Ela Me Faz Tão Bem
1 Que eu também quero fazer isso por ela.
Notas iniciais
Quinn estava perdida. Digo, não literalmente. Eu a encontrei ela em um bar qualquer. Um bar de bêbados e vagabundos. Estava fazendo minha ronda — sou policial — uma linda loira não entraria naquele lugar por nada.
Seu estado emocional era tão frágil, ela gostava de uma garota, uma diva da broadway , mas fazia quase quatro meses que a tal pequena diva (com Quinn a chamava) tinha se casado com um namorado de colégio. E sete que Quinn ia de bar em bar toda vez que lembrava dela ou a pequena diva a ligava dizendo o quando incrível o casamento é, e que ela deveria fazer o mesmo com Puck — um antigo ficante de colegial.
"Merda!", ela gritava entre um copo e outro. "Eu odeio o Puck! Eu sou gay. Não quero saber dessas coisas!"
Eu sorri, ela era do tipo uma bêbada engraçada e chegava ser até um pouco fofa.
Todos os dias eu ia ver ela, sem falta, durante varias semanas. E, aos poucos, ela começava a beber menos.
"Santana?", me chamou com o copo entre ambas mãos e encarando o mesmo.
"Sim?"
"Ela foi em casa. Ontem.", ela me olhou. "Ela esta grávida, San. Grávida! A Britt-Britt estava em casa esta hora, ela pulou de alegria. Eu... Eu...", as palavras morreram.
"Você fugiu.", era uma afirmacão.
"Pior, eu gritei com ela. Ela me odeia agora, Santana."
Ela virou outro copo de rum.
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Quinn estava em seu escritório, não tinha visto Rachel Berry desde da briga da semana passada.
A porta abriu.
"Srta.Fabray?", a secretária gentilmente a chamou, em responda olhou para mais nova. "A Srta.Hudson deseja vê-la."
"Quem?", Quinn não estava acostumada com Srta.Hudson, afinal por quase 10 anos de amizade com Rachel era somente Srta.Berry, Sra.Berry ou Berry, mas nunca Srta.Hudson.
"Sou eu, Quinn.", Rachel Hudson apareceu na porta. Quinn fez um sinal para sua secretária deixa elas a sós.
"Sem enrolar, eu fui na sua casa ontem, Q., o porteiro falou que aquele horário você nunca esta, 'onde, diabos, a Fabray se enfiou?', certo? Pois bem, Quinn Fabray, quem é Santana Lopez?"
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Quinn virou minha rotina: bar, bebida, Quinn, apartamento.
"Britt-", soluço e risos da minha parte."Não ria!", disse brava. "Eu estou falando sério! Você não pode rir agora!"
"Okey, Q., que tal irmos embora?"
"Mas já?", perguntou em um tom tão inocente quando uma criança pergunta para mãe em parque de diversão.
Eu ri.
"Sim, pequena Q., senão amanhã você não consegue trabalhar."
-
Cheguei em seu edifício, fui ‘entregar’ ela ao porteiro, mas antes de chegar ao meu destino um projeto de gente parou na minha frente.
"O que você esta fazendo com a Quinn?", levantei a sobrancelha, eu estava abraçada com Quinn pela cintura, ela mau conseguia parar de pé, fora que estava quase dormindo.
"Não sei quem você é, mas saia da minha frente, hobbit!"
Ela me encarrou feio, Steven, o porteiro, chegou até nós.
"Sra.Berry esta é Santana Lopez, ela que traz a Sra.Fabray. Sra.Lopez-"
"Sem o 'Sra' ", disse.
"Esta é a-"
"Rachel Berry, é, eu sei. A Q. falou de você.", muito ainda.
Steven pegou Quinn dos meus braços com de costume e a levou.
"Então..."
"Quem é você?"
"Santa-"
"Eu sei!", falou alto. Encarei-a.
"Não, você não sabe, Berry.", falei firme.
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"Não, você não sabe, Berry.", ela falou filme. "Você se disse melhor amiga dela, mas não sabe nada sobre ela. Nada!"
Levantei meu rosto, Rachel Berry nunca abaixa a cabeça. Não importa para quem seja, nem menos uma latina.
"Não sei, do quê, então, Lopez?", ela deu um sorriso vagabundo, se virou, mas deu uma olhada rápida para traz e deixou suas palavras.
"Por exemplo, você sabia que sua melhor amiga é gay?"
Eu sabia que Kurt era, mas ele era melhor amigo, não amiga, este cargo era de Quinn. Suas primas eram, eu sabia disso.
Em uma festa, eu conheci Hanna Marin, sua prima, linda, ela namorava uma Emily. Britt-Britt sempre deixou claro seu gosto por ambos sexos. Mas... A Quinn?
Ela nunca deu a entender.
Não. Eu já sabia, mas não queria aceitar.
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"Co-como?", Quinn se levantou. "Você a conhece?"
"Ela é sua namorada?", Rachel perguntou.
"Não."
"Não confio em você, Quinn."
"Eu também ..."
"Quinn?"
"Un?"
"Você é gay?"
Quinn era uma Fabray. Uma Fabray nunca nega a verdade, seu pai ensinou. Mas Quinn negou a vida toda. Era uma falsa, mas agora, vendo Rachel ali, perguntando o obvio, era impossivel de negar.
"Sou, Rachel."
Quinn se sentou.
"Desde quando?"
"Uh, lembra daquela festa de família no final do terceiro ano?", Rachel pensou um pouco, não foi difícil de se lembrar, foi no terceiro ano que ficou amiga de Quinn e foi sua primeira festa Fabray que foi. Concordou. "Lembra da minha prima Hanna? Ela levou algumas amigas, duas delas namoravam, a Alison e a Emily. Eu transei com a Alison. E gostei, mas do que qualquer cara que eu dormi. E, antes que você pergunte, sim, Rachel, é por causa disso que namorada da minha prima, a Emily, não gosta de mim e ficou me encarando feio na última festa e...", as palavras morreram.
Qualquer idiota que visse Quinn olhando para Rachel era capaz de perceber que a loira gostava da pequena. Emily não foi diferente, ela sabia que Quinn nunca teria coragem de falar algo a Rachel, já que morena namorava Finn. Emily, para provocar Quinn, ficou cantando descaradamente Rachel na ultima festa Fabray.
"Olha, Quinn, desculpa pelo outro dia."
"Tudo bem, a culpa foi minha."
"Não. Escuta, Quinn! Eu ainda te odeio, fique claro, eu nunca vou esquecer da nossa última briga, da semana passada, a culpa é realmente sua, estava péssima, precisava de uma amiga e ela me virou as costa!", Quinn abaixou a cabeça, perdeu a cabeça aquele dia, era imperdoável. "Desculpa se te joguei para cima do Puck. Você não precisa mentir para mim, Santana é quente. Tipo, muito. Que latina sexy, oh, meu Deus que garo-"
"Já entendi, Rach.", Quinn acho hilario a cena anterior de Rachel, acabou, sem querer, sorrindo.
"Certo!", Rachel arrumou sua franja. "O que quero dizer é que não precisa mentir para mim, Q., se você esta com a latina sexy", Quinn sorriu. "tudo bem. Só não minta para você mesma, Q."
Quinn olhou para Rachel. Não mentir para si mesmo, certo?
"Só isto?", perguntou.
"Só...-"
"Eu te amo, Rachel.", Rachel não demonstrou nada, apenas disse.
"Eu sei, Quinn.", Quinn fechou os olhos. "Todo mundo perto de você sabe."
"Esta tão obvio assim?"
Rachel caminhou até Quinn, colocou o rosto da loira entre as mãos, fazendo a abrir os olhos e a encarar.
"Quinn...?"
"Por favor."
"Eu sinto muito."
"Você não ama o Finn!"
"Amo. Amo, sim, Quinn. Ele estava certo, você era apaixonada por mim desde que eu entrei para Glee Club. Sabe quantas vezes nós brigamos por sua causa?"
Quinn forçou um sorriso, mas logo morreu, estava tão nervosa por estar tão perto de Rachel.
"Não. Não sei, Berry!-"
"Quinn...", a chamou docemente.
"Isto é tortura! Pegue o mini Berry-Hudson e Finnutil, e seja feliz! Mas seja feliz longe de mim!"
Quinn se levantou fazendo, assim, as mãos de Rachel sair de seu rosto.
"Quinn Fabray!", Quinn a olhou nos olhos de Rachel, pela última vez. "Você esta fazendo a terceira maior burrada de sua vida!"
"Vá a merda!", gritou se virando.
"Eu vou sair pela aquela porta, Fabray.", avisou. "E quando eu sair. Se eu sai! Vai ser a última vez que você me verá."
Quinn não virou.
"Já vai tarde."
"Eu te avisei, Fabray. Eu te avisei.", falou indo até a porta. "Eis seu terceiro maior erro!", falou alto batendo a porta.
Quinn chorou, mas não foi atrás dela. E ela não a vi mais.
.
Desde do meu encontro com Rachel Berry fazia alguns meses. Entrei no bar de costume esperando encontrar Quinn. A achei, na mesma mesa.
"Boa noite.", falei me sentando. Ela sorriu.
"Hey..."
"Que foi, Quinn?"
Ela olhou para o lado, seus olhos se perderam. Ela me olhou, apoio os cotovelos na mesa colocando uma mão sobre a outra, sem soltar o copo, apoio seu queixo em um das costa de sua mão.
"Mereço ser feliz, certo?", concordei. "Saia comigo, Santana.", olhei para ela. Ela estava brincando, certo? "Olha, você me faz tão bem, eu também quero fazer isto por você.", sorriu. "Ah, claro, sem eu esta com álcool no meu corpo!"
Nós rimos.
Imitei sua posição, sorrido, respondi.
"Por que não?"
.
Quinn estava andando rápido pelas ruas de New York, o sol trazia uma boa sensação, estava frio.
Parou na esquina, olhando para o outro lado da rua para ver o semáforo, seus olhos encontraram uma mulher.
Suas roupas variava de cores escuras com preto e marrom, principalmente seu casaco, mas estava linda, uma diva.
É, realmente uma diva.
Seu cachecol era grande, a mulher estava com o cabelo moreno solto com aquela mesma franja e de óculos de sol, segurava a mão de uma criança, um menino. Ele estava com uma bolsa escolar, deveria ter seus sete anos.
A sinal ficou verde, Quinn perdeu a mulher de vista, Quinn estava começando a considera a hipótese que todas as pessoas de New York resolveram atravessar aquela rua agora.
Percebeu que a mulher já tinha passado por ela, andou entre pessoas, pediu desculpa varias vezes por trombar nelas.
Segurou forte o braço de alguém. Com se seguro algo precioso, com sua vida. O algué, uma mulher, se virou bruscamente para trás. As palavras morreram. Parecia que tinha sua voz tinha sumido.
O sinal fechou.
Quinn tentava ao máximo ver os olhos daquela que estava escondida atrás da lente escura.
"Mamãe?", o garotinho a chamou percebendo o sinal aberto, agora para os automóveis.
Quinn fechou os olhos.
"Rachel..."
Dessa vez, Quinn não iria cometer o quarto erro de sua vida. Não mesmo!
.
"E foi assim que aconteceu."
Eu estava sentada no sofá, as pernas de Brittany estava no meu colo, ela estava deitada.
"Então, na verdade, aquela briga da Q. com a Hobbit-"
"San!", me interrompeu, ela odiava que eu me referia a qualquer pessoa na qual não fosse o nome ou algum apelido. Mas Hobbit é apelido, não muito carinhoso, mas ainda era.
"Com a Berry. Melhorou? Certo. Quando Rachel descobriu que estava grávida, também descobriu que Finn a traia?", Britt-Britt concordou. "Ela foi pedir ajuda a Q., mas antes de relevar a parte, a Q. gritou, xingou e a expulsou? Tão dramático, cara da Q. fazer isto mesmo. Enfim. Uma semana depois Rachel descobriu que a Q. era gay e foi falar com ela, a Q. novamente mandou a embora?"
"Exatamente."
"Caralho!"
"Santana!", ela odiava quando eu, ou a Quinn usava algum palavão.
"Oh, desculpa. A Quinn sabe disso?"
Brittany mudou de canal. "Bem, agora sabe. Finn veio aqui, dois dia atrás, xingando a Q. por seu casamento fracassado. Mas faz tempo que a Rach se separou, na aquela época, a Q. ainda não sabia."
"E ela?"
"Rachel pediu para não ver mais Quinn, assim fiz. Mas agora ela sabe."
"Você acha que ela vai atrás dela, B.?"
"Oh, não.", ela me olhou sério, depois voltou sua atenção para tevê. "Quinn é covarde, mas..."
"Mas...?"
"Acho que ela faria diferente as coisas, Rachel é um pouco complicada, San."
"Um pouco?", ela me deu um sorriso. "Você, e até a Q. falou, ela amava o tal Finn!"
"Errado, San. Finn deu aquilo que a Rachel precisava na época."
"O quê?", dai uma coisa interessante de saber. O que Finn Hudson tinha que Quinn Fabray não tinha e Rachel queria.
"Segurança. Talvez, confiança. Q., na época, tinha uma cabeça muito fútil."
"Você acha que a Rachel amava, ou ama, sei lá agora, a Q.?"
"Sim.", respondeu rapidamente. "Entenda, San, o amor de Rachel por Quinn é igual um bruto e lindo diamante. Não esta pronto. A Q. tem ensinar a Rachel á amar, mas não a ama-lá. Entendeu?”, um diamante, inicialmente é uma pedra, mas ao pouco e com cuidado se transforma em um das coisas mais bela vista pelo homem.
"Um pouco."
Olhei para B., me apaixonei pela Fabray errada.
"O que foi, San?"
"Bem, eu tive uma ideia, B."
-
"Mas que diabos! Porque raios tem que ser eu?, Quinn estava brava.
Revirei os olhos.
"Porque eu mando-"
"Manda, o cara-"
"Quinn!", Brittany a interrompeu.
"Britt!", ela protestou. Eu sorri. "Ela é um satã em pessoa!", gritou apostando o dedo para mim.
"Nossa, Fabray, magoou!", falei fazendo drama. "A sete anos atrás você me dizia que eu te fazia tão bem!"
"Isto foi até você entrar na minha casa e dormir com a minha irmã!"
"Eu e a Q. somos irmãs?, Brittany perguntou inocente. Como não se apaixonar?
"Não, anjo, ela te considera uma irmã, vocês são primas.", expliquei docemente.
"Oh..."
"Olha, Fabray.", sentei e cruzei as pernas. "Você vai. Simples assim. Entenda."
"Porque, merda, eu iria do lado de New York no meio de uma tarde de quinta!?"
"Porque eu quero?", falei o obvio.
"Você esta louca!", gritou andando pela casa.
"Fabray. Primeiro, pare. Segundo. Você tem menos de,", olhei pro relógio. "de 40 minutos para chegar ao endereço e pegar minha encomenda.", Ela me encarrou. "VAI!"
E ela foi.
Britt-Britt veio até mim e sentou no meu colo.
"Vai dar certo, San?"
"Se ela se atrasar, elas vão se encontrar no caminho.", olhei para Brittany. "Você tem certeza que o endereço do escola do menino é este mesmo?", ela concordou. "E é certeza ela que vai buscar?", ela concordou. "E faz este caminho?"
"San?"
"O quê?"
"Cala a boca e me beija."
"Mas-"
"Mas nada, vai ta tudo certo. A Quinn não vai errar pela quarta vez.", Brittany tinha razão. "Acho..."
"Brittany!"
Ela me beijou.
"Você faz bem a Quinn, San, obrigada por ajudar ela."
É, eu faço tão bem a Quinn, o mínimo que ela poderia fazer era deixa a prima sexy dela ser só minha.”
.
Primeiro erro: Não ter contado na época da escola para Rachel sobre meu amor para ela.
Segundo erro: Não ter deixando ela terminar de contar a história inteira. (Ninguém mandou ela querer conta cada maldito detalhe de como iri contar de um jeito tão romântico para Finn que ele iria ser pai.
Terceiro erro: Não ter indo atrás dela.
Quarto erro:
"Ue, não tem?"
"Não."
"Claro que tem, Quinn! Você ja errou mais que três vezes comigo!"
"Não, eu sou a esposa perfeita."
"Que cara de pau!"
"Você ama esta cara de pau, Rachel."
"Dá esta merda de papel!"
"Vai fazer o quê?"
"Escrever seu quarto erro!"
"Ah, é?"
"É!"
"E qual vai ser?"
"Pronto!"
"Deixa eu ver?"
"Não."
"Não?"
"Definitivamente, não."
"Vem cá, sua chata!"
"Cocegas não vale, Quinn! Quinn! Para! Oh, meu Deus! Quinn Berry-Fabray pare agora!"
...
"Feliz agora, Quinn!?"
"Merda..."
"Pode levantar esta bunda aí e ir pegar a Beth!"
"Aí, Deus, tô indo, amor!"
"Sem 'amor', foi você que a acordou! Você viu o trabalho que deu para ela dormir!"
"Foi você que gritou, Rachel!"
"Você foi o motivo! Eu mandei você parar de fazer cocegas! Vai logo!"
"Okey..."
Rachel pegou o papel que estava debaixo do travesseiro e sorriu com que tinha escrito.
Quarto erro: Ser tão perfeita.
Notas finais
O que acharam?
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