Eadlyn sem Seleção - Eadlyn e Kile
23 Trigêmeas
Notas iniciais
– Eadlyn essas crianças podem nascer a qualquer momento, pare de andar – minha mãe fala.
– Não consigo, pelo menos não agora, Kile já devia ter voltado – Kile saiu do palácio para uma reunião importante, mas já devia ter voltado.
– Querida você não pode se estressar – Lucy me avisa com Blanca no colo, mas que está pedindo colo para mim.
– Querida eu não consigo pegar você – digo.
– Sente que você consegue – Lucy diz e finalmente eu sento e pego Blanca, que está sorrindo e coloca suas mãozinhas na minha grande barriga de nove meses.
Acabei esquecendo de contar para vocês, Matilde esta gravida de cinco meses e de gêmeos, sendo assim daqui a um mes Julia e Helen dão a luz e mais quatro Matilde, agora só falta Kênia e Camille engravidarem.
– Fiquei sabendo que tem uma Rainha muito estressada aqui – escuto a voz de Kile, ele vem até minha e beija minha testa.
– Oi pequena – Kile bagunça aos cabelos de Blanca, fazendo-a gargalhar.
No momento seguinte sinto um liquido escorrer pela minha perna e uma dor muito grande no meu ventre que me faz gritar, assusto Blanca. Kile é rápido, pega ela e devolve para Lucy e me segura.
– Os bebes, voa nascer, Kile temos que levá-la para o doutor – minha mãe diz.
– Rápido, isso não pode demorar – tia Marlee diz.
Com dificuldade ando um pouco, mas depois Kile me pega no colo e me carrega. Logo chegamos a ala hospitalar, as mulheres ficam do lado de fora e ouço minha mãe dar uma ordem para chamar os outros. Todas as enfermeiras a estão me preparando e vejo o doutor chegar, sinto as contrações cada vez mais próximas e mais fortes.
– Está tudo bem, estou aqui com você – Kile diz ao meu lado segurando minha mão.
– Fique comigo, o tempo todo – peço.
– Mas é claro, nunca vou deixar você – ele diz me beijando.
Sinto outra contração.
– Está pronta Majestade, você precisa começar a fazer força, não podemos perder tempo – o médico disse e quando a próxima contração vem faço muita força, e mais força.
– Mais um pouco... – eu ouso um choro pequeno e agudo. – Uma menina – ele diz.
– Continue, Majestade, faça força novamente – depois de mais força.
– Mais uma menina – ele fala e escuto mais um choro.
Não tenho mais força para nada, estou quase dormindo de cansaço.
– Eadlyn, você precisa ser forte, só mais um pouco – Kile diz.
– Vamos majestade, a próxima criança não pode ficar nem mais um segundo ai dentro – o médico diz e faço força, arqueando minhas costas para frente e Kile me ajuda, logo:
– Mais uma menina, três lindas meninas, parabéns, Majestades – ele diz enquanto escuto o choro de minha filha, sinto meus olhos fecharem.
Provavelmente poucos minutos depois, pois Kile ainda está ao meu lado me olhando, volto a acordar.
– Que bom que acordou, temos que decidir o nome das nossas filhas – ele disse sorrindo.
– Pegue a primeira, a próxima Rainha – digo ele dá um beijo na mina testa e faz sinal para trazerem a primeira.
Enfermeira põe ela nos meus braços, ela é tão pequenininha, tem poucos cabelos, e não consigo ver a cor dos olhos por estarem fechados.
– Majestades, precisamos saber o nome da Princesa e vossa Majestade presa amamenta-la – a enfermeira diz.
– Ariel? – pergunto para Kile, ele concorda com a cabeça e um sorriso.
– Ariel Woodwork, seja bem vinda – ela diz beijando delicadamente a testa a testa de Ariel. A enfermeira anota e vem me ajudar.
– E muito simples Majestade, e só deixa a criança chegar perto do seio que é algo natural – ela diz e em poucos minutos Ariel já está mamando no meu peito e é uma sensação maravilha, não quero deixa-la ir nunca.
– Isso sim é uma visão maravilhosa – Kile diz sorrindo. Depois de muitos minutos Ariel parece se saciar.
– Pode dá-la para mim, Majestade – a enfermeira pede, com o meu coração na mão entrego ela, e logo outra enfermeira vem com minha outra menina.
– Qual será o nome da Princesa do meio, Majestades? – ela pergunta.
Quando tenho ela nos meus braços, posso ver como é diferente de Ariel, ela é um nariz um pouco mais fino, e o cabelo da mesma cor, mas um pouco mais enrolado, e dessa posso ver os olhos, azuis, lindos.
– Então? – pergunto para Kile.
– Holly? – ele questiona.
– Holly Woodwork seja bem vinda – digo para ela, é ela dá um pequeno sorriso, faço o mesmo e amamento, pergunta se Kile quer segurar depois que termino, mas assim como com Ariel ele recusa, fala que ainda não tem jeito, não forço. A enfermeira a leva e a próxima traz a minha última menina. A que nós esperávamos no começo, mas que foi muito amada quando descobrimos.
Ela era a menor das três, e assim como as outras diferentes, como era pequenininha tinha um narizinho pequeno e os olhos azuis também, mas não tínhamos discutido nomes para uma terceira filha.
– Qual será o nome da última, Princesa? – a enfermeira pergunta.
– Que tal Molly? – Kile pergunta.
– Adorei – digo.
– Então seja bem vinda Molly Woodwowk – ele diz e faz a mesma coisa e beijando a testa dela. E começo a amamenta Molly enquanto Kile observa ao meu lado, logo que ela termina, ofereço a Kile para pega-la, mas ele recusa e a enfermeira a pega.
– Majestade agora descanse, vamos leva-la ao seu aposento e as meninas para os delas – a enfermeira diz. – As babas que a Majestade reservo já estão com as crianças.
– Que bom, obrigada – digo e ela se retira.
– Parabéns minha Rainha – Kile diz me beijando delicadamente, e passando a mão no meu rosto para limpar um pouco de suor.
– Parabéns meu Rei – digo sorrindo. – Elas são lindas não são.
– São maravilhosas como a mãe – ele diz. – Agora descanse, provavelmente quando acordar já está no quarto – ele diz me fazendo carinho, antes de me aconchegar para dormir, coloca a mão na mina barriga e ainda sinto que está inchada, mas não tanto quando estava gravida, e meus seios pela produção de leite, aumentou, depois de reparar nisso adormeci com Kile ao meu lado segurando minha mão.
Quando acordo, já estou no meu quarto, olho para o relógio e percebo que dormi umas 8 horas, já me sinto disposta para andar, é como dizer o parto normal é muito mais fácil de se recuperar, Kile não está no quarto, coloco um roupão com a ajuda das criadas e saio em direção ao primeiro quarto, Ariel, mas quando entro já encontro todos, mamãe está com Ariel, Marlee está com Holly e Lucy com Molly.
– Eadlyn devia estar deitada ainda – Kile vem até mim e passa a mão pela minha cintura para me segurar, já que eu ainda não estava cem por cento.
– Queria ver nossas filhas – digo manhosa.
– As são lindas querida – minha mãe diz.
– Vou mandar fazerem minis castelos no jardim, que nem uma casa na arvore – meu pai fala todo feliz e babão.
– Elas já são princesas e já moram em um palácio, não precisam de mais um – digo.
– Eu sou o avô vou dar tudo para elas – ele diz babão.
– Kile, está na hora de você pegar uma – digo.
– Eadlyn já falei eu....
– Você é um ótimo pai, não vai acontecer nada – digo passando a mão no seu peito. – Mãe, deixe ele pegar Ariel.
Ela assente e traz ela e Kile com muito cuidado a pega, fico do seu lado para dar um apoio, mas no caso que ele não precisa.
– Viu, não aconteceu nada – digo.
– Oi filha, papai está aqui – ele fala e Ariel sorri e abre os olhos e posso ver seus olhos assim como de Holly e Molly azuis. – É sim o papai. – ele continua falando.
– Meu bebe com o seu bebe – tia Marlee fala com Holly nos braços.
– Me deem Holly e Molly, vamos tirar uma foto – digo e elas me entregam, elas também estão um pouco acordadas. – Pai, a câmera – falo.
– Já está aqui, já tirei um monte de fotos, filha – ele fala se posicionando com a câmera.
Me posiciono ao lado de Kile e Ariel, com Holly e Molly no meu colo.
– Vou fazer várias copias – meu pai fala depois de bater as fotos.
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