El eterno amor nunca se acaba-Emperatriz cont.
6 - Alejandro me ame, me ame agora.
Notas iniciais
Emperatriz entrelaçou seus braços no pescoço de Alejandro e direcionou sua mão para as madeixas escuras de seu amado e o beijou ferozmente.
– O lugar onde eu quero sempre estar é entre seus braços Alejandro. — Disse Emperatriz ainda sem folego por causa do beijo.
– E eu quero que você sempre esteja em meus braços, eu quero você só pra mim, você é MINHA EMPERATRIZ. — Disse ele puxando os cabelos de sua amada e a beijando com mais intensidade. O beijo foi tomando proporções maiores e Alejandro deslizou a mão até o traseiro de sua amada e em seguida dando um apertão que a faz ofegar. Um desejo de ser amada ali daquela forma percorreu por todo corpo de Emperatriz e ela disse:
– Alejandro me ame, faça-me, quero ser tua. — Disse Emperatriz com a vóz entrecortada.
As palavras de Emperatriz são absorvidas como fogo em Alejandro, ele abraçou mais forte sua amada deixando assim seus corpos o mais colado possível, em seguida ele desliza a mão pela cintura de Emperatriz até chegar calcinha e com um forte puxão ele arrebentou um lado da calcinha, ele repetiu o processo no outro lado, assim que ele pego o resto que sobrou da calcinha e lançou para as pedras na beira da cachoeira. Emperatriz nem liga por ele ter rasgado sua calcinha, ela apenas queria que ele a amasse ali dentro da água.
– Amor se agarre em meu pescoço. — Disse Alejandro, e Emperatri o fez como ele pediu. Alejandro foi para baixo da "Queda D'agua". Emperatriz o beija, um beijo quente e enlouquecedor, suas línguas dançavam em um ritmo rápido e totalmente desconhecido mais completamente enlouquecedor.
Alejandro encosta Emperatriz em uma pedra que se encontrava atraz dela, ele a levanta e a senta na pedra, Emperatriz fica com metade do corpo para fora da água, os seios dela ficaram exatamente de encontro a cabeça de Alejandro que rapidamente os chupa. Alejandro tortura sua amada com suas caricias, Emperatriz gemia cada vez mais alto, cada toque que Alejandro a dava fazia teu corpo todo tremer de tanto prazer, Alejandro chupava um mamilo de Emperatriz e a torturava fazendo leves movimentos circulares com a língua enquanto sua mão torturava o outro seio prendendo o mamilo entre os dedos e os puxando, Emperatriz já não aguentava tanta tortura, e disse entre os dentes cerrados:
– Alejandro me ame, me ame agora! — Disse ela em vós baixa.
Alejandro ao escutar as suplicas de sua amada direciona sua mão ao teu membro e libera sua ereção que a segundos lutava contra o teciso da cueca. Alejandro pega sua amada novamente no colo assim fica os dois com agua até a altura do peito. Emperatriz sente o membro palpitante de seu amado tocar sua coxa e solta um suspiro de prazer. Alejandro direciona sua mão novamente ao seu membro que agora clamava por estar dentro de Emperatriz, ele direciona seu membro para o sexo de Emperatriz que geme ao senti-lo entrar nela tão lentamente. Alejandro penetra seu sexo completamente em sua amada.
– O melhor lugar do mundo para mim é estar dentro de você.
– Alejandro... mova-se. — pediu ela em um sussurro.
Alejandro começa a fazer movimentos de vai e vem lentamente que deixava Emperatriz totalmente louca. Alejandro aumentou um pouco a velocidade das estocadas e Emperatriz gemia cada vez mais alto. Emperatriz já não aguentava tanta tortura, aqueles movimentos lentos a deixariam louca.
– Alejandro mais rápido.... mais forte. — Implorou Emperatriz com os olhos fechados tentando absorver todo o prazer que ele a proporcionava.
Ele enlouquecia com cada palavra de sua amada, e para satisfaze-la ele começou fazer as estocadas o mais rápido e forte que podia. Emperatriz estava chegando no auge de seu prazer.
– Isso Alejandro... mais forte meu amor... eu to quase... — Disse Emperatriz com a respiração entrecortada.
– Eu te amo meu amor... — Disse ele a estocando com mais força ainda.
– Eu também te amo...
– Meu amor eu vou... eu não aguento mais... venha comigo.. — Pediu Alejandro quando estava chegando em seu auge.
Emperatriz o abraçou com força e o prazer de senti-lo daquela forma, a agua que batia em seus corpos com os movimento dele, a deixa-va cada minuto mais louca, Emperatriz cravou o dente no ombro de Alejandro deixando assim todo seu prazer explodir dentro dela. Alejandro deu uma ultima e mais forte e profunda estocada e apertando forte sua amada contra teu corpo liberou todo teu prazer. Os corpos de ambos desfrutavam da inercia que o fabuloso orgasmo os causou, ele permaneceram agarrados durante algum tempo. Após a inercia de seus corpos passar Alejandro desconecta seu sexo de sua amada fazendo-a soltar um gemido baixo e a coloca novamente sentada na pedra. Emperatriz olha para Alejandro e se lembra do eles realmente iam fazer e fala:
– Amor... hmmm... Eu ainda estou com fome. — Disse ela divertida.
– Eu já tinha esquecido que nós estávamos indo almoçar. — Disse ele rindo.
– E agora o que fazemos? — Perguntou ela se jogando totalmente na agua novamente, e mergulhando.
– Vamos embora, nós passamos em um restaurante, comemos alguma coisa e depois tiramos o resto do dia de folga.
– Eu não queria ir embora, mais eu estou morrendo de fome, então vamos.
Alejandro e Emperatriz saem da água e Emperatriz fica de pé em cima da pedra em que sua "calcinha" ficou depois que Alejandro jogou.
– Alejandro olha só o que você fez com minha calcinha! Sabia que ela é uma das calcinha que paguei mais caro? — Disse ela com o que sobrava da calcinha em suas mãos.
– Você só percebeu o que eu fiz agora né? — Disse ele rindo, pois sabia que o desejo que a consumia no momento em que ele havia feito aquilo a tinha deixado cega.
– E o que fazemos agora? Eu não tenho calcinha para colocar. — Disse ela corando pelo que Alejandro havia dito.
– Coloque o vestido, ninguém vai perceber que você esta sem calcinha meu amor.
– Bom mesmo. — Disse ela colocando o vestido.
Alejandro coloca sua roupa e Emperatriz faz o mesmo, assim que Emperatriz coloca o sapato de salto ela fala:
– Amor suba o zíper do meu vestido por favor. — Desse ela virando as costas para ele fazer o que ela o havia pedido.
Assim que os dois terminam de colocar a roupa eles voltam para o carro, durante o caminho de volta para a cidade eles conversaram de tudo um pouco, depois de uma hora mais o menos eles chegam ao restaurante "Bouvier" um restaurante muito famoso, ele carregava o sobrenome de uma família que o criou, o restaurante "Bouvier" havia sido fundado a mais de 60 anos, ele foi o primeiro restaurante a servir comidas tipicas de vários países. Alejandro e Emperatriz entraram no restaurante e se sentaram em uma mesa que ficava próximo a janela, no centro do teto do restaurante havia um lustre enorme que deixava o ambiente requintado, a mesa que eles estavam tinha uma toalha de mesa vermelha com a borda dourada, e no centro o nome do restaurante escrito em letras dourada. O Cardápio chegou e Alejandro fez os pedidos:
– De entrada um salada verde, de prato principal arroz e peixe grelhado, e musse de maracujá para sobremesa, e um Vinho rose para acompanhar o almoço. — Pediu Alejandro ao garçom.
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