Ela ainda não sabe...
19 Medos e Lembraças
Notas iniciais
As horas passavam rapidamente. Logo a noite chegou e a festa continuava a todo vapor.
Os jovens se divertiam, rindo e bebendo. Foi assim, que Angel encontrou quando chegou no local. Ela olhava perdida entre tantas pessoas desconhecidas. A única coisa que queria, era encontrar a mãe.
Estava entrando na casa, quando avistou um casal se beijando. Virou o rosto fazendo cara de nojo. Não entedia como os adultos eram tão nojentos para trocarem salivas.
— A única coisa que posso dizer é: Eca!
Subiu o mais rápido possível, na tentativa de não encontrar ninguém enfiado na boca de outra pessoa.
Olhou em todos os quartos, em cada lugar da casa. Estava quase desistindo quando a encontrou perto da piscina com a Leah.
— Quer um pouco? – Bella, ofereceu uma latinha de bebida.
Leah fez uma careta. Ela preferia tomar veneno, a tomar aquilo.
— Não, obrigada.
Bella não acreditava no que ouvia. Não era a primeira vez que a prima se negava a tomar bebida alcoólica. Há tempos que Leah havia tomado aquele comportamento estranho, e não entedia porquê. Até parecia que ela havia se abduzida por alienígenas, e sofrido uma limpeza cerebral.
— Sério? – Questiona. – O que aconteceu com a minha prima que adorava tomar uma bebidas comigo?
Leah, fica sem jeito.
— Não é isso... – Recorre para uma pequena mentira. – É que estou tomando remédio.
— Remédio? – Bella estava confusa, logo fica preocupada. – O que você tem?
— É apenas uma enxaqueca que me atormenta a noite. – Se apressa a dizer. – Nada sério.
Suspira aliviada quando Bella se convence.
— Vou no banheiro. – Dizia Leah, ao se levantar. — Já volto.
Angel olha para a mãe que estava estendida numa cadeira.
Estava aliviada que nenhum marmanjo estava dando em cima da mãe. Mas, não deixou de notar o olhar que os rapazes lançavam para ela. Queria chutar cada deles, por se atreverem a olha para a mãe dela.
— Até que enfim, sua cão de guarda saiu de perto de você. – Angel fez uma careta quando escutou aquela voz irritante, vindo de trás dela. – Achei que ela nunca sairia de perto de você.
Rapidamente se virá para o intruso que se aproximava.
Bella, se levanta furiosa com Jacob. E aponta um dedo na cara dele.
— Leah, não é essa coisa horrível que você está dizendo! – Bella, recruta nada satisfeita com a ofensa contra a prima. – Agora, por favor, me deixe em paz! Não temos nada para dizer!
— Está enganada! – Diz a puxando para perto dele. – Penso, que ainda falta muita coisas para ser ditas.
Ela tenta se solta do aperto dele.
— Me solta!
— Primeiro, você vai me escutar!
Bella estava pronta para dizer um monte de xingamentos, quando é pega de surpresa pelos lábios que pressionaram com força sua boca. Ela agitou-se freneticamente, não sabendo se queria ou não corresponder aquele beijos brutal. Em pânico, ela chutou com força na canela dele, na tentativa de se livrar. Jacob, rapidamente se afastou dela como se tivesse levando um tremendo choque.
— Merda, Bella! – Grita, caindo de tanta dor na perna. – Por que fez isso?
Bella o olhou assustada, se perguntando a mesma coisa. Ela não sabia o que estava fazendo, apenas agiu por instinto. Então, se lembrou do que ele havia feito antes, e se recompôs.
— Bem feito! – Olhou de cara fechada para ele. – Isso é para você aprender a não me beijar sem minha permissão!
— O que aconteceu? – Perguntou uma Leah muito preocupada.
Ela tentava passar pelas pessoas que havia se reunida em torno do casal que estava discutindo, e apreciavam com diversão o que estava acorrendo.
— Apenas uma briga de namorados. – Disse uma garota, que tentava conter o riso.
— Não sou namorada dele! – Bella gritou em bom tom, para que todos escutassem. – Não namoro, idiotas.
— O que aconteceu, Bella? – Perguntou, já estando do lado da prima.
Bella olhou irritada para Jacob, que tentava se levantar.
Antes que pudesse responder a pergunta, alguém a interrompe:
— Qual o motivo disso tudo?! – Davylla, pergunta aos gritos, enquanto tentava entrar no meio da confusão.
— Lascou! – Leah, disse fazendo careta.
— Estou ferrada! – Bella concorda. E olha furiosa para Jacob. – Você é o culpada!
— Eu?! Você é a única culpada por não querer me escutar!
— CHEGA!
Todos se viram para a garota de cabelos cacheados. Que estava com a mão na cintura, enquanto batia os pés no chão. Ela estava nada feliz por ter a festa interrompida.
Alguns pessoas começaram a se afastar devagar, para que não acabasse sobrando para eles.
— Alguém pode me explicar o que está acontecendo na minha festa?
Bella, respira fundo. Com um sorriso sem graça, começa a falar:
— Desculpa, não queria ter atrapalhado sua festa.
Entretanto, em vez de ficar ainda mais furiosa por descobrir quem causara a confusão toda, Davylla deu um sorriso, desfazendo o clima tenso.
— Quê isso! Sabe que não me importo com essas futilidades.
Tanto Bella quanto Leah, suspiraram aliviadas.
— Mas... – Começou a dizer, enquanto olhava ao redor. – O que está acontecendo?
— Jacob que não aceita que Bella não quer mais nada com ele. – Leah zomba com um sorriso.
Jacob, faltou pular no pescoço da Leah.
— Não se meta! – Diz em um grunhido.
— Quietinho! – Davylla o repreende. – Ninguém mexe com as minhas amigas e sai impune.
Para surpresa de todos, Davylla vai calmamente até Jacob, e sem misericórdia alguma, o empurra para dentro da piscina.
— Ops! – Diz com a mão na boca. – Foi sem querer.
Bella e Leah se entreolharam, então caíram na risada. Pois, Davylla não perdoava.
— Como ousa?! – Grita indignado com a petulância daquela garota mimada.
— Os incomodados que se retirem! – Recita enquanto dava as contas para um furioso Jacob. – Que tal a gente fazer um brinde? Sinto que esse é o momento perfeito.
Angel que observava tudo, não para de rir um só minuto. Sentiu um imenso orgulho da mãe, quando ela chutou no fedorento. Estava se sentido nas nuvens. O melhor de tudo, era saber que Bella tinha amigos verdadeiros, que lutariam a guerra dela, apenas para defende-la. Não via a hora de vim ao mundo, e conhecer pessoalmente cada pessoa que eram tão maravilhosas com a mãe dela.
Antes de ir atrás das garotas, ela mostrou a língua para Jacob, que saia todo molhado da piscina.
Jacob estava possesso de raiva. Foi constrangedor o que elas fizeram. Olhou para as garotas, enquanto elas desapareciam para dentro da casa.
— Elas merecem ser castigas! – Sussurra uma voz em sua cabeça. – Precisa se vingar!
Com os punhos fechados, jurou que se vingaria. Sem perceber que estava sendo influenciado por um ser que não era daquele mundo.
Estava pronto para deixar a casa, quando ficou paralisado no tempo.
— Fique. – Continua a sussurra a voz em sua cabeça. – Fique e espere a sua chance de se vingar. Elas vão beber. E quando ela estiver tão bêbada, você poderá ter o que tanto deseja.
Com um sorriso malicioso, Jacob voltou para a festa novamente. Iria aguarda como um lobo sua presa. Mais antes, iria se vingar das outras que zombaram dele.
— Isso, meu menino. – A voz sorrir. – Elas merecem serem castigadas.
E começaria com aquela intrometida da Leah. Ela pagaria caro por zombar dele.
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Edward despertou com uma sensação de mal estar. Estava suando e a respiração estava pesada. Sentia que algo estava indo mal. Pressentia algo muito ruim, que estava para acontecer.
Ligou o abajur. Olhou para o relógio, e constatou que ainda era cedo.
Precisava caminhar para passar aquela sensação de perda. Pegou a primeira roupa que encontrou, e se encaminhou para fora do quarto.
A decisão de sair, porém, começou a ficar para trás a cada passo que dava. Decidiu que iria para a escritório. Precisava distrair a mente daquela sensação, e da consulta que teve com o Doutor Gama.
O homem parecia determinado a cura-lo. E queria o quanto antes começar o tratamento. Com muita relutância havia aceitado a começar o tratamento. A decisão havia surgido por querer viver, e ainda mais agora que conhecera Bella. Havia algo nela que o fazia querer viver cada segundo que pudesse ter. E pela mãe. Que o amava, e seria um sofrimento perder o único filho. Mas, o golpe final, foi Angel. Havia prometido a ela que se curaria, que viveria para saborear a vida.
— Senhor Cullen, precisa de alguma coisa?
Edward se vira para a governanta, que sempre estava pronta para atendê-lo. Ela era um verdadeiro diamante na vida dele.
— Não, Marie. – Responde calmamente. – Apenas perdi o sono. Pode ir dormir.
— Obrigada, senhor Cullen. – Diz antes de sair da sala.
Estava quase no terceiro livro quando a voz de Angel o chama:
— Tio? Tio?
Ele levanta a cabeça com um sorriso.
— Pensei que iria vigiar sua mãe.
— Ela estar muito bem guardada. – E com um sorriso imenso, explica o que tinha acontecido na festa.
— Pelo visto, ela é muito querida por todos. – Edward diz satisfeito.
— É claro que é! Minha mãe é a melhor coisa do mundo. – Diz sonhadora. – Quem não amaria ela?!
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Leah nem sequer tocou em um copo de cerveja. Ela apenas acompanhou as amigas, enquanto ela brindavam um drink atrás do outro. Estava começando a se preocupar com a prima. Temia que ela passasse do limite, e fizesse coisas que se arrependeria.
Ainda se lembrava com nitidez o que ela fez, e se arrepende até hoje. Depois daquela noite, nunca mais quis beber novamente. Ela havia se tornado vulnerável e inconsequente. Só de pensar sentia um calafrio.
O som estava alto, e os jovens se divertiam sem pudor.
Estava muito feliz por ter conseguido a permissão dos pais para ir na festa. A única coisa que sabia, era que queria se diverti bastante e fazer tudo que uma adolescente na idade dela faz. Era um sonho estar ali na festa com o garoto que gostava.
— Bebe um pouco. – Ofereceu o jovem um drink. – Você vai se sentir melhor.
— Obrigada, por ter me convidado. – Diz toda boba. E aceitou a bebida. Que tinha um gosto muito amargo. – Minha nossa! Isso aqui é puro álcool.
O rapaz solta uma risada rouca. Se deliciando com a inocência da garota.
— As novatas sempre dizem isso... Nunca bebeu uma bebida assim?
Leah fica envergonhada por não ter o costume de beber. Ela sempre tomava as escondida com Bella, mas, nunca daquele tipo.
— Não. Apenas algumas cervejas, as vezes com a minha prima.
— Entendo. – Ele se aproxima e sussurra no ouvido dela. – Na terceira, você nem estranha mais...
Se pelo menos ela soubesse o que estava fazendo. Pensou com tristeza. Havia sido boba, e por isso, acabou sendo arruinada de todas as formas. Teve todos os sonhos arrancados. Nunca mais foi a menina que era antes. Por culpa daquela noite, se recusava a tomar qualquer tipo de bebida alcoólica. Estava presa dentro de si, perdida para sempre, assim como um pedaço dela.
— Bella... – Leah a chama. – Bella!
— O que? – Pergunta com um sorriso travesso, enquanto tomava mais um drink.
Precisava leva-la para casa. Pensou, vendo o estado em que ela se encontrava. Sem cerimônia, tira a taça da mão da prima, que resmunga insatisfeita.
— Me devolve...Leah. – Bella diz meia grogue.
— Olha como você está, Bella! – Recruta, deixando a taça em uma mesa. – Está uma lastima. Vou avisar, Davylla que estamos indo.
— Não vou.... Quero me divertir.... Você mesma disse.... Que eu precisava...
Leah olha de olho branco para Bella.
— Não esse tipo de diversão! Pelo amor de Deus! Jamais quero que você tenha uma diversão que não possa se lembrar!
Ambas, estavam tão distraídas que não viram, Davylla, se aproximando.
— O que foi meninas? – Perguntou Davylla, ao encontrar as duas discutindo.
— Nada. – Leah se recompõe. E dá um sorriso falso. – Eu já ea procura-la. Já estamos indo.
— Não... Fiquem mais um pouco, por favor... – Começou a implorar.
— Eu quero ficar. Só que hoje a Leah deu pra fica rabugenta. Até parece minha mãe. – Diz ainda um pouco sóbria.
Leah estava cansada. Não sabia o que fazer. Seria difícil arrastar Bella até a casa dela. E olha que estava muito tentada a fazer isso.
— Só estou preocupada com você criatura! – Diz fuzilando Bella. E procura ajuda com a Davylla. – Olha como ela está! A qualquer hora vai cair de tão bêbada.
— Não estou bêbada!
— Nunca vim um bêbado dizer que estar! – Recruta de braços cruzados.
— Já sei! – Davylla pula de empolgação com a ideia. – Vocês podem dormir, aqui. Tem vários quartos.
Leah estava abismada com a ideia louca da amiga. Será que ela havia perdido o juízo? Ou tinha esquecido que a casa dela estava aberta ao público e ninguém teria privacidade caso quisesse ficar em algum quarto. Se arrepiava, só de pensar que os quartos estavam muito bem ocupados por jovens cheios de hormônios a flor da pele. Seria um milagre encontrar algum disponível. E quase impossível, tenta dormir em meio ao campo minado de dinamites. Nunca dormiria em uma casa que estava tendo festa.
— Não acho uma boa ideia! – Discorda com furiosa só em pensar em ficar vulnerável. – Vou leva-la para dormir na casa dela.
— Não vou! – Diz indo para o lado da amiga. – Vou ficar e dormir aqui!
Leah respirou fundo. Precisava ser paciente.
— Agora, aqui não é o melhor lugar para dormir. E você não está bem para ficar aqui.
Bella tava para recrutar as palavras da prima, quando uma risada estrondosa veio de trás da Leah.
— Sua prima está certa, Bella. – Diz piscando para Leah. – Ela sabe muito bem, o que acontece quando se está bêbada e deitada em uma casa em festa.
Sentia que lhe faltava ar. Davylla foi a primeira a entender o que Jacob dizia, e olhou para Leah cheia de surpresa. Já Bella, foi lentamente absorvendo o que o ex dizia sobre a prima.
— Como assim?
— Diga, Leah... Em como você encheu a cara e se divertiu bastante. – Jacob dizia em tom provocador.
Para a surpresa de Leah, a prima começou a rir sem parar. Se sentiu magoada, pois o que aconteceu no passado não era uma piada, era algo sério, muito sério.
— Safadinha! – Começou a dizer, sem notar que Leah havia empalidecido. – Se fazendo de boa moça. Não bebo. Não quero. Não posso... Blá... Blá... Blá... – Diz imitado a voz da prima.
Naquele momento, Davylla queria se enterra no primeiro buraco que encontrasse. Pois, sabia que era a única culpada pelo que estava acontecendo. Bella estava sendo insensível sem perceber, e estava machucando os sentimentos de Leah. Enquanto, Jacob saboreava o gosto da vingança. Maldita boca! Pensou se maldizendo. Se ela não tivesse abrido a boca para convidar as meninas para dormir ali, nada daquilo estaria acontecendo. Jacob, não teria se aproveitado da oportunidade de jogar o seu veneno na Leah e nem teria como manipular Bella.
— Leah, está certa. – Diz, numa tentativa de melhorar a situação. – Não ligue, para o Jacob disse. Ele está apenas frustrado, e quer jogar seu veneno em nós.
— Não! – Bella grita. Estava de saco cheio da opinião alheia. – Já decide, e vou ficar!
— Mais... – Davylla, tenta persuadi-la. Sabendo que ela logo cairia desmaiada de tão bêbada que estava ficando. Enquanto, discutiam, ela continuava a beber sem se importa com mais nada. Leah, estava tão perdida, que não percebia.
Só que é interrompida pela voz rouca e baixa de Leah:
— Deixa... Conheço ela, e não vai mudar de ideia. – Diz com a cabeça baixa. Levanta apenas para lançar um olhar suplicante para Davylla. – Só, por favor, a leve para dormir em um quarto seguro e com a porta trancada. Ela não sabe o que está fazendo.
— Eu posso ajudá-la a levar ela. – Jacob se oferece com um sorriso sacana.
— NÃO! – Leah se altera. E aponta um dedo acusador para ele. – Você vai ficar longe dela, ou vou acabar com você, seu desgraçado.
Ele apenas sorrir, e joga um beijo para ela.
— Já vou indo, então. Tenho coisas melhores para fazer do que ficar aqui.
Ela só consegue respirar normalmente, quando ele vai embora para a saída da casa. Pois, assim tinha certeza que Bella estaria mais segura.
— Me ajuda a levar ela para cima? – Davylla sussurra em voz baixa. Vendo que Bella estava no limite.
Cada uma ea de lado, apoiando o corpo molenga da Bella.
— Em que quarto você vai colocar ela?
— No dos meus pais. – Davylla responde. – Foi o único que ficou trancado.
Davylla ajudou a coloca-la na cama, e cada uma tirou um lado do sapado. E simplesmente, a cobriram com o lençol.
Ela estava parecendo uma boneca de pano. Qualquer um poderia brincar com ela, e ela nem sequer perceberia que era o brinquedo de alguém. Leah, pensou profundamente. Imaginado, que foi assim que aconteceu com ela.
— Você vai ficar mais um pouco? – Davylla, perguntou. Depois que elas havia trancado Bella no quarto.
— Não. – Diz se sentido bastante cansada. – Quero apenas chegar na minha cama e dormir por um bom tempo.
— Sinto muito... – Diz penalizada, sabendo qual era o motivo daquilo.
— Não sinta. Vamos, apenas fingir que nada aconteceu.
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Os olhos dele brilharam quando percebeu que seu prêmio estava naquele quarto o esperando. Estava tão perto de saborear o que sempre desejara que estava em êxtase, só de pensar no que iria fazer com Bella.
Antes que pudesse dá um passo à frente, ele volta um passo para trás quando vê Leah saindo da casa. Não poderia correr o risco dela o enxergar, ou tudo iria para o ralo. Depois, acertaria o restante da vingança contra aquela enxerida. Tudo o que queria agora, era subir lá em cima e apreciar o que estava a sua mercê.
Quando viu que a garota havia se afastado de carro, saiu em direção do quarto. Estava quase em frente a porta, quando um amigo o topa pelo caminho.
— Achei que estivesse ido, depois do que aconteceu, Jacob. – Disse o amigo.
— Agora, que a festa vai ficar divertida. – Diz maliciosamente. – Depois te encontro por ai.
Quando o amigo desceu as escadas, ele rapidamente tirou um brinquedinho do bolso, que abria até a porta de um cofre, se assim quisesse.
Dançou de alegria quando ouviu o clique da porta se abrindo. Estava apenas alguns passos de ter o seu prêmio. Entrou com passos lentos, e fechou a porta para que ninguém interrompesse o que estava para acontecer.
— Só minha... Minha... E de mais de ninguém. – Dizia, enquanto afastava o lençol daquele corpo maravilhoso.
Estava excitado apenas por observa o quanto ela estava sexy com aquela mini saia e com a pequena blusa que cobria apenas os seios, deixando a barriguinha lisa amostra.
Não estava nem um pouco com peso de consciência por estar fazendo aquilo. Fazia muito tempo que esperava por aquele momento.
Sem se conter, começou a beijar o pescoço dela e foi descendo até o vale dos seios. Lentamente foi desamarrando a fita que prendia as duas da blusa e abriu se maravilhando com aquele monte apetitoso. Beijou ambos, arrastando o beijos cada vez mais para baixo. Queria beijar cada centímetros de carne, que parecia ter o melhor gosto que já sentiu na vida.
Ela estava tão profundamente adormecida que nem percebeu quando teve sua saia retirada de seu corpo. Jacob, precisava sentir aquele calor pelo corpo, e começou a tirar a roupa, ficando apenas de cueca. Ele se deitou por cima dela, e começou a se esfrega nela, enquanto continuava a beija-la por
— Deliciosa! – Geme adorando a sensação de tê-la contra seu corpo.
— O que.... Está... acontecendo.... – Bella desperta ainda grogue.
Aquilo estava ficando cada vez melhor. Se era bom ter ela adormecida, imagina acordada e sem poder ter alguma reação. Pensa, Jacob contente.
— Xiii... – Diz colocando um dedo nos lábios rosados. – Apenas estamos nos divertindo. Não era isso que você queria?
Ela o olha confusa, e começa a olhar para onde estava, não reconhecendo o local. E se perguntando como havia parado ali.
— Jacob? O que está fazendo...
É interrompida pela boca que lhe cala as perguntas. O beijo era bruto e sem carinho algum. As mãos passeavam com desespero pelo corpo desnudo dela. Logo no começo, Bella tentou resistir ao beijos e numa tentativa inútil fez o que pode para escapar daquelas mãos. Sabia que aquilo era errado. Só que cada vez mais que ele lhe beija e descia o beijos para mais baixo, ea perdendo a linha do raciocino, pela nuvem de álcool que estava no seu sistema e pelo desejo despertado em seu corpo traidor, que começa a responder as caricias e aos beijos desesperados.
— Não quero... Não... – Diz não se sentido bem com aquelas sensações estranhas pelo corpo. Não entendendo porque seu corpo não respondia a seus comandos. Eles estavam tão lentos e fracos para tentar se levantar. Até para dizer algumas palavras, era difícil.
— Quer sim! – Solta um suspiro pesado por estar no máximo de excitação. E leva as mão até os seios dela, e os aperta, causando um pequeno dessagrando para Bella. – Veja como eles imploram para que eu os chupe.
— Não... Não... Não... – Diz, sentido um frio pelo corpo, quando Jacob começa a chupar um de seus seios e apertar o outro. – Não... Não...
— Sim! Sim! Sim! – Diz se aborrecendo com a negativa dela. – Você vai ser minha! – Pega a mão dela, levando até seu membro duro de tanto tesão. – Veja! Ele está pronto para te fazer minha! Só minha!
— Não quero... – Sussurra ao sentir que estava sendo sugada pela escuridão.
Não querendo escutar mais nada, Jacob começa a tirar a calcinha dela, enquanto ela se debatia numa tentativa de afasta-lo. Estava louco para se enterrar até o fundo dela. Não iria esperar mais nada. Ela seria sua. E ninguém, iria o impedir de torna-la dele.
Ele estava tão desesperado para deixa-la nua, que não percebeu que alguém abria a porta do quarto.
Leah olhava espantada a cena que se passava a sua frente. Não acreditando que a história voltava a se repetir novamente. Ela havia voltado, porque tinha esquecido das chaves da casa, na bolsa da Bella. E ficou petrificada, ao ver que a prima estava a ponto de ser abusada por aquele desgraçado. Que se aproveitava por ela estar tão bêbada e vulnerável para se proteger contra as investidas dele.
Com um clique, voltou para seu antigo pesadelo:
— Para onde..... está me levando? – Estava muito bêbada e sorria até com as paredes.
— Para um lugar especial. – Jacob, lhe mostra um sorriso malicioso.
— Sério? – Diz apaixonadamente. Acreditando que seu sonho estava se realizando.
— Sim! Um lugar especial, para uma garota especial.
Estava tão cega pela paixão e pela bebida que não percebeu as intensões do rapaz. Ele a arrastou para o quarto mais afastado da festa. A cada passo, o som da música, ficava abafada pelas paredes. Os amigos já o esperava na frente da porta do quarto.
— Quem é ela? – Perguntou um dos garotos.
Jacob dá um sorriso maldoso.
— Nosso brinquedo.
— Pensei que era outra. – Diz o outro rapaz, avaliada a garota que mal conseguia se manter em pé. Até que era bonitinha. – Eu disse que tinha que ser loira. E você traz uma morena?!
— Ela é virgem! – Diz maliciosamente, mostrando as vantagens para os colegas. – Por isso, o preço sobe de valor.
— Você me traz uma morena, e ainda quer aumentar o valor? Está louco?! – Diz aborrecido com a esperteza do camarada.
— Qual foi a parte que você não entendeu? Eu disse: V-I-R-G-E-M! – Praticamente grita para o cara, que não moveu nem um pouco.
— Até que ela é gostosinha. – Diz o outro, se metendo. Sabendo que se não interrompesse, acabariam entrando em uma briga. Não queriam uma briga. Estavam ali por outros motivos. – As virgens sempre são as mais gostosas, mesmo, que seja loira, morena, ruiva.
Um dos rapazes se aproximou da garota, e apertou sem do de seus seios.
— São verdadeiros... – Diz se deliciando ao saber que ela tinha lindos seios. A maioria das meninas usavam esponjas no sutiã para aumentar o tamanho dos mamilos.
— Ei! – Leah, grita, se afastando do olhar de cobiça do garoto. — Isso dói!
Os outros garotos começam a rir da atitude da garota. Seria divertido observa o que mais ela faria. Estava muito bêbada, mas, ainda sentia as reações pelo corpo.
— Achei que a essa hora, ela estaria muito bêbada para saber o que iremos fazer com ela, Jacob. – Comenta, vendo que ela ainda estava em pé e olhava furiosa para o amigo que a tocara.
Jacob, solta um suspiro frustrado.
— A garota é durona. – Explica nada feliz em saber que o remedinho que batizou a bebida dela, não a deixou desmaiada. – Mas, logo vai cair feito um touro.
— Espero mesmo! Pois, não quero que ela se lembre do que vamos fazer. – O rapaz se virá para o garoto que havia a tocado. – Vá chamar, James. Diga que a brincadeira vai começar.
— É pra já! – diz correndo para buscar o irmão do amigo.
— O que vocês... estão dizendo? – Pergunta confusa, por estar rodeada de homens.
O que parecia ser o cabeça do grupo de rapazes, se aproximou dela:
— Nada, boneca. Você só tem que manter essa boquinha fechada até que a gente precise utiliza-la.
Um medo se apossou dela. Não sabia dizer, mais queria ir para longe daqueles rapazes.
— Quero ir... embora... Jacob. – Diz saindo de perto do jovem, e indo atrás de ajuda, para sair dali.
— Que pena. – Jacob começa a zombar. Mostra sem vergonha alguma, o bolo de notas que recebeu por leva-la até ali. – Você já tem dono essa noite. Você me valeu muito dinheiro. – E maldosamente sussurra antes de sair, a deixando a mercê dos rapazes. – Eu disse que você era especial, e que iria para um lugar especial. Boa sorte, com a diversão.
— Não! – Grita com medo do que aquilo significava. Tenta em vão ir embora, quando os rapazes a arrasta para o quarto.
— Quieta! – Diz o garoto de cabelos loiros, enquanto a jogava na cama.
— O que vamos fazer? – Diz o líder para os garotos, enquanto olhava a garota tentar levantar o corpo da cama. Só que apenas conseguiu se cansar, já que estava sem forças pra se levantar. – Pensei que ela não iria da trabalho!
— Ela logo vai ficar calminha. – Diz o loiro com uma seringa na mão.
— Está louco?! – Grita o líder, tirando a seringa da mão do amigo. – Que merda é essa?
— É uma droga, misturada com outras coisinhas. – Diz maliciosamente, e olha para a garota jogada na cama. – Ela vai ficar calminha e fazer o que a gente quiser.
— Como sabe disso? – Pergunta o outro em dúvida.
— Não sou, idiota! Já testei com uma gata. E acredite, é muito bom para amansar.
— Onde está o idiota do Gustavo? – Diz o outro que estava no lado da cama. – Ele foi na china buscar o James, por acaso? Quero termina logo com isso!
— Calma! – Diz o líder. – Vamos esperar primeiro o James chegar. Ele deve está enchendo a cara, já que a puta da noiva dele, brigou com ele hoje.
Os rapazes riram, sabendo o quanto o amigo deles, queria dá uma diversão para o irmão mais velho. Para compensar o peso na consciência por ter transado com a noiva do irmão na semana passada. Era o que eles pensavm.
— James não desconfiou que você e Rose transaram? – Questionou o loiro. Era o que todos se perguntavam. Já que havia sedo em baixo do nariz dele que o amigo e Rose havia se atracado.
— James é apaixonada demais por Rose, para perceber a puta que ela é...
— Por isso, está querendo compensa-lo? – Pergunta o outro.
— Compensar não... – Diz maldosamente. – Rose vem amanhã aqui. Ela ligou e pediu para avisar James. Só que quero fazer uma surpresa para ela.
Agora, todos entendia. Ele era louco por Rose, e não havia aceitado muito bem, quando ela preferiu o irmão mais velho, em vez dele. Ele estava se vingando da vadia por não querer ele, e do irmão por tê-la.
Eles estavam tão entretidos, que não perceberam que Leah havia se levantado, e estava se arrastando para a porta. Entretanto, para seu azar, ela havia deixando cair um vaso, quando se apoiou em uma mesinha.
Todos se viraram para onde vinha o barulho.
— Maldita! – Resmunga o líder. Que a joga com força na cama. – Onde pensa que vai?
— Por... Favor... me... deixe... ir... – Pede em um gemido, sentindo a cabeça rodar.
— Aplica essa merda nela! – Grita para o loiro. – Não quero ter que perder essa diversão, por causa de uma fuga!
Antes que apagasse, Leah, ouve a porta se abrir e fechar. Ela viu apenas a sombra de dois homens entrando.
— Ele está aqui... – Diz uma voz.
— Ótimo! – diz satisfeito. – Tirem a roupa dela. A diversão vai começar.
Apagou sentindo mão por todo seu corpo. Sentia que queria morrer, e nunca mais acorda.
Leah volta de seu passando. Percebendo que havia se lembrado em meio ao caos de sua mente um pedaço do havia lhe acontecido. Não permitiria o mesmo destino para a prima. Aquilo era muito cruel para suportar, e não desejaria para ninguém o que sentiu quando acordou desorientada na manhã seguinte.
Enxergando vermelho, ela pegou a primeira coisa que viu, e bateu na cabeça daquele ser nojento.
— Seu porco! Imundo! – Grita extravasando todos os sentimentos presos por mês. – Te odeio! – Quando percebe que ele não se mexe, sai de perto dele. Estava enojado por estar perto dele.
Correu para o lado de Bella. Viu que ela estava desmaiada, se desesperou:
— Por favor, acorde! Desculpa, desculpa. Não deveria ter a deixado sozinha... – diz entre soluços.
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