Ela não gosta de você!
4 Floresta e seus seres mágicos
Notas iniciais
Mais um passo é nosso loiro entrará em uma incrível jornada... "o que teme lá dentro?" se perguntava o menino... Fins entra na floresta e rapidamente o cenário muda de forma cor e estilo... Criaturas estranhas aparecem a entrada, exemplo uma fada...
— Olá humano, o que lhe trás a floresta de anti-candy? — uma fada pergunta ao menino com uma voz assustadora.
— Explorar, eu acho... Ou só estou aqui para esquece-la um pouco... — ele fala encostando-se em uma árvore. A fada se senti triste e curiosa ao mesmo tempo... Um olhar malicioso é direcionado para o garoto...
— Quem? Esquecer quem? — a pequenina senta em seu ombro esquerdo para escutar o rapaz um pouco melhor...
— A Fionna, ela era minha namorada... Mas me traiu com o príncipe chiclete... Éramos amigos de infância... Ela me magoou bastante, dês de então, nunca mas tive uma namorada ou uma pessoa de quem eu goste, peguei trauma disso... — explicava para a fada sua história enquanto se lembrava dos velhos tempos...
— Finn! Vem, vamos andar naquele jardim florido! — uma garota há de cabelos loiros falava...
O garoto apenas concordava, então, ela puxou sua mão e o levou de cima a baixo. Cansados, resolvem descansar na sombra de uma árvore.
— Finn, me prometa que, quando ficarmos grandes você será meu namorado. — a menininha falava.
— Prometo! — respondeu o menino.
— Cadê a fada? — uma leve pergunta sai de seus lábios.
Antes que ele pudesse pensar ela aparece como um foguete o puxando com muita dificuldade para de frente de uma casa, que se encontra dentro de uma caverna.
— Mas o que? — ele sussurra....
Curioso, decide entrar na casa, a porta estava aberta então não foi difícil a sua entrada "cometer um crime de pouca importância é tão legal!" pensou o menino...
Era uma casa bem pequena, na sala tinha um porta retrato, de uma garota de pele azul, cabelos pretos e roupas vermelhas...
— Quem está aqui? — alguém fala.
O menino sobe a escada rápido e se esconde em seu armário...
— Estranho... — Uma pessoa sobe as escadas. — Esta bem, hora do banho.
Ela se direciona para seu armário e lá tem uma surpresa.
— Olá? — Finn fala. — Tábua-chan.
A menina fica vermelha de raiva e rapidamente pega o garoto pela argola de sua camisa e o joga em sua cama.
— Hora, não é todo dia que encontro humanos... E, tábua e sua avó idiota! — ela fala. — Sou Marceline, se quiser, me chame de Marcy... Ok, Finn?
— Como sabe meu nome? — indaga o menino.
— É o que todo mundo tem falado, de um garoto chamado Finn... Você se encaixa bem em seu alto-retrato, então deduzi que seu nome fosse este. — ela termina de falar sorrindo.
Ele permanece em silêncio.
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