Ei, gatinho
7 Será Um Novo Status?
Notas iniciais
Vejamos, como vocês devem ter percebido, Sasuke finalmente cedeu aos “encantos” de Naruto e depois do “primeiro encontro” — aquilo foi um encontro? — deles, houveram outros. O moreno podia não admitir, mas aquele jeito bobo e sério do loiro o encantava ao ponto dele sentir falta do Uzumaki quando este não mandava nenhuma mensagem ou aparecia para “importuná-lo”. Quando Naruto havia o afetado tanto? Sasuke não sabia e para falar a verdade ele não ligava muito para isso. Não era todo dia que alguém se apaixonava por si e era correspondido.
Se querem saber, e isso é chocante até para o dito cujo, o Uchiha estava gostando de amar e ser amado. É gostoso ter alguém para ligar apenas para dar um boa noite — mesmo que tais ligações fossem repletas de alfinetadas e brigas mais do que infantis — te acompanhar em um filme no cinema, tomar um chocolate quente ou até mesmo só trocar alguns beijos e leves carícias.
Naruto? Só faltava ficar suspirando que nem um bobo apaixonado durante as sessões de seus clientes, porque ele passava quase o dia todo com um sorriso gigante no rosto. Ele finalmente havia conquistado o seu “gatinho” e dessa vez, para variar, o loiro havia acertado. O moreno era exatamente como Naruto havia imaginado: uma rosa. Por fora tinha espinhos, mas estes protegiam o bonito e delicado interior — é brega, eu sei, porém é a mais pura verdade! Lidem com isso. — e o loiro não via problema nenhum em cuidar daquele jovem homem ranzinza, na verdade ele adorava fazer isso.
Como podem notar, Sasuke e Naruto estavam vivendo aquela fase inicial maravilhosa de todo relacionamento amoroso, onde as pessoas querem estar juntas todo tempo. E se querem saber, até os amigos mais próximos e familiares de ambos haviam percebido a mudança positiva neles, principalmente um irmão mais velho superprotetor — de quem será que estou falando? Tentem adivinhar.
Itachi nem tentava fingir a sua evidente curiosidade em relação a nova “amizade” de seu irmão, mas todos nós estamos cientes do dom de esquiva de Sasuke. E para o Uchiha mais novo era quase um prazer ver seu irmão ficar o rondando para obter informações sobre si. Não é complicado de entender, Itachi é um das pessoas que Sasuke mais admira nesse mundo, então receber atenção excessiva dele sempre é algo que lhe rende muita satisfação.
Enfim, deixando as divagações de lado, vamos ao que interessa. Naruto havia estado muito ocupado durante aquela semana, pois as aulas de sua pós-graduação tinham começado e ele já estava atolado de material para estudar, sem falar em um caso que vinha lhe dando muito trabalho e por isso o loiro tinha ido atrás de uma boa supervisão. Ele mal havia visto Sasuke naqueles poucos dias e por isso combinou de saírem no sábado, o moreno aceitou, afinal, ele também queria ver o outro, mesmo que não fizesse questão de deixar isso claro.
Na hora acordada, o Uzumaki já estava na porta dos irmãos Uchiha, tocando a campainha enquanto ajeitava sua jaqueta. Quem abriu a porta foi um Itachi com cabelos molhados e uma toalha no pescoço. O moreno fitou rapidamente Naruto e lhe sorriu minimamente.
— Boa noite, Naruto. — abriu mais a porta e deu passagem para o outro. — Eu acho que Sasuke está no quarto se arrumando.
— Licença. — o loiro disse, assim que entrou na sala. — Boa noite.
— Por que você não vai lá ver se ele terminou? — Itachi indagou, voltando a enxugar seus cabelos.
Naruto assentiu e seguiu até o quarto do Uchiha mais novo. Bateu de leve e chamou Sasuke, que respondeu com um “entre”. Assim que o loiro abriu a porta, viu o outro homem levemente curvado sobre sua escrivaninha, anotando qualquer nova ideia que acabava de o assolar, embora estivesse totalmente vestido e perfumado para sair.
— Já estou terminando. — avisou, sem mesmo tirar seus olhos do papel, sabendo tratar-se de Naruto.
O loiro entrou, deixando a porta aberta e sentou-se na cama do moreno, observando-o com curiosidade.
— Ideia nova? — perguntou, pois ele já tinha conhecimento da veia literária que o outro tinha.
Sasuke apenas resmungou uma afirmação, ainda escrevendo agilmente. Naruto decidiu ficar quieto para não atrapalhar o raciocínio do moreno, que apenas sorriu quando sentiu o perfume do loiro atingir seu nariz. Alguns minutos depois, o Uchiha abandonou suas anotações e finalmente se voltou para o outro presente no quarto.
— Pronto? — Naruto perguntou, com um grande sorriso nos lábios, aquele mesmo sorriso que desarmava o moreno.
O Uchiha assentiu, sorrindo de volta, embora os seus lábios se curvassem de forma mais discreta. Pegou seu casaco no encosto da cadeira e o vestiu enquanto se encaminhava para a porta do quarto, sendo acompanhado pelo outro. Esperou Naruto passar e apagou a luz, antes de fechar a porta.
— Pensei em irmos ao parque de diversões. — revelou, já imaginando como seria a reação de Sasuke.
— Sério isso? — o moreno perguntou, num tom incrédulo e quase desgostoso, parando sua caminhada e se virando para o loiro.
Naruto sorriu de lado e se aproximou mais do Uchiha, para que ele ouvisse bem o que tinha a lhe dizer:
“Que nossos corações estejam cheios
Só somos jovens se aproveitarmos a noite
Hoje, somos os donos da noite…”¹
Sasuke empurrou o Uzumaki de perto de si e olhou para trás, nervosamente, esperando ver Itachi com um sorriso estúpido nos lábios, mas tudo o que viu foi a porta do quarto do irmão entreaberta, por isso suspirou, aliviado. Mal sabia ele que o Uchiha mais velho estava encostado à parede, ao lado da porta, ouvindo tudo. É, irmão superprotetor… O que se pode fazer?
— Usuratonkachi… — o moreno sussurrou, quase rosnando.
Naruto apenas gargalhou, pegando o outro homem pela mão e o arrastando sala afora. Sasuke estreitou os olhos, mas se deixou ser levado pelo loiro — novamente, de novo. Eu sei que isso foi redudante! Então poupe-me dessa cara de superioridade que eu sei que você está fazendo neste exato instante. — abusado.
Já do lado de fora, o Uzumaki ainda conseguiu roubar um beijo do moreno antes de subirem na moto e partirem rumo ao parque de diversões da cidade, com um Sasuke resmungando durante todo o caminho, o que apenas intensificava as risadas de Naruto. “Ele é tão adorável quando está irritado…”.
Só Uzumaki Naruto para achar Uchiha Sasuke adorável! O cara é um poço de rabugice e eu sei que vocês concordam comigo. Mas voltemos a nossa narrativa. Chegaram ao parque e naquele instante, Naruto sentiu suas energias renovarem. Ele queria ir em todos os brinquedos! Claro que não daria tempo, mas um homem pode sonhar, não?
Compraram os ingressos, entraram e quando Sasuke menos esperava, o loiro já tinha nas mãos maçã do amor, algodão doce, pipoca e alguns palitinhos de churrasco. “Deus, a noite vai ser longa…”.
— Você sabe que não se come antes de ir nos brinquedos, não é? — o moreno comentou, enquanto massageava as têmporas. — Se você vomitar eu finjo que não te conheço. — resmungou, mal-humorado.
Naruto revirou os olhos e pôs-se a fazer sua orgia alimentar enquanto eles andavam pelo lugar, olhando as atrações. Ofereceu a comida a Sasuke, que apenas aceitou um dos palitinhos de churrasco — ele não era muito fã de doce e o milho da pipoca sempre o irritava quando enganchava nos seus dentes — e depois tentou convencê-lo a comer a maçã do amor consigo, pois, segundo ele, era muito romântico. O Uchiha apenas encarou o loiro demoradamente, com uma sobrancelha negra arqueada, antes de finalmente sair andando e deixar Naruto para trás. “Era só o que me faltava! É um imbecil mesmo!”.
O psicólogo o seguiu, com um bico emburrado nos lábios e assim que Sasuke viu a birra do outro, sorriu minimamente, passando o seu polegar nas marquinhas da bochecha alheia, num pedido mudo que o loiro voltasse a sorrir. Claro que Naruto não pode evitar que as borboletas de seu estômago se agitassem e muito menos que seus lábios se curvassem no sorriso que o Uchiha aprendeu a amar.
Depois da comilança — de Naruto, claro. — eles decidiram se aventurar nos brinquedos do parque e o primeiro cotado foi o bate-bate. As filas não estavam tão grandes naquele fim de semana, provavelmente porque estava acontecendo um festival de música na cidade, então logo a vez deles chegou e junto, a animação de ambos. Mas também, quem não fica agitado diante de um bate-bate? Pois é, eu estou certo de novo.
Sasuke e Naruto entreolharam-se rapidamente, vendo os olhos brilharem de excitação e divertimento, notando naquele momento que a competição entre eles iria fazer parte do relacionamento e isso os deixava mais empolgados. Bem, de uma coisa eles tinham certeza: provavelmente nunca cairiam numa rotina monótona.
O funcionário do parque pegou os tickets de ambos e os liberou para que enfim, eles pudessem entrar nos carrinhos. Puseram o cinto e antes do brinquedo ser ligado, Naruto ainda sorriu animadamente, piscando um olho para o moreno que lhe sorria de lado, quase como em desafio. Depois disso, seguiram-se batidas violentas, altas gargalhadas, resmungos de dor e surpresa e gritos revoltosos. Vocês devem saber identificar quem fez o que, caso não saibam… Só lamento, porque eu é que não vou esclarecer.
Por fim, saíram do brinquedo rindo e se alfinetando de forma amigável, com Naruto tentando a todo custo roubar um beijo do moreno, que se esquivava de forma muito eficiente. Eles foram em mais algumas das atrações até que Sasuke resolveu que eles deveriam fazer uma “visita” a casa do terror. O loiro mostrou-se resistente inicialmente, mas logo aceitou — foi forçado a aceitar — a sugestão.
Pulando para a parte que interessa — e detalhe, vocês não querem que eu descreva o lugar, não é? Porque me poupe, essas atrações de terror são todas iguais: um bando de funcionários, provavelmente infelizes, que passam horas se maquiando para depois assustar adolescentes, num cenário bem trash, que tem medo até da própria sombra e isso nem é o pior. É claro que a parte mais insuportável é quando a pessoa não se assusta nem com um cosplay muito real da Regan, para quem não sabe, é a garotinha do filme “O Exorcista”.
Enfim, estavam lá, o Uzumaki e o Uchiha, andando na parte de trás de um grupo de adolescentes insuportáveis, que gritavam até com as falsas teias de aranha que grudavam em suas roupas, quando, em um trecho mais escuro, o loiro empurrou Sasuke para um nicho vazio na parede e prensou o seu corpo ali.
— O que pensa que está fazendo, Usuratonkachi? — o moreno perguntou, arqueando uma sobrancelha.
Naruto apenas riu, segurando ambos lados da cintura alheia com as mãos.
— Eu estou tentando te beijar há mais de meia hora. — disse, aproximando seu rosto do de Sasuke para mordiscar sua bochecha. — Sinto saudades de sua boca, gatinho. — falou, num tom quase manhoso.
O Uchiha fitou-o rapidamente, como se estivesse analisando a veracidade daquela informação e num movimento veloz, inverteu as posições. Sorriu de lado para o loiro e prensou-o contra a parede antes de esmagar os lábios alheios com os próprios, em um beijo faminto. Ele não conseguia mentir, também estava sentindo falta da boca macia do Uzumaki.
Não se importaram nenhum pouco com o lugar, por isso ficaram ali, trocando beijos nada inocentes enquanto os corpos apertavam-se um contra o outro, numa tentativa de sentir cada pedacinho que fosse possível. Naruto, naturalmente mais ousado, desceu suas mãos para o traseiro redondo de Sasuke e o apertou com vontade, trazendo-o mais para si, o que lhe causou um arrepio gostoso o suficiente — devido as semi ereções que se chocaram — para fazer um baixo gemido escapar entre o beijo. O moreno apenas esfregou seu quadril no outro, resmungando de satisfação.
— Gatinho… — Naruto arfou, assim que as bocas se separaram, encostando sua cabeça na parede e fechando os olhos com força.
Sasuke aproveitou que o pescoço bronzeado estava exposto e pôs-se a beijar, lamber e mordiscar a pele daquela área, praticamente ronronando quando sentiu o gosto levemente salgado da cútis de Naruto.
— Você é gostoso. — sussurrou no ouvido do Uzumaki, interrompendo momentaneamente suas ministrações.
O loiro riu baixinho.
— Não mais que você, gatinho. — resmungou, voltando a apertar o bumbum alheio.
Eles voltaram a se beijar, com mãos bobas aqui e ali e talvez tivessem prosseguido naquele amasso mais quente se uma voz conhecida não se fizesse ouvir naquele momento.
— Eu tenho certeza que os vi entrar aqui, Shisui! E isso faz mais de quinze minutos! — sim, é claro que era Itachi, provavelmente aparecendo para defender a honra do irmão.
— E daí, amor? Sasuke não é mais um adolescente de quinze anos e você tem que aceitar isso. — o outro, que vocês perceberam se tratar do primo dos irmãos Uchiha, respondeu.
Naruto subiu rapidamente suas mãos para a cintura de Sasuke, arregalando seus olhos azuis e apartando o beijo de forma violenta. E assim que olhou para frente, viu Sasuke respirando fundo, parecendo muito irritado e também o primo e o irmão do moreno, mais ao centro, numa parte mais iluminada. Graças a escuridão do nicho que eles haviam se escondido, o casal, que há alguns segundos estavam num amasso feroz, não podia ser percebido pelo outro, a não ser que se mexessem ou fizessem algum barulho.
— Se formos para casa agora, eu posso… — e graças a Deus, para que a sanidade de Sasuke permanecesse intacta, Shisui sussurrou o resto da frase no ouvido de Itachi, que apenas arregalou os olhos e a boca, parecendo muito chocado.
— Você não seria capaz… — resmungou o moreno de longas madeixas, fitando intensamente o primo.
— Por que não testa? — Shisui disse, passando descaradamente uma mão no peito do primo.
Itachi grunhiu e pegou o outro homem pela mão, puxando-o rapidamente em direção a saída daquele lugar. Sasuke ainda conseguiu ver o primo piscar um olho para ele, com um sorriso sapeca nos lábios, antes de seguir seu namorado — e primo. Agora fica a pergunta: como diabos ele descobriu o casal que estava sem pegando? Isso, jamais iremos saber.
— Seu irmão e seu primo…? — Naruto perguntou, boquiaberto, assim que não se ouviu mais voz nenhuma.
— Sim, desde tanto tempo que nem me lembro quando isso começou. — disse, como se aquilo não fosse nada demais
Naruto assentiu. Quem era ele para julgar algo ou alguém? Pois é. Ninguém. Ele apenas suspirou, aliviado e abraçou frouxamente o outro homem, descansando sua cabeça no ombro a sua frente. Sasuke acariciou os cabelos loiros, respirando fundo. É, Itachi conseguiu acabar o clima, parabéns para ele.
— Vamos sair daqui, Naruto. — o moreno sussurrou, num tom manso.
— Tudo bem, me dá só alguns minutos. — é claro que ele está se referindo exatamente ao que vocês estão pensando e não, não vou dizer o que é para quem não entendeu.
Algum tempo depois eles também se encaminhavam para a saída da tal casa do terror — que de terror só tinha irmãos intrometidos interrompendo os amassos alheios — e resolveram andar mais um pouco pelo parque, atrás de algo novo para fazer. Algumas voltas depois pararam em frente a barraquinha de tiro ao alvo. Naruto pôs seus olhos em uma pelúcia e perguntou ao funcionário:
— Quantos tiros tenho que acertar para ganhar aquele gatinho ali? — apontou para um gato de pelúcia preto, com o focinho e o peito brancos, além de grandes olhos, um verde e o outro laranja. Sasuke até admitiria que era fofo, claro, se ele não fosse Sasuke.
— Três de cinco. — o homem respondeu, meio entendiado.
O Uzumaki assentiu e esticou a mão, num pedido mudo pra que o rapaz entregasse a arma de brinquedo para ele. Não tem a menor graça explicar como tudo aconteceu, mas no final, o loiro conseguiu o gato de pelúcia e orgulhosamente deu a Sasuke.
— Um gatinho para outro. — disse, meio bobo.
O Uchiha olhou para sua nova aquisição longamente, depois se voltou para Naruto.
— Você está de brincadeira, não é? — perguntou, fazendo uma careta para a pelúcia.
— Não. — Naruto respondeu simplesmente, sorrindo.
Sasuke revirou os olhos e pegou a arma da mão do funcionário. Cinco alvos depois, entregava uma raposa — também de pelúcia, obviamente — para o loiro. Ela era laranja, tinha nove caudas e olhos vermelhos revestidos de uma marca preta, que destacava sua expressão facial — ou seria focinhal?
— Sua raposa ardilosa. — sussurrou no ouvido do psicólogo, mordiscando de leve o lóbulo da orelha, com um sorriso ladino estampado em seu rosto.
Naruto riu e pegou a mão de Sasuke, para que eles pudessem sair dali, mas não antes de acenar um tchauzinho para o homem da barraquinha, que passara quase o tempo todo rindo dos dois, que estavam sempre se alfinetando como crianças. O Uchiha comentou algo de já estar na hora deles voltarem para casa, porém o loiro disse que queria ir em mais um brinquedo, o moreno estalou a língua, mas concordou.
Sasuke percebeu que enquanto eles andavam pelo parque, Naruto ainda não havia soltado a sua mão e aquilo aqueceu o seu coração, por isso não se importou em deixar como estava, aliás, ele apertou mais a mão do loiro, que o fitou, com aquele sorriso que fazia seu estômago dar voltas e mais voltas dentro de si.
Por fim, chegaram a roda-gigante e o psicólogo já estava armado com todos os argumentos possíveis para convencer seu “gatinho” a acompanhá-lo, mas Sasuke apenas entregou os tickets a moça e entrou em uma das cabines. O loiro sorriu mais ainda e se sentou ao lado do moreno. A cabine foi fechada e alguns minutos depois, a roda gigante girava lenta e suavemente.
Naruto puxou delicadamente a cabeça de Sasuke, para que ele a encostasse em seu ombro e o moreno não se opôs, apenas se aconchegou melhor no corpo alheio. O Uzumaki acariciou os cabelos do seu “gatinho” carinhosamente, beijando-os em seguida e sussurrou:
“E se você perguntasse para mim
Depois de tudo isso que passamos
Ainda acredita em mágica?
Sim, eu acredito…”²
Sasuke levantou a cabeça e fitou o loiro.
— Você é tão brega. — disse, embora um sorriso discreto se formasse em seus lábios.
Eles encararam-se por alguns momentos, numa intensa troca de olhares, antes de dar fim a distância que os separava e pudessem juntar as bocas em um beijo apaixonado. E no final, ainda pagaram mais uma volta na roda-gigante para que pudessem continuar namorando de forma inocente ali.
Por hoje, é só isso e cuidado com a diabetes, porque eu pessoalmente estou escrevendo isso comendo uma porção de amendoins extra salgados.
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