E se um reencontro o destino preparasse...
121 Capítulo 121:
Notas iniciais
– Já disse pra me soltar. – Sofia disse. – Tá machucando o meu braço. – Ela gritou aflita.
– E ai pessoal, agora ela tá com medinho. – O tal garoto, falou quando mais quatro meninos chegaram.
– Qual foi, uma pessoa não querer estar com outra, agora é falta de educação, me deixa. – Sofia esbravejou.
– Será, não sei o que vocês acham. – Ele debochou dela.
– Sofia. – Sidney gritou, quando colocou os olhos nela.
– Sidney, me solta você. – Sofia afirmou nervosa.
– Solta ela, agora. – Sidney gritou ao garoto.
– Não se mete, nisso. – Respondeu um dos meninos.
– Vem cá Sofia. – Sidney esbravejou a puxando, apavorada ela acabou o abraçando.
– Qual foi otário. – Ele rebateu.
– Otário aqui é você, deixa ela em paz. – Sidney retrucou.
– Qual foi vai encarar. – Ele disse.
– Eu não tenho medo de você. – Sidney falou, com um murro na cara do garoto.
– Sidney para. – Sofia gritou.
– Micaela, garota louca, sempre acha que eu tenho culpa de tudo, ah se eu não amasse tanto ela. – Martin resmungava, entrando no escritório do pai.
– Meus deus, eu não acredito. – Martin proferiu pasmo quando deu de cara com Ben e Anita aos beijos.
– Ai que isso, vem cá tentar me matar de suto, agora virou esporte. – Anita falou com o susto.
– O Martin, dá próxima vez avisa que é você. – Ben disse nervoso.
– Eu sabia, eu tinha certeza que vocês estavam se pegando, cara eu era capaz de apostar os números premiados da mega- sena se eu tivesse, porque eu sabia que eu não estava maluco. – Martin falou, achando graça da cara dos dois.
– Tá Martin, perdeu a graça agora. – Ben resmungou, incomodado.
– Vocês hein, não perderam tempo, caramba, Ben você não deixou nem as coisas esfriarem, depois que rolou esse termino com a Sofia, aliás, vem cá, quanto chifres eu levei nessa história, não foi muito não. – Martin falou rindo.
– Martin, qual foi, meu deus do céu só você. – Anita o reprendeu tensa com o flagra.
– Calma Anita, não que isso tenha importância, é só pra saber, desencargo de consciência. – Ele disse bem- humorado.
– Martin olha só, não fala pra ninguém, por favor. – Ben pediu preocupado.
– Relaxa gente, não vou falar. – Martin respondeu sorrindo.
– Gente que gritaria é essa. – Anita indagou, ouvindo gritos do corredor.
– E a voz do Sidney. – Ben falou.
– Caraca, o que tá havendo. – Martin perguntou.
– Vamos lá, tá havendo algo. – Anita afirmou, e os dois a seguiram.
– Sidney para com isso, chega. – Sofia pediu aflita.
– Gente, que isso. – Anita indagou nervosa.
– O que tá havendo aqui. – Martin tentou botar ordem.
– Esse idiota ai que tava agarrando ela. – Sidney soltou.
– O que. – Anita perguntou pasma.
– Ai Anita. — Sofia correu para abraça-la.
– Calma. – Anita pediu, vendo o estado tremulo dela.
– Olha só, acho melhor os dois não se meterem nisso, que começou foi esse aqui. O garoto falou apontando para Sidney.
– Se vocês querem bater nele, vão ter que bater em mim também. – Ben falou em defesa de Sidney.
– Em mim também, esse lugar aqui é do meu pai, vocês podem vazar. – Martin ordenou.
– Olha só, agora tá ficando interessante. – Respondeu ele os encarando.
– Meu deus, eu vou chamar o Ronaldo, Ben, Martin parou com isso. – Anita pediu apavorada já.
– Vem Sofia. — Anita disse saindo com a loira.
– São cinco contra três, gente. – Ele debochou.
– Olha Ben, que interessante, eu nunca fui muito bom de conta. – Martin debochou.
– Ronaldo. – Anita o chamou chegando ao balcão rapidamente. — Tá rolando a maior confusão lá no corredor perto dos banheiros, o Ben, o Martin o Sidney estão lá com mais uns garotos, que eu não sei quem é. – Anita disse sem ar.
– Sofia o que você tem filha. – Vera indagou.
– Mais o que houve. – Ronaldo perguntou assustado.
– Não sei, mais vai lá agora. – Anita afirmou.
– Gente o que tá havendo. – Serguei e Flaviana que perceberam o movimento viram até eles.
– Flaviana cuida dela, Serguei vem comigo. – Anita pediu.
– Tá, vão vocês. – Flaviana disse vendo que algo sério podia ter se passado.
– Mais o que houve afinal. – Serguei questionou saindo com Anita.
– Não sei direito. – Anita respondeu tensa.
– Pode sumir daqui, os cinco. – Martin esbravejou.
– Isso é o que vamos ver. – Um dos meninos respondeu.
– Parou, parou, acabou a confusão todo mundo pra fora, ou ligo agora pra policia, tem algum maior ai. – Ronaldo ameaçou.
– E ai, vão sair ou não. – Ben perguntou.
– A gente não tem nada mesmo pra fazer aqui. – O garoto falou se retirando, com os outros.
– Vão mesmo o bando de mané. – Martin gritou a eles.
– Martin. – Ronaldo repreendeu.
– Mais o que tava havendo, quem são esses caras. – Ronaldo indagou confuso.
– Não sei, deve ser algum mané que soube do show, o produtor colocou convites em muitos lugares. – Ben deduziu.
– Mais quem começou essa palhaçada aqui. – Ronaldo cobrou explicações.
– Fui eu, foi mal Ronaldo. – Sidney se manifestou.
– Você Sidney, qual foi, a troco de que isso, francamente quanta irresponsabilidade. – Ronaldo lhe falou.
– Desculpa. – Sidney disse.
– Pai, é, eu não sei direito o que houve porque eu cheguei depois, mais pelo que eu entendi o Sidney estava defendendo a Sofia, um daqueles idiotas estava implicando com ela. – Ben tentou explicar os motivos de Sidney.
– Eu não acredito nisso, não se pode ter paz mais, bom de qualquer forma me desculpa Sidney, e obrigado, mais os três sabem muito bem que violência não resolve nada. – Ronaldo afirmou.
– É, então diz pra eles isso, Ronaldo. – Martin rebateu.
– É gente, mais acabou tudo bem. – Serguei justificou.
– Vamos lá pro salão, não é chega. – Anita disse mais aliviada.
– A Sofia tá bem, Anita. – Sidney indagou.
– Acho que sim. – Anita respondeu agradecida.
– Caramba, não existe mais gente com caráter nesse mundo. – Ben afirmou a Anita.
– Bom, eu diria, que existe gente de todos os tipos, e nesse caso, mais quem diria você defendendo o Sidney. – Anita falou com alegria, vendo todos se afastarem.
– Eu não fiz nada, eu não viraria as costas pra ninguém, você sabe disso. – Ben respondeu apenas.
– Eu acho que você deveria dizer isso a ele. – Anita aconselhou orgulhosa.
– Melhor não, vai que a noite acaba em briga mesmo. – Ben afirmou sorrindo para ela.
– Não, chega, vamos embora. – Anita proferiu dando risada.
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