Notas iniciais
"Quem têm ouvidos,ouça o que o Espírito Santo diz às igrejas."-Ap 2:29 Olá meus amados leitores. Tenho uma boa notícia. Apartir de hoje sempre estarei atualizando minhas fanfics. Especialmente as que estão na reta final. Capítulo disponível feito por Nay. Dedico ao meu marido Cristiano ♥. E tãm tãm,você Aninha(Ana Camila GSR)! Boa leitura! —-Bruh GSR Sidle!

A procura parte: I ...

...

— Cath, entre em contato com os federais, preciso de jurisdição. Nick e Warrick, venham comigo, se a jurisdição não sair precisarei de vocês. Greg consiga as passagens.
— digo já separando minha melhor arma e munição.
— Gil, não deveríamos esperar apoio? — a loira me encara.
— Sei que devíamos, mas não posso esperar mais. Já esperei demais. — falo sem olhar para ela, já colocando meu colete em uma bolsa.
— Chef, tentei todos os sites de aviação e não consegui em nenhum comprar as passagens.
— Aquele desgraçado — resmungo — deve ter bloqueado todas as agências de serviço.
Saio da sala deixando a equipe ali, sem saber como agir e vou para casa.
***
— Pai, não podemos deixar a mamãe lá mais um dia. — Stana fala com brasas nos olhos.
— É claro que não, arrumem as bolsas crianças, estamos partindo.
Pego o telefone e ligo para Albert.
— Al, preciso de sua ajuda e não vá me negar.
— Tudo bem Gil, eu entendo.
— Então as dez em ponto?
— As dez.
***
Entrego as chaves do carro para George e o peço para que dirija até um campo de golf que fica a uns vinte minutos daqui de casa. Chegando lá avisto Albert parado em frente à um jatinho.
— Vamos, entrem. — diz, deslizando as mãos sobre o cabelo.
Entro rapidamente com meus filhos e damos início ao vôo. No monitor Ge coloca a área triangulada sobre a tela e faz alguns cálculos delimitando o espaço em que ela poderá estar.
—De acordo com essa visualização de satélite atualizada há um alojamento médico por ali. — diz George.
— Se a mamãe fugiu ela está nessa área. — Stana se levanta e pega o pincel da mão de George marcando o local.
— Como você sabe que ela está aí? — pergunta Albert intrigado.
— Calculei.
— Aonde? — Albert insiste.
— Na minha cabeça, agora me deixa pensar.
— As chances do Dante saber onde a mamãe está são grandes, então porque deixá-la em paz, porque não ir atrás? — Ge se pergunta intrigado.
— Ele está esperando por um evento maior, ele está esperando por platéia. — Stana completa a sentença do irmão.
— Ele está me esperando. — digo em pensamento, porém em alto e bom som.
Ao chegarmos a Costa Rica desço rapidamente do jatinho e vamos para a polícia local para tentarmos conseguir apoio. Como nossas provas são fracas e não sustentam o caso não conseguimos apoio local. Nessa hora não consigo pensar em mais nada, apenas em Sara e resgatá- la agora me parece a ideia mais correta.
Abro caminho pela floresta junto com meus filhos e vejo a fogueira do alojamento recentemente apagada e um médico alto e de bom porte atendendo a uma criança e idosa. Ao me ver ele acena pedido para que me aproxime.
— Senhor Grissom prazer, sabia que viria. — estende-me a mão em um cumprimento enquanto o sol cintila sobre seus olhos verdes.
— Sean, certo?
— Isso.
— Onde está a Sara Sean?
— Está em casa com a mamãe, é a uns 100 metros daqui.
Eu e Stana entramos no jipe emprestado por Albert e paramos a alguns metros a frente.
Ao avistar a casa percebo que sua porta foi arrombada e que tudo está revirado e quebrado lá dentro. Nenhum sinal de Sara e Laura. Dante esteve aqui antes.
***
Acordo dentro de um caminhão em movimento com mamãe ao meu lado e avisto Dante da janela que separa a cabine da carroceria.
— Eu sempre vou te achar Sara, não adianta se esconder de mim.
— Onde estamos? — pergunto desorientada.
— Estamos em Veneza.
Arregalo os olhos e minha mãe me olha com pavor medo do homem a nossa frente.
***
Abro as portas dos cômodos da casa em desespero gritando o nome de Sara e esperando uma resposta que eu sei que não obterei. Com lágrimas nos olhos sento-me no chão e desabo em soluços e choro.
Albert me liga e passo o telefone para Stana, impossibilitado de atender.
—Grissom? — diz Al do outro lado da linha.
— É a Stana, Al.
— Stana, tenho uma pista da onde sua mãe está. Um contato meu me ligou e disse que Dante, Sara e Laura estão em Veneza.
— Veneza? — Stana pergunta engasgada.
— Chame seu pai e seu irmão, temos mais uma viagem pela frente.
***
Dante para o caminhão num estacionamento e abre a carroceria para saímos. Desço do carro e minha mãe finge passar mal, ele entra para ver o que ela tem. Aviso uma barra de ferro e sento- lhe em sua cabeça, puxo mamãe pelo braço e percebo que estamos no último andar de um estacionamento.
***
— Meu contato me disse que ele viria para cá, antes dele chegar aqui. — avisa Albert.
— Agora corremos o risco de que ele pode não estar aqui. — digo calmo, devido o remédio para insônia.
Descemos do jatinho e avisto um grande estacionamento de oito andares, onde duas mulheres sinalizam perigo e correm por cima dos telhados de Veneza. Percebo que as mulheres são Sara e Laura e corro para o estacionamento subindo os oito andares no mesmo pique.
Ao avistar Dante ele corre em minha direção oposta e tenho que tomar uma importante decisão, correr para os braços de Sara ou correr para impedir Dante, escolho a que menos me anima.
Enquanto corro pombos voam por toda parte e sinto suas penas caírem rente ao meu rosto. Meus pulmões clamam por ar, mas não consigo deixar esse desgraçado escapar, não agora, não estando tão perto.

...TO BE CONTINUED

Notas finais
Gostou? Merecemos seu review? Fiquem com Deus!!