Edris, Fanfic Pra Lety U.u

1 PRA LETY PORQUE DEPOIS VOU APAGAR U.U KKKK


Notas iniciais
hooooy. foi bem rápido, você me inspirou.
desculpe por nao saber fazer um Edris lindo quanto o seu D:
Enfim, no capitulo que eu descartei tá falando que eles estão subindo uma colina. Foi ideia do Chris. É um lugar que ele conhecia e pans. Espero que voce nao odeie D:

Ah, e antes da fanfic tem um texto que eu fiz, era pro seu aniversario, desculpa por ser tão ruim D: kkkk ai, eu fico me desculpando toda hora. Isso é culpa sua, eu nao sou assim, kkkk. Ele nao tem nada a ver com a Fic. é pra você, hu3.
Amo você, amorvalda, kkk

" Ela não via que era a coisa mais maravilhosa que já habitara este planeta. Eu queria fazê-la sorrir de verdade, segurar suas mãos que encaixavam tão bem nas minhas e segredar-lhe que a luz do mundo vinha dos seus olhos pretos e cansados, do seu sorriso largo e fácil, da sua poesia. Dizer-lhe que gostava de suas olheiras, de sua voz, da confiança que tinha em si mesma e até mesmo da melancolia que a invadia de tempos em tempos. Aprendi a gostar de romance quando ela vinha, toda sorrisos, me contar sobre a nova história que havia escrito, sobre o casal que havia encontrado em seus sonhos. A qualquer um, confesso que pareceria fadigada, esgotada, mas não com ela. Eu podia ver as cores verdadeiras do mundo a seu lado, e podia gostar das cores que via.

Ela me preenchia de tal forma que as vezes me perguntava o que raios era eu e era ela dentro de mim. Com ela, eu me tornava espectadora da minha própria vida, jogava fora meus longos períodos de tristeza apenas com uma de suas risadas histéricas e seus textos maravilhosos. As pessoas viviam o mundo. Ela o escrevia. Talvez por isso fosse tanto pra mim. Talvez por isso eu agisse tão diferente com ela, talvez por isso eu sentisse como se estivesse me tornando alguem melhor que toda essa catástrofe que me arrastava, toda vez que ela estava por perto.

- E então, do que você gostou ? — Sorriu, ainda esperando uma avaliação sobre o seu mais novo trabalho. A luz da janela atingia-lhe o rosto e os cabelos pretos, fazendo-os praticamente cintilarem. Ela não via que era a coisa mais maravilhosa que já habitara este planeta. Ergui os olhos e encontrei os dela.

- Tudo. — eu disse. — Gosto de tudo que você faz.

"Gosto de tudo em você".

AHOOOY, ACABANDO O MOMENTO VIADAGEM, VAMOS PRO YAOI :D kkkk

Chris virou-se para Edu assim que chegaram à clareira.

Seu rosto se iluminou ao encontrar seus olhos verdes favoritos. Sorriu.

Edu estava perplexo. Seu olhar ia do pequeno chalé esculpido em madeira à mesa posta — uma infinidade de garrafas de vidro cintilando à luz fraca, pratos abarrotados de todas as suas comidas favoritas, um castiçal decorando o centro — no meio do nada e ao por do sol majestoso e cheio de cores que podiam ver de onde estavam. Chris estava satisfeitíssimo por ter escolhido ESTE lugar. O sol, imenso e tingido de vermelho por conta do fim do dia, escondia-se por detrás do lago imenso e calmo na linha do horizonte. O céu era uma mistura de cores quentes — alternava do laranja ao amarelo, do rosa ao dourado — que contrastava com o azul cintilante das àguas calmas. Dali de cima, tinham uma visão perfeita de todas as colinas ao redor, formando um corredor natural e escondendo o vale. Chris adorava o lugar, e adorava ainda mais estar ali com Edu.

Curvou-se à frente do loiro fazendo uma reverência formal e desajeitada e estendendo-lhe a mão.

- Me concede a honra de sua companhia para um jantar, cavalheiro?

- CHRIS! — foi a unica coisa que Edu disse, antes de soltar uma de suas risadas em voz alta e aceitar com ternura a mão do moreno que o conduzia à mesa.

- — — — — — -

Não era como se a comida não estivesse boa, ou como se Chris nunca tivesse conseguido deixá-lo embasbacado com uma de suas surpresas ultrarromânticas para os dois, mas no momento, ele parecia estar prestes a ter um colapso.

Edu chegou até a ficar realmente preocupado. O rosto de Chris estava vermelho e encharcado de suor, as mãos tremiam e os nós de seus dedos se apresentavam completamente brancos. Quando lhe perguntava sobre seu estado, Chris apenas balançava a cabeça e ficava ainda mais febril. O tempo restante era cheio de vazio, nenhum dos dois dizia uma única palavra.

Edu estava quase pronto para levantar e carregá-lo a força colina abaixo, quando o moreno se levantou com decisão e, atravessando a mesa com algumas passadas, chegou à sua cadeira. Embora o loiro fosse — muito- mais alto, ali, sentado, olhando para o namorado em pé à sua frente, se sentia muito pequeno.

- Edu — Chris chamou, com decisão, a voz levemente trêmula.

- Chris?

- O que você vê? — ele gesticulou, apontando o lugar.

A pergunta deixou Edu confuso.

- Hã?

- O que você vê?

- Bem... — Edu olhou ao redor, o sol já sumia. — Um chalé. Uma mesa de jantar. Uma vista incrível. O momento — respirou fundo. — É lindo. Obrigada por isso.

Chris sorriu, o rubor em seu rosto dando lugar a uma expressão terna e serena.

- Sabe o que eu vejo?

- O que?

- Você, Edu. — Ele corou, mas Chris continuou. — Tudo isso só é tão bonito pra mim, Edu, porque é você quem está aqui comigo. Porque... você me escolheu. E eu ainda agradeço todos os dias por ter você do meu lado.

- Chris...

- Eu te amo — Ele sussurrou.

- Eu tambem te amo, Christian.

- Quanto? — ele indagou.

- Quanto o que? — ok, por essa Edu não esperava. Não sabia aonde ele queria chegar.

- Sim. O quanto você me ama?

O loiro levou seu olhar às orbes azuis de Chris e levantou-se, aproximando-se dele e pondo seus braços ao redor de sua cintura.

- Mais do que parece ser possível. Mais do que eu posso mensurar. Mais do que eu já acreditei ser possível amar alguem, Chris. Eu te amo, talvez mais que a mim mesmo.

- Você me salvou, Edu. — O moreno tocou-lhe o rosto com uma das mãos, e com a outra o guiou para a borda da colina, onde era possivel ver que o sol já havia desaparecido por completo e a escuridão já rastejava tomando o céu da tarde.- Me mostrou que eu podia ser mais. Veja... Você ainda consegue ver o sol? — Edu negou com a cabeça, a brisa batendo em seu rosto — Ele ilumina a todos ao mesmo tempo. Se mostra pela manhã e quando a noite cai, leva a vida com ele para germinar outro lugar. O sol nunca para, Edu, está sempre espalhando a sua luz, e mesmo que a noite venha, ainda sabemos que estamos vivos por causa dele. Você me salva Edu, me faz querer continuar aqui. Você é meu sol, quem me faz acordar todos os dias com a esperança de que eu posso me tornar melhor, e por mais que hajam tantas estrelas para ver quando você se vai, a unica coisa em que penso é em quando te encontrarei de novo. A diferença — ele se ajoelhou — entre o sol e você, e que posso pedir que fique. Seja meu sol, Edu, e seremos eu e você, até que ele pare de nos aquecer. — Edu demorou alguns segundos para entender o que estava acontecendo. O choque passou por suas orbes verdes e uma lagrima rolou por sua bochecha enquanto Chris abria uma pequena caixa de veludo, revelando dois anéis dourados. — Eduardo Castro Fernandez, você aceita se casar comigo?

No momento em que Chris disse essas palavras, o rosto de Edu se iluminou. De repente, a lua que tomava seu lugar no breu, o chalé aconchegante e o infinito do universo não se comparavam à felicidade dentro de seu peito. Nada era melhor que o beijo que partilhavam. Não era preciso dizer nada. Tudo que havia entre eles, e que haveria de estar daquele momento em diante, era amor.

Apenas o mais puro, simples e infinito amor.

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Chris o tocava

Recuava

O sorriso doce estampava o rosado dos lábios de Edu, aquecendo-lhe o coração.

Sorriu.

A chuva insistia em bater nas vidraças.

O sol novamente se levantava.

Inspirou.

Edu.

Edu.

Aquela cama.

Lençóis.

O cheiro.

Gosto.

Cabelo.

Respiração.

Edu.

Um oceano inebriante envolvendo-lhe os sentidos.

Oceano de amor.

De edu.

De seus cabelos emaranhados.

De seu corpo.

Seu corpo.

Corpo.

Alma.

Coração.

Os olhos de Edu se abriam lentamente.

Chris estava lá.

Lhe olhava.

Lhe devorava com o olhar.

Lhe completava com todo o resto.

A luz fraca do dia que lutava contra os vidros da janela banhava seus grandes olhos azuis.

Olhos de céu.

De mar.

Infinitos.

Edu o observava.

Contemplava.

"Ele é meu."

"Aqui"

"Agora"

"Eu tenho a certeza"

Estendeu-lhe a mão.

Tocou-lhe o rosto.

Brincou com seus cabelos pretos.

Chris lhe sorriu.

Fechou os olhos.

Sentiu Edu.

Sim.

Era dele.

Simples.

Fácil.

Mil vezes sim.

"Eu aceito"

"Eu aceito, Christian".

Notas finais
YEAH, CABÔ
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.