Ei, gatinho

4 Voltando ao Status de Stalker


Notas iniciais
Ei, pessoinhas! Como vcs tão?! Ansiosos para mais um cap de EG? Eu to! Quero mesmo ver a reação de vcs com as ações de nosso rabugento favorito! ♥ Num vou nem falar de Naruto super ousado, pq o meu crush pelo loiro só aumenta a cada capítulo! :'''''') Ñ sei vcs sabem, mas o sarcasmo do narrador realmente me pertence... Sim, gente, eu sou tão delicada quanto um coice de cavalo! '-' Mas enfim, vou parar de falar e deixar vcs lerem o cap de hoje, q tá demais!

Domingo, 9:37 da manhã, casa de Sasuke, vulgo gatinho.


Me digam, o que uma pessoa normal estaria fazendo num domingo antes das dez da manhã? Se você respondeu dormindo, parabéns, é esperado que você vença na vida. Não sei se vocês perceberam, mas nessa história, a pessoa normal é Sasuke e eu vou contar o motivo bem agora.

Estava o moreno, para lá do décimo quinto sono, sonhando provavelmente com algum cenário tranquilo envolvendo uma xícara de café quente e algum livro bacana, em sua cama, quando seu sono foi interrompido pelo barulho irritante da campainha. Ele tentou ignorar o som, mas a pessoa do outro lado da porta achou de insistir.

“Deus, por que você me odeia?”, era só nisso que Sasuke conseguia pensar enquanto se arrastava pela cama, disposto a mandar quem quer que fosse voltar em outra hora, tipo nunca. Calçou os chinelos e cambaleou até a sala, ainda de olhos fechados. Não deu a mínima para os seus trajes, afinal, ele estava vestido com uma calça de moletom e sabe aquele ditado, né: os incomodados que se mudem.

Já em frente a porta, ele choramingou e girou a chave, escancarando-a em seguida. E adivinhem qual foi a surpresa dele quando abriu um dos olhos e deu de cara com um buquê de flores — para os interessados eram lírios de dia de um tom escuro de rosa — segurado nada mais nada menos pelo — novamente, porque só aquele maluco para aparecer na casa de alguém aquele horário — “loiro abusado”.

Sasuke olhou para Naruto e tudo o que passava por sua cabeça era: “Definitivamente, Deus me odeia.”. Olha, sendo bem sincero com vocês: sei que as intenções de Naruto são boas, mas Sasuke é o tipo de pessoa que se deve deixar acordar naturalmente, caso contrário, ele não medirá esforços para ser um poço de má educação.

— São para você, gatinho. — Naruto disse, sorrindo lindamente enquanto estendia o buquê para o moreno.

Sasuke o pegou e fitou a sua pessoa favorita no mundo naquele exato momento, só que não.

— Obrigado. — respondeu, com a voz ainda rouca de sono.

E se vocês acham que isso foi educação, é porque não sabem que no instante seguinte a porta foi batida na cara alheia, deixando um Naruto muito chocado do outro lado.

Na sala, Sasuke forçou os olhos sonolentos a enxergarem o ramalhete. As flores eram lindas, tinha que admitir. Encaixado entre elas, tinha um envelope preto, que o moreno estava disposto a ignorar, mas a curiosidade acabou vencendo, por isso ele o pegou e abriu. Dentro, como todo mundo já sabe, tinha um bilhetinho:


“Ei, gatinho


Jovem demais, tolo demais para perceber

Que eu deveria ter lhe comprado

Flores e segurado sua mão…”¹


Sasuke suspirou. “O idiota sabe ser romântico, pena que não entende nada de costumes sociais.”. Levou as flores até a cozinha e deixou-as num vaso com água em cima da mesa. O envelope, guardou junto com todos os outros bilhetes. Por fim, voltou para a cama e se enfiou debaixo do edredom. Cinco minutos depois já estava dormindo, mas dessa vez sonhava com um Naruto emburrado e isso o fazia sorrir. Julguem-no. Ou não, porque sério, na vida Uchiha Sasuke é a pessoa normal.

Naruto? Bem, ele só suspirou e decidiu voltar para casa. Já havia entendido que seria extremamente difícil de conquistar o “gatinho” e talvez a graça estivesse justamente aí, pois o loiro adorava desafios e superá-los era quase uma habilidade sua. Com as esperanças para aquele dia renovadas, ele decidiu que ainda veria Sasuke naquele tarde, principalmente depois de o ter “pego” em trajes — ou seria a falta deles? — tão incomuns. “Hum… Rosados…”. E foi-se, com um sorriso esperto nos lábios.

Na tarde daquele mesmo dia, coincidentemente, o destino conspirou a favor dos nossos protagonistas. Mentira, Naruto que foi perturbar o pobre Sasuke mais uma vez. O que mais esperavam? Que o moreno estivesse fazendo compras e quando fosse pegar uma maçã na sessão de frutas, esta fosse ao mesmo tempo segurada por uma mão bronzeada e máscula, que Sasuke descobriria logo em seguida pertencer a Naruto? Se toquem. Eu sei que vocês já perceberam que o loiro é irritantemente insistente.

Não sei se vocês lembram, mas nos fins de semana — especificamente nos domingos — Sasuke auxilia Itachi num trabalho voluntário com idosos no parque ecológico do bairro. Preciso fazer um comentário aqui: vocês, jovens, são um bando de mortos comparados aos idosos da atualidade, porque pense numa galera animada, viu? Eles cantam, dançam, pulam, fazem caminhada, toda sorte de exercícios e vocês ficam aí, o dia todo comendo em frente a porcaria de um computador. Bela ocupação, não? Enfim…

Pois bem, estava lá, Itachi conduzindo a série de exercícios fisioterápicos ao ar livre, sendo auxiliado por seu irmão mais novo — carinhosamente apelidado de “Ranzinza” pelo grupo — que cuidava para que ninguém fizesse nenhum movimento incorreto ou forçasse demais os músculos, quando uma das senhoras interrompeu sua atividade para acenar freneticamente para alguém, gritando “doutor, doutor” animadamente. Sasuke, inicialmente não se incomodou e muito menos deu atenção para a interrupção, mas em seguida ele ouviu uma gargalhada que para seu inferno pessoal estava se tornando bastante familiar e por isso ele resistiu em virar para aquele lado e confirmar sua suspeita. “Não acredito em meus próprios ouvidos…”.

Acredite, querido, porque você não poderia estar mais certo de algo. Por acaso vocês já ouviram a risada de Uzumaki Naruto? É inconfundível! E Sasuke, melhor que ninguém, sabia disso. Mas para variar, só dessa vez, ele queria estar errado. Por que? Itachi. O que tem o irmão do moreno? Ora bolas, vocês não sabem como irmãos mais velhos adoram tirar sarro do caçula? Itachi não fugia a regra dessa exceção e que oportunidade melhor de encher o saco do irmão mais novo do que conhecer o seu stalker favorito? Se não perceberam, está escorrendo sarcasmo da minha boca.

Após uma respiração profunda e uma dose cavalar de coragem, Sasuke finalmente virou-se para o lado ao qual a senhorinha havia acenado e seus medos se concretizaram: Naruto estava sentado num banco de pedra acenando para ele, vestido com uma bermuda cáqui, uma camisa justa cinza de gola V e mangas puxadas até os cotovelos, nos pés um mocassim azul anil. “É um pesadelo…”.

Não, não era. Naruto realmente estava ali sentado e se me permitem dizer, há uns bons quinze minutos. Tempo esse que ele utilizou para comparar as semelhanças assustadoras entre os irmãos Uchiha. Ele esperou pacientemente, no mesmo lugar, que a atividade tivesse seu fim, para finalmente ir falar com seu “gatinho”, entretanto mal a “aula” acabou e Sanshou-baasan, a senhorinha de antes, já se aproximava dele para uma breve prosa, antes que suas amigas fossem embora e a deixassem.

Enquanto isso, os irmãos Uchiha se despediam dos outros idosos. Sasuke tentava a todo custo disfarçar a sua ansiedade, mas Itachi percebeu esta no momento que o moreno mais novo pôs seus olhos em Naruto e seu corpo todo ficou tenso. “Reação interessante essa…”.

Assim que Sanshou-baasan viu que logo seria deixada para trás, saiu puxando Naruto até onde estavam os irmãos Uchiha.

— Doutor Itachi! Ranzinza! Esse aqui é o Doutor Naruto, meu psicólogo. — apresentou, toda orgulhosa e sorridente

— Ranzinza? — o loiro arregalou os olhos e fitou Sasuke, para logo em seguida apontar para ele. — Esse é o famoso Ranzinza? — perguntou, já rindo e ela assentiu animadamente. — Deus, agora tudo faz sentido! — e gargalhou.

— Meninos, me perdoem, mas agora tenho que ir, antes que Chiyo me deixe, aquela velha maluca. — ela beijou o rosto de Naruto e acenou para os outros dois, indo embora as pressas.

— Então foi você que deixou aquele recado na porta do meu quarto? — Itachi perguntou calmamente e Naruto assentiu, sorrindo. Sasuke? Nem tentou disfarçar, ele apenas arregalou os olhos, afinal, não sabia do que o irmão falava. — Prazer, Uchiha Itachi. — falou, estendendo a mão para o loiro.

— Uzumaki Naruto. — o outro respondeu, apertando a mão alheia de forma firme.

Vocês estão perdidos também, não? Deixa eu explicar. No dia que Naruto levou Sasuke para casa e cuidou dele, o loiro ficou vigiando o sono do outro por tempo o suficiente até que a febre do moreno cedesse, entretanto, mesmo que a temperatura de Sasuke estivesse normal, Naruto não ficou totalmente tranquilo, por isso resolveu deixar um alerta para Itachi. No papel ele dizia que era um amigo do Uchiha mais novo e que Sasuke havia acabado de se recuperar de um episódio de febre, por isso Itachi deveria ficar de olho nele.

E devo dizer que foi exatamente isso que o moreno mais velho fez. Cuidou do seu irmãozinho com a mesma boa vontade e carinho que Mikoto, a mãe deles, cuidaria. O que deixou Sasuke visivelmente sem graça, mas secretamente feliz. Ele adorava ser mimado pelo irmão, que era uma pessoa que ele sentia grande apreço e orgulho. Não me venham com essa cara de surpresa. Todo mundo gosta de ser mimado por quem a pessoa ama.

— Obrigado por ter cuidado do meu otouto. — Itachi agradeceu, com um pequeno sorriso nos lábios. — Ele é teimoso demais até para me ouvir. — e meneou negativamente, após um suspiro.

Sasuke apenas olhava a cena, jurando que havia sido abduzido e aquilo tudo era efeito de alguma análise louca dos extraterrestres em seu cérebro.

— Imagino. — Naruto respondeu, fitando o moreno mais novo e sorrindo amigavelmente. — Mas não precisa agradecer, foi um prazer cuidar dele… Parecia um gatinho manhoso.

E foi nesse momento que Sasuke resolveu reagir, antes que Naruto falasse alguma barbaridade e ele se arrependesse de sua lerdeza pelo resto de sua vida.

— Nii-san, você pode ir na frente? Tenho que conversar com Naruto sobre um assunto. — falou, num tom calmo, embora internamente ele se sentisse muito ansioso.

— Tudo bem, otouto. — Itachi sorriu de lado, percebendo a motivação implícita de seu irmão. Sasuke queria o afastar de Naruto e ele sabia bem porque. É claro que ele soube que seu irmãozinho tinha um admirador nada secreto e pela sua linguagem corporal, este era ninguém mais ninguém menos, o loiro a sua frente. — Se precisar, ligue para mim.

Sasuke assentiu, pois sabia que Itachi havia falado sério. “Hum… Parece que ele andou falando com Juugo.”. Para que vocês não se sintam perdidos, vou lhes explicar quem é este. Juugo também trabalha no Porto do Káli como garçom e é um dos poucos amigos do moreno. Como amigo, é claro que Sasuke confidenciou a sua situação nada usual com o mais novo cliente do restaurante. E Itachi com toda certeza foi colher informações com Juugo devido ao fato de Sasuke ter se tornado mais irritadiço nos últimos dias. O que posso dizer? Ele é um irmão preocupado.

Itachi se despediu do irmão e de Naruto e foi-se, andando calmamente pelo parque. Assim que ele se afastou o suficiente, Sasuke pegou o pulso do loiro e o puxou até um carvalho de tronco largo, que os escondia dos olhos curiosos.

— Hum, Gatinho… — Naruto falou, tentando conter o riso. — Não precisa fazer assim se você quer ficar sozinho comigo. — piscou um olho descaradamente.

Sasuke praticamente rosnou de volta.

— O que você veio fazer aqui?! — perguntou, irritado.

— Vim ver você. — Naruto se desfez da pose de cafajeste e sorriu de forma quase doce. — Não é educado fechar a porta na cara das pessoas, Sasuke. — falou, manso, encostando-se no tronco da árvore.

O moreno suspirou e também se desarmou. Era sempre assim as tréguas deles, acordos silenciosos.

— Você não sabe que não deve ir na casa de ninguém antes das dez num domingo? — arqueou uma sobrancelha negra.

Naruto fitou-o longamente e seu sorriso aumentou, o que deixou o jovem Uchiha um pouco deslumbrado.

— Desculpa se te acordei. — o loiro coçou a nuca, desconcertado e depois suspirou. — Eu queria saber se você tinha melhorado. — admitiu, com um olhar culpado e por um momento Sasuke se sentiu abalado com a intensidade do azul daqueles olhos.

— Eu estou melhor… Obrigado pelas flores. — o moreno resmungou, baixinho. — São muito lindas.

O Uzumaki voltou a sorrir e olhou em volta, procurando um lugar para eles se sentarem.

— Pode me fazer companhia? — perguntou, levemente ansioso. — A gente nunca conversa direito. — e apontou com a cabeça para uma mesa de pequinique ali perto.

Sasuke apertou os lábios e demorou-se para responder, mais para fazer suspense do que por estar em dúvida.

— Se me chamar de gatinho vou embora. — ameaçou, já se dirigindo à mesa, sem se importar em deixar Naruto para trás.

— É por isso que te chamam de Ranzinza. — o loiro correu para acompanhar o outro. — Você é muito sem graça.

— Estou ciente disso. — Sasuke disse, antes de dar de ombros. — E não dou a mínima.

Eles sentaram à mesa, um de frente para o outro, e se fitaram brevemente.

— Me conta da sua família. — Naruto disse, apoiando um cotovelo sobre o tampo e descansando o rosto na palma da mão.

— Por que eu contaria algo? — o moreno rebateu, indiferente.

— Porque é assim que as pessoas se conhecem, Sasuke. — o loiro respondeu, revirando os olhos. — Elas falam uma para a outra das suas vidas.

— Hn… — o jovem Uchiha ainda torceu os lábios antes de começar. — Você conheceu meu único irmão, Itachi. Ele é fisioterapeuta. Meu pai é advogado e minha mãe produz eventos, como casamentos, festas de debutantes e toda aquelas baboseiras. — disse, quase sem emoção. — Eles são casados até hoje e moram numa casa lá no centro.

— Nossa! Um robô socializa melhor que você. — Naruto disse, rindo. — Mas pelo menos você está indo pelo caminho certo.

— Faça melhor então. — Sasuke cruzou os braços e os apoio na mesa.

— Meu pai trabalha como professor na Universidade de Konoha, ele é licenciado em assistência social. Foi ele que me influenciou a escolher a psicologia. — Naruto sorriu, deixando claro que falava de uma pessoa que admirava e amava muito. — Ele é meu herói, sabe? Mamãe? — meneou negativamente, com uma risada anasalada. — Ela é um monstro como corretora de imóveis. Te convence até de comprar um barraco. — e riu.

E quando menos Sasuke esperava, tinha um pequeno sorriso em seus lábios. Ele talvez não admitisse, ainda, mas achava muito interessante aquele jeito espontâneo e extrovertido de Naruto. O loiro não tinha medo de mostrar o que e quem era, ele era transparente mesmo, para que qualquer um pudesse o ler.

— Não acha que é absurdo você, como psicólogo, ficar me perseguindo como um stalker maluco? — Sasuke perguntou de repente, realmente interessado.

— Não acha perseguir uma palavra exagerada? — Naruto respondeu, ficando com a postura ereta e erguendo uma das sobrancelhas loiras. — Quantas vezes te segui? Quantas vezes te vigiei? Não sou um stalker. — resmungou, num tom ofendido. — Você realmente não sabe conversar!

— Não tenho culpa se tenho uma veia forte para a misantropia… — o moreno resmungou baixinho, dando de ombros.

— Eu vejo. — Naruto disse, após um suspiro. — Vamos, Sasuke, me ajude. Não estou pedindo muito. Só quero te conhecer… — e fitou o jovem Uchiha com um olhar de tristeza que o afetou, mesmo que sua postura dissesse o contrário. — Não podemos tentar nem ser amigos?

— Você não quer ser somente meu amigo. — Sasuke acusou, estreitando os olhos.

— Não, não quero. — o loiro respondeu prontamente, sorrindo. — Mas também não posso te obrigar a nada.

Sasuke suspirou e por aquela tarde, achou que poderia abaixar sua guarda. E com isso decidido, se levantou do banco e pegou uma das mãos de Naruto.

— Vem, Usuratonkachi, vou te pagar um sorvete. — puxou o outro pelo pulso e o loiro levantou, sorrindo bobamente. — Se eu achar que você não está sendo muito intrometido, posso responder suas perguntas.

E com essa, aos trancos e barrancos, eles engataram numa conversa leve e superficial. No fim das contas, Sasuke gostou de conversar com Naruto, o loiro era um bom ouvinte e sempre sabia a hora e a coisa certa a dizer. As vezes o moreno achava que existia dois Narutos: o que o surpreendia periodicamente e o que o irritava sempre que possível. Como esperado, ele gostava mais da presença do primeiro, mas o segundo estava sempre a espreita, esperando o momento oportuno para o ataque.

Entretanto, naquela tarde em específico, Naruto realmente vestiu o papel de amigo de Sasuke. Bem, não era o que ele queria, mas conquistar o “gatinho” estava sendo o seu maior teste de paciência e com orgulho, o loiro podia afirmar que aos poucos estava passando com louvor. Por que digo isso? Não se sabe porque — inclusive pesquisas científicas estão sendo feitas para se descobrir o real motivo disso — mas Sasuke deixou o loiro acompanhá-lo até em casa. Adivinha quem viu tudo da janela da frente… Sim, Itachi. Agora durmam com essa imagem na cabeça, porque por hoje já terminamos.

Notas finais
E então? O q acharam? Amaram tanto quanto eu? Quem acha q Itachi já tá shippando eles levanta a mão! o/ Sério, gente, Itachi é sempre o torcedor oficial de SNS... '-' Saspeste, comentem! Eu to vendo q vcs tão lendo a fanfic trancados no armário dos fantasmas... Naruto vai aí perturbar vcs tbm! '-' Enfim, até próximo fds! :* ¹ Bruno Mars - When I Was Your Man