Eadlyn sem Seleção - Eadlyn e Kile
11 Príncipes
Notas iniciais
Estava tudo pronto, na verdade a festa seria mesmo apenas para as meninas e para os meninos que estão chegando e que elas não sabem, espero que elas gostem.
– A festa só vai ter a gente, Eadlyn? – Julia perguntou.
– Pode entrar – eu grito e as portas se abrem e delas vem Kile, Ahren, John, Henry, Gustavo e Arthur, Julia saiu correndo até ele.
– Que saudades pequena – ele diz.
– Também estava – ela diz.
– Estou pronto para fugi com você – ele diz.
– Como?
– Daqui eu vou embora com você – ele responde.
– E seus pais?
– Não sabem e não podem fazer nada assim que eu estiver com os pés no Brasil e casado – ele diz se ajoelha e tira um anel. – Você aceita se casar comigo?
– Sim... sim....sim – ela diz pula nele e o beija, nos batemos palmas.
– Muito obrigada, princesa Eadlyn – Arthur diz.
– Não queria ver Julia triste – digo. — E fico feliz pelos dois.
– Arthur essa é Kênia era para quem você estava prometido – Julia diz.
– Muito obrigada por me recusar, nossa isso ficou estranho – Arthur diz e todos rimos.
– Sem problemas, eu estou interessada em outro – ela diz e olha para Gustavo.
– Camille, vamos dançar? – Ahren chama Camille que aceita.
– Vamos Julia? – Arthur propõem.
– Matilde?! – John aparece e ela o beija.
– Vamos logo – ela o puxa.
– Henry! – Elena chama ele e ele vai.
– E você, quer dançar? – Kile veio até mim e perguntou.
– Só se for agora – disse piscando para ele e o puxando para pista.
– Aumenta o som – Elena pediu.
– Pode deixar – Julia diz já que estava perto do som.
Depois de horas dançando, decidimos fazer alguma coisa.
– Só se for competição de bebida – John sugeriu.
– Meninas contra meninos, por que as meninas são as melhores – disse Julia.
– Até parece – Henry duvidou.
– Agora é questão de honra – disse Matilde.
Cada um pegou um copo com a bebida.
– Se alguém, qualquer um, não conseguir, o grupo todo perde – Camille ditou a regra.
Todos viramos o primeiro, depois o segundo e o terceiro, eu já não estava mais aguentando aquele liquido ate.
– Tudo bem, eu não aguento – disse Gustavo vomitando.
– Mesmo vomitando continua lindo – Kênia disse.
– As garotas vencem – eu grito.
– Mais uma rodada meninas – Matilde diz e mesmo não aguentando mais eu viro o copo.
– Nossa agora chega – eu digo boba.
– Concordo – Julia diz.
– Vocês estão muito bebas – Kile diz.
– Vocês também estão – eu digo.
– Não tanto quanto vocês.
– A gente poderia subir para o meu quarto o que você acha Kile? — eu estava bêbada total e perguntei isso para ele.
– Eu posso estar bêbado também, Eadlyn, mas ainda tenho consciência e não vou fazer nada com você nesse estado — esse sussurra no meu ouvido.
– Acho melhor irmos dormir, por que amanhã a gente vai embora – Camille diz.
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– No dia seguinte mesmo com a ressaca, eu consegui levantar e me despedir eles.
Todos estavam se despedindo menos Julia e Arthur.
– Vamos chamar vocês logo logo para a nossa festa de casamento – ela diz.
– Eu vou ser a primeira a chegar – diz Camille.
– Todas nós vamos – Matilde responde.
– Nos também – Henry diz pelos garotos.
– Não se preocupem, Eadlyn, a Inglaterra não saberá de nada sobre o seu envolvimento na minha partida – Arthur diz.
– Obrigada!
– Obrigada você — Julia diz me abraçando.
– Ate – todos se despendem e cada um embarca no seu avião para seu país.
– Você ajudou muito a Julia – Kile diz.
– Você também – digo.
– Princesa, senhor Woodwork o Rei os aguarda no escritório – diz um guarda.
– O que ele quer agora? – sussurro para mim e Kile em forma de reclamação.
– Podem se sentar – meu pai diz assim que entramos. — Então o que decidiram?
– Se você alteza concordar eu gostaria de me casar com, Eadlyn? – Kile diz.
– Eu permito desde que Eadlyn aceite, você é um bom rapaz Kile – meu pai diz. – Mas vocês se lembram do que vai acontecer?
– Refresque nossa memória pai.
– Vocês vão anunciar o casamento e também que Kile vai assumir metade do seu papel, para isso ele assinará um contrato no dia do casamento – meu pai diz. – Eu não queria isso, queria que Eadlyn assumisse sozinha como é seu direito – ele diz e sinto pela sua voz o quanto está decepcionado com sigo mesmo.
– Pai eu entendo, e eu conversei com Kile, e eu também acho que tenho muitas responsabilidades, que eu com certeza conseguiria lidar, mas que com Kile ao meu lado vai ser muito mais fácil – eu digo tentando acalma-lo.
– Eu vou assinar o contrato, mas so vou ajudar no que Eadlyn precisar, não vou passar por cima de nenhuma decisão dela, eu prometo – Kile diz.
– Fico feliz que entenda Kile – meu pai diz.
– Quando vamos anunciar? – Kile pergunta. – Já tenho o anel pronto! – ele diz e eu a olho espantada.
– Eu falei que logo logo viria o pedido – ele diz e pisca para mim.
– Talvez no próximo jornal, eu aviso vocês.
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