Efêmera Ilusão

2 Capítulo II: Minha última primeira vez.


Notas iniciais
Como a fic está bem no começo, escrevi um capítulo novinho hoje e me dediquei bastante a ele. Espero agradar! Beijos no ♥

– Atrapalho? – ouço uma voz que custo a reconhecer, quando levanto o olhar, me deparo com Josh, exibindo um sorriso misterioso no rosto.

– Não... Sente-se – respondo, indicando a cadeira a minha frente.

Optei por ficar um pouco na biblioteca logo que a aula terminou, peguei o livro A Insustentável Leveza Do Ser de Milan Kundera e acabei me distraindo, haviam-se passado três horas desde que cheguei.

– Essa é a primeira vez em duas semanas que eu a vejo – Josh diz, puxando uma cadeira e sentando-se – não tem freqüentado as aulas?

Duas semanas se passaram desde a festa da Irmandade, ando tão ocupada com meu curso que mal tive tempo para respirar. Eu vi Josh apenas por algumas horas na festa e é incrível como não esqueci de nenhum traço presente em seu rosto. Seu sorriso enigmático e seus olhos confiantes me "assombraram" durante todas as noites desde que ficamos.

– Hoje é a primeira vez depois de dias que tenho tempo para fazer algo senão estudar. O conteúdo atual do meu curso é extenso, além disso, estou procurando um emprego. – respondo, evitando olhar em seus. Queria entender porque me sinto tão constrangida em sua presença.

– Me sinto aliviado, pensei na possibilidade de estar me evitando – ele ri. – você vai fazer algo sábado a noite?

– Eu nunca faria isso, você pode ter certeza . – passo os olhos em sua boca e me distraio por um breve momento – porque a pergunta?

– Vai ter um luau em Coney Island, eu não vou estar fazendo nada e alguns amigos irão, pensei que você poderia me acompanhar – ele pigarreia.

– Tudo bem, como eu te encontro?

– Eu te pego em casa as 20:00h, preciso do número do seu celular.

Dou meu número a ele.

– Eu mando meu endereço por mensagem.

– Preciso ir agora – ele levanta da cadeira, segura meu queixo e me da um beijo casto na boca – te vejo sábado, as 20:00h. – ele pisca e vai em direção a porta.

Sinto a legítima sensação de borboletas no estômago.

Consegui um emprego na St. Mark’s Bookshop, meu trabalho é basicamente achar os livros que os clientes procuram e organizar o estoque. Começo na segunda-feira. Sábado finalmente chegou e eu vou poder ver Josh novamente, não vejo ele desde a biblioteca, pois vou embora assim que minhas aulas terminam. Ele me ligou ontem confirmando o luau e eu lhe mandei meu endereço por mensagem, como havíamos combinado. Comentei com Patt, minha irmã mais nova, que iria sair com um cara que conheci e ela quer conhecer Josh, mas não é uma boa ideia, não quero que ele ache que eu estou apaixonada ou qualquer coisa do tipo.

Quando Josh chega eu ainda não terminei de me arrumar, e minha querida irmã fez o favor de convida-lo a entrar, agora minha mãe, meu pai e meu irmão acham que Josh é meu namorado. Tenho vontade de me esconder em algum lugar de tanta vergonha. Ele aguarda sentado na minha cama enquanto eu passo brilho labial e o encaro de canto de olho, ele tem um sorriso debochado no rosto o que o deixa muito sexy.

– Você ta linda nesse short – posso ver sua expressão de desejo através do espelho.

Estou com um short jeans destroyed e uma blusa branca de ombro caído, fico na dúvida no que calçar e opto por uma alpargata com listras brancas e azul marinho.

– Muito gentil da sua parte, Harris – sorrio.

Vou em sua direção e jogo meus braços por cima de seus ombros, dou beijinhos leves por todo seu rosto e ele sorri. – adoro você carinhosa assim, Boulevart. – ele diz, e envolve minha cintura com seus braços, me puxando pra mais perto de si. Ele mergulha o rosto em meus cabelos e aspira meu cheiro – seu perfume é ótimo.

– O seu também não é nada mal – pisco e mordo seu lábio, olhando-o nos olhos. – você quer ir agora? Podemos ficar um pouco aqui.

– É melhor nós irmos, seu irmão e seu pai não devem estar confortáveis com nós dois sozinhos no seu quarto – ele ri e mordisca meu pescoço. – seu irmão não gostou de mim, já inventou mil desculpas pra entrar aqui e ver o que está acontecendo.

– Ah, não liga pro Charlie. O único amigo meu que vem aqui em casa é o Romeu, ele está desconfiado porque nunca falei de você.

– Romeu? – seu sorriso some.

– Romeu é meu melhor amigo, nos conhecemos desde o fundamental. Ele é o único que vem aqui. Mas beijar assim – beijo sua boca demoradamente – e assim... – beijo seu pescoço e arranho meus dentes na sua barba por fazer – eu só beijo você.

Estamos no Idea preto de Josh a caminho de Coney Island, vai levar mais ou menos 40 minutos para chegarmos. Josh acaricia minha coxa com uma mão enquanto dirige pelas ruas de Nova York. Me distraio com as pessoas na rua, enquanto olho pela janela do carro.

– Você trabalha? – pergunto, tirando-o de seus devaneios.

– Estou estagiando em uma agência de publicidade perto da universidade, falta pouco menos de um ano para eu me formar.

– Então quer dizer que com 23 anos você já será um publicitário formado e possivelmente empregado? Que precoce. – falo rindo, ele aperta minha coxa.

– E você, conseguiu um emprego?

– Sim! Na St. Mark’s Bookshop, começo na segunda. Acho que vou gostar, as pessoas que trabalham lá são gentis e além disso eu amo ler. Vou ter mais tempo para me dedicar a leitura e ainda vou ganhar desconto. Quer coisa melhor que isso, Harris?!

– Realmente, você deu sorte, minha irmã queria trabalhar na The Mistery de Nova Jersey mas não conseguiu, tem que estar fazendo faculdade e ela trancou o curso de farmácia a dois meses.

– Nova Jersey? Você é de lá?

– Sim, toda minha família mora lá, inclusive meus pais, vivo solitário aqui em Nova York – ele diz, fazendo beicinho. Aproveito que o sinal está fechado e dou um selinho demorado em seus lábios macios.

– Porque? Por causa da faculdade?

– a UNY é mil vezes melhor que a UNJ.

– Entendo, mas você pretende ficar aqui quando concluir o curso?

– Claro! Acho que eu não conseguiria morar em Nova Jersey novamente depois de morar nessa cidade maravilhosa. Eu pretendo conseguir um bom emprego em alguma agência. Por enquanto meu pai me auxilia com o dinheiro para viver aqui. Você é nova-iorquina?

– Sim, e moro com meus pais e meus irmãos, como você pode ver, sou a filha do meio, Charlie tem 24 anos e Patt 16 – sorrio.

– Todos com idades pares. – ele me olha rapidamente, com um sorriso no canto da boca.

– Exatamente, Harris. – volto minha atenção para o trânsito.

Todos os amigos de Josh estão sentados em volta de uma enorme fogueira e um deles, Doug, toca Mirrors no violão, enquanto todos acompanham o ritmo.

Cumprimento todos os amigos mais próximos de Josh, e Matt, o mais desinibido mente para todos que eu sou a mais nova namorada de Josh, me fazendo corar. Quando Matt fala, vejo que uma garota de cabelos loiros e cacheados me fuzila com os olhos.

Josh e eu sentamos na areia macia e fria da praia, perto da fogueira, acompanhando as músicas tocadas no violão, a maioria delas românticas. Estou deitada no peito de Josh, que tem suas mãos nas minhas, ele sussurra os trechos românticos das músicas em meu ouvido, fazendo-me arrepiar. Sorrio e beijo seus lábios com carinho e delicadeza.

Quando estamos nos preparando para ir embora, a garota loira dos cabelos cacheados chama Josh pra conversar, nos poucos minutos que aguardo Josh voltar, fico inquieta. Quem será que é aquela garota e o que será que os dois estão conversando?

Logo os dois voltam e eu me sinto aliviada, exceto pelo fato de Josh me apresentar a garota, vejo que ele está totalmente sem jeito e não consigo entender o porque.

– Lex, essa é Megan, uma antiga amiga minha – Josh diz, tocando as costas de Megan.

– Ex-namorada. – corrige Megan. Sinto como se tivesse levado um soco no estômago. Josh ignora o que Megan disse, me lançando um olhar receoso.

– e Megan, esta é Alexandra, minha amiga. – ele sorri e passa o braço por minha cintura.

– Prazer – falo, e minha voz sai tão baixa que mais parece um sussurro, Megan dá um sorriso azedo em minha direção, tento ignorar – vamos, Josh? Estou morrendo de sono.

– Claro, tchau Megan – Josh acena, me puxando em direção ao carro.

Acordo assustada, sem saber onde estou, olho ao redor e percebo que estou sozinha em um quarto de paredes cinzas, deitada em uma cama Box king super confortável, as roupas de cama são todas impecavelmente brancas e os travesseiros macios. Em cada lado da cama há um criado mudo branco com duas gavetas, e em um deles está meu celular, quando pego-o encosto sem querer em um porta-retrato, na foto está Josh e uma garota incrivelmente parecida com ele, deve ser sua irmã... Penso comigo mesma. Volto a atenção para meu celular e vejo 5 chamadas perdidas, 2 da minha mãe e 3 da Taylor. Ah, meu... Deus...

Levanto no intuito de procurar Josh e vejo que estou só de calcinha e sutiã, ruborizo só de pensar que Josh me viu assim, ainda bem que coloquei um conjunto preto de renda super bonitinho e comportado, procuro desesperadamente algo para me cobrir e acho uma camiseta de Josh em cima de uma poltrona no canto do quarto, a camiseta tem o delicioso perfume de Josh, e por um momento fico parada só sentindo seu cheiro. Impressiono-me porque, apesar de Josh morar sozinho, o apartamento todo é arrumado e confortável. Logo acho a cozinha e percebo que no centro há uma bancada, onde Josh está compenetrado em seu notebook, tomando uma caneca de café. A cozinha, assim como o quarto é toda cinza, desde a geladeira inox até o azulejo do chão.

Caminho pé por pé e paro atrás de Josh, tapo seus olhos com minhas mãos.

– Vejo que a donzela acordou – ele sorri. Passando as mãos carinhosamente em meus braços.

– Sim, e você não sabe o susto que eu tomei sem saber onde estava. – faço beicinho e beijo sua boca rapidamente, sentindo o gosto do café.

– Desculpe não ter ficado na cama com você, é que eu não sei o quanto você dorme e eu preciso terminar um trabalho da faculdade. – ele abraça minha cintura, deslizando as mãos pelo meu traseiro parcialmente coberto. – ontem quando viemos embora você dormiu logo que entrou no carro e eu resolvi te trazer pra cá, já que estava tarde, não queria te acordar.

– A gente... é... – vejo que ele entende o que eu quero dizer.

– Não – ele ri – eu não faria isso sem seu consentimento, apesar de ter ficado tentado – seus olhos percorrem meu corpo e um sorriso cheio de malícia surge em seu rosto – apenas tirei suas roupas para que você pudesse dormir melhor. Sente-se e coma – ele indica um banco alto ao seu lado e eu me sento. – Café?

– Por favor – digo, entretida com as mensagens em meu celular, há uma de Taylor.

“Sua mãe me ligou preocupada, querendo saber se você tava comigo ou se eu falei com você. Onde você ta? Me liga quando puder, te amo.”

Respondo a mensagem de Taylor rapidamente.

"Oi amiga, tá tudo bem, eu passei a noite na casa de Josh, depois conversamos sobre, te amo."

Josh serve café em uma caneca para mim, coloco adoçante, mexo e tomo um gole, há croissant em um prato e eu pego metade de um, está uma delícia. Disco o número de casa no celular. Chama poucas vezes e Charlie atende.

– Oi Charlie, é a Lex. A mãe ta ai?

Onde é que você ta, Lex? A mãe ta preocupada. Você dormiu com esse cara?

– Não Charlie, eu não dormi com ele, e sim na casa dele, não enche e passa pra mãe.

Ah sim, é realmente uma grande diferença, Alexandra.

– CHARLIE, chama a mãe.

Minha mãe atende.

Oi filha, onde você ta? Ta tudo bem? Não ouvi você chegar essa noite e quando fui no seu quarto sua cama tava feita.

– É que o luau acabou tarde mãe, e como eu tava muito cansada acabei dormindo aqui no Josh. Mas eu só vou me arrumar e daqui uma hora estou em casa.

Tudo bem, você vai almoçar em casa?

– Não sei mãe, qualquer coisa eu te ligo. Mas mesmo assim não me esperem pra comer, não quero atrapalhar. Beijo.

Enquanto falava com minha mãe, Josh estava com uma mão no notebook e a outra acariciando minha coxa. Termino de tomar meu café e me levanto, olhando para Josh, dou-lhe um beijo casto na boca.

– Baby, eu preciso de um banho urgente, to me sentindo suja por causa daquela areia toda.

A água quente do chuveiro ao mesmo tempo me limpa e faz meus músculos relaxarem totalmente. Descubro a origem do cheiro delicioso que Josh tem e é de sua loção de banho, um cheiro de menta muito gostoso. Passo uma boa quantidade por todo meu corpo, e quando lavo meu sexo, tento evitar mas não consigo, deslizo minhas mãos escorregadias por causa da loção até minha pélvis e acaricio, fecho os olhos, pensando nas mãos fortes de Josh, solto um gemido baixo e introduzo um dedo em meu sexo. Não demora muito para que eu chegue ao ápice do meu prazer, tendo um orgasmo delicioso. Mas seria ainda melhor se aquele homem lindo e atraente estivesse aqui no banho comigo. Lavo meus cabelos com o xampu de Josh, um Black XS de Paco Rabanne que tem um leve cheiro de canela.

Termino meu banho e me seco rapidamente. Quando Josh entra no quarto, já estou vestindo meu short e meu sutiã preto. Olho pra ele e dou um sorriso, tento disfarçar o fato de ter acabado de me tocar no banho, mesmo que ele não saiba.

– Você ta com uma cara de quem está escondendo algo... – ele diz, me olhando com olhos de predador.

– Deve ser porque eu estou... – mordo o lábio.

– O que exatamente? – ele diz, curioso e com um sorriso extremamente sexy no rosto.

– Eu me toquei no banho... Pensando em você... – vejo um vestígio de excitação em seus olhos.

Josh faz uma trilha de beijos em meu pescoço e acaricia meu ventre descoberto, sinto um arrepio percorrer todo meu corpo. Inclino a cabeça para trás, para que possa me beijar mais, ele não hesita, mordisca meu pescoço delicadamente e eu sinto uma dor de desejo nas profundezas do meu corpo. Nesse ritmo de carícias, ele me deita na cama lentamente e desabotoa meu sutiã, sem desviar os olhos dos meus nem por um segundo. Ajudo-o a tirar sua camiseta e passo as mãos por sua barriga bem definida, respiro fundo, imaginando as loucuras que eu poderia fazer com esse corpo. Ele beija meus seios e mordisca meu mamilo esquerdo delicadamente. Ao me fitar, seus olhos estão escuros como uma tempestade tropical enquanto, ele passa a língua no bico de cada mamilo, um de cada vez, me provocando.

– Eu quero você... – sussurro.

Josh levanta-se rapidamente e, com um movimento preciso, tira a calça e a cueca – ficando maravilhosamente nu à minha frente, com seu corpo largo, pronto para me possuir. Fico impressionada com o tamanho de seu membro.

Ele volta para cama e tira meu short e minha calcinha de uma só vez, jogando-os no chão. Passando lentamente seus dedos por meu clitóris e pela entrada de minha vagina, introduz apenas um dedo, metendo e tirando, solto um gemido e passo minha língua por meus lábios secos. Ele me beija, mordendo e puxando meu lábio inferior, sua língua invadindo minha boca.

De súbito, Josh se estica sobre mim e alcança a primeira gaveta do criado mudo, tirando de lá uma camisinha com aroma de cereja.

– Josh... Eu nunca fiz isso antes. – sussuro.

– V-você é virgem? – ele gagueja, surpreso. Balanço a cabeça positivamente. Puxo-o para mais perto, roçando meus lábios nos seus.

– Espere... – ele sussurrou com um sorriso encantador no rosto – você não tem que fazer isso, você sabe.

– Você quer que eu implore? – sussurro de encontro a sua boca.

Ao ouvir minhas palavras, seus receios desapareceram. Ele voltou a me beijar, intensa e ardentemente e me entrega a camisinha.

– Coloque – ele me olha com um olhar de desejo.

Rasgo o pacote e na mesma hora sinto um cheiro gostoso de cereja, seguro a ponta e deslizo-a por toda extensão de seu pênis duro, até chegar a base. Ele morde meu queixo e sorri um sorriso de canto de boca.

– Como você sabe pôr camisinha? – diz, me olhando desconfiado.

– Aulas de Biologia... – dou uma gargalhada e ele faz o mesmo.

– Só você Lex...

Ele se inclina, pressionando os lábios contra os meus, com uma delicada doçura. A quentura da sua boca viaja até meus dedos dos pés e eu o puxo para mais perto. Agora que chegamos até aqui, eu não tinha intenção de parar. Entreabri os lábios, deixando sua língua sentir o gosto da minha.

– Lex – ele diz, arfando – não precisa ser hoje, eu espero até você estar pronta.

– Eu quero. – sussurro e mordo a ponta da sua orelha.

Sinto seu membro rígido no meu sexo, até que ele está entre minhas pernas. Seu corpo cobre o meu, ele apóia seu peso nos cotovelos, abaixa o nariz de encontro ao meu, me dando um beijo terno nos lábios, eu deslizo minhas mãos por suas costas fortes e flexíveis até seu traseiro maravilhoso. Sinto seu corpo ficar tenso e então com um movimento lento e suave ele está dentro de mim, um leve desconforto percorre meu ventre quando Josh recua, mordo o lábio com a sensação, ele penetra de novo e eu fecho os olhos com força, absorvendo a dor. Abraço sua cintura com minhas pernas. Ele mantém um ritmo, me penetrando constantemente.

Uma fina cama de suor começa a se formar sobre nossas peles, eu arqueio as costas quando ele beija minha boca e meu maxilar, até chegar em meu pescoço.

– Josh – suspiro.

Quando pronuncio seu nome, ele pressiona o rosto em meu pescoço, e seus movimentos se tornam mais rígidos. Os ruídos vindos de sua garganta ficam mais altos e por fim, com uma última e prazerosa estocada, nós dois chegamos ao orgasmo juntos, minhas pernas tremem ao sentir a doce pressão em meu ventre.

Aos poucos, nossas respirações voltam ao normal e Josh se deita ao meu lado.

– Essa foi uma primeira vez e tanto – falo, com uma expressão cansada, satisfeita e feliz no rosto.

– Espero ser o único a ter acesso a você – ele diz, com um olhar sério no rosto.

– E eu espero ser a única a te dar um orgasmo. – meu olhar no seu olhar, verde escuro com verde claro.

Eu nunca me senti assim.

Notas finais
No próximo domingo, certamente terá capítulo novo!