguém mais puxou ao papai. – ela brinca e estou frustrada.

Ficamos em silêncio, mamãe com seus risinhos e eu ainda aborrecida.

-Não sei se esse jantar revelação é uma boa ideia pra hoje.

-Lembre-se que também se trata da ceia de Natal. Por favor querida...

Logo chegamos e descemos do carro.

-Eu estava esperando uma hiper mansão. – meu pai rosna ao segurar a mão de minha mãe.

-Damon é discreto quanto a isto. –falo e avisto Sofia descer as escadas da entrada.

-Chegaram! – ela fala risonha.

-Mãe, pai. Está é Sofia, filha de Damon.

-É um prazer enorme. – ela fala empolgada. – Senhor Gilbert, meu pai não parou de falar do senhor desde que o conheceu. Senhora Gilbert. – ela fala abraçando minha mãe.

-Olhem só... – Damon fala vindo ao nosso encontro. –Grey Dogs em minha casa. – ele abraça meu pai. – Miranda. – fala e beija minha mãe. – Oi! – ele diz me olhando, respondo a altura.

-Olá! – desvio sorrindo falso.

– Bem vamos entrando. – ele diz e todos estamos entrando, meu pai se apressa com Damon e eu sigo atrás com minha mãe e Sofia.

Quando entramos Damon está na entrada enquanto meu pai é recebido por Alaric e Stefan, também vejo a Meredith, namorada do Ric e quase caio do salto ao notar mais uma pessoa. Sério? Até aqui?

-O que ela está fazendo aqui? – eu rosno pra Damon que me olha impassível.

-Ela veio com a irmã. Elas moram juntas, não achei justo ela passar a noite de Natal sozinha.

-Ah Claro... Por isto está usando a gravata que ela te deu? Pra ela ver você com ela?

-Bem, talvez eu esteja usando pelo mesmo fato de você estar usando seu novo bracelete Elena, ou talvez seja apenas pelo fato de que assim como você, eu apreciei o presente. É uma bela gravata.

-É claro.- sigo sua ironia. – Não está pensando mesmo em anunciar nosso namoro ao meu pai com ela aqui está?

-Tenho certeza que Katherine tem a audição tão apurada quanto a sua e já ouviu uma conversa ou outra nossa em minha sala, e esta é minha família. Meu irmão, filha, amigo e sua namorada, que veio com a irmã.

-Como quiser Damon.

-Parem de fofocar vocês dois. – Alaric chama e forço o sorriso pra ele. Damon aponta para que nos juntemos aos outros. – Lembra da Elena Meredith?

-Claro que sim. – ela me abraça — Está muito melhor, eu vejo.

-Sim, obrigada!- me viro para Katherine. – Boa noite!

-Boa noite Elena.

Abraço Stefan e logo em seguida estamos divididos, homens do lado da sala e nós do oposto. Conversamos por horas, sendo servidas com petiscos e bebidas.

-Está animada pra sua festa? –Meredith pergunta a Sofia.

-Demais. Nossa! Isto me lembra... Katherine, meu pai te passou tudo?

-Sim, eu já estou resolvendo. – ela diz risonha.

-Perfeito! –Sofia arfa e eu travo, ela está ajudando na festa? Eu não podia fazer isto quando era sua assistente. Foi uma luta.

- Vamos pra mesa? – Damon pergunta e me faz o encarar, acho que meu olhar diz muito e ele pisca pra mim.

São pouco mais de onze horas quando sentamos a mesa. A ceia foi tranquila e farta, ficamos mais um pouco na mesa e Damon me olhou. Chamou a atenção de todos.

-Bem, eu sei que o Natal é uma festa para se comemorar em família. E aqui estou eu, cercado pela minha, mas acima de tudo, este ano, tem um peso maior. Este ano eu também quis passar esta data com estas pessoas maravilhosas que eu conheci, que me acolheram em um momento muito difícil e se mostraram muito mais que amigos. Conheci um grande homem, a quem sempre admirei, sua adorável mulher, mas acima de tudo este ano eu ganhei um presente antecipado de Natal. Alguém que entrou em minha vida de uma maneira inesperada e extremamente envolvente. Que me ganhou a cada dia e que me faz sentir ainda mais privilegiado por me aceitar em sua vida. – ele fica de pé. – Greyson, Miranda... Esta pessoa é a a filha de vocês. Elena. A mulher mais especial que já tive a oportunidade de conhecer e esta noite, eu não só queria estar com minha família, mas também com a família a qual eu quero pertencer e quero agora, diante de todos os que nos importam, pedir a vocês, Grey, Miranda, a autorização para namorar a filha de vocês.

Eu desvio de Damon e olho pro meu pai, que me olha aturdido.

-Vocês não estavam juntos quando foram até minha casa?- meu pai pergunta pra Damon sério e Damon trava.

-Não ainda.- diz perdido.

-Vocês pareciam um casal.

-Pai!

-Não que eu gostasse da ideia.

-Grayson! –minha mãe rosna e Damon sorri, juntamente com Alaric.

-O que? Mas era! Ela falava como uma esposa mega protetora, cismada com a coisa da vitamina, você mesma viu. – estou vermelha e Sofia gargalha, minha mãe mal consegue enxergar meu pai.

-Papai. Não éramos um casal.

-E são agora? – ele olha pra Damon.

-Pretendemos, se você aceitar. Na verdade, eu seria de qualquer forma. Só estou sendo cavalheiro.

– Damon! –Sofia e Alaric gritam.

-Bem, eu não sei... – meu pai fala me olhando. -Você gosta mesmo desse idiota?

-Grayson! – minha mãe está exasperada e eu não sei onde me enfiar.

-É uma pergunta natural. – ele fala e olha pra Damon que sorri e me olha.
-Sim. Eu gosto. –falo encarando meu namorado que sorri discretamente pra mim.

-Querida, é uma pena que você tenha puxado ao mal gosto de sua mãe. Mas eu acho que idiotas como o Salvatore e eu devemos agradecer este mal gosto de vocês. Senão não estaríamos com mulheres tão maravilhosas. Certo? – ele olha pra Damon que sorri.

-Exatamente. – Damon diz brincalhão.

-Eu notei este anel em seu dedo desde que cheguei e fiquei me preparando para sair daqui e conhecer um idiota qualquer e você me apresentasse como seu namorado, mas então eu fiquei aliviado por ser um idiota genial.

-Oh Grayson, por favor pare de falar bobagem. – mamãe rosna, mas estão todos gargalhando e eu estou quase seguindo a todos, só não consigo pelo constrangimento. Esse meu pai...

-Bem, se ela gosta de você e se de verdade ela representa pra você tudo o que descreveu...- ele para e me olha novamente. – Eu estou feliz que ela tenha encontrado alguém como você e que esteja tão bem acolhida por sua família. Tem minha permissão.

-Que maravilha. –Damon respira e todos aplaudem.

-Bem, é hora do brinde. – Stefan fala e Damon assenti.

-Não, espera tio. Um beijo primeiro. – Sofia diz risonha.

-Ah é, um beijo. –Alaric anima.

-Vamos Elena! – Sofia apressa e eu hesito, olho em volta e vejo Katherine e sua irmã me encarando. Hum.... Pode ser uma boa ideia afinal, me ergo e acompanho Damon que está de pé e dá a volta na mesa vindo pro meu lado e gentilmente segura minha mão e inclina sua face contra a minha, num beijo discreto.

-Ok, agora bebida, por favor... – Meu pai fala e todos gargalham, quando nos separamos olho Damon e depois desvio pra cadela. Ele é meu, você nota?

Terminamos a noite com novas conversas e bebidas entrando na madrugada. Alaric se vai com suas acompanhantes depois de se despedir de meu pai e todos. Stefan irá ficar pra dormir. Damon vai nos levar até em casa, pois dispensou seu motorista.

-Foi uma noite maravilhosa. Obrigada! –minha mãe agradece a Sofia.

-Volte sempre. Foi muito bom lhe conhecer. Tchau senhor Grey, ainda me deve aquele jogo, meu pai me ensinou bem.

-Então será um desafio.- ele disse e a abraçou. – Beijo criança.

-Tchau.

-Cuida da minha filha Stefan. –Damon rosna pro irmão.

-Vai tranquilo. – ele vem até meu pai. –Foi um prazer.

-Pra mim também.

E logo estamos no carro e nos vamos. No caminho, meu pai tagarela com Damon, eles planejam a visita do meu pai na Salvatore depois de amanhã. Estão bem empolgados.

Chegamos em casa e meus pais se despedem de Damon.

-Eu já subo. –digo e eles se vão sorrindo.

-Não foi tão ruim. – Damon começa.

-Não, não foi. -Falo risonha e ele se aproxima.

-Ainda está brava pela Katherine?

-Quem? – eu falo e ele sorri. – E você? Ainda louco pelo Elijah? – ele dá de ombros e se inclina me beijando.

-Antes que eu esqueça... Seu presente. – ele fala e me passa um envelope. Eu hesito e abro. São passagens pra Roma.

- O que é isso?

-Eu pensei em tirar umas férias em janeiro, pro meu aniversário, não faço isto a anos e agora, quero muito ir com você. Sofia irá conosco.- sorrio feito boba.

-É sério?

-Claro! – pulo em seu pescoço e o beijo.

-É maravilhoso amor.

-Será. Com vocês. – ele diz e sorri torto e me beija outra vez, um beijo mais demorado e intenso.

-Boa noite! – Damon e eu travamos e olhamos de onde vem o cumprimento. Oh que droga. Elijah nos encara com mãos no bolso. – Não atrapalhei o momento, espero.

-Só pode ser brincadeira. – Damon rosna. – O que faz aqui?

-Vim desejar a Elena um feliz natal. – fala esnobe.

-E como sabe onde eu moro? –pergunto.

-É o que também quero saber. – Damon diz.

Elijah sorri e encolhe os ombros.

-Da mesma forma que encontrei a Rose. – ele responde pra Damon que trava, eu sinto isso, pois estou com a mão na sua.

-O que você quer? – pergunto aborrecida, ele não pode estragar esta data.

-Já disse.Vim te desejar um feliz natal.

-Já fez isto.

-Oh sim, e vejo que gostou. Como imaginei ficou maravilhoso em você. – Damon dá um passo a frente e eu o seguro. – Calminha aí Salvatore. Depois do que eu acabei dever vejo o porque da tão falada promoção da nova diretora executiva.

-Some Mikaelson. – Damon rosna.

-Já pensou o furo de reportagem? “Nova diretora executiva da Salvatore recebeu seu posto por méritos na cama.” São tão eficientes assim Elena? – Damon se solta de meu braço e avança pra ele. Segura seu colarinho e Elijah sorri.

-Desaparece! — estou tremendo.

-Tudo bem. Eu vou. Você não dura com nada de qualquer forma. E quando você se cansar dele querida... — ele me olha. — Pode vir me procurar. Damon e eu temos um histórico de relacionamentos compartilhados. – Damon o empurra e ele se vai. Não antes de soltar um beijo em minha direção, eu arrepio com asco.

-Desgraçado. – Damon fala após o carro no final da rua passar por nós dois.

-Calma! – eu peço segurando sua mão e ele desvia com raiva.

- O que eu disse sobre a droga do bracelete?

-Damon eu não...

-Eu vou pra casa. Sofia está esperando.

-Damon espera, mão vai assim.

-Eu tive muito de toda a droga Elijah por um dia Elena. – ele grita. – Eu cansei!

Me dá as costas e volta pro carro.

- Te vejo mais tarde, boa noite. – ele diz e desliza pro veículo antes que eu possa dizer algo. Sai cantando os pneus do carro.

Mas que droga! Será que dá pra ter um dia sem brigas entre nós? Nem na noite de Natal. Céus! Esqueci até de entregar o seu presente, ou melhor, nem tive a chance. Subo frustrada. Ainda penso no que será terminar este dia deitada no meu sofá.

...

Maldito! Eu o odeio.

Checando meu celular largado no carro noto algumas chamadas do Stefan e uma mensagem. Será que aconteceu alguma coisa?

“Volta pra casa agora cara.”

Eu ligo imediatamente pra ele, tentando prestar atenção na estrada.

-Damon!

-O que houve?

-Está voltando?

-Sim. Aconteceu alguma coisa?

-Cara, tem uma pessoa aqui. É melhor você ver pessoalmente. Está te esperando.

-Quem é?

-Cara,vem logo!

-Stefan você está me deixando nervoso.

-Confia em mim cara.Vem!

Eu desligo. Mais que droga! Voo até minha casa e entro quase correndo, quando passo pela porta encontro Stefan e minha filha sentados na sala.

-Oi Damon. – Diz Rose, junto com eles.

Pelo amor de Deus! Era só o que me faltava! O que diabos ela faz aqui?

-Como você?O que faz aqui?

-Vim passar o natal com Sofia.-minha filha me olha meio perdida e força um riso. Stefan engolindo seco. Quem eu devo matar por isto? Stefan? Alaric? Os idiotas da clínica?

Eu mereço...

Notas finais
Bem meninas, sobre Elena grávida: não mesmo.Sorry!
Sobre Katherine: Elena ainda mata ela, mas ela é inofensiva.
Sobre a nova Elena: já deu pra ver que é algo sobre the past de Damon kkkkkk, e tem muito sobre os irmãos Salvatore nisso.
E agora estamos de frente pra Rose. agora sim,podem tremer. Por que se Damon já tem problemas, agora ele se desequilibra mesmo.
Torcendo pra Elena o trazer pra terra, pq Rose o joga no espaço.
Beijos!